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Segunda-feira, 05/08/2013

Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos

Tags: 6ªcre, aulapasseio.

 

Os alunos do 9º ano da E. M. Comandante Arnaldo Varella visitaram o Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos em junho. Alunos e professores tiveram a oportunidade de sair da sala de aula e conhecer novos lugares e diferentes situações de aprendizado relacionados aos conteúdos curriculares.

 

Localizada na região do Vale do Paraíba, a cidade de São João Marcos surgiu graças aos processos de expansão territorial durante o ciclo do café, tornando-a um dos municípios mais prósperos do Brasil a partir do século XIX.

 

Com o declínio da economia cafeeira, São João Marcos começou a sofrer um processo de decadência. Mesmo tombada em 1939 pelo Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN), uma ação inédita de “destombamento” foi ordenada.

 

A cidade foi demolida em 1940, a mando do presidente Getúlio Vargas, para dar lugar à expansão de uma represa, a fim de suprir a crescente demanda por água e energia da então capital federal, a cidade do Rio de Janeiro.

 

A destruição da cidade nunca foi completamente esclarecida e mostrou-se desnecessária ao longo do tempo. Esquecida por mais de 70 anos, São João Marcos ressurge atualmente como Parque Arqueológico e Ambiental.


 

Reportagem da TV Brasil sobre a cidade de São João Marcos e a construção do Parque Arqueológico.

 

Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos, um Presente para o Público!

 

A LIGTH S/A coordenou uma equipe com o objetivo de apresentar ao público um modelo de Museu/Parque dotado de conforto e segurança para os visitantes. O projeto resultou num espaço onde, de forma lúdica e didática, as pessoas podem associar as evidências arqueológicas com a história do lugar. Tudo isso em meio a uma área preservada da Mata Atlântica.

 

O Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos abriga um museu de território que pretende oferecer aos visitantes a oportunidade de trazer para o presente as memórias impregnadas nos fragmentos e ruínas encontradas nas escavações arqueológicas, nos documentos, fotografias, objetos e depoimentos.

 

Os trabalhos arqueológicos desenvolvidos em São João Marcos têm como objetivo tornar visível a estrutura básica da cidade – vias de circulação e edificações – assim como as estruturas da antiga Estrada Imperial nos trechos mais próximos à cidade.


 

Durante a visitação, as pessoas podem caminhar e desfrutar da exuberância da natureza, dos achados arqueológicos e de todo tratamento informativo desenvolvido, o que certamente agrega valor informativo sobre Arqueologia, História e Meio Ambiente.

 

A trilha de visitação completa apresenta três quilômetros contendo sinalização de posição ambiental, histórica e arqueológica. A área de exposição é dotada de 100m² e contém uma maquete da cidade original, uma exposição permanente em forma de almanaque, que fala da antiga cidade e sua cultura, um vídeo de apresentação e mais uma série de artefatos e fotografias do áureo período de São João Marcos.

 

Um longo trabalho, muitas pessoas e muito carinho. Essa foi a receita usada nesse projeto pioneiro de resgate da história de uma importante cidade que desapareceu para dar lugar ao progresso.

 

Programa Educativo do Parque São João Marcos

 

O Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos prevê em seu calendário de 2013 diversas ações voltadas para a cultura, a educação e a memória. Todas elas estão em sintonia com as tradições e saberes da região, tais como música, culinária, artesanato, mostras de cinema, etc.

 

O programa educativo do parque tem por objetivo oferecer aos estudantes e professores uma verdadeira imersão histórica, que é feita a partir de visitações e documentários.

 

Diante da oportunidade de enriquecer e ampliar o aprendizado dos alunos, sua visão de mundo e bagagem cultural, a equipe de professores do 9º ano da Escola Municipal Comandante Arnaldo Varella inscreveu a unidade escolar para participar da visita guiada oferecida pelo programa educativo do parque.

 

A aula-passeio foi marcada para o dia 15 de junho. Participaram dessa atividade os alunos das turmas 1.901, 1.902, 1.903 e 1.904; assim como os professores André (História), Douglas (Ciências), Enderson (Geografia) e Priscila (História).

 

Nessa visita, os alunos tiveram a oportunidade de aprender mais sobre História, partindo da exploração da Estrada Imperial em uma caminhada que os levou da entrada à sede do parque; passando pela exposição permanente que mostra a antiga cidade e sua cultura através de maquetes, artefatos e fotografias.

 

Alunos e professores assistiram ao documentário que tratou da história do município de São João Marcos e, após um delicioso lanche servido pelo parque, seguiram a trilha arqueológica da antiga cidade.

 

Na área de Geografia, os alunos fortaleceram o aprendizado já na experiência do trajeto Pavuna – Rio Claro, que permitiu concretizar conceitos de direção, localização, divisas municipais, diferentes relevos e vegetação.

