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Sexta-feira, 14/12/2012

Procura-se Professor-Autor!

Tags: 6ªcre.

O Projeto Curta na Escola realizou o concurso "Procura-se Professor-autor", com a parceria do Instituto Paramitas.  O professor deveria escolher um dos curtas do DVD Coleção Curta na Escola - Literatura Brasileira, assistir em sala de aula e depois relatar como foi a reação dos alunos, ou como o professor trabalhou o tema do filme junto aos estudantes.

 

 

Curta na Escola

 

 

No projeto Curta na Escola, professores cadastrados compartilham suas vivências em torno da utilização dos curtas em sala de aula através de comentários, discussões no fórum e, principalmente,  do envio de relatos de suas experiências com a exibição dos filmes aos alunos.

 

 

 

As escolas interessadas em se associar ao Curta na Escola devem cadastrar um Ponto de Contato para mediar a relação da escola com a coordenação do projeto.  Saiba mais sobre as atribuições de um Ponto de Contato acessando o site do projeto.


 

 

Com o intuito de divulgar o Curta na Escola e, assim, enriquecer a vida escolar de professores e alunos através do uso de premiados filmes brasileiros de curta metragem em sala de aula, foi realizado o concurso Procura-se Professor-Autor!.

 

 

Este concurso teve por objetivo estimular os professores e seus alunos a conhecerem a rica produção brasileira de filmes em curta-metragem ao mesmo tempo em que se criam formas de trabalho pedagógico com esses recursos.

 

 

 

 O Professor-Autor do Melhor Relato de Experiência com a exibição de cada um dos filmes exibidos aos alunos foi premiado com R$ 500, sendo que o melhor dos cinco recebeu premiação dobrada, ou seja, R$ 1.000.

 

 

 

Curta na Escola esta Rede Colaborativa de Educadores

 

 

A Coleção Curta na Escola possui três seleções de curtas-metragens, com alto potencial didático, acompanhadas de planos de aula elaborados por pedagogos especializados, que indicam caminhos para uma abordagem lúdica do material.

 

 

 

Este DVD contém 8 curtas-metragens brasileiros para uso em sala de aula e é parte integrante do projeto colaborativo Coleção Curta na Escola, que tem como finalidade promover o uso de filmes brasileiros de curta-metragem em salas de aula, com o apoio de pareceres pedagógicos elaborados por educadores.

 

 

 

 

Ao se cadastrar e relatar suas experiências com o uso didático dos filmes em sala de aula, o professor estará colaborando com uma rede de educadores de todo o país. Como produto final será disponibilizado um banco de dados para pesquisas reunindo todos os relatos de experiências de professores.

 

 

 

 

Após o sucesso dos DVDs Coleção Curta na Escola volumes 1 e 2 - que já reuniram mais de 45 mil alunos nas sessões de filmes em escolas de todo o país e resultaram em mais de 800 relatos de professores - já está chegando às escolas do Brasil o volume 3, que reúne curtas para abordagem lúdica do tema Literatura Brasileira.


 

Procura-se Professor-Autor na 6ª CRE!

 

 

A comissão julgadora do Curta Na Escola divulgou no dia 24 de novembro os cinco ganhadores do concurso Procura-se Professor-Autor! que tem por objetivo a utilização dos filmes do Volume 3: Literatura Brasileira - Pequenos Tormentos da Vida, Hoje tem Felicidade, Mentira, Patativa e Por Acaso Gullar - na sala de aula e a inscrição do relato das atividades no site Curta na Escola.

 

 

A professora Gisele Cardoso Cordeiro, Ciep Doutor Adão Pereira Nunes, foi uma das vencedoras do concurso com o relato Escrevendo com a Arte, sobre o filme Por Acaso Gullar.

 

 

 

 

No site Curta na Escola, você pode buscar e ler relatos de professores de todo o país, sobre as sessões de filmes que organizaram em suas salas de aula. O relato acima foi feito pela professora Gisele Cardoso com os alunos do Ciep Doutor Adão Pereira Nunes.

