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Quarta-feira, 28/11/2012

Por que é Importante Jogar?

Tags: 6ªcre.

 

A professora Andréa Cardoso se destaca como grande alfabetizadora, utilizando o Programa Alfa e Beto.  Em 2011, ela foi homenageada pela Secretaria Municipal de Educação por ter conseguido um resultado de 100% dos alunos alfabetizados.   Para repetir o sucesso,  desenvolve suas aulas  com o auxílio de jogos que formam tanto o cognitivo quanto o afetivo.

 

Os jogos e brincadeiras estão entre os vários recursos que os professores têm a sua disposição.  São  instrumentos pedagógicos importantes e determinantes para a formação da criança.  O ato de jogar e brincar possibilita o desenvolvimento de habilidades necessárias para o processo de alfabetização e letramento.  Durante a realização dessas atividades, as crianças vivenciam diversas experiências, interagem, organizam o pensamento, tomam decisões, desenvolvem a abstração e criam maneiras diversificadas de jogar, brincar e produzir conhecimento.

 

 Sabendo que tanto o jogo quanto a brincadeira estão atrelados ao mundo infantil, a professora Andréa Cardoso utiliza-o como parte do ato de educar.  Esta opção demonstra seu compromisso consciente, intencional e modificador da sociedade.

 

 

 


Incluindo jogos e brincadeiras aos conteúdos aplicados, poderemos tornar o processo educativo mais agradável, resgatar a cultura e a tradição folclórica além de propiciar o desenvolvimento de conhecimentos nos aspectos cognitivos, afetivos, motores e sociais.

 

 

A professora Andréa Cardoso desenvolveu com os alunos da turma 1.101, da Escola Municipal Claudio Ganns, um jogo denominado Bingo de Palavras. Em um primeiro momento, ela realizou, com as crianças, a leitura das palavras que utilizaria no bingo.  As palavras foram retiradas do manual de consciência fonética do Programa Alfa e Beto. Em seguida, os educandos dobraram o papel oferecido pela professora para confeccionarem as cartelas.

 

 

 


A escola precisa facilitar a aprendizagem, utilizando-se de atividades lúdicas que criem um ambiente alfabetizador para favorecer o processo de aquisição da linguagem escrita. Para tanto, o saber escolar deve ser valorizado socialmente e a alfabetização deve ser um processo dinâmico e criativo.

 

 

 

O jogo educativo surgiu no século XVI como suporte da atividade didática e sua utilização expandiu-se no início do século XX estimulada pelo crescimento da rede de ensino infantil e pelas discussões sobre as relações entre jogos e Educação. Em qualquer tipo de jogo a criança se educa, já que o jogo é educativo em sua essência.

 

 

Depois da cartela devidamente dividida, cada criança escolhia, no manual de consciência fonética, as palavras que gostaria de ter na sua cartela de bingo. Trabalhando com jogos, a professora Andréa conta com um ambiente descontraído, onde a aprendizagem acontece naturalmente.

 

 

O momento do sorteio foi de grande alegria e expectativa para os alunos. Todos ficaram ansiosos para ver a palavra que seria sorteada e verificar se estava em sua cartela. A felicidade tomava conta daquele que a tinha escrita.

 

 

 

Bertoldi (2003) ressalta que a criança que tem seus primeiros contatos com a aprendizagem de forma lúdica, provavelmente, poderá desenvolver um vínculo mais positivo com a educação formal e estará mais fortalecida para lidar com os medos e frustrações inerentes ao processo do aprender.

 

 

 

O lúdico é um trabalho de ação pedagógica com enfoque no desenvolvimento e construção da linguagem, gestos, sons, imagens, fala e escrita.

 

 

A professora Andréa Cardoso se destaca como grande alfabetizadora  devido a este trabalho de excelência que realiza, utilizando o Programa Alfa e Beto. Em 2011, ela foi homenageada pela Secretaria Municipal de Educação por ter conseguido um resultado de 100% dos alunos alfabetizados.

 

 

 

É possível, através de jogos e brincadeiras, formar indivíduos com autonomia, motivados para muitos interesses e capazes de aprender rapidamente.

 

 

Parabéns à professora Andréa Cardoso pelo brilhante trabalho de alfabetização que vem desenvolvendo com seus alunos. Com o emprego de jogos em suas aulas,  está garantindo um clima de prazer fundamental para ela, enquanto educadora, e para seus educandos; pois a sala de aula é um espaço de encontro, de inclusão e de trabalho mútuo. E, somente assim, ela pode ser significativa para o aluno e para o professor.

 

 

Gostou desta postagem? Envie você também o seu projeto para a representante do Rioeduca da sua CRE! Vamos aproveitar este espaço de interação e troca de experiências! Nós somos a seXta CRE!

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca na 6ª CRE

Twitter: @PatriciaGed

E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 23/11/2012

Colhemos o que Plantamos!