 

Passaram também pela noção de escala com a apresentação da maquete da cidade de São João Marcos e finalizaram na interdisciplinaridade com as Ciências Biológicas, levando os alunos a observarem as diferentes espécies vegetais e animais e a pensar sobre a preservação da Mata Atlântica.

 

Após cruzar o portão de entrada do Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos, uma agradável caminhada leva ao moderno centro de memória, com uma exposição que revela a história da região. A partir daí, embarca-se numa viagem no tempo pelo museu a céu aberto com as ruínas da antiga cidade de São João Marcos.

 

O Parque está inserido na área de proteção ambiental da Represa de Ribeirão das Lages, com cerca de 930 mil metros de área remanescente de Mata Atlântica, representando um dos maiores patrimônios ambientais fluminenses.

 

Caminhar pelas ruínas de São João Marcos é relembrar uma história que quase foi apagada. Segundo historiadores, a população da cidade chegou a somar quase 20 mil habitantes, que contava com hospital, cadeia, teatro, colégio e clubes.

 

Para se chegar à São João Marcos, é preciso percorrer 110 quilômetros do Rio de Janeiro pela BR 101 (Rio-Santos) até o município de Mangaratiba. Em seguida, seguir outros vinte quilômetros pela RJ 149 sentido Rio Claro. A pequena estrada arborizada e com curvas percorre a Serra do Piloto com um lindo visual para a baía de Mangaratiba.

 

 

A experiência vivida pelos alunos e professores da Escola Municipal Comandante Arnaldo Varella deixou uma inevitável sensação agradável de bem-estar e alegria. A imaginação ficou mais aguçada e imagens sobre como era a cidade começaram a povoar a cabeça de cada um.

 

O Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos é um espaço rico em cultura, biodiversidade e aprendizagem. É um passeio cheio de significado, que convida alunos, professores, moradores e visitantes a explorar a fundo a refletir sobre a vida e  a cultura dessa região do Vale do Paraíba.

 

Parabéns aos professores André, Douglas, Enderson e Priscila por transformarem as aulas oferecidas aos alunos do 9º ano em algo mais atraente. Atitude esta que torna o aluno um sujeito ativo e participante na construção de seu conhecimento. Experimentar o passeio cultural como uma fonte de pesquisa, inovadora e motivadora no processo de ensino e aprendizagem é um produtor de vários conhecimentos significativos para o educando.

 

O que dá vida a uma escola são as pessoas, os sujeitos que historicamente assumem a construção de uma prática transformadora, que buscam, pensam, interrogam e desejam.

Obrigada a vocês, professores da Escola Municipal Comandante Arnaldo Varella, que são construtores e condutores de cidadãos de agora e do futuro. É um orgulho divulgar o trabalho de vocês no Portal Rioeduca. O nosso sucesso também depende de você!

 

Esta é nossa homenagem a você, professor, que tanto contribui para a educação carioca.

 

 

Você gostaria de levar a sua turma para participar do programa educativo do Parque São Marcos? Então clique AQUI e saiba todas as informações! Até a próxima semana!

 

 

Professora Patrícia Fernandes – Representante do Rioeduca na 6ª Cre


Twitter: @Paty_PFF


Facebook: patrícia_pff@yahoo.com.br


E-mail: pferreira@rioeduca.net

                               

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 29/07/2013

O Segredo do Nosso Sucesso é Você!

Tags: 6ªcre, rioeduca.

 

O Ciep Glauber Rocha - da 6ª Coordenadoria Regional de Educação - teve sua primeira matéria publicada no Portal Rioeduca no dia 25 de outubro de 2010. Veremos a seguir várias publicações dessa escola de grande sucesso na educação carioca e conheceremos um pouco do caminho trilhado por ela.

 

O sucesso, normalmente, contempla aqueles que estão ocupados para procurar por ele.

Henry David Thoreau

 

Este é um mês muito especial para o Portal Rioeduca, pois ele comemora três anos de existência e de muito sucesso. A primeira postagem ocorreu no dia 30 de julho de 2010. De lá para cá, já são aproximadamente 2.500 matérias publicadas.

 

A 6ª Coordenadoria Regional de Educação teve a sua primeira reportagem publicada no Portal Rioeduca no dia 25 de outubro de 2010. Ela teve como foco o Ciep Glauber Rocha, localizado na Pavuna.

 

A reportagem publicada pela professora Ana Cláudia Caruso falou sobre a peça teatral "Balada no Céu", que foi representada pelos alunos da turma 1.301. A Coordenadora Pedagógica Márcia adaptou a fábula "A Festa no Céu", que também foi trabalhada pela estagiária Elisiane com os alunos. A peça foi um sucesso! A plateia se divertiu muito!

