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Terça-feira, 15/01/2019

Caravana Carioca de Férias

Tags: caravana, carioca.

Caravana Carioca de Férias

 

 

Gêmeas comemoram aniversário durante Caravana Carioca de Férias na Ilha do Governador

 

Domingo é dia de...Caravana Carioca de Férias. E a criançada da Ilha do Governador se divertiu a valer na Vila Olímpica Nilton Santos durante toda a manhã. As gêmeas Ruth e Raquel Vitória Regis da Silva, que completaram nove anos na mesma data do evento, ganharam um lindo parabéns de todos que estiveram no local. Crianças e pais puderam assistir apresentação da Banda Sinfônica da Guarda Municipal que executou vários clássicos das Música Popular Brasileira.

 

Depois os cachorros da Guarda Municipal e a cadelinha Bela, que já havia se apresentado no Complexo do Alemão, fizeram o maior sucesso. As crianças puderam acariciar os animais. Ela também ficaram eufóricas com a apresentação de dança e puderam acompanhar a professora, que estava em cima do palco, imitando vários passos. Houve ainda perna-de-pau para alegria dos pequenos e adolescentes, distribuição de lanches e água.

 

 

A ansiedade era grande antes do começo das atividades. João Pedro Macedo, de 7 anos, vestido com uniforme de futebol do Neymar, chegou bem antes do início e até pensou em ir embora, mas resolveu ficar para aproveitar. Ele era um dos que mais brincavam no pátio durante a dança e em todas as atividades como bolamania, badminton, minitênis, espaço de leitura, desenho e muitos outros. Aluno do segundo ano da Escola Municipal Aberlardo Feijó, ele conta que adorou o dia e gostaria que houvesse mais atividades. “Adorei a oficina do balão (bolamania) e o de pintar’’.

 

          

    

 

 

A pequena Thayla dos Santos, de 6 anos, do Centro Educacional Vasconcelos Dantas, estava na oficina de desenho e não parava de colorir. ‘’Gosto muito de pintar e de desenhar”. Thalita Vitória da Cruz era outra que se divertiu muito. Ao lado das amigas ela posava com balão em formato de coração. Flávia - a mãe da pequena Isabela de dois anos que não parava de dançar durante o encerramento ao som do grupo da Comlurb - elogiou a iniciativa da Prefeitura. ‘’Minha filha estuda numa creche aqui da Ilha. Muito bacana essa Caravana. Ela não para’’.

 

 

A Caravana Carioca de Férias é um projeto da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro em parceria com o Sesc Rio e é itinerante. A Caravana já aportou no Planetário, no Complexo do Alemão, na Ilha do Governador e nesta quarta-feira ela estará no Complexo da Maré.

 

Enviado por:

E/SUBE/GPEC 


   
           



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Quarta-feira, 09/01/2019

Vale a Pena Ler de Novo: Fica a Dica Livro A bolsa Amarela

Tags: dica, livro, bolsa.

 

Livro A bolsa Amarela

 

 

Olá!


Quais são seus maiores desejos? Aonde você guardaria suas vontades mais secretas? Que tal numa bolsa amarela?


O livro, “A bolsa amarela”, é um clássico da literatura infantojuvenil escrito pela premiada escritora brasileira Lygia Bojunga e publicado, pela primeira vez, em 1976. Esse é um dos muitos livros que marcaram minha vida.


No Romance atemporal, Raquel, nossa personagem principal, é a caçula de quatro irmãos, que já estão entrando na fase adulta e, assim como seus pais, pouco tempo tinha para ela. “E acabei achando que a gente só devia nascer quando a mãe da gente quer ver a gente nascendo.”, pensava ela.


Tinha três grandes vontades, as quais precisava esconder de todos, a vontade de crescer de uma vez e deixar de ser criança, a vontade de ter nascido garoto em vez de menina, “Vocês podem um monte de coisas que a gente não pode.”, dizia ela a seu irmão, e a vontade de escrever.


Muitas vezes incompreendida e ignorada, se sentia muito só e, nessas horas, a vontade de escrever só engordava. Sua curiosidade não via limites e na mesma medida sua imaginação. Começou escrevendo cartas e nelas derramava seus sonhos e sentimentos, inventava novas vidas, amigos imaginários e novas histórias. Das cartas passou a escrever Romance que, por ser a coisa mais inventada do mundo, não poderia colocá-la em apuros.


Tentava entender as atitudes dos adultos e, com frequência ouvia: “não é assunto de criança”, ou “criança não entende de nada”. Sentia necessidade de esconder, cada vez mais, suas vontades de todos. “Eu tenho que achar depressa um lugar pra esconder as três: se tem coisa que eu não quero mais é ver gente grande rindo de mim.”.


Até o dia que dentro de um pacote enviado por sua tia havia uma bolsa, grande, mais parecendo com uma sacola, amarela, não um amarelo sempre igual e que ninguém mais queria.


Comecei a pensar em tudo que eu ia esconder na bolsa amarela”.


Como podemos trabalhar, com nossos alunos, um livro tão rico como esse?


Podemos falar da família e das mudanças estruturais que ocorreram nos últimos 40 anos, falar ainda das transformações sociais e culturais que acompanharam esse período, ou podemos falar da busca pelo autoconhecimento, do controle emocional e de relacionamentos. Particularmente, vou focar na última opção.