Tags: 6ªcre, educaçãoinfantil.

 

Os alunos da Creche Municipal Zilka Salaberry estão cultivando diversos alimentos na horta, incentivados pelo projeto "Colhemos o que plantamos". A ação tem como objetivo ensinar a importância de uma alimentação saudável.

 

 

O papel desempenhado pela escola na formação de hábitos alimentares é muito importante.  É nela que grande número de crianças permanece por um longo período de tempo.

 

 

Estabelecendo um ambiente favorável à vivência de saberes e de sabores, a escola pode e deve estimular uma relação saudável da criança com o alimento, através de atividades recreativas e da construção de hortas. Com isso, propõe-se que o conhecimento sobre o processo de saúde seja construído, por cada aluno, pela ação compartilhada com os outros.

 

As informações básicas sobre saúde e nutrição transmitidas de maneira simples e atraente para crianças afetam a sua própria maneira de viver.  Elas serão transmissoras dessas informações para seus pais e para a comunidade onde estão inseridas.

 

 

 

 

Com a entrada na escola, um novo mundo se abre com novas amizades, outras formas de estar e de se alimentar. Este ciclo caracteriza-se pelo aumento da exigência intelectual, aumento da exigência física e aumento dos contactos sociais.

 

 

A má alimentação pode ter sérias consequências  para a criança em idade escolar. Ela pode ficar facilmente fatigada, incapaz de participar completamente das experiências de aprendizagem e  até perder aulas por estar frquentemente doente. Por este motivo, a escola e a família são muito importantes nessa idade, pois é por meio delas que a criança passa a conhecer novos alimentos.

 

 

Sabemos que, desde cedo, as crianças estão atentas ao mundo e aprendem com muita facilidade. Portanto, suas primeiras refeições são determinantes para formar hábitos alimentares, além de garantir condições de saúde para cresceram e se tornarem adultos que saberão fazer escolhas mais saudáveis.

 

 

Horta na Escola é Sinônimo de Alimentação Saudável

 

 

Como vimos, os hábitos alimentares são formados na infância e se mantêm por toda vida. Segundo Euclydes, a alimentação saudável, além de proporcionar prazer, fornece energia e outros nutrientes que o corpo precisa para crescer, se desenvolver e para manter a saúde . A alimentação deve ser a  mais variada possível para que o organismo receba todos os tipos de  nutrientes.

 

 

Pensando em promover bons hábitos alimentares e auxiliar no desenvolvimento de seus alunos, a Creche Municipal Zilka Salaberry, através do projeto Colhemos o que Plantamos, construiu, com suas crianças, uma horta no pátio da creche.

 

 

A equipe da creche aproveitou um dos espaços da instituição para criar canteiros e, cada turma pode plantar, colher, semear, apreciar o crescimento dos alimentos cultivados.  O projeto envolve toda  a comunidade escolar, pois os alunos levam os conhecimentos adquiridos para casa, influenciando os hábitos alimentares de seus familiares.

 

 

 

A prática de uma dieta balanceada e hábitos alimentares saudáveis desde a infância proporcionarão níveis ideais de saúde e favorecerão o perfeito desenvolvimento físico e intelectual, reduzindo os transtornos causados pelas deficiências nutricionais comuns a este estágio de desenvolvimento e evitando a manifestação da obesidade e outros distúrbios alimentares.

 

 

As educadoras levaram seus alunos para a horta que foi logo percebida pelas crianças como um espaço  envolvente, encantador e de muitas descobertas. Lá eles aprenderam como plantar, cuidar e colher os alimentos.

 

 

Depois de colhidas, as hortaliças foram encaminhadas para a cozinha da creche e utilizadas no preparo de lindas e saborosas saladas para serem consumidas pelos próprios alunos e professores. Tudo fresquinho e feito com muito carinho!

 

 

 

A família, a escola e a sociedade têm a responsabilidade de favorecer a adoção de um comportamento saudável por parte das crianças para que elas se tornem capazes de encontrar um equilíbrio alimentar e alcancem uma boa qualidade de vida com repercussões positivas na adolescência e na vida adulta.

 

 

 

A alimentação escolar tem como objetivos: suprir parcialmente as necessidades nutricionais dos alunos, melhorar a capacidade no processo ensino-aprendizagem e formar bons hábitos alimentares.

 

 

Ao realizar o projeto Colhemos o que Plantamos, a Creche Municipal Zilka Salaberry demonstra a consciência de que o tema deve ser inserido na escola devido a sua importância na promoção da saúde bem como na formação de valores e hábitos saudáveis.

 

 

Parabéns a toda equipe da Creche Municipal Zilka Salaberry  por investir e promover saúde através da alimentação e, assim, garantir a melhoria da qualidade de vida dos seus estudantes.