 

 

A fábula A Festa no Céu é considerada um conto etiológico, ou seja, um conto inventado para explicar o motivo de determinadas características pertencentes a um animal.

 

Confira na íntegra como foi a primeira matéria da 6ª CRE no Portal Rioeduca clicando AQUI!

 

Em março de 2011, a professora Imaculada Conceição publicou mais uma matéria sobre o Ciep Glauber Rocha. Nela foi mostrado o blog da escola, que é conhecido por todos devido a sua relevância para com seu público.

 

O blog dessa unidade escolar apresenta características que o tornam um exemplo para os demais pois faz algo diferente na comunidade escolar: a escrita das postagens é feita com propriedade e domínio da língua; há regularidade e constância na atualização do conteúdo; apresenta as informações de maneira variada, expressando toda a sua criatividade.

 

A utilização do blog na escola vem possibilitando o enriquecimento das aulas e projetos através da publicação e interação de ideias na Internet. A diretora, Iolíris Paes, adequou esse instrumento aos objetivos educacionais para que o conhecimento fosse construído através da interação dos recursos tecnológicos e das capacidades individuais, criando um ambiente favorável para a aprendizagem.

 

O blog do Ciep Glauber Rocha apresenta todo o trabalho desenvolvido por alunos e professores durante o ano. Essa é uma forma de deixar a comunidade escolar perto de tudo o que acontece na escola.

 

O Ciep Glauber Rocha recebeu a visita de estudantes de Havard, que assitiram a uma aula da professora de Inglês Ana Dulce na turma EI-30.

 

Quer saber mais sobre o Ciep Glauber Rocha? Então, clique AQUI!

 

O Portal Rioeduca homenageou o Ciep Glauber Rocha em abril de 2011 publicando um vídeo de comemoração ao aniversário da escola. Ele mostra que a professora Iolíris e sua equipe transformaram a realidade encontrada com muito compromisso, dedicação e respeito. Assista ao vídeo e se emocione com a história de sucesso dessa equipe!

 

A visita do RJTV ao Ciep Glauber Rocha em maio de 2011 deixou toda comunidade escolar muito honrada. A equipe de reportagem foi conhecer o trabalho desenvolvido no Ciep que conseguiu se tornar uma referência a partir do trabalho em parceria com os educadores e com as famílias que, diariamente, se envolvem no processo de aprendizagem das crianças.

 

Durante a entrevista, a diretora da unidade escolar destacou que o segredo para que as crianças tirem notas tão boas e alcancem resultados positivos é, antes de tudo, trabalhar a autoestima.

 

Com 28 anos de serviço público e há 16 atuando no Ciep Glauber Rocha, a diretora afirmou que dentro da escola o ambiente é de paz e que os alunos contam com aulas de reforço, além de atividades de lazer, esporte e cultura.

 

Ao ver a reportagem na televisão, a comunidade começou a se manifestar, falando de seu tempo de estudo na escola e agradecendo por tudo o que tinham vivido ali. Foram momenos de muita emoção para todos que trabalham no Ciep Glauber Rocha.

 

No Centro Integrado de Educação Pública (Ciep) Glauber Rocha, na zona norte do Rio de Janeiro, um livro na mão e uma ideia na cabeça é a filosofia de todos.

 

A avaliação dos professores e funcionários  sobre o rendimento dos alunos é que o resultado reflete os pilares do projeto pedagógico: "leitura, reforço e família".

 

Depoimento.

 

Depoimento de Denyson Douglas:

"Olá galera do Glauber! Fiquei muito feliz ontem quando vi a reportagem sobre essa grande conquista do Glauber. Para mim não é surpresa, pois sei que nessa escola há profissionais competentes. Tenho orgulho em dizer que estudei no CIEP Glauber Rocha sob direção de uma equipe maravilhosa (Ioliris, Inês e outros) e fui aluno da Professora Selma Leite. Nessa escola eu aprendi a base que me fortalece até hoje. E confesso que tendo passado por outras instituições de ensino, nunca vi uma que pudesse se comparar ao Glauber, a todo seu empenho pelos alunos. Sou muito grato a todo o pessoal do Glauber. Eu sou o Denyson, fui estudante do CIEP Glauber Rocha 98/99. Hoje tenho 23 anos, trabalho e estou na faculdade, no 4º período do curso de Administração. Muito obrigado a vocês que fazem parte da minha vida até hoje! Parabéns a toda a equipe pelo maravilhoso trabalho que realizam, e saibam que isso é muito importante para nós alunos".