 

 

 

 

A professora Gisele Cardoso relata os objetivos no uso do filme, a sequência de atividades realizadas com os alunos e os comentários sobre a realização desta experiência.

 

 

A utilização de um filme como elemento desencadeador de atividades diversas mostrou a potencialidade de um recurso para o alargamento de diversas fronteiras das rotinas da sala de aula e, com isso, gerar maior interesse, aguçando a busca de novos saberes e a geração de novos olhares. É possível incentivar os alunos a ouvirem poesia, criarem imagens baseadas em emoções, escreverem e socializarem produções, ao pensamento crítico e principalmente argumentativo.

 

 

Parabéns à Coordenadora Pedagógica Gisele Cardoso por ser uma das ganhadoras do concurso Procura-se Professor-Autor!. Esta premiação reflete todo o seu comprometimento, criatividade e inovação na busca por uma educação de qualidade para todos. Seu trabalho contribui de forma significativa para a vida escolar e pessoal dos seus alunos.

 

 

Compartilhe suas experiências e vivências no Portal Rioeduca! Este espaço de interação e colaboração é de todos! Entre em contato com a representante do Rioeduca da sua CRE e envie o seu relato! Nós somos a seXta CRE!

 

 

Quer conhecer o acervo pedagógico do projeto Curta na Escola? Acesse o site Porta Curtas e entre em contato com uma rede colaborativa para o uso de curtas-metragens brasileiros em sala de aula.

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca na 6ª CRE

Twitter: @PatriciaGed

E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 12/12/2012

Círculo Montessori: Individualidade, Atividade e Liberdade

Tags: 6ªcre, protagonismojuvenil.

 

 

A professora Gwendolyn Sônia do Ciep Doutor Adão Pereira Nunes utiliza o Círculo Montessoriano no início e no término de suas aulas. A metodologia montessoriana tem como base a individualidade, a atividade e a liberdade bem como a busca pela formação integral da criança.

 

 

Para a educadora Maria Montessori, a educação deve privilegiar a busca direta e pessoal do aprendizado por meio do manuseio dos objetos e de atividades práticas. Dessa forma é possível desenvolver a esfera motora e a esfera das sensações, não só em seu caráter individual, mas também coletivo - movimento que estimula o desenvolvimento particular e o social.

 

 

 

No Método Montessoriano, o aluno assume sua obrigação de responder pelos próprios atos durante o processo pedagógico. O saber não é infligido compulsoriamente ao aprendiz, mas construído por ele com o apoio de livros e objetos didáticos, singelos e sedutores, que incitam os aspectos sensórios, motores, racionais e intelectuais do estudante.

 

 

 

Segundo Maria Montessori, o mestre apenas conduz o estudante em direção ao conhecimento, solucionando dúvidas e questionamentos.

 

 

Na metodologia montessoriana, o professor dispõe os alunos em formato circular, cercado de estantes com materiais lúdicos e pedagógicos disponíveis para o manuseio da criança. O aluno tem a liberdade necessária para selecionar artefatos com os quais irá trabalhar. Daí a extrema preocupação de Montessori em desenvolver os recursos didáticos mais aptos  a atrair a atenção do aprendiz e a incentivar a recepção do conhecimento, enriquecendo, assim, o processo educativo.

 

 

A professora Gwendolyn Sônia do Ciep Doutor Adão Pereira Nunes utiliza o Círculo Montessoriano no início e no término de suas aulas com uma roda de leitura e também para desenvolver projetos, como o Amigo do Zippy. "Sei que é complicado, requer uma mobilização de toda a turma, pois são 35 crianças na sala. Mas deixo aqui o meu depoimento de que é possível, com muita boa vontade", relata a professora.

 

 

 

 Segundo o método Montessoriano, existem cinco áreas do conhecimento: Linguagem, Matemática, Ciências e Geografia, Vida Prática e Sensorial.


 

 

Numa era em que olhar as pessoas está cada vez mais difícil, a professora percebe a grande oportunidade de olhar e ser olhada pelos seus alunos, de fazer com que eles percebam o quanto é importante olhar o outro, prestar atenção no que o outro está falando ou fazendo.

