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Segunda-feira, 09/09/2013

Química para Experimentar no Cotidiano

Tags: 6ªcre, ciências.

 

A professora de Ciências Luciana Baptista, da Escola Municipal Rose Klabin, realizou com os alunos do 9º ano o projeto "Química para Experimentar no Cotidiano". O objetivo principal é ajudar os adolescentes a compreenderem melhor o funcionamento da natureza e o mundo em que vivemos.

 

Muito se fala da importância de estudar Português e Matemática. Essas disciplinas são realmente muito importantes, mas você já parou para pensar em como estudar Ciências também é essencial para o desenvolvimento das crianças e adolescentes?

 

Estudando Ciências – que nas séries mais avançadas transformam-se em Biologia, Física e Química –, as crianças e adolescentes compreendem melhor o mundo em que vivem e o funcionamento da natureza.

 

Como age a força da gravidade? Por que temos estações do ano? Por que ficamos arrepiados quando sentimos frio? A Ciência tem respostas para quase todas as perguntas e, também, para todos aqueles porquês que as crianças não cansam de perguntar.

 

Procurando despertar em seus alunos o espírito investigativo e a criatividade, a professora Luciana Baptista, da Escola Municipal Rose Klabin, realizou o projeto Química para Experimentar no Cotidiano com os alunos do 9º ano, ao longo do segundo bimestre de 2013.

 

Quando o aluno é estimulado a questionar e a fazer experiências ele fica mais criativo. Por meio das pesquisas e da realização de experiências, ele vai perceber que as hipóteses que formula podem ou não ter fundamento.

 

Química para experimentar no cotidiano: criatividade que dá vida! Adote essa ideia!

 

Por que a natureza é do jeito que é?

 

A Química está presente na vida do aluno desde os fenômenos imprescindíveis que ocorrem no interior do organismo até aqueles que são percebidos na natureza. Bem como os que acontecem por meio de inovações tecnológicas que mudaram a maneira de viver das pessoas. Ainda assim, os alunos têm dificuldade de pontuar a presença da Química no cotidiano; esta parece ser restringida a nomes, fórmulas e métodos que aparentemente estão desvinculados da sua vida.

 

O que iniciou o projeto foi a atuação da docente como pesquisadora da sua prática, adotando outras metodologias. Um ensino mais dinâmico (FILHO et al., 2009) e uma aula experimental com função pedagógica (MOURA & CHAVES, 2009) e viés problematizador estimula o aluno a entender o que acontece em cada experimento. Sai do patamar da rejeição ou apatia que pode lhe acometer quando, na sala de aula, se trata de um assunto que ele não entende (LABURÚ, 2006).

 

As atividades experimentais foram desenvolvidas em três turmas de 9º ano do Ensino Fundamental. Primeiramente, a professora pesquisou as atividades experimentais sugeridas no Caderno Pedagógico. Também foram realizadas atividades experimentais de outras fontes.

 

As atividades experimentais escolhidas foram: “Por que o ferro enferruja?”, “Misturas ou soluções“, “Ação do vinagre sobre sais”. Posteriormente, a direção foi contatada e, antes de cada aula experimental, investiu recursos financeiros para a compra do material necessário.

 

Corrosão do Prego: a Química atua como um instrumento prático para o conhecimento e a resolução de problemas em muitas áreas de atuação da vida humana.

 

Em sala de aula, os alunos eram avisados com antecedência sobre a aula experimental e convidados para se organizarem em grupos de até quatro componentes. A divisão dos grupos sempre aconteceu por livre escolha e os grupos eram flexíveis: ou seja, antes de cada aula experimental, os próprios alunos escolhiam seus companheiros para as atividades.

 

Para aumentar a noção de participação ativa da aula experimental, os alunos também foram convidados a levar para a escola um ou dois materiais, sempre de fácil acesso e de baixo custo, como por exemplo, copos descartáveis, canudos de refresco, colher etc.

 

Ainda assim, previamente, a escola fornecia todo material. A professora da turma também esclarecia que mesmo quem esquecesse poderia participar. Ou seja, a falta de material nunca foi pretexto para não participar da aula de Ciências.

 

Experiência: "Misturas ou Soluções". Através da experimentação, permitimos que as crianças e os jovens avancem num processo que possibilitará a formação de um pensamento sistemático, crítico e autônomo, capaz de prepará-los para enfrentar os desafios da atualidade dentro e fora da escola.

