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Sexta-feira, 16/11/2012

Sem Medo de Brincar e Aprender

Tags: 3ªcre, riodeleitores, blogsdeescolas.

 

 

O medo nos protege e nos move. Protege dos perigos e nos move para longe deles. Não podemos deixar que ele nos paralise. Na Escola Municipal Brício Filho da 3ª CRE, as professoras Juliana Oliveira, de Inglês, Mônica Fonseca, da Sala de Leitura e Karen Moreira, da Educação Infantil, espantaram o medo dos alunos com um projeto divertido e cheio de simbolismos. Conheça!

 

 

Fugir de um animal feroz ou peçonhento, sair de situações que nos oferecem perigo e colocar nossas vidas a salvo são algumas das funções do medo. Todas elas ajudaram a humanidade a sobreviver desde o início de sua História. Nossa vida civilizada de hoje nos afastou de tantos desses medos, porém nos trouxeram outros. As crianças ainda conservam alguns deles. A maioria em relação ao universo da fantasia. Caveiras, bruxas, fantasmas e monstros se juntam às aranhas, cachorros e ratos para amedrontar os pequeninos.
Mas, na E.M. Brício Filho, esses medos não assustam mais. A Prof.ª Juliana Oliveira desenvolveu um projeto relacionado ao Halloween. Bruxas, caveiras, morcegos povoaram o esse universo, desmitificando-os através de canções, brincadeiras e danças. Passar de assustado a assustador amplia o ponto de vista do aluno. Manipular os objetos que assustam, se divertindo com eles, faz com que o medo perca seu poder paralisante. E como eles adoraram assistir e dançar como as caveirinhas e se fantasiar de bruxas e monstros!

 

 

 

 

 

 

Já o enfoque da professora Mônica Fonseca, da Sala de Leitura, foi para os livros que contam histórias para nos assombrar. Através da leitura mais detalhada do texto e das imagens desses livros, o universo do medo fica mais próximo e ganha beleza. Eles aprenderam que causar medo e representar o feio ou o assustador também é possível e ajuda a aliviar o receio diante de uma situação difícil. Em mais uma sessão de fantasia e música, ficar com medo estava cada vez mais divertido. As meninas ganharam unhas negras adesivas e se sentiram as verdadeiras bruxas. Só que sem nenhuma maldade.

 

 

 

 

 

 

 

 

Com a professora Karen Moreira, da Educação Infantil, o assunto ficou mais sério. Nessa faixa etária, o simbólico fala muito alto na imaginação das crianças. Então, ela montou todo o cenário para que os alunos pudessem dar fim aos próprios medos. Os alunos registraram com desenhos tudo aquilo que apavorava cada um. O caldeirão da bruxa apareceu na sala de aula e todos puderam compartilhar seus medos e “cozinhá-los” até eles desaparecerem. Confira nos vídeos como foi importante essa participação!

 

 

 

 

 

 

 

No blog da escola, ficaram registradas todas as atividades do projeto Medo o quê? Eu vou Brincar Muito! Passe por lá e brinque com seu medo também.
 

 

 

 

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Quarta-feira, 14/11/2012

Aniversário de Faz de Conta

Tags: 3ªcre, educaçãoinfantil, riodeleitores.

 

Na Educação Infantil, o aprender, o brincar e o imaginar caminham juntos. A professora Bianca Pichinine desenvolveu seu projeto baseando-se nessas três ações. A E.I. 21 da E.M. Pernambuco, na 3ª CRE, conheceu e comemorou com a boneca Juliana. Vamos conhecê-la também?

 

 

 

Fazer de conta é muito mais que dramatizar ou fantasiar situações. É trazer para o mundo real personagens, ações, sentimentos e relações. É vivenciar o fantástico ou o imaginado, realizando-o. Na Educação Infantil, o lúdico é essencial para o aprendizado. É através de jogos dramáticos, brincadeiras e brinquedos que as crianças adquirem conceitos e elaboram seu conhecimento. Fazer de conta, então, é ferramenta de aprendizagem.

 

Sabendo disso, a professora Bianca Pichinine nos conta que “o projeto propõe, através da brincadeira de faz de conta, o desenvolvimento de capacidades de comunicação e interação social, a partir da apropriação pelos alunos das linguagens corporal, musical, oral, entre outras, trabalhando simultaneamente os aspectos cognitivo, afetivo, social e motor".