 

Em março de 2012, o Ciep Glauber Rocha foi motivo de uma reportagem da TV Câmara, no programa Acontece no Rio, número 43, de 16/03/2012. O programa teve como tema o implantação do turno único em várias escolas da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, que estabelece que as crianças da Educação Infantil ao Ensino Fundamental fiquem sete horas na escola, tendo um atendimento com ampliação da Matriz Curricular.

 

A TV Câmara mostrou as vantagens do turno único para a aprendizagem dos alunos e o trabalho desenvolvido pelo Ciep que conquistou, pelo segundo ano consecutivo, o primeiro lugar na Prova Rio - avaliação municipal que afere o aprendizado em Português e Matemática dos alunos da rede.

 

Confira o vídeo do programa Acontece no Rio e saiba um pouco mais sobre a reportagem feita com os alunos, professores e funcionários do Ciep Glauber Rocha.

 

Com a abertura da unidade escolar à comunidade em horário integral com a dedicação exclusiva de 80% dos professores, a contratação de estagiários para aulas de reforço e cinco mil títulos na biblioteca, que podem ser emprestados aos alunos e suas famílias, o colégio Glauber Rocha coleciona resultados positivos.

 

Na matéria "Ciep Glauber Rocha – Ideb 2011: 1º Lugar na Rede e 3º Lugar no Brasil", publicada em agosto de 2012 pela professora Patrícia Fernandes (atual representante do Rioeduca na 6ª CRE), são apresentadas as características que levaram essa escola ao sucesso. Uma delas é a liderança exercida pela diretora Iolíris Paes, conhecida por sua competência e empenho.

 

Nesta reportagem conhecemos um pouco mais do dia a dia do Ciep Glauber Rocha, uma das cinco melhores escolas do Brasil, e o seu hino que tem em sua composição palavras significativas para o sucesso dos alunos: estudar, prazer, cultura, esporte, lazer, oportunidade e esperança.

 

Os professores e funcionários que ajudam a equipe gestora a alcançar resultados cada vez melhores foi apresentada ao mundo no Portal Rioeduca através dessa matéria.

 

A diretora da unidade relatou que as dificuldades encontradas no início do trabalho e as alternativas para sanar tais problemas: trazer os pais para a escola, incentivar a leitura e fazer o reforço escolar.

 

Para conhecer mais sobre a história dos personagens que fazem parte dessa história de sucesso, clique AQUI!

 

Em 2012 o Ciep Glauber Rocha ganhou o Prêmio Troféu Rioeduca na categoria Melhor Blog de Escola.

 

Os  professores, funcionários e gestores do Ciep Glauber Rocha formam uma equipe de grande sucesso.

 

Como vimos, transformar essa unidade escolar em um local de sucesso sempre foi uma aspiração da diretora Iolíris Paes e sua equipe. Quem já se aventurou por um caminho assim sabe bem o quão difícil é chegar ao objetivo traçado. Os primeiros passos dão a sensação de uma missão impossível.

 

Contudo, pessoas e equipes altamente empreendedoras não se abalam diante das dificuldades. Elas correm atrás das oportunidades, são proativas, estão sempre preparadas para receber novidades e valorizam o trabalho em conjunto.

 

Reconhecer que uma pessoa sozinha jamais será responsável pelo êxito de qualquer empreendimento é ter em mente que formar uma equipe é obter resultados.

 

Parabéns a toda equipe do Ciep Glauber Rocha pelo excelente trabalho que realizam na educação carioca! O sucesso do Portal Rioeduca também depende de vocês!

 

Ciep Glauber Rocha: apaixonados por leitura, apaixonados pela educação!

 

 

O que você achou do trabalho realizado pelo Ciep Glauber Rocha? Que tal deixar um comentário? Sua opinião é muito importante para nós! Até a próxima semana!

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca na 6ª Cre

Facebook: patricia_pff@yahoo.com.br

Twitter: @Paty_PFF

E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 22/07/2013

Projeto Meu Amigo

Tags: 6ªcre, troféurioeduca.

 

A professora regente da Sala de Leitura Dejanira Urbano, do CIEP Anton Makarenko, realizou o projeto "Meu Amigo" com os alunos do 4º ano. Além de trabalhar a educação ambiental, esse projeto também  teve como foco as questões de leitura e escrita dos alunos do reforço escolar. Vamos ver como tudo aconteceu?

 

 

O CIEP Anton Makarenko, situado na Estrada Botafogo, em Costa Barros, funciona em horário integral. Ele atende da Educação Infantil ao 5º ano, além dos projetos Realfabetização 1º e 4º Ano NCM (Nenhuma Criança a Menos).

 

Com o passar do tempo, Costa Barros foi crescendo tanto em relação à violência quanto em relação à população e ao acúmulo de lixo. Hoje, o bairro conta com um complexo de favelas, como: Chapadão, Pedreira, Lagartixa, Quitanda, Final Feliz, Terra Nostra, entre outras. Além disso, é considerado o segundo bairro mais pobre da cidade do Rio de Janeiro.

