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Terça-feira, 05/03/2013

Educopédia com Materiais Off-line

Tags: educopedia, offline, professores.

 

 

Reprodução da Circular E/SUBTE 01 /2013, encaminhada em 05 de março de 2013


Sr(a) Coordenador(a),
Sr(a) Gerente de GED,
Sr(a) Diretor(a),
Sr(a) Professor(a),

 

    Mais um ano se inicia e a Educopédia continua com muitas novidades, para professores e alunos das escolas da rede, dentre estas:


    A disponibilização de materiais em formato off-line, como aulas off-line de língua portuguesa e matemática, do 5º ao 9º ano, livros, minigames e jogos, que podem ser baixados.


    Para acessá-los, siga o seguinte caminho: ferramentas conteúdo off-line.

 

 

    A Máquina de Publicar e livros transmídias, como novos recursos da Educoteca.

 

    Visando a formação em serviço, no começo de fevereiro, lançamos os cursos especiais para professores: Transformação 2.0 e Transformação 3.0, que podem ser utilizados nos Centros de Estudos das escolas.


    O uso desses recursos digitais no planejamento do professor vai incrementar novas possibilidades de diálogo com as linguagens digitais mais usadas pelos alunos, além de servir como canal de atualização para todos os envolvidos no processo pedagógico nas escolas.

 

 

 

 

    Agradecemos, mais uma vez, a atenção e a dedicação de todos.

Atenciosamente,

 

 

Rafael Parente :)
rafaelparente@rioeduca.net / @rafael_parente / 8627-2088

    

 

 

 

                                       

 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 06/07/2012

Acesso à Educopédia e ao Rioeduca


 

Você já usa seu email Rioeduca?

Tem acesso à Educopédia? 


Veja como é simples e rápido. Tire proveito dessas duas ferramentas!

 

 
Em primeiro lugar, você precisará ter o seu login do Rioeduca. Se você não sabe qual é o seu login, acesse esta postagem: http://www.rioeduca.net/programasAcoes.php?id=34

 

 

 

Acesso ao Rioeduca
 

Entre na página inicial do http://www.rioeduca.net No canto superior direito, clique em

Email Rioeduca:

 

 

 

 

Na página que se abrirá, digite seu login e sua senha de primeiro acesso (CPF sem eventuais zeros iniciais). Aceite os termos e siga os caminhos de configuração normais de uma conta de email.

 

 

Acesso à Educopédia
 

Digite em seu navegador http://www.educopedia.com.br. Faça seu login com o seu email Rioeduca e utilize seu CPF como senha inicial (para a Educopédia, utilize todos os números do CPF, inclusive eventuais zeros iniciais).

 

Depois deste primeiro login, troque sua senha. É fácil. No canto inferior esquerdo, clique no símbolo da Educopédia e depois em configurações. A opção trocar senha aparecerá.

 

 

Fez tudo isso e ainda está com problemas de acesso?

Veja como resolver alguns deles:
Acesso ao Rioeduca:

 

Preencha o formulário que se encontra nesta página:http://www.rioeduca.net/programasAcoes.php?id=35

Solução de Problemas da sua conta de email Rioeduca.net

Obs: nesse formulário, não se esqueça de deixar todos os seus dados, como matrícula, CPF e um email alternativo ou telefone de contato.

 

O email Rioeduca é para todos os funcionários e alunos da rede!!!

Professores recém-admitidos, que ainda não possuem login, devem preencher o formulário já mencionado e assinalar esta opção para a pergunta "Qual a sua dificuldade": "continuo não sabendo o meu endereço de email".

 

 

Acesso à Educopédia
 

Se não conseguir acesso com seu CPF, clique em "esqueci minha senha". Uma senha provisória será enviada para o seu email Rioeduca.

 

Se a senha não for enviada dentro de alguns instantes, envie email para educopedia@rioeduca.net com seu nome completo, login rioeduca, matrícula(s), CPF e um telefone de contato.

 

Fez todo esse procedimento e ainda continua com problemas de acesso à Educopédia?
Envie email para educopedia.suporte@rioeduca.net

 

 

 

                                       

 

 

 


   
           



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Quinta-feira, 26/04/2012

Curso de Extensão - Diversidade na Escola

Tags: capacitação, curso.


 

 

Ação do Programa Rio Escola Sem Preconceito
Curso de Extensão: Diversidade na Escola

 

 

Pólo Centro: Segundas e Quartas-feiras
Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro – sala 425 –
4° andar – De 18h as 22h


Pólo Zona Oeste: Terças e Quintas-feiras
E. M. 08.33.022 Nicarágua – Av. Santa Cruz nº 1.015 - Realengo – De 18h as 22h
Carga Horária: 80 horas presenciais e 40 não presenciais.