 

A bela história Menina Bonita do Laço de Fita, de Ana Maria Machado, foi o escolhido. A professora confeccionou uma boneca com as características da menina do texto e a apresentou, junto do coelho de pelúcia, outro personagem da história, durante a leitura do livro. Essa boneca passou a fazer parte não só das atividades relacionadas ao projeto, mas também daquelas do cotidiano das crianças.

 

 

 

 

 

 

 

"O reconhecimento e a valorização da própria identidade, assim como o desenvolvimento da autoestima sobre suas características físicas foram alguns dos itens elencados nos objetivos desse projeto".


"Sendo a identidade conceito primeiro a ser construído na formação do indivíduo, aproveitei o fato da personagem não ter um nome para abordar a importância do mesmo, já que as duas coisas estão intimamente ligadas. É claro que a ausência do nome na história pode ser explicada pelo fato de ser apenas a visão do coelho e, para ele, bastava ser a “menina bonita do laço de fita”. A escolha do nome pelas crianças através de votos fez com que a boneca fosse identificada (como todos nós) e, então, ela passou a fazer parte do cotidiano da turma como Juliana. O contato com o gráfico de barras foi interessante, pois eles adoraram perceber, através do colorido das legendas, o resultado final de suas escolhas”, nos relata ainda a prof.ª Bianca.

 

 

 

 

 

 

 

 

Além disso, os alunos tiveram a boneca como tema de suas atividades de alfabetização, matemática e artes. Representaram os personagens do livro através de desenhos e origami, e trabalharam esquema corporal com o quebra-cabeça da Juliana.

 

 

 

 

 

 

 

A interação foi crescendo e impressionou a professora: “as crianças se afeiçoaram à Juliana e me pediam para que a mesma fizesse parte de atividades, como: brincadeira de roda, sessões de vídeo e merenda. Certo dia, um dos alunos me perguntou se ela cresceria como eles, e também se ela podia ver e ouvir tudo na sala. Respondi que, na nossa imaginação, tudo pode acontecer". Até mesmo a festa de aniversário da menina! Mais uma oportunidade de identificação entre ela e as crianças pela idade e vivência de situações de aprendizagem tais como: lista do que seria necessária para a festa, preparação das velas do bolo, comparação entre a idade deles e a dela, elaboração do convite e planejamento da festa.

 

 

 

 

 

 

 

Podemos conferir no vídeo abaixo como foram a releitura e a dramatização da história no dia da festa. O trabalho e a cooperação de todos para que tudo desse certo, tanto na organização quanto na arrumação do evento, mostra que, para eles, o fazer de conta é parte do real. Para a professora Bianca: “foi gratificante perceber a empolgação das crianças durante cada atividade proposta (de alfabetização, com numerais, identificação e escrita do seu nome, listas etc.) e seus desdobramentos”. A Juliana, agora, faz parte da História da E.I. 21: história de prazer na leitura, conhecimento e afetividade.
 

 

 

 


Texto (adaptado) e imagens compartilhadas pela prof.ª Bianca Pichinine, através de Ana Cristina Côrrea, coordenadora da E.M. Pernambuco da 3ª CRE


 

 

 

 

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Sexta-feira, 09/11/2012

Declare seu Amor à Leitura

Tags: 3ªcre, riodeleitores, protagonismojuvenil, blogsdeescolas.

 

 

Quem ama, cuida e compartilha seu amor. Ainda mais se for pelos livros. A Sala de Leitura da E.M. Isabel Mendes da 3ª CRE realizou uma Maratona de Histórias que durou toda a semana. Quem será que se declarou?

 

 

 

O objetivo era provar que todo mundo conta histórias, além de englobar toda a comunidade escolar na partilha de leituras durante uma semana. Todos se envolveram e os textos foram escolhidos pelos próprios leitores.

A aquisição da habilidade de ler se intensifica por volta dos seis ou sete anos de idade. Decifrar o código linguístico possibilita a leitura de palavras, frases e textos. Ensinar a ler é um processo de interação por vezes longo e, em muitos casos, permeado por dificuldades. Mas traz a autonomia na aquisição de outros conhecimentos e o gosto pelo saber.

Já o prazer de gostar de ler não tem idade para começar. Sentir-se motivado a mergulhar no texto, na história pode atingir crianças dos oito aos oitenta anos. É um prazer sem preconceito que contempla qualquer classe social ou gênero. Também pode nos contagiar nos dias mais quentes ou frios, na cama ou em um cantinho da condução. O prazer da leitura é democrático e sem hora nem lugar para acontecer.
Como sempre, são as crianças os primeiros a compartilhar suas descobertas no mundo dos livros. Ler para um colega amadurece e os faz mais responsáveis em seu ato. É prazer e dever ao mesmo tempo. Prazer pela história preferida e dever de contagiar o ouvinte com ela.