 

 

Envie o seu projeto para ser publicado no Portal Rioeduca! Vamos trocar experiências e dividir saberes! Este espaço foi feito pra você, professor (a)! Utilize-o para aprimorar sua prática pedagógica!

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca na 6ª CRE

Twitter: @PatríciaGed

E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 16/11/2012

Varal Literário

Tags: 6ªcre, riodeleitores.

A Escola Municipal Guilherme Tell está desenvolvendo o projeto Varal Literário com todos os alunos desde a Educação Infantil até o 5º ano.  Esse projeto visa ao incentivo da leitura prazerosa no ambiente escolar.

 

 

A realidade atual afasta cada vez mais os alunos do ato de ler.  O uso execssivo das novas tecnologias bem como a falta de incentivo à leitura no ambiente familiar, têm como consequência dificuldades marcantes com relação ao vocabulário, à ortografia e a compreensão de textos escritos.  Essas dificuldades, por sua vez, são os principais fatores das produções escritas pouco significativas dos alunos.

 

 É necessário que a escola resgate o valor da leitura como ato de prazer; um dos requisitos para a emancipação social e promoção da cidadania.

 

 

A formação de leitores decorre da espontaneidade e do prazer pela leitura.  Aspectos que nem sempre estão presentes no ambiente escolar, fazendo predominar o pretexto instrucional e o  caráter didatista da leitura que se torna mecânica e rotineira.

 

 

Um ambiente onde a leitura é  apresentada aos sujeitos sem restrições e imposições, proporciona aos alunos o exercício de sua autonomia enquanto leitores  e fascínio pelo ato de ler, tranformando o relacionamento  com o texto em algo espontâneo, dialógico e afetivo .

 

 Dessa forma, além de ultrapassar a fronteira da mera decifração dos signos linguísticos, o aluno começa a delinear uma nova visão de mundo e de leitura.

 

 

 

 

Gostar de ler é uma questão de hábito. Quem é apresentado aos livros ainda pequeno, tem mais chances de descobrir o prazer da leitura e se tornar um grande leitor.

 

 

 

Nos Caminhos da Leitura Prazerosa

 

 

Não há fórmulas prontas para ensinar a leitura prazerosa do texto literário, mas existem trajetos que se definem dentro de cada escola com seus professores e alunos.  Cabe ao primeiro o papel de estimular a criança a apreciar uma boa leitura e intervir adequadamente, contribuindo para a busca de uma aprendizagem significativa.

 

 

O projeto Varal Literário, desenvolvido pela Escola Municipal Guilherme Tell, está voltado para a questão do incentivo à leitura no ambiente escolar. Os livros são cuidadosamente escolhidos pelos professores e arrumados em varais ao longo da escola.

 

 

Alunos, professores, funcionários e responsáveis tem acesso livre, durante os intervalos do lanche, café e almoço, a esse acervo literário .

 

 

 

 A leitura permite entrar em contato com um mundo desconhecido, viajar e conhecer lugares e épocas diferentes, ampliando a capacidade cognitiva de cada ser.

 

 

 

 A leitura não é só uma das ferramentas mais importantes para o estudo e o trabalho, é um instrumento muito prazeroso para a vida.

 

 

 

O professor é, sem dúvida, o grande responsável pela busca de estratégias de leitura que melhor atendam aos alunos, e a sua ação será base do processo de formação de leitores.

 

 

 

 

Para que o gosto e o compromisso com a leitura aconteçam, a escola precisa mobilizar seus alunos internamente.  Aprender a ler (e também ler para aprender) requer esforço.  Para tanto, deve-se compreender que o ato de ler é interessante, desafiador e, se conquistada plenamente, dará autonomia e independência a quem o pratica.

 

 

Com o projeto, a Escola Municipal Guilherme Tell demonstra reconhecer a importância da literatura infantil e do incentivo para a formação do hábito de leitura na infância, idade em que todos os hábitos se formam.

 

 

Segundo Bamberger, o desenvolvimento de interesses e hábitos permanentes de leitura é um processo constante, que principia no lar, aperfeiçoa-se sistematicamente na escola e continua pela vida afora.

 

 

Concluindo, é fundamental o reconhecimento do trabalho desenvolvido pela equipe da unidade escolar que aposta na literatura infantil como um caminho que leva a criança a desenvolver a imaginação, as emoções e os sentimentos de forma prazerosa e significativa.

 

 

Parabéns a toda equipe da Escola Municipal Guilherme Tell por desenvolver nos seus educandos a capacidade de aprender a aprender através do domínio da linguagem, através da leitura e da escrita, com repercussão em todas as áreas do conhecimento.

 

 

Gostou deste projeto? Deixe uma mensagem para a escola e depois visite o seu blog para conhecer os outros projetos e atividades realizadas por seus professores. Você vai se encantar!

