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Terça-feira, 07/05/2019

Feliz Aniversário, EPF!

 

A Escola de Formação Paulo Freire (EPF) completa sete anos no dia 09 de maio, celebrando sua atuação na área de formação e valorização dos professores e demais servidores da Secretaria Municipal de Educação do RJ.

 

 


Conheça um pedaço da nossa história:


A EPF está localizada em um casarão histórico no Centro do Rio de Janeiro, construído em 1877, com o nome de Escolas Primárias da Freguesia de Sant'Anna. Em 1915 teve seu nome modificado para Escola Rivadávia Corrêa, abrigando a 2ª Escola Profissional Feminina, onde aconteciam oficinas de corte, confecções de chapéus e flores, espartilhos, datilografia e culinária.


No final dos anos 20, foi erguido um prédio anexo de cinco pavimentos e, em 1998, a Escola Municipal Rivadávia Corrêa passou a funcionar somente no prédio anexo, iniciando-se, então, a restauração da edificação do século XIX.


A partir de 2002, após a restauração, o casarão tornou-se a sede do Centro de Referência da Educação da Escola Pública da Cidade do Rio de Janeiro. Em 9 de maio de 2012 foi criada a Escola de Formação do Professor Carioca Paulo Freire e o Centro de Referência da Educação Pública passou a integrar a estrutura organizacional da escola de formação.


Em janeiro de 2019, a Escola passa a se chamar Escola de Formação Paulo Freire, estando a mudança do nome relacionada à ampliação de seu campo de atuação, agora, com ações que não se restringem mais aos professores, mas estendem-se para os demais servidores da educação do Município do RJ.


Para cumprir com suas atribuições, a EPF é formada, atualmente, por um gabinete e seis gerências, sendo elas: (1) Gerência de Formação Inicial; (2) Gerência de Formação Continuada do Professor Regente; (3) Gerência de Formação Continuada da Equipe Gestora; (4) Gerência de Fomento à Pesquisa e Avaliação Externa (5) Gerência de Ensino a Distância e o (6) Centro de Referência da Educação Pública da Cidade do Rio de Janeiro – Anísio Teixeira (CREP – AT).


Durante esta semana especial, cada Gerência contará um pouco da sua história ao longo desses 7 anos. Não percam!

 

Fonte: http://prefeitura.rio/web/epf/exibenoticias?id=9581643

 


   
           



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Quarta-feira, 24/04/2019

Fica a Dica: Pixinguinha - Compositor, Maestro e Instrumentista

Tags: dicas, educação musical, choro, pixinguinha.

Fica a Dica: Pixinguinha - Compositor, Maestro e Instrumentista

 


 

Olá! Estamos aqui, mais uma vez, com a nossa dica mensal!


Hoje vamos falar sobre Pixinguinha. Seu verdadeiro nome era Alfredo da Rocha Vianna Filho. Ele foi maestro, flautista, saxofonista, compositor e arranjador brasileiro...! Representa muito para a nossa música e tem composições belíssimas!


“Alfredo da Rocha Viana Filho (1897-1973) nasceu no Rio de Janeiro, no dia 23 de abril de 1897. Com 13 anos compôs seu primeiro choro “Lata de Leite”, que revolucionou a música daquela época. Filho de um flautista, recebeu uma flauta de presente e foi encaminhado para aulas de música. Em 1911, começou a tocar na orquestra do rancho carnavalesco, ‘Filhas da Jardineira’, onde conheceu Donga e João da Baiana.” (Fonte: https://www.ebiografia.com/pixinguinha/)


Embora esse site mencione que sua data de nascimento era 23 de abril, há registros de que, na verdade, a data do seu nascimento seria 04 de maio.


“No dia 23 de abril comemora-se o Dia Nacional do Choro. A data foi criada como homenagem ao que se acreditava ser a data de nascimento de Pixinguinha. Ela foi criada oficialmente em 4 de setembro de 2000, quando foi sancionada lei originada por iniciativa do bandolinista Hamilton de Holanda e seus alunos da Escola de Choro Raphael Rabello. Em novembro de 2016, entretanto, foi descoberto que a verdadeira data de nascimento do compositor é 4 de maio de 1897, e não 23 de abril, como se acreditava até então. Apesar disso, a data de comemoração do estilo musical criado pelo artista permaneceu inalterada.” (Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pixinguinha)


Polêmicas à parte, Pixinguinha é considerado um dos maiores compositores da música popular brasileira. Contribuiu diretamente para que o Choro encontrasse uma forma musical definitiva.