 

Os alunos do CIEP Anton Makarenko convivem diariamente com todos estes fatores. Buscando proporcionar uma educação formadora de seres humanos autônomos, participativos na sociedade e capazes de mudar a realidade em que vivem, a professora da Sala de Leitura Dejanira Urbano realizou o reforço escolar dos alunos da turma 1.402 através da pedagogia de projetos. Ela contou com a ajuda das estagiárias Suelen de Almeida (Laboratório de Informática) e Aline de Jesus (Reforço Escolar) para organizar a construção dos conhecimentos em torno de metas previamente definidas.

 

A equipe pedagógica do CIEP Anton Makarenko utilizou o projeto como uma forma de dar vida ao conteúdo, tornando a escola mais atraente para os alunos do Reforço Escolar.

 

O vídeo "Há Escolas que são Gaiolas e há Escolas que são Asas" mostra que o professor deve considerar o aluno como uma obra de arte quase inacabada. Amando-o como se fosse um anjo e nunca matando-lhe no peito a vontade de ser livre.

 

O trabalho dos professores do CIEP Anton Makarenko é deles com os alunos e não consigo mesmos. O papel desses educadores, em suas intervenções, é o de estimular, observar e mediar, criando situações de aprendizagem significativa.

 

Iremos conhecer, a partir de agora, uma demonstração dessa aprendizagem a partir do Projeto Meu Amigo. Vamos conhecê-lo?

 

 

Projeto Meu Amigo

 

 

O Projeto Meu Amigo foi realizado tanto dentro da sala de aula, como no laboratório de informática.

 

Para que possamos ter, no futuro, um mundo mais limpo e rico em recursos naturais, a preservação do meio ambiente é muito importante. A preocupação com o meio ambiente e a conscientização deve envolver toda sociedade, inclusive nossas crianças que devem observar o meio ambiente com curiosidade, entendendo que fazemos parte dele, que somos capazes de transformar e, acima de tudo, conservar.

 

A atividade proposta, a seguir, pode ser feita com alunos da educação infantil ao ensino fundamental. Porém, como a escola tem vivenciado um momento em que todas as turmas estão voltadas para a apropriação e ampliação da produção textual e da leitura, a equipe decidiu interdisciplinar os encontros entre sala de leitura, informática e reforço escolar de forma mais lúdica e prazerosa através da confecção do boneco ecológico.


 

 

Objetivos:

 

  • Desenvolver a competência da leitura e escrita;
  • Conscientizar os alunos para com o meio ambiente;
  • Abordar a importância da água para os seres vivos;
  • Apresentar o processo de germinação do vegetal e suas etapas;
  • Despertar a consciência dos alunos para a ecologia;
  • Reconhecer a identidade em interação com o meio;
  • Incentivar o trabalho para organização individual e coletiva;
  • Levar o aluno a aprender como se desenvolve a competência textual;
  • Promover a responsabilidade e a oportunidade de cuidar de um ser vivo.

 

 

Material:

 

  • Meia-calça fina usada;
  • 300 gramas de serragem;
  • 100 gramas de alpiste;
  • Canetas hidrocor;
  • Tintas;
  • Olhinhos de plástico ou botões;
  • Potinhos de iogurte.


 

Como fazer:

 

  • Corte uma perna da meia-calça do tamanho aproximado de um palmo e coloque o alpiste bem no centro da meia, complete com a serragem úmida. Quando terminar de encher, amarre e corte o que sobrar;
  • Comece a modelar o bonequinho em forma de bola;
  • Puxe um pouco a meia e amarre fazendo o nariz do bonequinho e o formato das orelhas;
  • Em seguida, cole os olhinhos ou botões e faça a boca do bonequinho, montando-os com o gosto da criança;
  • Os potinhos de iogurte servirão como base para os bonequinhos para que, quando regados, não deixem escorrer água. Esses potinhos podem ser decorados de acordo com o gosto da criança;
  • Depois de pronto, o bonequinho deve ser molhado todos os dias para que as sementinhas nasçam dando origem aos cabelinhos dos bonecos. 

 

 

É fundamental que o professor desafie o aluno a pensar a respeito do conhecimento que se espera construir, pois uma das tarefas do educador é, não só fazer o aluno pensar, mas acima de tudo, ensiná-lo a pensar certo.

 

É importante perceber a criança como um ser em desenvolvimento, com vontade e decisões próprias, cujos conhecimentos, habilidades e atitudes são adquiridos em função de suas experiências, em contato com o meio, e através de uma participação ativa na resolução de problemas e dificuldades.