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca na 6ª CRE

Twitter: @PatriciaGed

E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 14/11/2012

Consciência Ecológica e Criatividade com Jogos de Sucata

Tags: 6ªcre, educaçãoinfantil.

 

A professora Mônica Queiroz, do Ciep General Augusto César Sandino, utilizou  o livro Brinquedos da Editora Caramelo para incentivar a criatividade das crianças e despertar a consciência ecológica através da criação de brinquedos de sucata.

 

 

Atualmente,  vivemos a chamada "era do descartável". Todos os produtos adquiridos estão em embalagens que são imediatamente descartadas assim que seu conteúdo é consumido. Esse material desprezado é chamado de sucata.

 

 

O que você faz com a sucata? Joga fora! Você e os outros 6 bilhões de habitantes do planeta. Por isso, é importante saber que existem muitas formas de aproveitar os materiais descartados.  A mais importante delas é a reciclagem.

 

 

A sucata também serve como matéria-prima para produtos artesanais, que podem ser convertidos em renda. Já as crianças podem transformar a sucata em brinquedos. Além de divertida, essa atividade é uma ótima oportunidade para ensinar aos pequenos a importância da reutilização do lixo.

 

 

 

As crianças são grandes formadoras de opinião e têm colaborado fortemente para despertar a consciência ecológica nos pais e outros adultos que as cercam.  Afinal, elas enfrentarão os desafios do futuro.

 

 

Criatividade e Consciência Ecológica

 

 

Mônica Queiroz, professora de Educação Infantil no Município do Rio de Janeiro, utilizou o livro Brinquedos da Editora Caramelo para incentivar a criatividade das crianças e despertar a consciência ecológica.

 

 

A história fez a professora pensar em muitas questões: Como estamos cuidando dos nossos pertences? Estamos consumindo e descartando muito? Será que tudo que jogamos fora é lixo? O que não serve mais para mim pode servir para outra pessoa? Quais as consequências de tudo isso para o meio ambiente?

 

 

Em resposta a algumas dessas questões, os alunos do maternal reaproveitaram caixinhas de suco vazias para confeccionar um jogo de dominó. Assim, foram reduzidos o consumo de brinquedos novos e a quantidade de lixo no meio ambiente.  Elas ainda exercitaram o cuidado com o que é  de cada um; aprenderam e se divertiram com um novo jogo.

 

 

O primeiro passo foi encher as caixinhas com jornal para dar peso às peças de dominó;  um material lúdico que permite o seu aproveitamento como recurso pedagógico em diferentes níveis de dificuldade.   Isso possibilitou o desenvolvimento de uma série de habilidades e competências em um contexto educacional como, por exemplo, o raciocínio lógico.

 

 

 

A simples construção de um jogo de dominó, usando cartolina ou papel cartão, é um exercício de contagem organizado para decidir, por exemplo, quantas e quais peçam precisam ser construídas ou quantas vezes um determinado número ou cor aparece nas peças. O desafio da construção de um dominó exercita a criatividade e as operações aritméticas.

 

 

 

Assim como todos os outros jogos de tabuleiro, o dominó, além de ser divertido, é uma ótima maneira de interagir com seu aluno. Ele aprende matemática de uma forma fácil e divertida.

 

 

O segundo passo foi encapar as caixinhas e montar as combinações de cores. E o terceiro passo foi brincar muito! Durante o jogo foi possível perceber as suas contribuições para a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos, como a rapidez de raciocínio e a agilidade na hora de tomar decisões, a interação com outras crianças e o fato de aprender a perder e que todas as decisões tomadas levam a uma consequência.

 

 

 

Os jogos estão em correlação direta com o pensamento matemático.  Neles existem regras, instruções, operações, definições, deduções, desenvolvimento, utilização de preceitos e operacionalizações.

 

 

 

Os jogos devem ser aplicados de  forma correta e planejada, de modo que levem  o aluno a aprender brincando. O bom êxito de toda atividade lúdica e pedagógica depende exclusivamente do bom preparo e liderança do professor.

 

 

Através deste jogo de dominó, a professora Mônica Queiroz trabalhou com seus alunos a comunicação e a construção de informações compartilhadas. Ele é um recurso atraente e eficiente, que auxilia os educandos na arte da aprendizagem e na construção do conhecimento.

 

 

Parabéns à professora Mônica Queiroz por realizar seu trabalho de forma tão dedicada, competente e criativa! Os conceitos trabalhados nesta atividade ajudarão a investigar o conhecimento que seus alunos tem e a propor atividades futuras. Você é um sucesso em tudo o que faz!

 

 

Envie você também as atividades que está realizando com seus alunos para ser publicada no Portal Rioeduca! Esse espaço é meu, é seu, é nosso!

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca na 6ª CRE

Twitter: @PatriciaGed

E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

 

                               

 

 

 


   
           



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