“O choro entra na cena musical brasileira em meados e finais do século 19 e, nesse período, se destacam Callado, Anacleto de Medeiros, Chiquinha Gonzaga e Ernesto Nazareth. Inicialmente, o gênero mesclava elementos da música africana e europeia e era executado principalmente por funcionários públicos, instrumentistas das bandas militares e operários têxteis.” (Fonte: https://www.abramus.org.br/noticias/4420/23-de-abril-dia-nacional-do-choro/)


O Choro “é um gênero musical, música popular e instrumental brasileira com mais de 130 anos de existência.” (Fonte: https://www.abramus.org.br/noticias/4420/23-de-abril-dia-nacional-do-choro/)


Sobre o gênero, é possível trabalhar em todas as faixas etárias e modalidades de ensino. Com os alunos menores, costumo utilizar bastante o livro "Histórias da Música Popular Brasileira para Crianças", de Simone Cit, com ilustrações de Iara Teixeira.


No livro, há um capítulo exclusivo sobre Pixinguinha, que conta sobre a origem do seu apelido, sobre a movimentada casa onde morou, sempre frequentada por músicos amigos de seu pai, das noites em que ele ficava no quarto ouvindo todas aquelas canções e como foi desenvolvida a sua trajetória: sua infância, o grupo “Oito Batutas” por onde passou, suas composições, entre outros aspectos bastante interessantes.


O texto é direcionado para crianças, com ilustrações que chamam a atenção e canções selecionadas inseridas no decorrer da história. Vale muito a pena utilizá-lo. Sempre que uso, os alunos interagem com a história e com as músicas.


Para os maiores, há bastante material na internet sobre Pixinguinha, assim como os áudios de suas composições. O site do Instituto Moreira Sales traz informações minuciosas sobre o artista, inclusive com várias versões de suas obras. (https://pixinguinha.com.br/)


É muito importante que os alunos conheçam a vida e a obra dos nossos artistas emblemáticos para a Música Popular Brasileira. Artistas que ajudaram a construí-la e deixaram obras que até hoje são executadas, emocionando a muitas gerações.


E, por falar em emoção, deixo aqui a apresentação de “Carinhoso”, uma das obras mais importantes de Pixinguinha, composta entre 1916 e 1917, no vídeo interpretada pela Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca, do Programa Orquestra nas Escolas, da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro. Aproveitem! É de arrepiar! 

 

 

E aí, gostaram da nossa dica? Escreva pra gente! smiley

Fica a Dica! 

 

 


 


   
           



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Quarta-feira, 20/03/2019

Fica a Dica: Os Benefícios da Música

Tags: dica, educação musical, música, benefícios.

Fica a Dica: Os Benefícios da Música

 

 

Olá!


Chegamos em 2019 e estamos de volta com o nosso “Fica a Dica”.


Para começar nosso ano com nossas dicas mensais, vamos falar sobre os benefícios que a música nos traz.


Quando pergunto aos meus alunos o que eles mais gostam de ouvir e o que a música pode trazer pra eles de benefício em momentos de lazer, estudos, relaxamento, entre outros, a resposta é quase sempre a mesma: “Gosto de ouvir música o tempo todo, professora!”


Uns mais, outros menos, mas é quase unânime o que respondem: “Uso música para quase tudo, quando estou fazendo minhas atividades em casa, estudando, conversando com meus amigos...”


Logicamente, sempre tem um ou outro que, brincando ou não, diz que prefere o silêncio. E aí, nesse momento, podemos abrir outras correlações, também, sobre a questão do silêncio, sobre as experiências que dele pode decorrer.


Sempre tem aquela “playlist” que nos acompanha em variados momentos da nossa vida. Para cada momento, temos uma em especial e, com os alunos, não poderia ser diferente, principalmente, com os adolescentes.

 

Não só com eles, porém, que essas atividades podem ser realizadas. Desde nossos pequenos, o convívio com a música, em variados estilos e gêneros, faz-se bastante relevante.


Além dos benefícios sobre “ouvir música”, há também os benefícios sobre o tocar um instrumento musical, sobre o cantar e sobre o desenvolvimento cerebral acerca disso.


Em sala de aula, a música é sempre nossa aliada para trabalhar alguns conteúdos, mas podemos pensar nela não só como meio para atingir alguns objetivos. Podemos usá-la para além disso: para atividades de relaxamento, descontração, motivação, brincadeiras, entre outras.