 

 

Ao utilizar o método montessoriano em suas aulas, a professora Gwendolyn  proporciona, aos seus alunos o desenvolvimento das bases desta teoria - individualidade, atividade e liberdade - com ênfase para o conceito de indivíduo como, simultaneamente, sujeito e objeto do ensino.

 

 

 

Vida prática é considerada a parte mais importante do método, já que ajuda a criança a cuidar de si, dos outros, dos animais e do meio em que vive. Engloba exercícios focados para a relação social, independência, ordem, disciplina, coordenação, concentração e refinamento do movimento.
 

 

Parabéns à professora Gwendolyn Sônia por buscar a formação integral dos seus alunos, uma educação para a vida. O uso desta metodologia desenvolve o potencial criativo dos seus alunos, associando-a à vontade de aprender, conceito que Maria Montessori considerava inerente a todos os seres humanos.

 

 

Utilize o espaço do Rioeduca para divulgar  suas práticas pedagógicas. Esse espaço é meu, é seu, é nosso! Nós somos a seXta CRE!

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca na 6ªCRE

Twitter: @PatriciaGed

E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 07/12/2012

Leitura no Berçário! Por que não?

Tags: 6ªcre, riodeleitores, educaçãoinfantil.

 

Durante o ano de 2012, a professora Ana Paula Oliveira do Espaço de Desenvolvimento Infantil Professora Rosenice Rocha Roque, realizou com os bebês entre 6 e 24 meses o projeto No meu Berço tem Lugar para Livros, tendo por objetivo principal desmistificar a capacidade dos bebês pelo prazer em ler.

 

 

 

Leitura no Berçário! Por que não?

 

 

Acredite: não é perder tempo ler para quem ainda nem aprendeu a falar! Quando a escritora de livros infantis Tatiana Belinky perguntou ao pediatra em que momento deveria começar a educar seu filho, então com 3 meses de vida, ouviu como resposta: "Você já está atrasada".

 

 

Parece mera  frase de efeito. O fato, porém é que o  doutor está coberto de razão. Não há idade para dar início à educação de uma criança. Isso vale também para o incentivo à leitura! Bebês podem até não entender todo o enredo de uma história, mas a leitura em voz alta os coloca em contato com outras dimensões da linguagem oral e escrita, que serão importantes em seu desenvolvimento.

 

 

 

Quem é acostumado à leitura desde bebezinho se torna muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida. Isso quer dizer que o contato com os livros pode mudar o futuro dos seus alunos.

 

 

"Eles percebem que a fala do dia a dia é diferente daquela usada numa leitura, que tem cadência, ritmo e emoção. Entendem, por exemplo, que há um começo, um clímax e um desfecho", explica Fraulein de Paula, doutora em Psicologia Escolar.

 

 

Especialistas acreditam que, para alguém se  interessar por livros na vida adulta, é  fundamental que a palavra escrita esteja ao seu alcance desde cedo. Ou seja, estimular a leitura dentro  do berçário pode  ser o caminho mais curto para a  formação de um Futuro Leitor.

 

 

 

"Manuseando um livro, as crianças são capazes de identificar a existência da grafia e passam a estabelecer uma relação direta com a linguagem escrita", afirma Fraulein.

 

 

Berçário de Lê!

 

 

Para despertar a paixão pelos livros nos pequenos do EDI - Espaço de Desenvolvimento Infantil -  Professora Rosenice Rocha Roque, a Professora Pesquisadora Ana Paula Oliveira realizou com os bebês entre 6 e 24 meses o projeto No meu Berço tem Lugar para Livros.

 

 

Este projeto tem por objetivo principal desmistificar a capacidade dos bebês pelo prazer em ler. Além disso, pretende estimular o acesso e o prazer pela leitura, estreitar laços entre a instituição e a família e entre os próprios familiares.

 

 

 

O projeto foi desenvolvido com a ajuda das agentes auxiliares de creche Fernanda, Marisa Batista, Zilza, Jussara e Simone.

