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Segunda-feira, 06/05/2013

Gente tem Sobrenome

Tags: 6ªcre, educaçãoinfantil, identidade.

 

A professora Mônica Queiroz, do EDI General Augusto César Sandino, realizou com os alunos da Educação Infantil várias atividades para trabalhar o tema Identidade durante  o último mês. O trabalho foi realizado a partir do livro Rosita Maria Antônia Martins da Silva, de Ana Terra, e teve por objetivo ajudar a criança a distinguir e a marcar as diferenças, sejam elas físicas, emocionais e comportamentais do indivíduo.

 

Identificar os próprios gostos e preferências, conhecer habilidades e limites, reconhecer-se como um indivíduo único no meio de tantos outros igualmente únicos. Esse processo de autoconhecimento, que tem início quando nascemos e só termina no final da vida, é influenciado pela cultura, pelas pessoas com as quais convivemos e pelo ambiente. A escola, portanto, tem papel fundamental na construção da identidade e da autonomia de cada criança.

 

O primeiro passo para a escola exercer de forma positiva esse papel marcante é eliminar a comparação de desempenho. Afinal, não existe uma pessoa igual a outra! O mais indicado é criar situações em que os pequenos descubram suas particularidades e proporcionar-lhes momentos de interação com os colegas, respeitando sempre o tempo de cada um.

 

 

Lembre-se! Respeito é bom e todo mundo adora!

 

 

Crianças que têm sua identidade bem trabalhada, transformam-se em adultos que veem em si uma fonte de confiança e não de ansiedade (Vídeo Formação da Identidade realizado para a disciplina de filosofia no CDB-PVH. Música: Green Day, Good Riddance -Time Of Your Life).

 

Clique AQUI e conheça o projeto Identidade: Usando a Educopédia na Educação Infantil da Escola Madre Tereza de Calcutá da 7ª CRE.

 

Gente tem Sobrenome!

 

Segundo Angel Ganivet, na obra Cartas Finlandesas, toda relação criadora de paz se inspira na proximidade e na confiança. Chamar uma pessoa pelo nome é dizer-lhe que confiamos nela, que lhe queremos bem e a respeitamos. Dizer o nome de uma pessoa é, portanto, aceitá-la tal como é, reconhecer sua identidade e apoiá-la para que seja ela mesma. É uma atitude e um princípio básico para viver em paz e com tolerância.

 

Com o objetivo de trabalhar essa individualidade, através do nome próprio, e as relações sociais, através do apelido, a professora Mônica Queiroz realizou com seus alunos  da Educação Infantil várias atividades, utilizando o livro  Rosita Maria Antônia Martins da Silva , de Ana Terra.

 

A professora Mônica Queiroz, Pedagoga e Especialista em Educação com Aplicação da Informática, é professora do Espaço de Desenvolvimento Infantil General Augusto César Sandino e desenvolve seu trabalho sempre a partir de um livro de literatura infantil. Essa postura ajuda a alcançar uma das metas da Secretaria Municipal de Educação, a formação de um Rio de Leitores.

 

Este livro nasceu de uma ideia em que a autora do livro, Ana Terra, não gostava do seu nome quando criança. Partes da história trazem muito sobre ela, como nomes de pessoas que ela é fã.

 

A partir do livro Rosita Maria Antônia Martins da Silva, a professora Mônica Queiroz desenvolveu várias atividades com os alunos da turma EI-23. Dentre elas, destaque à construção do próprio documento de identidade, a identificação da primeira letra do nome, a quantificação das letras que o compõem, a montagem do nome em forma de quebra-cabeça, a pesquisa das origens do sobrenome e a escrita do nome de forma espontânea e orientada. 

 

Para enriquecer ainda mais o trabalho, os alunos ouviram a música Gente tem Sobrenome, de Toquinho. A música ajudou  bastante na construção do discernimento de que todas as coisas têm nome (identidade); mas as pessoas têm nome, sobrenome e, às vezes, têm até apelido. 

 

Através destas atividades, a professora Mônica Queiroz deu um pontapé para a aprendizagem da língua escrita, pois saber escrever o nome próprio permite que a criança reflita sobre algumas características dele. O nome é uma palavra muito familiar e significativa para as crianças e pode, com a ajuda do professor, levá-las a realizar muitas aprendizagens linguísticas motivadoras de leitura e de escrita.