 

No dia das aulas experimentais, após uma rápida explicação sobre o assunto, a turma se organizava em seus próprios grupos. Dois alunos, a cada aula, eram nomeados como “monitores”, que auxiliavam diretamente a professora. Os grupos escolhiam um “líder” para a busca de material e um “escrivão”, que seria o responsável pela escrita do relatório. 

 

Para o relatório, o grupo discutia entre si para chegar a alguma explicação plausível do que foi observado. Se não conseguissem chegar a uma explicação, os alunos eram estimulados a pesquisar em outras fontes, como livros e internet.

 

Somente na aula seguinte é que se conversa sobre o que cada grupo concluiu, valorizando a construção de conhecimento. Conversávamos também que, por ser um experimento, mesmo com um resultado previsível, os grupos poderiam observar resultados diferenciados.

 

Experiência: "Ação do vinagre sobre sais". Os professores de Ciências organizam suas aulas incluindo diversas abordagens didáticas: a realização de experiências, o trabalho com textos, os debates, as pesquisas, as atividades com o objetivo de analisar os resultados dos experimentos feitos pela turma e muitas outras. O importante é que as aulas permitam aos alunos ter um papel ativo.

 

Como resultados, podemos citar: os alunos visitaram sites sobre Química que não conheciam para o entendimento dos experimentos. Dessa forma, sentiram-se valorizados com o conhecimento construído.

 

Também foi percebida a construção e o amadurecimento da sua própria autonomia durante a dinâmica inteira da aula, pois foram responsáveis desde a organização do grupo, passando pelo comportamento durante a realização da atividade experimental até a escrita final dos relatórios. Assumiram, assim, o papel de construtores da sua aprendizagem.

 

Saindo do patamar de se utilizar a aula experimental como mera confirmação da teoria, acrescentando a problematização (“tente explicar o que você está vendo”, “por que está acontecendo assim?”), ao encarregar o aluno de buscar as explicações devidas, as aulas experimentais foram significativas para a aprendizagem dos alunos, como uma aluna comentou: "Professora, agora toda vez que olho para uma coisa enferrujada, eu lembro da aula!"

 

O presente trabalho demonstra que a utilização de aulas experimentais concomitantemente com a problematização são recursos que permitem que o aluno perceba a Química presente em seu dia a dia, contextualizada. Leva a uma aprendizagem que tenha significado, facilitando a apropriação de alguns conceitos químicos básicos.

 

Experiência: "Ação do vinagre sobre sais". Aprender a pensar cientificamente tem tudo a ver com a capacidade de organizar nossas perguntas, ideias, hipóteses, dados e conclusões.

 

A professora Luciana Baptista agradece aos alunos que são a motivação para seu aperfeiçoamento profissional. E à direção da Escola Municipal Rose Klabin que sempre apoia aulas inovadoras em todas as disciplinas.

 

Parabéns à professora Luciana Baptista e a toda equipe da Escola Municipal Rose Klabin! Por ajudar a transformar seus alunos em pequenos cientistas, observadores das coisas simples. E, principalmente, por incentivar o prazer da descoberta. É um prazer ter o seu trabalho divulgado no Portal Rioeduca!

 

Professor, queremos divulgar o seu trabalho no Portal Rioeduca! Entre em contato com a representante de sua Cre e ajude a construir a história deste portal com suas experiências pedagógicas. Este espaço é meu, é seu, é nosso! Até a próxima semana!

 

Professora Patrícia Fernandes – Representante do Rioeduca na 6ª Cre
Twitter: @Paty_PFF
Facebook: Patrícia Fernandes
E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 02/09/2013

Viajando pelo Sistema Solar

Tags: 6ªcre, 5ºano, ciências.

 

A professora Marize Gelard, da Escola Municipal Érico Veríssimo, realizou com os alunos do 5º ano o projeto Sistema Solar, que teve por objetivo principal desvendar alguns questionamentos dos alunos sobre o Universo.

 

Quem nunca se pegou olhando para o céu durante uma noite estrelada? Quantas vezes já brincamos de contar estrelas? Perguntas do tipo “qual a forma da Terra?”, “por que as estrelas não caem?”, “onde fica o Sol?” e “como deve ser a Lua?” continuam despertando a curiosidade de todos.

 

Por meio dos questionamentos, estudiosos obtiveram algumas das respostas que explicam, ou tentam explicar, parte do que hoje se conhece sobre o céu e a Via Láctea. Foram as inquietações e dúvidas que levaram homens como Galileu Galilei, Leonardo da Vinci e Nicolau Copérnico a desenvolverem teorias sobre o Sistema Solar. Boas perguntas que levaram a boas respostas e a novas perguntas.

