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Terça-feira, 19/03/2013

O Encanto desta Cidade é Meu!

Tags: 2ªcre.

 

 

Alana Raquel da Silva Lino é uma das ganhadoras do concurso “O Encanto desta Cidade É Meu” promovido pelo Rioeduca, na categoria Alunos de 14 a 17 anos. Aluna da Escola Municipal D.Pedro I desde 2011 e, antes, da E.M. 25 de Abril,  Alana está no 9º ano do Ensino Fundamental.

 


Alana  Raquel da Silva Lino tem catorze anos e conta  que : “Todos os dias  acessava o site do Rioeduca para saber se já tinha saído o resultado. Quando eu vi que tinha sido vencedora fiquei muito feliz, abracei todos que estavam à minha volta, pulei e corri para contar para minha mãe.”

 

Alana Raquel da Silva Lino, vencedora da categoria aluno, de 14 a 17 anos.

 


Confira agora, a entrevista que o Rioeduca fez com a Alana, para conhecer um pouco mais sobre uma das vencedoras do concurso “O Encanto desta Cidade É Meu” :

 

Rioeduca: Como foi que você resolveu se inscrever  para o concurso? Algum professor incentivou?


Alana: Quando estava na Sala de Leitura, a professora Ana Maria Rodrigues da Sala de Leitura  perguntou se eu queria participar e eu aceitei.

 

 

Alana com a professora da Sala de Leitura, Ana Maria, conferindo o resultado do concurso no portal Rioeduca.

 

Rioeduca: Qual o livro que leu que mais gostou?


Alana: Foi o livro “Uma Professora Muito Maluquinha” do Ziraldo.


 

Rioeduca: Qual o lugar do Rio de Janeiro que conhece ou gostaria de conhecer que mais gosta?


Alana: Gostaria de conhecer o Museu Aeroespacial, em Sulacap.


 

Rioeduca: E sua família? Gostou do resultado? Costuma incentivá-la nos estudos?


Alana: Minha mãe me incentiva e quando soube ficou muito contente. Ela me acompanha nos deveres e nas dificuldades. Diz que se eu não souber o que significa a palavra, para procurar no dicionário que tenho em casa. Fala para eu ir à livraria e comprar um livro. Ela diz para ler Vinícius de Moraes e Carlos Drummond de Andrade. Mas eu gosto de ler Ziraldo e Clarice Lispector.

 

Rioeduca: O que acha importante para um aluno escrever bem?


Alana: Acho que primeiro é gostar muito de ler porque você descobre as palavras que pode usar nas redações. E tirar dúvidas com professor, ele ajuda muito.

 

Rieduca: Quais as disciplinas que mais gosta na escola?


Alana: Gosto de História, Geografia e Língua Portuguesa.

 


 

Alana com seus colegas da turma 1902.

 

 

Rioeduca: Tem alguma idéia da área ou profissão que vai seguir?


Alana: Gostaria de ser professora de Geografia, História ou Ciências.

 

Fatima Martins, professora de Portugues, Alana Raquel, professora Neyla Fialho, de Artes Visuais, e professora Ana Maria Rodrigues, professoras que incentivaram a aluna

 

A Coordenadora Pedagógica Marleyde Fernando, que ajudou a aluna Alana Raquel a ativar seu e-mail Rioeduca para participar do concurso.

 

Veja abaixo, o texto vencedor de Alana:

 

"Rio de Janeiro, Cidade Maravilhosa, referência de beleza em qualquer lugar, Cidade onde encontramos as mais belas paisagens, misturas e culturas.

 

Belíssimas são tuas praias: Copacabana, Arpoador, Ipanema... eis que o colorido de sua diversidade se mistura com a curiosidade de pessoas que viajam de países de todo o mundo e, simplesmente, chegam eufóricos e muito surpresos com tudo que o Rio tem a oferecer.