 

A turma EI-23 canta a música Gente tem Sobrenome acompanhando a letra com a aluna Karolane.

 

A professora Mônica monta o cartaz com os nomes, sobrenomes e apelidos dos alunos da turma.

 

O aluno Breno André identifica seu apelido no cartaz dos nomes da turma.

 

Anna Clara, aluna da turma EI-23, identifica seu sobrenome.

 

O trabalho desenvolvido teve grande importância para a construção da identidade desses alunos. A escola apresentou-se a eles como um ambiente farto de interações, que acolhe as particularidades de cada um, que promove o reconhecimento das diversidades, aceitando-as e respeitando-as, ao mesmo tempo em que contribui para a construção da unidade coletiva.

 

 

Portanto, é com enorme prazer que a equipe do Portal Rioeduca parabeniza esta educadora carioca que tanto contribui para uma educação de qualidade. Favorecer a estruturação da identidade de uma forma positiva é um dos caminhos para alcançar a excelência acadêmica. E você, professora Mônica, está no caminho certo! Parabéns!

 

Terminamos a matéria de hoje com o vídeo Gente tem Sobrenome, na voz do artista Toquinho. Convido você a refletir sobre o conhecimento que precisamos ter a nosso respeito e dos outros. Até a próxima!

 

 

Toquinho nasceu em São Paulo, com o nome de Antonio Pecci Filho. Na primeira infância a mãe o chamava de "meu toquinho de gente". E o apelido Toquinho permaneceu, identificando-o depois como um dos mais expressivos artistas da música popular brasileira.

 

 

Gostou do trabalho da professora Mônica Queiroz? Aproveite para deixar um comentário! Conheça também o blog em que ela relata de forma expressiva e prazerosa o seu trabalho com os alunos da Educação Infantil. É só clicar AQUI!

 

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca 6ª Cre

Twitter: @PatriciaGed

Facebook: patricia_pff@yahoo.com.br

E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 29/04/2013

Os Deuses do Olimpo Visitam o Rio de Janeiro e Conhecem a 6ª Cre

Tags: 6ªcre.

 

 

Com o objetivo de promover os valores olímpicos e a cultura dos cinco continentes, cerca de 1500 alunos de 103 unidades escolares da 6ª Coordenadoria Regional de Educação desfilaram na praça Granito em Anchieta.

 


Para promover o espírito olímpico, a Prefeitura do Rio de Janeiro levará o projeto Torcida Olímpica para diversos bairros. A primeira edição aconteceu no dia 5 de abril em Anchieta, onde alunos das escolas da 6ª CRE, divididos em dez setores, participaram de um desfile olímpico.

 

Esteve presente Eduardo Paes, Prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Claudia Costin, Secretária de Educação do Rio de Janeiro entre outras autoridades. A cada dois meses, o desfile será realizado com cada uma das onze coordenadorias regionais de educação e suas respectivas escolas.

 

Um sorteio, no dia do desfile, decidiu o continente que cada coordenadoria terá a responsabilidade de divulgar e trabalhar com seus alunos dentro do projeto Torcida Olímpica; que visa promover o conhecimento da cultura de cada país participante das olimpíadas de 2016.

 

Para marcar o 5º ano da Prefeitura Itinerante, o prefeito Eduardo Paes lançou a versão olímpica do projeto que transfere o gabinete do prefeito para as regiões mais carentes da cidade. Batizada de Prefeitura Itinerante Torcida Olímpica, a nova edição tem o objetivo de envolver a população na realização dos Jogos Rio 2016.

 

Após o desfile, ainda como parte da Prefeitura Itinerante em Anchieta, o prefeito Eduardo Paes visitou e anunciou novas obras do Programa Bairro Maravilha e intervenções de controle de enchentes no Rio Anchieta. Ao todo, serão investidos cerca de R$ 30 milhões em obras na região. Os secretários Alexandre Pinto (Obras) e Marcus Belchior (Conservação) também estiveram nas ruas do bairro conversando com os moradores da região.