 

Foi utilizando os mistérios do Universo e a curiosidade natural das crianças que a professora Marize Gelar, da Escola Municipal Érico Veríssimo, lançou o desafio a seus alunos do 5º ano: quais são os seus principais questionamentos sobre o Sistema Solar?

 

A pergunta estava relacionada a um trabalho realizado com o livro de Geografia. E, para tentar desvendar algumas curiosidades sobre o tema em questão, a professora Marize criou junto com os alunos da turma 1.502 o projeto Sistema Solar.

 

 Apresentação de slides feita pela professora Marize com o nome dos planetas e suas principais características.

 

 Qual planeta tem a maior massa? E qual é a quantidade de Luas de Júpiter? Quem está mais próximo do Sol? Estas e outras informações sobre cada planeta do Sistema Solar foram descobertas a partir da apresentação de  slides criada pela professora.

 

Os alunos foram divididos em grupos e as atividades a serem desenvolvidas foram planejadas por eles. Durante esse momento, perceberam que vários materiais seriam necessários para a realização de uma maquete do Sistema Solar: caixa de papelão, bolinhas de isopor de diferentes tamanhos, peneira de pedreiro, nylon ou linha, palito de churrasco e tintas de diversas cores.

 

A turma foi listando, com a orientação da professora, o que eles queriam saber sobre o sistema solar. A partir destas informações, a professora Marize construiu os objetivos do projeto.

 

Objetivo Geral:

  • Conhecer o sistema solar e, a partir disso, obter conhecimento para entender o que acontece no Universo.


 Objetivos Específicos:

  • Saber o nome dos planetas estudados;
  • Identificar as características dos planetas;
  • Saber a quantidade de planetas do nosso sistema solar;
  • Entender alguns fenômenos naturais do nosso planeta.

 

Desenvolvimento:

  • A professora realizou uma sondagem entre os alunos para identificar o conhecimento prévio de cada um sobre o assunto em questão;
  • As atividades foram planejadas a partir do que foi verificado na sondagem inicial;
  • Os alunos realizaram uma pesquisa na internet sobre os planetas do Sistema Solar;
  • Os grupos de trabalho foram organizados;
  • Foi exibido para os alunos um vídeo sobre o surgimento do Universo;
  • A professora realizou um debate em grupo a respeito dos conhecimentos adquiridos sobre os planetas a partir da exibição do filme;
  • Realização de uma experiência com um globo terrestre e uma lanterna para os alunos compreenderem como funciona o surgimento do dia e da noite;
  • Montagem de maquete sobre o Sistema Solar, onde os planetas foram organizados por ordem e suas características básicas explicitadas;
  • Realização de exercícios sobre o conteúdo trabalhado no projeto;
  • Construção de folheto explicativo sobre o projeto desenvolvido como forma de avaliação.

 

 

É significativo inserir as aulas práticas no dia a dia, pois é evidente que o aluno aprimora os seus conhecimentos depois da parte teórica.

 

Para executar as aulas práticas, o educador deve estar atento ao fato de que o educando é um sujeito pensante, possuidor de capacidade de discernimento, avanço e crescimento, que aprende, é um ser inteligente e criativo.

 

Esse tipo de atividade estimula o aluno a selecionar ou filtrar as informações  e, principalmente, a manipular, interligar e relacionar esses conteúdos com os desafios e problemas enfrentados. 

 

A Geografia é uma disciplina que estimula a análise e a reflexão. Jamais a "decoreba"! Fatos que acontecem no dia a dia também devem ser debatidos em sala de aula. Eles podem ajudar, inclusive, a explicar assuntos tidos como complexos e monótonos para as crianças e jovens.

 

Ao término do projeto, a professora e os alunos fizeram uma avaliação. Eles concluíram que esse trabalho trouxe importantes descobertas, gerou discussões significativas e troca de conhecimento coletivo.

 

Essa viagem espacial levou os alunos do 5º ano a analisarem, refletirem sobre diversos assuntos e, principalmente, a se transformarem em cidadãos críticos. Itens essenciais para exercer, com autonomia, sua cidadania.

 

Parabéns à professora Marize Gelard por auxiliar seus alunos na busca pelo saber, dinamizando o ensino. Propor aulas baseadas no que os alunos querem saber, despertará neles a observação, a reflexão e o aprendizado. É um orgulho ter o seu trabalho publicado no Portal Rioeduca!