 

O Rio de Janeiro reúne perfeição, cultura, natureza e vida urbana. Eternamente nos encantará com a grandiosidade de tudo que nos é oferecido, e sempre será assim incomparável, lindo e maravilhoso, Rio de Janeiro.

 

Este é o carioca: peles bronzeadas, caminhada na orla, banho de mar, clima tropical, diversidade cultural e musical. Todos esses detalhes nos permitem parafrasear a canção ”O canto dessa cidade é meu” dizendo: O canto dessa cidade é nosso. Estes cantos ecoam sempre no nosso Carnaval, mistura de nossa cultura latina com a alegria do povo. O Carnaval na Sapucaí desperta uma intensa vibração do povo demonstrando sua garra, energia, alegria e amor pela cidade. E emocionado renasce o desejo de rever este espetáculo de cores que anima a cidade.

 

Todos que aqui aportam vão com o desejo de sempre conseguir apreciar nossas belezas retornando novamente à Cidade Maravilhosa, cheia de encantos mil, Cidade Maravilhosa, coração do meu Brasil."

 

O  Projeto Político Pedagógico da E.M. Dom Pedro I é focado na Sustentabilidade e na Preservação Ambiental. Agora, em 2013, a unidade escolar também pretende, simultaneamente, intensificar a leitura e escrita dos alunos-autores que se encontram na escola. A Alana Raquel é uma dessas alunas, e está no caminho certo. Pelo jeito, o projeto já está rendendo seus frutos!

 

 

Parabéns, Alana! Continue escrevendo assim!

 

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Contato:

Roberta Vitagliano  - professora da rede municipal

e representante do Rioeduca da 7ªCRE

robertavitagliano@rioeduca.net

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Terça-feira, 30/10/2012

Professora Embaixadora da Educopédia, com Muito Orgulho!

Tags: 2ªcre.

 

Viviane Ardilha de Lacerda Correa é professora da rede municipal há 20 anos e nos últimos 10 anos está trabalhando na Escola Municipal Pedro Américo localizada em Jacarepaguá e que pertence a 7ª CRE (Coordenadoria Regional de Educação). Formada em Letras ( Literatura/Português) adora  sua profissão e tecnologia. Desta forma, não poderia deixar de ser a professora embaixadora da Educopédia na sua escola, com muito orgulho!

 

 

 

 

 

 

A professora Viviane Ardilha é Embaixadora da Educopédia na Escola Pedro Américo desde maio deste ano  e está desenvolvendo atividades para incentivar a utilização da plataforma digital da prefeitura tantos pelos professores, como pelos alunos.

 

Confira a entrevista que o Rioeduca fez com a Embaixadora da Educopédia da E.M. Pedro Américo:

Rioeduca: Por que resolveu fazer a inscrição para ser professora embaixadora da Educopédia?

 

 

Viviane: Adoro o que faço, mas entendo que,assim como o mundo em que vivemos,a Educação está em constante processo de transformação e nós, professores, precisamos estar sempre abertos a se atualizar, melhorar, se transformar junto com ela. E, com toda a certeza, uma das mudanças mais significativas dentro da Educação Pública, foi e está sendo o uso das Novas Tecnologias.

Então, como ficar de fora desta grande oportunidade de se tornar professora Embaixadora e poder divulgar este projeto fantástico que apreciei e admirei desde o começo? Não pensei duas vezes: me inscrevi e fiquei muito feliz por ter sido selecionada. Afinal, iria juntar duas grandes paixões: a EDUCAÇÃO e a INFORMÁTICA.

 

Rioeduca: Como tem sido o trabalho de professora Embaixadora na sua escola? E o retorno da comunidade escolar?

 

Viviane: Estou adorando trabalhar com as novas tecnologias e,especialmente,com a EDUCOPÉDIA,dentro da minha escola.E é gratificante perceber como toda a comunidade escolar,com o meu incentivo,através de murais,conversas,reuniões,visitas à salas de aula,etc, está se interessando cada vez mais por este projeto e me solicitando,cada vez mais,o apoio e,até mesmo,a ajuda prática para utilizar estas novas tecnologias.