Ou seja, estar cercado de música poderá sempre nos trazer benefícios, seja na apreciação, na execução de um instrumento, nas nossas aulas de Educação Musical, trabalhando a criatividade, a expressão corporal com nossas crianças, melhorando a concentração e o aprendizado das mesmas.


Deixo aqui dois links que relatam os benefícios que a música pode nos trazer diariamente. Além destes, são inúmeros os relatos que encontramos em livros e na internet acerca do tema. Aproveitem! smiley

Link 1

Link 2
 

 

E aí, gostaram da nossa dica? Escreva pra gente! smiley

Fica a Dica! 

 


 


   
           



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Segunda-feira, 07/01/2019

Vale a Pena Ler de Novo: Fica a Dica - Qualidades do Som

Tags: dicas, qualidades do som, educação musical, fica a dica.

 

Fica a Dica: Qualidades do Som

 

Olá!! smiley


Aqui estamos mais uma semana! Vamos começar hoje com uma pergunta: você conhece a plataforma de aulas digitais chamada Educopédia?


É um recurso educacional aberto, com conteúdo de várias disciplinas, cursos extras, incluindo games, entre outros. As aulas sempre começam com a revisão da aula anterior, com um desafio. Logo após, é apresentado o conteúdo da aula atual (começando com uma pergunta-chave), sempre ilustrada com áudios, vídeos, imagens. Quizzes também são inseridos em momentos específicos da aula e, ao final, o aluno será capaz de realizar uma síntese do conteúdo estudado.


Vale dizer que qualquer pessoa pode entrar nessa plataforma. É só fazer um pequeno cadastro e logar como visitante. Quem é professor da nossa rede municipal, tem acesso através do e-mail institucional Rioeduca, porém, entrar como visitante ou com e-mail institucional, não fará diferença no resultado final, pois o conteúdo acessado será o mesmo. Se tiver dificuldade de acesso com o seu e-mail Rioeduca, clique aqui.

 

Hoje, escolhi algumas aulas da Educopédia para falarmos sobre as qualidades do som. Nessas aulas, temos disponíveis vídeos e áudios que ilustram o tema trabalhado em sala e, com isso, acaba por deixar as aulas mais atraentes e nossos alunos mais motivados pela maneira objetiva e diferente de explicitar os conteúdos.


Após o login, ao clicar em sexto ano (que é o ano escolhido para essa dica), na aba “Educação Musical” você vai encontrar relacionados todos os conteúdos da disciplina, separados por bimestres.

 

 

 


Escolhi para falar, nesse momento, sobre as aulas números 2, 3, 4 e 5, do sexto ano, que correspondem às aulas sobre altura, intensidade, duração e timbre, respectivamente: as Qualidades do Som.

 

Ao entrar na plataforma e visualizar essas aulas, você só precisará clicar nas pastas correspondentes aos Planos de Aula e/ou Apresentações. Os arquivos serão baixados para o seu dispositivo e estarão prontos para serem utilizados, como também para serem modificados, caso seja necessário e pertinente.

 


 

Falando especificamente sobre essas qualidades:


Altura corresponde à nossa capacidade de distinguir sons graves, médios e agudos, produzidos pela vibração das ondas sonoras;

Intensidade: à distinção de sons fortes e fracos, associados, na execução musical, aos sinais de dinâmica e intensidade;

Duração: ao tempo que a vibração sonora é percebida pelos nossos ouvidos, refere-se à distinção de sons longos e curtos. É um elemento importante para a interpretação e escrita musical. São utilizadas figuras de som e silêncio para a representação das durações e, consequentemente, do ritmo musical;

Timbre: é a característica do som que nos permite distinguir sons de mesma frequência, refere-se também à nossa capacidade de distinguir a fonte de determinado som. Cada instrumento, voz, ruído, tem propriedades diferentes e é o que faz com que cada som seja diferente do outro e, mesmo de longe, podemos identificar que tipo de som está sendo produzido.

 

Classificar os sons quanto a esses elementos característicos nos ajuda a ampliar a percepção sonora (sons musicais, sons da natureza, ruídos, vozes), a melhorar a capacidade de escuta dos sons que nos rodeiam (no ambiente próximo ou distante), e de perceber detalhes sonoros que antes não conseguíamos ouvir e distinguir. É um bom exercício para aumentar também a capacidade de concentração dos nossos alunos.

 

Para saber mais sobre a Educopédia, clique aqui.

 

Fica a Dica! 


E aí, o que achou da nossa dica? Estamos esperando suas sugestões!!! Conte-nos como foi sua experiência ao usar a Educopédia! wink

 


 


   
           



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