Público Alvo: Profissionais da Educação:

  • Direção
  • Coordenadores Pedagógicos
     
  • Professores Regentes
     
  • Profissionais das Equipes do NIAP/PROINAPE
     
  • Profissionais que atuam nas equipes das Coordenadorias Regionais de Educação
     
  • Outros profissionais lotados na Secretaria Municipal de Educação


Inscrições:


Diretamente com a UFRJ, pelo link:

http://www.pr5.ufrj.br/diversidade

 

 

Duração do Curso:
Polo Centro: De 02/05/2012 a 18/07/2012
Polo Zona Oeste: 03/05/2012 a 19/07/2012
A certificação será conferida com 75% de presença e a realização das atividades propostas como avaliação.

 

Mais informações: NIAP – Núcleo Interdisciplinar de Apoio às Unidades Escolares – Tel: 2293-0457 ou 2976-2348

 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Terça-feira, 10/04/2012

Aula de alfabetização e de competência

 


 

Maioria das escolas municipais com alfabetizadoras no topo de ranking no Rio é de regiões com baixos indicadores sociais

 

Por Alessandra Duarte

 

 

 

RIO - O país considerado a sexta economia do mundo ainda carrega o número de cerca de 15 milhões de analfabetos adultos. E apresenta sérias dificuldades para ensinar 100% de suas crianças a ler e escrever na idade certa: o Censo 2010 do IBGE mostra que 15% das crianças com 8 anos ainda são analfabetas; entre as mais pobres, o percentual vai a 29%, enquanto, entre as mais ricas, cai para apenas 1%.


Alfabetização com Clarice Lispector


Uma das falhas mais apontadas por educadores é que as escolas costumam colocar nas séries iniciais, onde ocorre a alfabetização, justamente professores iniciantes e menos preparados. Não é este o caso de um seleto grupo de professores da rede municipal do Rio, que mostram que é possível ter bons resultados mesmo trabalhando com alunos de áreas pobres.


Vânia Lima, Paloma Waite, Elaine Souza e Simone Alcântara são as primeiras colocadas num ranking dos professores de turmas de alfabetização com melhor desempenho. O ranking, no qual entraram 741 escolas municipais, é resultado de uma avaliação dessas turmas da rede em 2011 — e dá exemplos do que significa ensinar uma criança a ler, escrever e também entender.
 

A nota desejável na avaliação, com critérios da Provinha Brasil, do Inep, era 150. Todas as turmas nas dez primeiras posições tiraram mais de 220, e a maioria fica em áreas com baixos indicadores sociais: são da Zona Norte e Oeste sete das oito escolas da lista com as dez professoras mais bem colocadas (há duas escolas com duas turmas na lista).
 

Para ajudar a entender o que há em comum entre as professoras campeãs de alfabetização, O GLOBO filmou as aulas dessas profissionais e pediu à educadora Andrea Ramal, doutora em Educação pela PUC-Rio e autora de “Depende de você — Como fazer de seu filho uma história de sucesso”, para identificar boas práticas (os vídeos podem ser vistos no site do GLOBO).
 

— Você precisa ter uma metodologia de trabalho. Mas, além desse planejamento sistemático, ser um bom alfabetizador significa você dar atenção personalizada a seus alunos. Tem que ficar atento aos ritmos de cada um. E ter orgulho de ensinar.
Nas três escolas visitadas pelo GLOBO, duas convivem com a violência ao redor. Uma estratégia comum às professoras é acalmar os alunos, seja colocando um CD para relaxarem, seja permitindo que falem um pouco dos problemas que os aborrecem antes de começar a lição.

 

As professoras incentivam a leitura desde cedo, mas também dão margem para que as crianças tenham papel mais ativo, construindo suas próprias histórias, em vez de apenas lerem textos decorados. E têm a preocupação de fazer com que todos os alunos aprendam, não apenas os melhores.
 

A secretária municipal de Educação do Rio, Claudia Costin, diz que um dos principais problemas diagnosticados ao assumir o cargo era o alto percentual de analfabetos funcionais na rede.
 

— Em 2009, aplicamos uma prova nas escolas municipais e constatamos que tínhamos 28 mil estudantes analfabetos funcionais. No 4, 5 e 6 anos, 14% dos alunos liam sem entender ou desenhavam a letra sem saber o que era — conta a secretária.
 

— Realfabetizamos esses alunos, tirando-os das suas turmas para fazer grupos de reforço de um ano. Mas também precisávamos melhorar a alfabetização, senão continuaríamos a produzir analfabetos funcionais.
 

Uma das ações para combater o problema foi justamente a criação de avaliações das turmas de alfabetização: uma quando o aluno entra no 1 ano (antiga classe de alfabetização); uma segunda no meio do ano; e uma terceira, que ganhou o nome de AlfabetizaRio e é aplicada ao final do ano letivo, por uma instituição externa (em 2011, a segunda edição da avaliação, foi a Consulplan).
 

Base das avaliações do AlfabetizaRio, a Provinha Brasil será reformulada pelo MEC. Hoje, o resultado das provas aplicadas nas escolas não vai para o ministério, ficando para exame dos próprios professores. A ideia é fazer com esse resultado também seja enviado à pasta.

 

Fonte: O Globo

 

                                                      

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