Uma de minhas primeiras providências como embaixadora foi,também,a escolha de dois alunos embaixadores para me ajudarem neste trabalho de divulgação.Foram eles os alunos Joice Batista daSilva,da turma 1.501 e do aluno Paulo Henrique Fernandes da Silva,da turma 1.502.

 

 

 

 

 

Rioeduca: Como embaixadora da Educopédia, quais os desafios que têm encontrado na sua função?

 

Viviane: O meu único,e grande desafio,é que a internet na minha escola ainda não está funcionando de maneira adequada,o que frustra muitas vezes os professores na tentativa de utilizar estes novos recursos em suas salas de aula de forma realmente contínua e definitiva.É necessário providenciar para as escolas um provedor que funcione ininterruptamente,para que a divulgação caminhe junto com a efetivação do projeto.

 

 

 

 

 

Rioeduca: Como vê  o papel do professor embaixador, as novas tecnologias e o futuro na Educação?

 

Viviane: Acredito que nosso papel,enquanto embaixadores,está sendo fundamental para a efetiva aceitação,e execução,destes novos recursos por parte dos professores,principalmente dos mais antigos,tão resistentes ao NOVO e que,com o nosso apoio,estão começando a se "abrir" para o FUTURO que já chegou.

Também sabemos que haverá outras novas "transformações" e nosso objetivo é estar sempre apoiando e estimulando não só os professores, mas toda a comunidade escolar a não temer e, acima de tudo, a perceber que estas mudanças chegaram para nos auxiliar a melhorar, cada vez mais, o processo de ensino e aprendizagem.

É o futuro chegando, de fato, em nossa rede, com cada uma das NOVAS TECNOLOGIAS sendo bem implantadas, os alunos cada vez mais estimulados à APRENDIZAGEM, melhorando o desempenho escolar.
 

 

 

 

Para conhecer o blog dos Embaixadores da Educopédia, clique na imagem abaixo:

 

 

 

 

 

  Embaixadores da Educopédia

Os Embaixadores são alunos e professores da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro que atuam como divulgadores das ações da Subsecretaria de Novas Tecnologias em suas escolas. A equipe é composta por alunos do do Ensino Fundamental e professores regentes da SME-RJ, selecionados para representarem suas escolas, dinamizando o trabalho da Educopédia com os outros professores, alunos, amigos e toda a comunidade escolar.
 

 

 

 

 

 

Roberta Vitagliano é professora da rede municipal

e representante do Rioeduca da 7ªCRE  

robertavitagliano@rioeduca.net

twitter: @robertacarmina

 


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Quinta-feira, 16/08/2012

Professora por Vocação

Tags: 7ªcre.

 


Carolina Albuquerque é professora de Inglês da rede municipal de ensino desde março. No entanto, já atuava anteriormente em escolas e cursos particulares. Sua vocação para ser professora vem da infância, quando uma das suas brincadeiras favoritas era brincar de escolinha.

 

 

 

 

A professora Carolina Albuquerque trabalha atualmente em duas escolas da rede: E. M. Embaixador Dias Carneiro, com turmas de 6º, 7º e 8º anos e na  E.M. Avertano Rocha, com turmas do primeiro segmento do Ensino Fundamental. Em entrevista ao Rioeduca, ela contou que em 2005, logo após o nascimento de sua filha, conversou com sua mãe e disse que tinha vontade mesmo de ser professora, que se sentia incompleta na área do Direito, onde se formou inicialmente.

 

Sobre a vocação para o magistério, Carolina lembra dos tempos de infância e relata que havia uma biblioteca no prédio em que  morava e que ela  e alguns amigos gostavam de preparar aulas e ensinar as crianças mais novas. "Sempre gostei muito da língua portuguesa, porém aos 17 anos optei por fazer vestibular para Direito por ser uma carreira que eu admiro e poderia utilizar o Português de que tanto gosto." 