 

Professor, queremos divulgar o seu trabalho no Portal Rioeduca! Entre em contato com a representante da sua Cre e ajude a construir a história deste portal com suas experiências pedagógicas. Este espaço é meu, é seu, é nosso! Até a próxima semana!

 

 

Professora Patrícia Fernandes – Representante do Rioeduca na 6ª Cre
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Segunda-feira, 26/08/2013

XV Expo Livros

Tags: 6ªcre, riodeleitores.

 

A Escola Municipal Artur Azevedo, uma das dez melhores escolas do município do Rio de Janeiro, tem sua proposta pedagógica baseada na formação de alunos leitores e escritores. A XV Expo Livros, realizada no primeiro semestre, foi uma das ações desenvolvidas para alcançar essa meta e formar um Rio de Leitores.

 

"Uma criança sem livros é um prenúncio de um tempo sem ideias."

Maria Dinorah, professora e escritora.

 

A Escola Municipal Artur Azevedo, localizada em Pavuna, está entre as dez melhores escolas da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro nos anos iniciais.

 

Essa unidade escolar funciona em horário parcial, com dois turnos, e atende alunos da Educação Infantil ao 6º Ano. Tem como patrono o dramaturgo, poeta, contista e jornalista brasileiro Artur Azevedo (1855 - 1908).

 

Ela tem como gestora a professora Maurinéa Pereira Fritz, conhecida pelas suas qualidades e convicções. Seu caráter define o nível de compromisso que sua equipe deposita no trabalho realizado na escola. Todo esse comprometimento reflete-se no ótimo desempenho dos alunos.

 

As práticas pedagógicas da Escola Municipal Artur Azevedo é um exemplo vivo de como uma equipe conduz suas ações rumo ao sucesso. Esse sucesso é alcançado por todos que trabalham na escola, não apenas porque metas são alcançadas, mas porque eles fazem isso superando obstáculos e ultrapassando expectativas.

 

Para uma instituição que tem como lema Somos uma Escola de Bem com a Vida, não é nenhuma surpresa tanto sucesso! Estar de bem com a vida revela uma opção pedagógica que traz no seu interior uma proposta que aponta para o acolhimento, para o desenvolvimento das potencialidades humanas e para o resgate da qualidade do ensino.

 

 

Um estudo publicado em uma revista americana concluiu que o grande responsável pelo desenvolvimento do cérebro humano pode ser a cooperação e o aprendizado adquirido através do trabalho em equipe.

 

Percebeu o quão importante, vantajoso e inteligente é o trabalho em equipe? Lembre-se de que sozinhos chegaremos mais rápido, porém somente juntos chegaremos mais longe.

 

O Segredo do Sucesso: XV Expo Livros

 

O que faz a Escola Municipal Artur Azevedo ser bem-sucedida? Os excelentes resultados são atribuídos, entre outras coisas, à proposta pedagógica da escola, construída coletivamente e concretizada no bom planejamento feito e executado pelos educadores.

 

A proposta pedagógica da unidade escolar estabelece que a linha de atuação de ensino na comunidade deverá ser baseada na formação de futuros leitores e escritores. Uma das ações que levará a escola a atingir essa meta é a realização da Expo Livros, evento realizado de 10 a 14 de junho de 2013.

 

A Expo Livros já está em sua décima quinta edição e, este ano, teve várias obras dos pequenos escritores da escola. Eles utilizaram todo o talento e criatividade para produzir livros individuais e coletivos.

 

Os livros produzidos foram inspirados em projetos de leitura e escrita realizados pelos alunos e professores no primeiro semestre. Esses  projetos tinham como tema a sustentabilidade, o centenário de Vinícius de Moraes, a comemoração dos 60 anos da escola e diversos outros temas abordados nas salas de aula.

 

No último dia do evento, alunos, professores e responsáveis assistiram à apresentação da coreografia Salve a Mãe Natureza, com a participação das alunas Ariane, Geovana, Letícia Emanuele, Letícia Jenifer e Thaís Conceição, da turma 1.601.

 

Para transformar os alunos em alunos-leitores e alunos-escritores, o professor precisa ser um leitor e um escritor de pequenas histórias, com o objetivo de que, pelo seu exemplo, eles acreditem que também podem ler e escrever suas próprias histórias.

 

Apostar em atividades de leitura estimula o desenvolvimento de comportamentos leitores, importantíssimos na tarefa de escrever bem. A familiaridade com vários textos fornece conhecimento sobre outros gêneros.