 

 

 



 

 

 

 

E o ouvinte é interessado, quer saber o fim, quer saber do personagem principal, seja princesa, lobo mau, saci ou curupira. Aquela história já prendeu a atenção e ninguém pisca. Pode estar no livro, na tela. Vir do colega ou do professor. O prazer já se espalhou e o amor está no ar.

 

 

 

 

 

 

 

E todo professor lê. O gari lê. O agente educador lê. A diretora e a coordenadora também. E os personagens parecem estar ali, no cabelo, no óculos, na alegria de quem realiza a leitura.

 

 

 

 

 

 

 

 

Quero ler também! Leitura também é momento solitário. Estar na sua história, no livro que você escolheu. Quem sabe uma espiadinha no livro do lado? Na Maratona de Histórias da E.M. Isabel Mendes, todos estes movimentos foram contemplados nos quatro dias da Semana de Leitura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E foi tudo devidamente registrado no blog Ler pra Ver da Sala de Leitura da escola. Confiram também os vídeos e as declarações de amor à leitura deixadas pelos professores e funcionários.

 

 

 

 

 

 

 

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Quarta-feira, 07/11/2012

Literatura e Renascimento

Tags: 3ªcre, riodeleitores, protagonismojuvenil, blogsdeescolas.

 

 

A Escola Municipal Pernambuco apresenta sua III FLIPE, Feira Literária da Escola, e mostra sua nova face: trabalho, cultura e alegria.

 

 

Escola é organismo vivo. Pulsa, respira, sofre, adoece, perde o viço. Mas também se renova, aprende, planta, colhe e vibra. É local de aprendizagem através do convívio de múltiplos seres, múltiplas ideias, múltiplos conceitos que, juntos, formam a cara daquele grupo. Todos em um.

Agora, no final de outubro, toda a Escola Municipal Pernambuco se movimentou para participar da III Feira Literária da Pernambuco. O objetivo era mostrar as diversas atividades relacionadas à literatura realizadas ao longo do ano com as turmas de E.I. ao 9º ano.

Não foi a primeira atividade desse tipo realizada pela equipe da escola. Aqui, já divulgamos Exposição Meio Ambiente RIO + 20 em junho deste ano e ainda houve a Feira da Cultura da E.M. Pernambuco em agosto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em todas estas atividades, foi privilegiada a valorização da produção de professores e alunos e a interação de todos na busca do conhecimento. Na FLIPE, como é conhecida a feira literária, os alunos puderam participar de oficinas, além de apreciar os trabalhos expostos. O dia foi dividido em cinco momentos diferenciados para que todos pudessem ver e serem vistos. As turmas do 1º segmento (E.I. ao 5º ano) viram seus colegas da turma 1501, com a prof.ª Juliana, atuarem na dramatização de Chapeuzinho Vermelho. Assistiram também às encenações: A Linda Rosa Juvenil, da turma 1102, com a prof.ª Daniele, e O Teatro de Sombras, do 4º ano, com a prof.ª Fátima, além de um relaxante momento na Roda de Leitura Itinerante realizada na quadra da escola.

 

 

 

 

 

 

 

 

Já os alunos do 2º segmento puderam expor seus textos preferidos e produções e também os trabalhos realizados nas aulas de Artes. Assistiram também ao curta Velha História baseado na obra de Mário Quintana que tinha sido trabalhado na Maratona de Histórias da semana anterior. Sucesso mesmo fizeram as oficinas de Artes dos professores Eufrázio e Zuleica. Os adolescentes puderam liberar a criatividade na criação de fantoches, cenários e outras obras.

 

 

 

 

 

 

 

Além disso, as paredes da escola ficaram repletas dos registros dos livros lidos e apreciados. Histórias foram compartilhadas, assim como os conhecimentos que foram acrescentados a todos ao longo do dia.

 

 

 

 

 

 

 

Tantos saberes que não caberiam no papel. Trabalhar juntos, valorizar-se e valorizar o trabalho e o saber do outro talvez seja o maior deles. Isso fica bem claro no orgulho de todos que participaram da Feira e participam da escola e agora também têm no blog da escola um espaço para trocarem ideias. Acesse o site e participe você também desta renovação!

 

 

 

 

 

Agradecemos a coordenadora Ana Cristina Côrrea por compartilhar conosco este renascimento.



 

 

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