 

 

Os Deuses do Olimpo Visitam o Rio de Janeiro e Conhecem a 6ª CRE

 

A 6ª Coordenadoria Regional de Educação recebeu um presente ao ser escolhida para ser a primeira a realizar o desfile olímpico. Com muita garra e criatividade, alunos, professores, gestores, funcionários, responsáveis e elementos da CRE demonstraram os valores olímpicos – excelência, respeito e amizade – através de um belo espetáculo.

 

Durante toda semana, as escolas, creches, EDIs e CIEPs trabalharam com seus alunos várias atividades que tinham por objetivo o conhecimento da história, educação, sociedade, valores morais, cultura de paz e proposta de vida do universo olímpico. Alunos e professores fizeram uma incrível viagem pelo movimento olímpico, contando sua história da Grécia Antiga até os tempos atuais, pela sua organização, pelos símbolos e, principalmente, pela importância que isso tem para a sociedade.

 

A culminância de todo esse trabalho foi o desfile que aconteceu na Praça Granito, em Anchieta, onde as escolas da 6ª CRE, ao som da música Os Deuses do Olimpo Visitam o Rio de Janeiro, mostraram toda a mitologia que envolve os jogos olímpicos e a cultura de cada país participante.

 

O vídeo Os Deuses do Olimpo Visitam o Rio de Janeiro é uma composição de Arlindo Cruz, Arlindo Neto e Rogê.

 

Com as Olimpíadas do Rio 2016, é a primeira vez que os jogos olímpicos vêm para a América do Sul, uma grande oportunidade para o Brasil divulgar a sua imagem no exterior.

 

Os jogos acontecerão no mês de agosto de 2016 na cidade do Rio de Janeiro, os XXXI Jogos Olímpicos de Verão. A abertura será realizada  no dia 5 de agosto. A cerimônia de encerramento ocorrerá no dia 21 de agosto. O lema dos jogos será "Viva sua paixão". As duas cerimônias acontecerão no Estádio do Maracanã.

 

A origem dos Jogos Olímpicos é envolta em mistério e lendas. Um dos mitos mais populares identifica Hércules e Zeus, seu pai como os progenitores dos Jogos. Segundo a lenda, foi Hércules que primeiro chamou os Jogos "Olímpicos" e estabeleceu o costume de explorá-los a cada quatro anos.

 

A  bandeira olímpica representa essa união de povos e raças, pois é formada por cinco anéis entrelaçados, representando os cinco continentes e suas cores. A paz, a amizade e o bom relacionamento entre os povos e o espírito olímpico são os princípios dos jogos olímpicos.

 

O setor 1, Os Deuses do Olimpo Visitam o Rio de Janeiro, foi formado pelos Espaços de Desenvolvimento Infantil e Creches, totalizando 19 unidades escolares e 142 alunos. O pelotão das bandeiras, composto pelos alunos do EDI Firmino Costa, iniciou o desfile. Ele foi seguido pelos alunos do EDI Ana de Barros Câmara, representando os Deuses do Olimpo e pelas alunas de dança do Clube Escolar caracterizando as Cárites - deusas do encantamento e da beleza, da natureza, da criatividade humana, da fertilidade e da dança.

 

Os alunos do EDI Augusto César Sandino vieram representando as profissões na ala Construindo um Mundo Melhor. Os Anéis Olímpicos, que representam os cinco continentes do mundo engajados nas olimpíadas e prontos para uma competição saudável, foram trazidos pelos alunos do EDI Pedro Fernandes. Os demais alunos dançaram usando bermuda branca e blusa da cor de um dos anéis olímpicos.

 

O setor 2, Zeus e Hera Conhecem o Cristo Redentor, foi formado por sete escolas do Complexo I. Nesta ala, os alunos estavam usando bermuda branca, blusa de malha na cor vermelha e levavam nas mãos adereços do Cristo Redentor. Um grupo de meninas do Núcleo de Arte Grande Otelo veio na frente deste setor levando uma réplica deste ponto turístico.

 

No setor 3, Poseidon Mergulha nas Águas do Rio de Janeiro, quinze unidades escolares -  EDIs e Creches - trouxeram alunos com roupas de banho e acessórios: touca de banho, óculos de mergulho, prancha, boia, macarrão, pé de pato, roupão e bola de vôlei de praia.

