A A A C
email
Todos os posts escritos por Fernanda Pérez
Retornando 35 resultados para o autor 'Fernanda Pérez'

Quarta-feira, 18/07/2018

Fica a Dica: Livro A colcha de retalhos

Tags: fica a dica, livros, retalhos.

 

Livro: A colcha de retalhos

 


O livro dessa semana é “A colcha de retalhos”, de Conceil Corrêa da Silva e Nye Ribeiro Silva, com ilustrações de Semíramis Paterno.


No mês de julho se comemora o dia dos avós e, para celebrar essa data, vamos mergulhar nessa maravilhosa história.


Felipe costumava ir nos finais de semana para casa da vovó, e como se não bastasse todas as gostosuras que ela sabia cozinhar, bolo de chocolate, balas de coco, pão de queijo, vovó ainda sabia contar histórias, sempre dando vozes aos personagens dos livros. Lá não tinha hora para comer, hora para brincar e nem hora para dormir.


Um belo dia, Felipe encontrou sua avó envolvida em uma porção de pedaços de tecido, espalhados pelo chão, perto de sua máquina de costura. Quando sua avó lhe explicou que estava construindo uma colcha de retalhos, logo se prontificou a ajudar separando os retalhos, os de bolinhas, os de xadrez, os de florzinhas...

 

“- Olha esse pano listrado, é daquele pijama que você fez para mim quando a gente passou aqueles dias no sítio, lembra?
- É mesmo, Felipe, estou me lembrando. Que férias gostosas! Andamos a cavalo, chupamos jabuticaba... As jabuticabeiras estavam carregadinhas!”

 

E, assim, começaram a lembrar das histórias de cada pequeno pedaço de pano. Lembranças antigas, lembranças recentes, lembranças alegres e aquelas capazes de fazer chorar.


Esse livro nos permite explorar a importância da família e como ela se apresenta na formação do indivíduo, desempenhando um papel importante na educação formal e informal. No convívio familiar aprendemos a respeitar, formar vínculos, adquirir responsabilidades.


Cada um de nós carrega experiências, aprendizagens e memórias que refletirão em nossa jornada.


Através das memórias, alegres ou tristes, construímos nossa história, nossos valores, nossa identidade.


Através das memórias podemos trabalhar sentimentos como saudade, angústia, frustração e felicidade.


Através das memórias conhecemos um pouco de tudo e de todos que nos cercam, somos parte de uma comunidade, de uma escola, de uma família e não devemos ficar só, mas, a cima de tudo, conhecemos a fundo aquilo que está dentro de nós.


Que tal criarmos com nossos alunos uma colcha de memórias, ops, de retalhos?


Ah! Algumas pessoas afirmam que a palavra saudade é singular e única, substantivo abstrato que só existe na língua portuguesa. Será? Vamos envolver outras disciplinas, pesquisar a origem da palavra, ver as traduções que podemos encontrar e decifrar esse dilema.


Termino hoje com uma passagem da obra “A Saudade Brasileira”, do poeta da Academia Brasileira de Letras, Osvaldo Orico (1900-1981): “Nenhuma palavra traduz satisfatoriamente o amálgama de sentimentos que é a saudade. Seria preciso nos outros países a elaboração de um conceito que também amalgamasse um mundo de sentimentos em apenas um termo”. 

 

Fica a Dica! 


Conto com sua participação, professor(a). Mande também suas dicas e sugestões e vamos explorar o mundo literário!
Até a próxima semana!

 


 


   
           



Yammer Share

Quarta-feira, 04/07/2018

Fica a Dica: Livro Mês de junho tem São João

 

Livro: Mês de junho tem São João

 

 

Já entramos no mês de julho, mas as festividades continuam.

A Dica dessa semana é o livro “Mês de junho tem São João”, da coleção “Tradição da nossa terra”, dos autores e violeiros Fabio Sombra e Sergio Penna.


“Passa o ano e já vem vindo
O mês de Junho no sertão
Com forró para Santo Antônio,
São Pedro e São Joao.
Tem quadrilha bem dançada
No terreiro e no salão.
Mas isto não é tudo não!


Das brincadeiras às comidas típicas, dos músicos às danças de quadrilha, através de versos animados e ilustrações bem coloridas, o livro faz um passeio por uma das festas mais tradicionais de todo o Brasil.


Mas o que o Delegado tem a ver com tudo isso?


Que tal começarmos falando das tradições que a festa nos permite explorar, sua origem e mudanças ao longo dos séculos?


Explicar as tradicionais fogueiras, símbolo forte da festividade, e o porquê da prática de soltar balão, que antigamente era muito comum, ser proibida nessa festa, e o mal que isso acarretava.


Vamos falar das comidas típicas, e o porquê de grande parte dos doces, bolos e salgados serem feitos de milho.


Falar das músicas e dos diferentes instrumentos musicais, como viola, triângulo, sanfona e zambumba, e das roupas caracterizadas, das danças e seus personagens inusitados, afinal de contas até o padre participa dessa festança.


Chegou a hora de colocar a mão na massa, enfeitar nosso espaço, confeccionar nossos instrumentos, providenciar alguns alimentos, criar uma dança e aproveitar a festa!