No decorrer da história observamos a construção da personagem como pessoa, seu caminho para se auto descobrir e se aceitar como ela é. Vimos que amizade pode transformar alguém, que ter apoio e compreensão é fundamental para o nosso crescimento. Aprendemos lições de coragem e determinação, que podemos ter sonhos, sim, e que, independente dos riscos, devemos correr atrás deles, de experimentar o desconhecido sem medo de tropeçar pelo caminho.


Pergunte a seus alunos, quais suas maiores vontades? Aquelas mais secretas. Que tal criarmos uma cápsula do tempo? Deixar lacrada, bem lacrada, por um ano. Será que no curso do nosso crescimento, nossas vontades ainda serão as mesmas?

 

Fica a dica!!! 

 


 


   
           



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Sexta-feira, 21/12/2018

Poesia na Escola 2018

Tags: gla, poesia na escola, coletânea.

Poesia na Escola 2018

 

 

No dia 30 de novembro, a Gerência de Leitura e Audiovisual promoveu a cerimônia de premiação dos autores dos textos das coletâneas do projeto Poesia na Escola 2018, no Centro Municipal de Artes Calouste Gulbenkian.


O projeto Poesia na Escola tem como objetivo difundir a leitura literária e a formação de leitores a partir do estímulo à produção de textos poéticos pelos membros das comunidades escolares da Rede, entre estudantes, seus responsáveis e profissionais da educação de diferentes funções.

 

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Após as etapas locais, realizadas nas unidades escolares, e regionais, no âmbito das CREs, a equipe da GLA reuniu os poemas mais bem avaliados para comporem uma coletânea, a ser distribuída no formato digital aos autores e um exemplar impresso para cada autor, Gerências de Educação das Regionais e Bibliotecas Municipais Escolares.


Foi um momento lindo de celebração poética, com a leitura de poemas por alunos e professores, entrega de certificados e livros de presente aos premiados. Além disso, a arte-educadora Beth Araújo apresentou um número literomusical com algumas professoras da Rede que fazem parte do grupo Mulheres do Cordel, e a professora Fátima França nos levou belas palavras sobre a presença da poesia em nossas vidas.
 

 


 


A cerimônia contou também com a presença de representantes das Gerências de Educação das CREs e do chefe de gabinete da SME, professor Cláudio Maia, representando a professora Talma Suane, secretária municipal de educação. Vários participantes da ação elogiaram o projeto e falaram da importância de valorização da escrita poética dos estudantes, profissionais e responsáveis.

 

 "A coletânea Poesia na Escola 2018 exemplifica como esse encontro com a poesia no espaço escolar vale a pena. O contato com a poesia não deve se encerrar apenas com essa descoberta, é preciso dar continuidade à experiência da leitura, em outros contextos", diz a Gerente de Leitura e Audiovisual Heveny Mattos.

 

Apresentamos as coletâneas do projeto Poesia na Escola 2018, que reúnem os textos premiados de autoria de alunos e profissionais da Rede, além de responsáveis. Há duas coletâneas: a categoria I reúne os trabalhos de estudantes; já a II, os poemas dos profissionais e responsáveis.


Poesia na Escola Coletânea Alunos

 

Poesia na Escola Coletânea Profissionais e Responsáveis

 

Mais uma vez, as diferentes vozes de nossas unidades escolares, incluindo os profissionais do Nível Central e Coordenadorias, puderam exercer sua representatividade. Parabéns, poetas da Rede! 

 

Gerência de Leitura e Audiovisual

E/SUBE/GLA


   
           



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Quinta-feira, 20/12/2018

I Encontro IATI KÓ EKÒ – Batuques e Movimentos

Tags: encontro, gpec, cultura afro-brasileira.

I Encontro IATI KÓ EKÒ – Batuques e Movimentos

 

 

 

O l ENCONTRO IATI KÓ EKÒ Batuques e Movimentos, da Gerência de Projetos Extra Curriculares (GPEC), aconteceu no dia 24/11/18, no Museu da História e Cultura Afro-brasileira localizado na Gamboa.

 

Em sua abertura, o evento contou com a presença de Helena Theodora e Bruno Rossato, que falaram da importância das ações da cultura afro-brasileira no dia a dia em nossas escolas. O evento também contou com apresentação de trabalhos em pôster desenvolvidos por professores da rede municipal sobre a temática africana, seguido de rodas de conversa com temas relacionados a desconstrução da intolerância étnico racial na educação. Dentre os dinamizadores, Raphael Soares, Juliana de Jesus, Fábio Batista, Mônica Luquett, Rita Alves, Renata Francis, Carolina Ferreira, Patrícia de Andrade, Renata Maia. 

 

No intervalo, os participantes puderam se deliciar com uma feijoada cultural, com apresentação da dança dos alunos da graduação em Educação Física da UNISUAM, além de expositores de produtos afro.

 

 

Continuando a programação no período da tarde, aconteceram as práticas corporais voltados a estética, representação e corporeidade negra, com oficinas diversas administradas por Juliana de Jesus, Raphael Soares, Renata Francis, Du Carmo, Neidinha dos Santos, Franci Ferreira, Renata Martielo, Frederico Baeta, Kátia Bezerra, Mestre Priminho e componentes da CIA Folclórica da UFRJ.

 

Finalizando o evento com um samba de roda com todos os participantes.

 

Texto enviado por:

Djane Rachel

E/SUBE/GPEC

  


   
           



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