 

No setor 4, formado por 7 escolas do Complexo I, Afrodite e Deméter Elogiam as Belezas dos Pontos Turísticos Cariocas. Os alunos vestiam de bermuda branca e blusa de malha amarela. Além disso, seguravam desenhos de pontos turísticos do Rio de Janeiro: Floresta da Tijuca, Pão de Açúcar, Arcos da Lapa, Maracanã, Calçadão de Copacabana, Museu de Arte do Rio de Janeiro e Jardim Botânico.

 

No meio do desfile, Dionísio Festeja o Carnaval! Este setor foi formado por nove escolas do Complexo III, totalizando 227 crianças. Os alunos Tuan Matheus (catorze anos) e Joana Falcão (doze anos) da Escola Municipal Antenor Nascente vieram vestidos de Mestre-Sala e Porta-Bandeira apresentando o carnaval carioca para Dionísio, deus do vinho e do prazer. Uma parte dos alunos estava fantasiada  com materiais reciclados. A outra parte veio trazendo placas com o nome das quinze escolas de samba mais famosas do Rio de Janeiro.

 

O Pelotão das Bandeiras traz o símbolo maior que retrata o orgulho de uma grande nação.

 

O símbolo dos Jogos Olímpicos é composto por cinco anéis entrelaçados, com as cores azul, amarelo, preto, verde e vermelho sobre um fundo branco. Foi originalmente concebido em 1913 pelo Barão Pierre de Coubertin, fundador dos Jogos Olímpicos modernos e criador do lema olímpico "Citius, altius, fortius" (mais rápido, mais alto e mais forte).

 

Alunos da 6ª CRE representam os Deuses do Olimpo e as oportunidades de trabalho que surgem para o Rio de Janeiro com relação ao trabalho.

 

Os alunos da 6ª CRE transmitiram, durante o desfile, os valores olímpicos e, portanto humanos, que são os maiores propulsores do imaginário heróico que transpira dos Jogos Olímpicos para o público e que mantém vivo esse fenômeno que mobiliza, excita e emociona a tantos ao redor do planeta.

 

Foi uma alegria enorme, para os alunos da 6ª CRE, contribuir para trazer mais civismo para as nossas crianças e para a cidade, além de fazer com que o espírito olímpico caminhe pelas ruas do Rio de Janeiro.

 

É fundamental levar para a sala de aula a conscientização dos valores e da importância da prática de esportes, não só para a saúde, mas também para a formação de cidadãos.

 

Assim como a festa do Carnaval, o Olimpismo também é uma filosofia de vida que exalta e combina de forma equilibrada as qualidades do corpo, vontade e mente. Procura criar um estilo de vida baseado na alegria do esforço, no bom exemplo e no respeito por princípios éticos fundamentais e universais, os valores, associando e combinando esporte com cultura e educação.  

 

Atena se Encanta com os alunos da 6ª CRE no setor 6, formado por dez unidades escolares do Complexo III. Nesta ala, os alunos vieram uniformizados e segurando bolas de gás azul. Um banner em que estava escrito 6ª CRE, 1º Lugar no Alfabetiza Rio 2012 deu um toque todo especial a esta ala.

 

No setor 7, Hermes – deus do vento e da velocidade - Anuncia os Valores Olímpicos, a ala foi formada por oito escolas do Complexo IV e os 220 alunos mostravam placas com valores a serem desenvolvidos pelas pessoas: solidariedade, respeito, amizade, igualdade, excelência, inspiração, determinação e coragem. Os alunos da Escola Municipal Thomas Jefferson fizeram uma encenação sobre o respeito no trânsito.

 

Hefesto – deus grego do fogo – Acende a Tocha Olímpica no setor 8. As unidades escolares do Complexo IV trouxeram alunos com uniforme das equipes dos Jogos Estudantis, das Oficinas do Mais Educação e alunos cadeirantes.

 

Ares e Artemis – deuses da guerra e da caça – Celebram a Paz no setor 9. Contando com a participação de 160 alunos do Complexo II, o espirito de harmonia foi demonstrado nos desenhos da pomba da paz  e no respeito aos torcedores dos times cariocas.