Fica a Dica! 

Conto com sua participação, professor(a). Mande também suas dicas e sugestões e vamos explorar o mundo literário!

Até a próxima semana!



   
           



Yammer Share

Sexta-feira, 22/06/2018

Fica a Dica: Livro A decisão do campeonato

 

A decisão do campeonato

 

 

Olá!


Em época de Copa do Mundo, nossa coluna não poderia deixar de entrar no clima. O livro escolhido essa semana é “A decisão do campeonato”, da coleção “A turma da nossa rua”, da Ruth Rocha, com ilustrações de Walter Ono.


Já na primeira página, conhecemos o Catapimba, centroavante e melhor jogador do time Estrela-d’Alva Futebol Clube. O apelido surgiu jogando futebol na rua, mas afinal quem poderia se chamar Catapimba? Seu nome verdadeiro era José dos Reis.


“Quando pega na bola – e Catapimba sempre pega na bola – ele avança pelo meio do campo, dribla um, dribla dois, dribla todo mundo e... Catapimba! Mais um gol para o Estrela-d’Alva.”


Todos os dias, depois da escola e do dever de casa, a turminha se reune no campinho para jogar bola. Catapimba, como Secretário do Clube, arranja todos os jogos. E eles já ganharam de quase todos os times do bairro, até mesmo na decisão contra o Sai-da-Frente Esporte Clube.


O Sai-da-Frente começou ganhando. Armandinho, o juiz do jogo, não estava marcando nada, nem mesmo quando Catapimba levou uma canelada do Maneco. A torcida, impaciente gritava: “Juiz ladrão!...”


Já no segundo tempo, Catapimba teve uma grande chance. Passou por toda a zaga, como um foguete, e quando se preparava para chutar em gol, de repente... “PRIII!” Um apito no meio da partida! A torcida voltou a gritar, Juiz ladrão, enquanto Armandinho se defendia dizendo que não foi ele.


O jogo recomeça, Catapimba pega a bola novamente e quando teve a chance de fazer o gol... “Priiiiiiiiiii!!!!!!” Todo mundo cai em cima do Armandinho e ele continuava afirmando que não era ele. Enquanto todos discutiam, o apito soou mais uma vez.


Mas se não era Armandinho, quem será que estava atrapalhando o jogo da decisão?


Não podemos negar que o futebol é um dos esportes mais populares do mundo, seja profissional ou amador, num campo, numa quadra ou numa rua.


Vamos falar do respeito ao próximo, que as regras existem e, como quaisquer outras regras, devem ser cumpridas. Podemos falar sobre saber ganhar e perder, saber cair e levantar, a frustração também faz parte do jogo. Ressaltar caracteristicas como superação, responsabilidade, improviso e espontaneidade. Mostrar a beleza no simples fato de brincar.


Que tal aproveitar que estamos na primeira Copa do Mundo com árbitro de vídeo e conversar sobre a questão?

 

Fica a dica!!! 

Conto com sua participação, professor(a). Mande também suas dicas e sugestões e vamos explorar o mundo literário!

 

Até a próxima semana!

 

 

 

 


 


   
           



Yammer Share

Sexta-feira, 15/06/2018

Fica a Dica: O Menino que Colecionava Guarda-chuvas

Tags: fica a dica, livros.

 

O Menino que Colecionava Guarda-chuvas

 

Olá!


O livro dessa semana foi tirado das aulas da Educopédia. Voltado para Educação Infantil, o livro O menino que colecionava Guarda-chuvas, escrito por Alexandre de Castro Gomes, ilustrado por Bruna Assis Brasil, faz parte do acervo da “Minha Primeira Biblioteca”.


Nessa história, Chico, nosso personagem principal, é um colecionador, mas não de objetos comuns para uma criança... Brinquedos e bolas não tem tanta importância. Chico gosta mesmo é de colecionar guarda-chuva, de formas, cores e desenhos variados.


“Ninguém perguntava o que o Chico queria quando chegava seu aniversário. Sabiam apenas qual presente não seria guardado no fundo do armário.”


De espada de Mosqueteiro a um gancho de pirata, de um simples pião a um escudo montado em seu alazão. Ser estrela de rock, conhecer o bem e o mal, montar um acampamento ou fazer rabiscos no chão.


Afinal de contas, só é preciso usar a imaginação.


“Vou contar agora um segredo com cuidado e muito jeito. Guarda-chuva é meu brinquedo. Não o utilizo para o que é feito.”


O brincar é natural para qualquer criança, é uma forma de explorar e compreender o mundo a sua volta, é forma de comunicação e interação. Assumir vários personagens, criar universos, dar asas aos pensamentos e sentimentos, estimular a imaginação.
 

Vamos criar nossos brinquedos?


Sucatas de todos os jeitos, potes, caixas, embalagens, galhos, folhas, panos e pedras, tudo pode virar brinquedo. É hora de colocar a mão na massa e deixar a imaginação fluir.
 

Fica a dica! 

 


Conto com sua participação, professor(a). Mande também suas dicas e sugestões e vamos explorar o mundo literário!

Até a próxima semana!

 



 


   
           



Yammer Share