 

O professor deve organizar e estabelecer seus objetivos pensando nas necessidades de seus alunos, para posteriormente se instrumentalizar e problematizar o assunto.

 

 

Desenvolvimento:

 

Em um primeiro momento, os alunos foram levados ao laboratório de informática para pesquisarem em equipe o significado do termo Ecologia. Após a pesquisa, tiveram que debater o significado numa roda de conversa informal e, em duplas ou trios, transcreverem para o Diário de  Bordo a pesquisa.

 

Em outro momento, de posse dos materiais necessários, eles voltaram ao laboratório de informática e começaram  a construção do boneco ecológico. Utilizamos o laboratório de informática para dinamizá-lo como ferramenta pedagógica no processo de ensino-aprendizagem, dando suporte ao projeto, e apresentando a informática como um recurso que pode e deve ser incorporada à prática educativa, sensibilizando os alunos para a importância dessa ferramenta para o desenvolvimento das habilidades.

 

O projeto boneco ecológico Meu Amigo foi intitulado em conjunto com as crianças. Cada aluno confeccionou seu próprio boneco dando um nome para ele (criando uma identidade). Cada aluno tinha um diário exclusivo onde relatava os acontecimentos com seus bonecos, tais como tempo de crescimento, quantas vezes regou, tempo de crescimento do cabelo, enfim, relatando desde a fase inicial até a final. Depois de algumas semanas, cada aluno levou seu boneco para casa.

 

A participação ativa dos alunos deve ser estimulada, pois eles são sujeitos da produção do saber e, afinal, ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para sua construção.

 

Dando sempre oportunidade ao aluno de verbalizar seus sentimentos sobre o desenrolar do projeto, a turma organiza, constrói saberes e competências, opina, avalia e tira conclusões coletivamente; o que promove crescimento tanto no âmbito cognitivo, quanto no social, afetivo e emocional.

 

“Aprende-se participando, vivenciando sentimentos, tomando atitudes diante dos fatos, escolhendo sentimentos para atingir determinados objetivos. Ensinar não só pelas respostas dada, mas principalmente pelas experiências proporcionadas, pelos problemas criados, pela ação desencadeada” (Escola Plural, 1994).

 

 

Culminância:

 

Uma exposição foi feita no CIEP Anton Makarenko, juntamente com os relatos sobre o desenvolvimento dos bonequinhos de cada aluno.

 

Avaliação:


As professoras avaliaram a participação dos alunos durante a realização do projeto e na exposição final.


Como vimos, a equipe do CIEP Anton Makarenko está de parabéns! Especialmente a professora Dejanira e as estagiárias Suelen e Aline, por exercerem com os alunos uma pedagogia baseada no amor.

 

Amor que move os sonhos de cada criança rumo a um futuro digno. Educar com amor, no sentido que o termo exige: desenvolver, cultivar, fazer brotar, elevar e fazer crescer, não de maneira unilateral, mas de forma integral.

 

Vocês estão um passo à frente para atingir esse grandioso objetivo! É um orgulho ter uma escola com profissionais comprometidos com a educação carioca. Parabéns!

 

 

Você gostou do projeto realizado pelo CIEP Anton Makarenko? Aproveite e deixe o seu comentário! Ele é muito importante para nós! Até a próxima semana!

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca na 6ª Cre

Twitter: @Paty_PFF

Facebook: Patrícia Fernandes

E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 19/07/2013

Ouvindo e Contando, Estou só Começando

Tags: 6ªcre, educaçãoinfantil.

 

O projeto "Ouvindo e Contando, Estou só Começando" surgiu do programa "Minha Primeira Biblioteca", da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro. Ele envolve toda a comunidade e tem por objetivo inserir alunos e responsáveis em um ambiente letrado, a fim de formar futuros leitores.

 

 

A Creche Municipal Zilka Salaberry atende cerca de 150 alunos entre quatro meses e três anos e onze meses (berçário e maternal). No andar superior, encontram-se as salas do maternal, a secretaria, a cozinha, a lavanderia, um pátio coberto, o parquinho e a horta comunitária. Também funciona o lactário e as salas do berçário. Todas as salas possuem ar-condicionado, ventilador de parede, TV de 29 polegadas, rádio com CD e aparelho de DVD.

 

As salas das turmas do Maternal possuem o Cantinho da Leitura com variado acervo de livros infantis e um colchonete para cada aluno. Essas salas foram ambientadas para funcionar como oficinas no período da tarde, sendo utilizadas num sistema rodízio de atividades: Brinquedoteca, Videoteca, Sala de Artes e Sala de Música.

 

A Creche Municipal segue a seguinte rotina de trabalho: entrada das crianças às sete horas com desjejum, atividades de rotina na rodinha, atividades pedagógicas e recreativas livres e/ou dirigidas ao ar livre, banho, almoço, escovação de dente, repouso, lanche, atividades nas salas/oficinas, arrumação das crianças, jantar e saída às dezessete horas.