 

O desfile terminou com Apolo – deus da beleza e da juventude -  Iluminando a União entre os Povos. O Ciep Oswald de Andrade que faz parte do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) trouxe 120 alunos representando o legado das olimpíadas. Em seguida, 205 alunos seguiram com as bandeiras dos países participantes das olimpíadas.

 

E para finalizar com grande estilo e com um verdadeiro espírito de união, a ala dos professores e funcionários da 6ª CRE deu um verdadeiro show de alegria, respeito e amizade.

 

Atena é, na mitologia grega, a deusa da guerra, da civilização, da sabedoria, da estratégia, das artes, da justiça e da habilidade.  Ela se encanta com a sabedoria dos alunos da 6 CRE que ficaram em primeiro lugar no Alfabetiza Rio 2012.

 

A prática esportiva como instrumento educacional visa o desenvolvimento integral das crianças, jovens e adolescentes, capacita o sujeito a lidar com suas necessidades, desejos e expectativas, bem como, com as necessidades, expectativas e desejos dos outros, de forma que o mesmo possa desenvolver as competências técnicas, sociais e comunicativas, essenciais para o seu processo de desenvolvimento individual e social.

 

Os alunos da 6ª CRE demonstraram que conquistar respeito é conquistar confiança e apreço. Quem respeita sempre terá a possibilidade de ser respeitado e terá como retorno das pessoas um alto nível de confiança e comprometimento.

 

Os Jogos Paraolímpicos tem por objetivo dar uma oportunidade para reconhecer o potencial de todos os seres humanos dentro da sociedade.

 

Os alunos da 6ª CRE mostram um conjunto de ações que promovem, na sociedade, uma mudança na forma de relacionamento entre os indivíduos. A cultura de paz é imprescindível para pensarmos na tolerância, no relativismo cultural, no respeito à diversidade e, sobretudo, na democracia.

 

Alunos da 6ª CRE Despertam para os Valores Olímpicos

 

Com este desfile, a 6ª CRE deseja que o carioca se transforme, cada vez mais, em um povo que saiba colocar em prática os valores olímpicos fundamentais para que a nossa cidade continue Maravilhosa.

 

Com coragem, a primeira das qualidades humanas que garante todas as outras, e respeito, independente da raça, credo ou posição social, alcançaremos a igualdade, pois a verdadeira felicidade de um povo só acontecerá na aceitação das diferenças.

 

Que a amizade de nosso povo seja capaz de reduzir o sofrimento, duplicar as alegrias e dividir a dor. Que o carioca saiba criar os caminhos que levam à excelência das realizações. Que todos sejam capazes de acalentar sonhos e esperanças, fazendo da fé e da inspiração nas pequenas coisas um grande motivo para ser feliz.

 

Enfim, que o verdadeiro sucesso cresça do querer, da determinação e da persistência em chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo, fará coisas admiráveis.

 

Equipe da 6ª CRE demonstra toda a sua alegria ao final do desfile olímpico.

 

 

Nós somos a seXta  Cre!

 

 

Gostou desta postagem? Não esqueça de deixar um comentário! Ele é muito importante para nós!

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca na 6ª Cre

Facebook: Patricia Fernandes

Twitter: @PatriciaGed

E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

  

 

                               

 

 

 

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 08/04/2013

Ser Diferente é Normal!

Tags: 6ªcre, educaçãoespecial.

 

As Classes Especiais do Ciep Zumbi dos Palmares contam com profissionais dedicados que oferecem um atendimento de qualidade aos alunos. A escola possuía no ano de 2012 três turmas para alunos com necessidades especiais e uma Sala de Recursos. Veremos, com esta matéria, que todo o trabalho desenvolvido com estes alunos é para mostrar que Ser Diferente é ser Normal!

 

Somos diferentes, mas não queremos ser transformados em desiguais. As nossas vidas só precisam ser acrescidas de recursos especiais” – Peça de Teatro Vozes da Consciência, BH.

 

A educação inclusiva parte dessa intenção, ou seja, do processo pelo qual cada um possa procurar a plenitude do seu existir e participar ativamente na construção de sua vida pessoal, tendo uma existência feliz e de qualidade.