 

O trabalho da escrita na escola não pode inibir os alunos ou afastá-los do que se pretende; ao contrário, é preciso aproximá-los, principalmente quando são iniciados oficialmente no mundo da escrita através da alfabetização.

 

Para construir significado ao ler é fundamental ter constantes oportunidades de se enfronhar na cultura do escrito, de ir construindo expectativas acerca do que pode dizer neste ou naquele texto, de ir aumentando a competência linguística específica em relação à língua escrita.

 

Formar leitores é uma tarefa que começa antes mesmo da alfabetização e se estende por toda a vida escolar.

 

Esse é um dos segredos do sucesso da Escola Municipal Artur Azevedo! A prática da leitura e da escrita se faz presente em todas as atividades realizadas pelos alunos. Como vimos, ler e escrever, nesta unidade escolar, não é apenas aprender a codificar ou decodificar o código linguístico. É um processo que acompanha os alunos durante toda a sua permanência na escola.

 

A equipe pedagógica acredita que, quanto mais prazerosas e significativas forem as experiências dos alunos com a leitura e a escrita, melhores leitores e escritores os alunos se tornarão.

 

Os projetos de leitura e escrita desenvolvidos pela escola visam oferecer a seus alunos condições de participar de uma vida social eficiente, em que os educandos tenham acesso à informação, condições de expressar e defender pontos de vista, partilhar e construir visões de mundo e produzir conhecimento.

 

E assim nascem os futuros leitores e escritores da Escola Municipal Artur Azevedo! Que tal colocar esta ideia em prática?

 

Parabéns a toda equipe da Escola Municipal Artur Azevedo por favorecer a formação de seres humanos críticos  e capazes de atuarem no meio em que vivem de forma ativa e consciente. É um orgulho ter vocês na rede municipal de ensino!

 

Quer conhecer um pouco mais o trabalho da Escola Municipal Artur Azevedo? Então clique AQUI! Até a próxima semana!

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca na 6ª Cre

Twitter: @Paty_PFF

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E-mail: pferreira@rioeduca.net

                               

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 19/08/2013

Não Basta Ser Pai, Tem que Participar!

Tags: 6ªcre, diadospais.

 

As professoras Mara Malheiros e Joyce Alves, da Escola Municipal Grandjean de Montigny, receberam os pais dos alunos das turmas 1.302 e 7.601 (4º ano Nenhuma Criança a Menos) na unidade escolar. O objetivo dessa ação foi oportunizar um momento especial entre pais e filhos.

 

Não basta ser pai, tem que participar! Quem tem mais de trinta anos deve lembrar-se da propaganda que consagrou essa expressão. Com maestria, o publicitário Duda Mendonça captou na sociedade do século XX, uma sutil mas importante mudança nas relações parentais.

 

O avanço da mulher no mercado de trabalho tirou do pai a função exercida durante séculos: a da busca exclusiva pelo sustento da família. Não sendo mais o único provedor do lar, ao pai coube reinventar-se, vivenciar situações antes inimagináveis: cuidar dos afazeres domésticos, ajudar nas compras, na limpeza da casa e nos cuidados diários com os filhos.

 

Foi com esse espírito que o publicitário teceu a narrativa da propaganda. Numa manhã de domingo, um pai é tirado cedo da cama para acompanhar o filho no jogo de futebol. Aos poucos, vai se envolvendo com a situação, tomando para si as dores do filho que amargava no banco de reservas.

 

De repente, o garoto é chamado para jogar e sofre uma falta violenta. O pai entra no campo, massageia o local com a pomada e o menino, já recuperado, marca o gol. Não há quem não se emocione com a comemoração do gol, em câmera lenta, entre pai e filho.

 

 

Um dos melhores comerciais dos anos 80, premiado nos festivais de propaganda no exterior. No Brasil, venceu o "Troféu Imprensa" de melhor comercial do ano.

 

Se na atualidade pais presentes, como o da propoaganda, fossem um fato corrente e natural em todas as famílias, esse vídeo não teria mais sentido. Embora tenha aumentado muito o número de pais que se mostram sensíveis às necessidades afetivas de seus filhos, ainda vemos aqueles que entendem que o que lhes cabe para um desenvolvimento saudável de sua  prole é apenas o suprimento das necessidades físicas.

 

Fica a dica! Neste mês dos pais, presenteie-se chamando seu filho para brincar como você fazia na sua infância e surpreenda-se com sua disposição em reaprender suas brincadeiras do passado.

 

Permita-se saborear com seu filho o prazer de uma aproximação amorosa a partir de gestos simples. A afetividade pode e deve ser construída nas relações entre pais e filhos. Acredite, os benefícios são inúmeros!