 

 

O projeto foi desenvolvido em três etapas que foram sendo colocadas em prática  durante o ano de 2012. Na 1ª etapa foi feita a apresentação dos livros aos bebês, com o objetivo de estimular a exploração individual e em pequenos grupos dos mesmos; criar o hábito da contação de história e favorecer o acesso à cultura letrada.

 

 

A segunda etapa contou com a parceria dos pais e responsáveis, que fizeram visitas à sala de atividades para contar histórias e degustar este momento tão importante ao lado do bebê, podendo, assim, conscientizá-los sobre os benefícios do hábito de ler.

 

 

Na terceira e última etapa foi realizada a Ciranda de Livros, que procurou favorecer o momento família e despertar o interesse e o prazer pela leitura.

 

 

 

O interesse pela leitura deve-se inculcar desde o berço, e tratar com persistência e dedicação, que se converta num hábito. É fundamental para as crianças que aprendam a buscar conhecimentos mediante a leitura desde a mais tenra idade.

 

 

A professora Ana Paula, juntamente com as agentes auxiliares de Creche, comprovaram que com o desenvolvimento deste projeto, os bebês e a família obtiveram vários benefícios: prazer em ler e ouvir histórias; foi  desenvolvida a função social da leitura; facilitou o desenvolvimento da fala; proporcionou prazer entre pais e filhos; fortaleceu a parceria entre família e escola e, principalmente, a reflexão sobre a importância e o prazer pela leitura.

 

 

 

Os benefícios do livro para as crianças são incalculáveis e para toda a vida. Leva a criança a querer ler, a buscar saber, a adentrar-se no mundo da arte, do desenho e da imagem através das ilustrações. Aumenta sua habilidade de escutar, desenvolve seu sentido crítico, aumenta a variedade de experiências, e cria alternativas de diversão e prazer para ela.

 

 

Diante dos resultados obtidos, considera-se imprescindível que a leitura seja feita desde o berçário, com o objetivo de levar as crianças a desenvolverem seus próprios sentimentos com relação ao que ouvem, que interajam com seus pares e professores, que sintam-se acolhidos em um momento de cuidado e que vivenciem experiências para o desenvolvimento das múltiplas inteligências; principalmente aquela referente à linguagem.

 

 

Parabéns à professora Ana Paula e às Auxiliares de Creche por ajudarem na construção da identidade dos alunos e por oportunizarem o acesso à cultura letrada.

 

 

Envie o seu projeto para ser publicado no Portal Rioeduca! Aproveite este espaço para divulgar o seu trabalho! Este espaço é meu, é seu, é nosso! Nós somos a seXta CRE!

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca na 6ª CRE

Twitter: @PatriciaGed

E-mail: pferreira@rioeduca.net

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 05/12/2012

Alfabetização e Letramento na Educação Infantil

Tags: 6ªcre, educaçãoinfantil.

 

As  práticas de letramento e alfabetização se configuram como eixos fundamentais do trabalho  da Escola Municipal Ana Maria Cristina Marques Ribeiro.  Elas são realizadas por meio da (re)elaboração cognitiva, da inserção e da intervenção das crianças no mundo da cultura escrita. Para tanto, são promovidas situações que tenham a ver com os usos da língua nas práticas culturais em interação permanente entre adultos e crianças que juntos constroem textos e contextos significativos.

 

 

De acordo com Magda Soares (2009), a alfabetização e o letramento devem ter sua presença  na Educação Infantil. Os pequenos, antes mesmo do Ensino Fundamental, devem ter acesso tanto a atividades de introdução ao sistema alfabético e suas convenções - a alfabetização, como também práticas sociais de uso da leitura e da escrita - o letramento.

 

 

Essas duas práticas, embora distintas, devem se fundir para que o indivíduo possa adquirir uma alfabetização plena. Não é só necessário aprender a decodificar o código escrito, mas também entender para que ele serve e como utilizá-lo.