 

Contudo, para que isso ocorra, a educação deve ser encarada como um direito de todos e assegurada, independentemente de suas possibilidades ou dificuldades. Somente assim, estaremos respeitando e integrando este aluno ao cotidiano escolar.

 

E então, você é capaz de aceitar e conviver com as diferenças? Acredita que cada pessoa merece sua oportunidade de ser feliz? Se as respostas foram positivas, é sinal de que você está preparado para construir uma sociedade mais justa, pacífica e igualitária.

 

 

 

 Este vídeo faz parte da campanha Ser Diferente é Normal, que é uma iniciativa do Instituito Metasocial para promover a diferença através da conscientização.

 

Ser diferente é normal! Por isso, aceite as diferenças e diga não ao preconceito!

 

Saiba mais sobre o trabalho que é desenvolvido na rede municipal de ensino com os alunos que apresentam necessidades especiais CLICANDO  AQUI.

 


Na Sala de Recursos, ser Diferente é Normal!

 

O IHA – Instituto Helena Antipoff – atua nas escolas da Prefeitura do Rio de Janeiro na perspectiva da educação inclusiva. Dentro dessa ótica, a educação especial passa a integrar o projeto pedagógico da escola regular, promovendo o atendimento às necessidades especiais de alunos com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades.

 

Esses alunos têm direito à classe regular em seu turno e ao Atendimento Educacional Especial (AEE) no contraturno, que é dado nas Salas de Recursos da própria escola ou da escola mais próxima.

 

O Ciep Zumbi dos Palmares, localizado em Coelho Neto, é uma das escolas da 6ª Coordenadoria Regional de Educação que realiza atendimento a alunos portadores de necessidades especiais (PNE) na Sala de Recursos.

 

Saiba mais sobre o trabalho desenvolvido pelo Ciep Zumbi dos Palmares CLICANDO AQUI.

 

Os alunos da Sala de Recursos do Ciep Zumbi dos Palmares tem a oportunidade de resgatar o prazer de aprender e, ao mesmo tempo, valorizar a importância do esforço e da perseverança.

 

Através de atividades diversificadas, os professores procuram resgatar a autoestima dos alunos, mostrando para eles seus avanços, incentivando-os a prosseguir, melhorando seu desempenho, quer de hábitos sociais, quer de conteúdos previstos.

 

A professora Valéria Alexandre trabalha nesta Sala de Recursos desde o ano de 2010. Seu trabalho é apoiar os alunos que estão incluídos em turmas regulares e orientar os professores nas adaptações que precisam ser feitas para que os alunos tenham uma aprendizagem de qualidade.

 

A docente atende alunos do Ciep Zumbi dos Palmares e de outras escolas da redondeza: Escola Municipal Érico Veríssimo, Escola Municipal Virgílio Francisco Monteiro, Escola Municipal Charles Anderson e Escola Municipal Deputado Pedro Fernandes. A faixa etária dos discentes atendidos está entre 4 e 19 anos.

 

Eles são divididos em grupos e o atendimento é feito duas vezes por semana, por duas horas, no contraturno da escola. Uma vez na semana, a professora Valéria visita as escolas e observa o desenvolvimento dos alunos em sala de aula, verifica as necessidades dos professores e busca material de auxílio a eles.

 

A professora Valéria Alexandre também  acompanha o trabalho dos alunos através de relatórios periódicos, fichas de avaliação e responde ao processo, documentando suas observações sobre o aluno na escola.

 

 

Além da professora citada acima, outros profissionais contribuem para que os alunos com necessidades especiais recebam uma educação voltada para o desenvolvimento de sua autonomia dentro e fora da escola.

 

Uma delas é a professora Luciana Conceição, responsável pelas turmas de Deficiência Intelectual. Ela realiza um trabalho voltado para a alfabetização desses educandos que não foram integrados em classes regulares pela necessidade de um atendimento especializado. Os alunos são inseridos em um ambiente que favorece a socialização. Também contam com o atendimento da professora Márcia Neves na Sala de Leitura e de aulas e atividades na Vila Olímpica.