 

Não Basta ser Pai, tem que Participar!

 

Nunca houve um ditado popular tão sábio com este! Os pais dos alunos das turmas 7.601 (4º Ano Nenhuma Criança a Menos) e 1.302, das professoras Mara Malheiros e Joyce Alves, da Escola Municipal Grandjean de Montigny, viveram isso na pele.

 

No dia 9 de agosto, a escola recebeu os pais dos alunos na sala de aula com o objetivo de oportunizar um momento especial entre pais e filhos. Os responsáveis tiveram a chance de se desligar da vida atribulada que levam e relaxar, jogar, refletir e acariciar seus filhos.

 

No primeiro momento, após a oração, os pais voltaram no tempo e curtiram divertidas rodadas de leitura e jogos com as crianças. Foi uma verdadeira farra! Esse momento arrancou sorrisos dos alunos e lágrimas emocionadas dos pais.

 

Essa é uma relação muito importante e fundamental, tanto na vida do filho, como na vida do pai. Para o pai, isso também é importante, pois não há nada melhor do que ter um filho para você educar, brincar e compartilhar momentos felizes.

 

O pai precisa dispor de um tempo efetivo para o filho. Aquele tempinho para contar uma história, rolar no chão e contar as novidades do dia. É preciso exercitar essas atitudes para que efetivamente esse momento seja rico.

 

 

Em seguida, houve a exibição do vídeo O Homem que Amava Caixas, do livro de Stephen King. Esse livro fala de maneira simples e bonita sobre o relacionamento entre pai e filho.

 

Com ilustrações alegres e muita sensibilidade, conta a história de um homem que era apaixonado por caixas e por seu filho. O único problema era que, como muitos pais, ele não sabia como dizer ao filho que o amava. O homem tinha dificuldade em dizer ao filho que o amava.

 

Então, com suas caixas, ele começou a construir coisas para seu filho. Ele era perito em fazer castelos e seus aviões sempre voavam. As caixas apareciam de repente, quando os amigos chegavam e, nessas caixas, eles  brincavam.

 

A maioria das pessoas achava que o homem era muito estranho. Seus vizinhos apontavam para ele, olhavam zangados, riam dele pelas costas. Mas, nada disso preocupava o homem, porque ele sabia que tinham encontrado uma maneira especial de compartilhar o amor de um pelo outro.

 

Pais e filhos refletiram a respeito da história e puderam se abraçar e trocar mensagens de amor. Para adoçar este momento, os alunos entregaram as lembrancinhas a seus respectivos pais, com a mensagem Troco Doces por Beijos.

 

É importante sempre buscar uma qualidade na relação entre pai e filho, dando a atenção, o carinho e os limites necessários, acompanhando o filho em brincadeiras. É a partir da participação na vida do filho e de pequenos gestos de exemplo e amor que a criança vai poder internalizar de forma saudável a figura paterna, sentindo um pai presente psicologicamente em sua vida.

 

A escola é um prolongamento do lar, onde o aluno se socializa com os outros e partilha o seu dia-a-dia. Assim, a colaboração e interação dos pais com os professores ajudam a resolver muitos dos problemas escolares dos seus educandos, que vão surgindo ao longo do percurso escolar.

 

Se aproximar do cotidiano da criança é participar! É dar o limite, mas também é estimular, elogiar e acompanhar a criança. A presença é mais importante do que realizar qualquer desejo material do filho. Demonstrações de carinho, como beijar e abraçar, são essenciais. Basta apreciar a carinha de felicidade de cada aluno da Escola Municipal Grandjean de Montigny.

 

Ser um bom pai é também ser bom marido, bom filho e, claro, bom cidadão. Todo o ambiente ao redor da criança influencia na formação dela. Para os filhos crescerem da melhor maneira possível, portanto, os pais devem ser o exemplo a ser seguido.

 

Parabéns às professoras Mara Malheiros e Joyce Alves por proporcionarem a construção de laços afetivos entre pais e filhos. Laços que os unirão por toda a vida e que ajudarão no desenvolvimento social, cognitivo e emocional da cada um. Vocês são o orgulho da educação carioca!

 

 

Você já teve uma matéria publicada no Portal Rioeduca? Entre em contato com a representante de sua Cre e divulgue o seu trabalho. Será um prazer ter você por aqui! Até a próxima semana!

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca na 6ª Cre

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Facebook: patricia_pff@yahoo.com.br

E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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