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Sexta-feira, 26/10/2018

Mês do Professor: Destaque Diego Knack

Tags: professor destaque, mês do professor.

 

Em Outubro, o Rioeduca homenageou os professores destaques da Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro. Uma postagem por semana durante todo o mês.


E pra fechar o mês com chave de ouro, hoje iremos conhecer um pouco sobre o professor de história Diego Knack!

 

 

 

 

Sou Diego Knack, tenho 28 anos e sou professor há 6. Desde 2013 leciono na Escola Municipal Anísio Teixeira, de forma que tenho um pouco daquele canto e naquele canto – espero – já haver alguma coisa de mim.

Já fiz de tudo um pouco. Trabalhei com propostas de inovação na escola, projetos transdisciplinares, concursos de redação, produção de curtas-metragens, debates a partir de filmes. Para estar entre meus alunos e dar aulas de história, me apropriei de desenhos, obras de arte, dança, teatro, música, literatura. E o principal: busquei me misturar a eles. Acredito que o professor acerta quando constrói sua autoridade no diálogo com os jovens. Quando, por meio do afeto, conquista o respeito. Esse, penso, é caminho primeiro para todas as aprendizagens que vêm depois. A escola é mais escola quando o aluno GOSTA de estar lá e se sente parte dela.

 

 

 

 

Considero que na educação do nosso século, temos importantes desafios e oportunidades. As grandes dificuldades ficam por conta das distâncias que por vezes se colocam entre a gente, as novidades tecnológicas que parecem que disputam com o conhecimento a atenção dos alunos, fora os impasses que, por vezes, colocam-se, visto que todos os problemas da sociedade estão, igualmente, nas salas de aula. Por outro lado, penso que os professores têm ferramentas únicas em suas mãos. 

 

Mesmo com todas as mudanças que ocorreram nas últimas décadas, a escola é central na vida de adolescentes e é espaço privilegiado da ensino-aprendizagem. Nas horas em que ficamos juntos no colégio podemos, juntos dos adolescentes, abrir janelas e portas para o futuro. Vislumbrar outros passos, alguns mais difíceis, mas que podem nos trazer a liberdade do conhecimento, uma das poucas coisas que não nos podem tirar.

 

 

 

 

Inspirado em ideias como essas, criei o projeto Histórias do Rio, em que levamos alunos para ter aulas de história em pontos de interesse da cidade do Rio de Janeiro. Recentemente, abracei também outro novo desafio: estar no comando de uma sala de leitura. Agora a palavra de ordem é estimular a leitura e o estar por entre os livros. Já fizemos um clube do livro, reativamos o cineclube da escola e fizemos atividades muito proveitosas.

 

Acredito profundamente no poder transformador das artes para a formação humana. Logo, elas sempre estiveram, e estarão, no cerne da minha prática pedagógica. Para mim, a boa educação não é aquela que ensina este ou aquele conteúdo. Mas a que agrega habilidades para a vida e, sobretudo, prepara para a felicidade. 


   
           



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