 

Todo trabalho das professoras acima é centrado na realidade da criança, em sua identidade, seu nome, sua família, suas motivações, no que ela já sabe, em seu repertório de competências, em suas habilidades, em sua singularidade.

 

Através do trabalho em conjunto dessas professoras e do uso de várias atividades adequadas ao momento da criança, é possível ajudá-la a ter consciência de como aprende, como é capaz e o quanto o aprender é gratificante.

 

Já a professora Elisabete atende a classe de TGD (Transtorno Global do Desenvolvimento). Embora seja chamada de turma, cada integrante conta com um atendimento individual. O trabalho da professora é voltado para o estímulo da interação do aluno com o mundo exterior. Em sua maioria, os alunos dessa classe são portadores de autismo.

 

Como vimos, estes profissionais realizam seu trabalho com ousadia, determinação e muito carinho. Essas atitudes complementam e/ou suplementam a formação desses alunos, elevando sua autoestima e favorecendo a inclusão e a eliminação das barreiras para a plena participação deles na sociedade.

 

A cada ação a ser tomada e a cada pensamento que temos, precisamos parar e pensar se estamos tratando o outro como igual. Afinal, são as diferenças que nos fazem aprender e crescer uns com os outros.

 

Se você deixa de ver a pessoa, vendo apenas a deficiência, quem é o cego?

Se você deixa de ouvir o grito do seu irmão para a justiça, quem é o surdo?

Se você não pode comunicar-se com sua irmã e a separa, quem é o mudo?

Se sua mente não permite que seu coração alcance seu vizinho, quem é o deficiente mental?

Se você não se levanta par defender os direitos de todos, quem é o aleijado?

A atitude negativa com as pessoas que possuem necessidades especiais pode ser nossa maior deficiência ... E a sua também!

 


Pense nisso!

 

Saiba mais como ocorreu o despertar para a Educação Especial  em uma escola da rede municipal CLICANDO AQUI!

 

 

Deixe uma mensagem para o Ciep Zumbi dos Palmares! Vamos prestigiar e valorizar o trabalho dos nossos colegas! Envie você também o seu projeto e/ou ação para ser publicado no Portal Rioeduca! Este espaço é meu, é seu, é nosso!

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca na 6ª CRE

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Segunda-feira, 18/03/2013

Que Divertido É... Aprender Inglês!

Tags: 6ªcre, riocriançaglobal.

 

A professora Thaís Duarte, da Escola Municipal Cláudio Ganns, ensina a língua inglesa para seus alunos de forma lúdica e prazerosa. Iniciou o mês de março trabalhando o alfabeto através da música com as turmas do primeiro ano e, assim, estimulando a função cognitiva, o corpo, a emoção e a audição dos alunos.

 

A língua inglesa está em todo lugar. No nome das lojas e de produtos, nas músicas, nos programas de televisão, nos jogos e, é claro, na internet. Ela assumiu, no mundo globalizado, uma importância enorme. Tronou-se a língua de referência para a comunicação. Este tipo de aprendizagem ajuda a desenvolver a criatividade e o raciocínio, melhora a  concentração e as habilidades de memória.

 

"As crianças nascem prontas para desenvolver muitas habilidades, entre elas, a linguagem", diz Paula Giannini Corrêa de Melo, Coordenadora Pedagógica do Red Balloon. As que começam cedo, portanto, teriam mais facilidade para aprender inglês sem sotaque, dominando a língua com fluência e desenvoltura.

 

 

Uma diversidade de elementos que não pertencem à língua materna se incorpora ao vocabulário dos falantes. Atualmente podemos observar o uso cada vez mais frequente desses estrangeirismos, como fatores decorrentes da globalização e do grande avanço dos recursos tecnológicos.

 

O cotidiano na era da informação apresenta um diversificado panorama de como a tecnologia influenciou a mudança de rotina e a linguagem de pessoas das mais variadas classes sociais.

 

O programa Rio Criança Global - lançado  no segundo semestre de 2010 -  foi pensado com o objetivo de inserir o aluno da rede pública municipal nesse mundo globalizado, introduzindo o ensino de inglês nas escolas a partir do 1º ano do Ensino Fundamental, preparando as crianças para as Olimpíadas de 2016 e para o mercado de trabalho.