 

A comunidade atendida pela creche é extremamente carente, apresentando uma grande quantidade de famílias numerosas e desestruturadas, em que o convívio com o alto índice de violência é uma realidade indiscutível. As mães, em sua maioria, são muito jovens e devido ao seu baixo nível de escolaridade, poucas estão inseridas no mercado de trabalho formal.

 

Mesmo assim, a procura por uma vaga na creche é muito grande, seja pelas dificuldades financeiras ou pela própria inexperiência e despreparo das mães. Em geral, elas não demoram a engravidar novamente, o que tende a agravar cada vez mais a situação de carência dessas famílias.

 

O vídeo "A Importância da Educação Infantil" resume, através de algumas palavras e imagens, a importância do trabalho realizado na Creche Municipal Zilka Salaberry na vida dos alunos e, consequentemente, dos responsáveis.

 

As mães que têm seus filhos atendidos nessa creche criam uma expectativa muito grande em relação ao trabalho desenvolvido com seus filhos, acreditando que a mesma poderá suprir integralmente toda e qualquer necessidade das crianças; inclusive no que diz respeito às atribuições pertinentes à família.

 

Muitas destas mães ainda não possuem uma clara compreensão sobre o seu papel e responsabilidades em relação aos filhos. Além disso, muitas crianças não possuem qualquer vínculo com a figura paterna, visto que os pais são desconhecidos, ausentes, omissos ou ainda possuem outra família dentro da mesma comunidade.

 

O trabalho com a comunidade é desenvolvido no sentido de oferecer-lhes diversas alternativas para que seus membros se tornem cidadãos atuantes, conscientes e participativos dentro e fora dos muros da creche. A cada dia, o trabalho educativo se amplia, pois ele traz novas experiências e aprimora tudo o que obteve bons resultados, visando atender às necessidades da comunidade da melhor forma possível.

 

Ele enfoca também uma participação solidária e atuante dos seus responsáveis, num trabalho conjunto, contando com a intervenção dos mesmos nas tomadas de decisões e na interação com o Projeto Político Pedagógico. Projeto esse que visa o desenvolvimento global da criança, na construção de um indivíduo com consciência crítica e capacidade de ação.

 

Tendo em mente todas essas questões, a Creche Municipal Zilka Salaberry criou o projeto "Ouvindo e Contando, Estou só Começando". Vamos conhecer o projeto e ver como ele está transformando a vida de alunos e professores, estimulando a criatividade, o espírito inventivo e formando uma geração de leitores.

 

Ouvindo e Contando, Estou só Começando

 

O projeto "Ouvindo e Contando, Estou só Começando" visa inserir a criança em um ambiente letrado, incentivando e despertando nela o gosto pela leitura, a fim de formar futuros leitores. O projeto surgiu do programa "Minha Primeira Biblioteca", da Secretaria Municipal de Educação (SME) e envolve toda a comunidade escolar.

 

 

Ele será desenvolvido durante todo o ano de 2013 com culminâncias trimestrais. Para sua realização, serão necessários livros, CD's, DVD's, TV de papelão, fantoches, fantasias, giz de cera, entre outros.

 

Em primeiro lugar, a equipe pedagógica apresentou o projeto aos responsáveis, convidando-os a participarem com seus filhos. Essa foi a forma encontrada pela creche para ajudar os pais a valorizarem a leitura, foco principal do projeto.

 

Os objetivos traçados pela equipe foram os seguintes:

 

  • Levar os responsáveis a perceberem a importância da leitura em suas vidas e na dos filhos a fim de desenvolver a criatividade e a potencialidade de cada um;
  • Criar o hábito da leitura, desde a primeira infância, buscando formar leitores autônomos e críticos;
  • Incentivar os responsáveis a lerem junto com seus filhos, criando um momento prazeroso e enriquecedor para ambos;
  • Apreciar os diferentes tipos de leitura apresentando livros variados;
  • Perceber as múltiplas possibilidades que a leitura proporciona;
  • Ouvir e contar histórias a fim de desenvolver a memória visual e auditiva, levando-os  ao imaginário e à criatividade;
  • Conduzir os responsáveis a abraçarem o projeto, dando continuidade em casa ao que for iniciado na creche, envolvendo-os de tal forma que haja aprendizagem de ambas as partes (pais e filhos);
  • Despertar o gosto pela leitura de modo a cuidarem com carinho dos livros, preservando-os.

 

Os alunos levam os livros para casa dentro da Sacola Literária para que seus responsáveis possam fazer a leitura da história para as crianças.