 

 

 

 Embora as atividades de alfabetização e letramento diferenciem-se tanto em relação às operações cognitivas por elas demandadas, quanto em relação aos procedimentos metodológicos e didáticos que as orientam. elas devem desenvolver-se de forma integrada. Caso contrário, a criança certamente terá uma visão parcial e, portanto, distorcida do mundo da escrita.

 

 

Na Educação Infantil, pode-se trabalhar de forma prazerosa, pois esse espaço necessita muito do lúdico para que a aprendizagem ocorra. Como oferecer, então, a alfabetização e o letramento para os pequenos?

 

 

Segundo Soares (2009), pesquisas feitas pelas estudiosas Emilia Ferreiro e Ana Teberosky comprovam que as crianças da faixa etária dos 4 aos 6 anos, alunas da Educação Infantil, evoluem rapidamente em direção ao nível alfabético quando são orientadas por meio de práticas lúdicas e adequadas,

 

 

 

 A criança torna-se letrada através de diferentes instrumentos sociais de comunicação tais como computadores, internet, telecomunicações, fax, fotocópias, televisão, dramas, filmes, teatro e arte. Os textos
da vida cotidiana, como os mapas, sinais de trânsito, horários de transporte coletivo,
são fundamentais para a inserção no mundo. (Jones Diaz, Makin, 2005)

 

 

Educação Infantil: Um Espaço para Aprender

 

A Escola Municipal Ana Maria Cristina Marques Ribeiro insere práticas de letramento e alfabetização no seu cotidiano, porque percebe que a Educação Infantil é um momento em que aprender é um prazer.  As crianças buscam respostas para suas curiosidades e com isso aprendem.  

 

 

As atividades oferecidas tem  por objetivo proporcionar a oportunidade de contato com diferentes portadores de texto, mostrando a função social da escrita. Jogos que utilizam o alfabeto, construção de frases e de textos coletivos em que o professor é o escriba e formação de palavras a partir de  outras já estudadas são algumas das ações realizadas pelas turmas da escola, contribuindo para o crescimento dos alunos.

 

 

 

Na educação infantil, a criança pode e deve ser introduzida a diferentes gêneros de textos. Além disso, é importante levá-la a identificar o objetivo, o modo específico de ler e o leitor a que se destina cada gênero.

 

 

 

 

Letrar é mais que alfabetizar, é ensinar a ler e escrever dentro de um contexto onde a escrita e a leitura tenham sentido e façam parte da vida do aluno.

 

 

 

O trabalho desenvolvido na Escola Municipal Ana Maria Cristina Marques Ribeiro, demonstra que o espaço escolar é um ambiente lúdico e alfabetizado, onde as crianças aprendem com entusiasmo.

 

 

Trabalhar com atividades  sobre alfabetização e letramento só trazem benefícios aos pequenos. A ludicidade deve ser o ponto de partida para qualquer aprendizagem na Educação Infantil, pois é brincando que eles aprendem.

 

 

 

A entrada da pessoa no mundo da escrita se dá pela aprendizagem de toda a complexa tecnologia envolvida no aprendizado do ato de ler e escrever.

 

 

 

 

O aluno precisa saber fazer uso e se envolvernas atividades de leitura e escrita. Ou seja, para entrar nesse universo do letramento, ele precisa apropriar-se do hábito de buscar um jornal para ler, de frequentar livrarias e, com esse convívio efetivo com a leitura, apropriar-se do sistema de escrita.

 

 

Parabéns aos professores da Escola Municipal Ana Maria Cristina Marques Ribeiro por oferecer aos seus alunos um planejamento de qualidade, onde o desenvolvimento da linguagem tanto escrita como falada, se dá através da qualidade de interação com o adulto, do que este pode instigar e oferecer a esta criança que está sedenta de saber.

 

 

Envie o seu projeto e/ou ação para ser publicado no Portal Rioeduca! Aproveite este espaço para divulgar o seu trabalho! Este espaço é meu, é seu é nosso!

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca na 6ª CRE

Twitter: @PatriciaGed

E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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