 

A abordagem adotada pelo programa leva em conta o fato de que a cognição das crianças, nesta fase do aprendizado, ainda está se desenvolvendo. O material didático enfatiza a natureza lúdica sociointeracionista do aluno, que aprende o idioma brincando, enquanto o docente é o "professor vygotskyano", aquele que funciona intervindo e mediando a relação do aluno com o conhecimento.

 

O programa Rio Criança Global promove total interação entre os docentes e fornece amplo apoio pedagógico através de encontros de capacitação. Nesses encontros são discutidas as diferentes formas de utilização do material didático para motivar as crianças e permitir que a aquisição do idioma se processe de forma eficaz.

 

Ao apresentar a língua inglesa de forma adequada ao desenvolvimento da oralidade, o programa Rio Criança Global contribui ainda mais para a capacitação do futuro adulto, aumentando sua autoestima e suas chances de obter uma melhor colocação no mercado de trabalho, tornando-o um cidadão globalizado.

 

Os vídeos, livros e fantoches – já usados no programa –  são excelentes ferramentas para motivar a criança a interagir, enquanto estuda inglês.

 

Que Divertido é... Aprender Inglês!

 

A docente Thaís Duarte, professora de Inglês da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro, faz parte desse programa inovador. Há um ano atua na Escola Municipal Cláudio Ganns com alunos do 1º segmento do Ensino Fundamental.

 

A harmonia existente entre a professora Thaís e seus alunos promove a aprendizagem da língua inglesa com mais entusiasmo e acaba inspirando-os no seu potencial criativo. Esta relação afetuosa deixa as aulas de inglês mais descontraídas e os alunos mais confortáveis.

 

Antes de entrar na rede municipal, a professora Thaís trabalhou durante quatro anos na rede particular. Hoje, divide uma parte do seu tempo entre o trabalho e  a escrita  de sua monografia, que tem como tema a importância do lúdico na aprendizagem da língua inglesa.

 

No início do mês de março, a professora Thaís iniciou com seus alunos várias atividades para ensinar o alfabeto em inglês. Afinal, aprender a escrever e a falar o alfabeto de qualquer língua é o pontapé inicial para aprendizagens mais complexas.

 

Para que essa aprendizagem se tornasse mais prazerosa, ela realizou sua aula ao ar livre, utilizando o kit multimídia para apresentar aos alunos o alfabeto a partir de uma música. Está comprovado que este é um dos melhores métodos  de aprendizagem. Aprender com música é muito mais afetivo, pois estimula a função cognitiva, o corpo, a emoção e a audição.

 

 

Vídeo assistido pelos alunos da turma 1.102. Durante a apresentação, a professora foi realizando as devidas intervenções pedagógicas, como cantar e repetir pedaços  da música com os alunos, chamando a atenção para a pronúncia das letras. 

 

 

Segundo a professora Thaís Duarte, aprender coisas novas em um ambiene de descontração e interação é um incentivo para o desenvolvimento de novas habilidades, pois para a criança é mais fácil e agradável aprender.

 

Com a utilização da música para ensinar o alfabeto, a professora teve como objetivo principal promover a prática do vocabulário ativo, aquele que é adquirido através da fala. Para ajudar seus alunos a construírem as quatro habilidades de uma língua - ouvir, falar, ler e escrever -, ela utilizou brincadeiras e atividades de leitura, escrita e identificação do alfabeto em palavras do cotidiano deles.

 

Faça como a professora Thaís! Transforme sua aula em um momento de aprendizado lúdico, dinâmico, motivador e significativo para seus alunos! Vocês e eles não vão se arrepender! Pode apostar!

 

Parabéns professora Thaís Duarte, por seu compromisso e dedicação! Os alunos só têm a ganhar com a forma competente com que conduz o seu trabalho!

 

 

Quer ver o seu trabalho divulgado no Portal Rioeduca? Entre em contato com a representante do Rioeduca da sua CRE e divulgue sua prática pedagógica! Aproveite! Este espaço é meu, é seu, é nosso!

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca na 6ª CRE

Facebook: Patrícia Fernandes

Twitter: @PatríciaGed

E-mail: pferreira@rioeduca.net

                               

 

 

 


   
           



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