 

 

Colocando o Projeto em Prática

 

Os responsáveis conheceram os objetivos e a importância do projeto para o futuro dos seus filhos. Um livro foi apresentado a eles e a história foi contada. Depois desse momento, várias perguntas foram feitas, levando-os  a recontarem a história ouvida. Algumas perguntas foram feitas com o objetivo de envolvê-los: Podia ter sido diferente? Que final você daria à personagem? Você acha que a personagem agiu certo?

 

Em um segundo momento, outro livro foi oferecido aos pais e uma dinâmica diferente foi realizada. Cada página do livro foi mostrada com muita tranquilidade para que eles pudessem apreciar as cenas. Foi solicitado que eles escrevessem ou desenhassem o que estava acontecendo nas imagens que acabaram de observar. Por último, eles tinham que contar a história escrita ou desenhada por cada um.

 

Essa dinâmica foi realizada para estimulá-los a fazerem o mesmo com seus filhos. Os responsáveis combinaram com a direção da creche o melhor dia da semana para levarem os livros para casa e realizarem a mesma experiência vivenciada por eles.

 

Os responsáveis conheceram a Sala de Leitura, onde manusearam os livros e observaram como eles são arrumados. Essa visita serviu como exemplo para organizarem um espaço em casa para guardarem os livros que as crianças receberam do programa "Minha Primeira Biblioteca".

 

Oficinas de Contação de Histórias serão ministradas pelas educadoras com o objetivo de fazer com que os pais possam desenvolver habilidades de ler para seus filhos de forma prazerosa, motivadora e interessante.

 

No Sarau do Livro, realizado uma vez por semana nas turmas, é utilizado um baú contendo fantasias, fantoches e diversos livros. No final da contação de história, as crianças têm acesso a todos esses objetos. E aí a imaginação e a criatividade são colocadas em prática.

 

A cada sexta-feira, cinco crianças de cada turma levam dois livros para casa dentro das sacolas literárias. Os livros são lidos pelos responsáveis para a criança. Na segunda-feira, os livros retornam e as crianças contam as histórias na roda de leitura. Vários trabalhos são realizados com os alunos a partir dos livros levados para casa e da contação feita pelos alunos.

 

Os alunos realizam a contação de histórias através da dramatização. Com essa atividade, eles podem sentir importantes emoções, como a tristeza, a raiva, a irritação, o bem-estar, o medo, a alegria, a insegurança. Vivenciam profundamente tudo o que as narrativas provocam em quem as ouve, com toda a amplitude, significância e verdade que cada uma delas pode despertar nos pequenos ouvintes. Além de ser um recurso valioso e agradável para a predisposição à aprendizagem e para sua complementação.

 

A produção de livros literários é uma importante atividade realizada a partir do projeto. Através dela as crianças  ficam cada vez mais familiarizadas com os livros, a forma correta de manuseio e de sua conservação, já que com as histórias elas aprendem brincando a respeitar regras, divertirem-se, seja através da imitação, socialização, interação ou dificuldade a ser superada.

 

Para que as crianças em iniciação hoje e para que os adultos de amanhã tenham gosto pela leitura, é preciso iniciar desde cedo a leitura, tanto em casa, com as famílias, quanto na Educação Infantil.

 

Bakhtin (1992) diz que por ser um instrumento motivador e desafiador, a literatuta infantil é capaz de transformar o indivíduo em um sujeito ativo, responsável pela sua aprendizagem, que sabe compreender o contexto em que vive e modificá-lo de acordo com a sua necessidade.

 

 

A leitura, como o projeto demonstra, é uma atividade frequente na Creche Municipal Zilka Salaberry. Incentivar o desenvolvimento de comportamentos leitores, antes mesmo da turma aprender formalmente a ler, é um grande passo para a formação de futuros leitores.

 

O hábito de ler, oferecido pelo projeto "Ouvindo e Contando, Estou só Começando", aproxima crianças e responsáveis do mundo letrado. A leitura alimenta o imaginário de pais e filhos e o processo de aprendizagem será estimulado naturalmente.

 

 

 

Acredite! Não é perda de tempo ler para quem ainda não aprendeu a falar. Vamos colocar essa ideia em prática?

 

Parabéns a toda equipe da Creche Municipal Zilka Salaberry por desenvolver com seus alunos e responsáveis um projeto de tamanha relevância social e pedagógica. Para alguém se interessar por livros na vida adulta, é fundamental que a palavra escrita esteja a seu alcance desde cedo. 

 

 

Deixe um comentário sobre o projeto realizado pela Creche Municipal Zilka Salaberry. Sua opinião é muito importante para nós! Até a próxima semana!

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca na 6ª Cre

Twitter: @Paty_PFF

Facebook: patricia_pff@yahoo.com.br

E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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