 

Segundo a professora, o que  realmente gostava era de passar  um pouco do seu conhecimento a outras pessoas e assim contribuir e acrescentar. Antes, já havia dado aulas particulares de Língua Portuguesa e de matemática, preparando uma aluna para o concurso do Colégio Militar. Seguindo o conselho da mãe, Carolina se licenciou então em Letras – Português/Inglês.

 

 Momentos Marcantes no Magistério

 

 

 

 

 

Continuando a entrevista, o Rioeduca perguntou:

 

Como faz o planejamento das suas aulas? Quais os recursos pedagógicos que costuma utilizar?  Como utiliza as novas tecnologias em suas aulas?

 

Tenho um cronograma em um caderno com o que pretendo fazer em cada dia. Planejo minhas aulas utilizando muito a internet e os sites da Educopedia e da Learning Factory. Como sou professora de Inglês tenho muitos recursos disponíveis para o ensino da língua na internet. Procuro mostrar a real aplicabilidade da língua inglesa para eles, levando músicas e até poemas de escritores da literatura americana como Edgar Allan Poe. Criei um grupo no Facebook intitulado “Grupo de Inglês Embaixador Dias Carneiro”. Lá, posto videoclipes, poemas, pensamentos, reportagens e links de sites de ensino da língua inglesa.

 


Quais as últimas mudanças significativas positivas que vê na Educação Carioca?


 

A implementação de recursos tecnológicos tanto nas salas de aula quanto a criação do site Educopedia é uma mudança necessária devido a nossa realidade e a globalização. O fim da aprovação automática também é outra mudança significativa para a Educação. O aluno precisa sentir que terá uma punição caso ele não acompanhe a disciplina e a conduta escolar. Precisa saber que tem que estudar e aí fazer a parte dele para alcançar os resultados. Não adianta passar a mão na cabeça deles, pois a vida não é assim. Nós, enquanto adultos, se não desempenharmos bem nossa função em nosso emprego, não somos dispensados?


 

Qual o maior desafio que enfrenta/enfrentou enquanto professora? Como costuma lidar com esses desafios? Como tem sido sua experiência como professora da rede municipal?

 

Minha experiência tem sido por demais proveitosa. Cada dia aprendo um pouco mais com meus alunos. Aprendo a ser paciente, a saber ouvir, bem como a dar limites muitas vezes.  Há dias que é muito difícil, muito desgastante, onde perco a paciência mesmo! Porém, a realidade de muitos deles é dura. Crianças e adolescentes que passam e vivem situações inimagináveis para alguns de nós. Não justifica, mas explica um mau comportamento, uma agressividade maior por parte de algum aluno. É aí que tento ter jogo de cintura. Enfrento desafios todos os dias. Manter uma turma de crianças e adolescentes controlada e convivendo pacificamente em uma sala é complicado. Citando um exemplo: tenho uma aluna que tinha mania de bater nos meninos. Toda aula algum deles reclamava que havia apanhado dela. Parei a aula e a chamei para conversar do lado de fora da sala. Disse-lhe que não é só  por que ela é menina pode ficar batendo nos garotos, pois uma hora um deles vai se irritar e acabar revidando. Perguntei se ela achava certo homem que agride mulher. Claro que ela disse que não. E falei a ela: pois você está fazendo o mesmo com eles! Até agora, não recebi mais reclamação de ninguém apanhando dela...  

 

Ao expor sua opinião em uma rede social, há alguns dias atrás, gerando quase 300 comentários, dizendo que ... “professor tem que saber lidar com situações, ter jogo de cintura, ser mediador, apaziguar ânimos... EDUCAR, além de ensinar. A educação não vem só de casa, não, como muitos dizem..." Qual seria o papel efetivamente dos responsáveis na educação/ensino dos filhos na escola? E dos professores?

 


Educar é difícil e dá muito trabalho. E isso quando se trata de nossos próprios filhos. Imagina participar da educação de crianças que não são nossos filhos? É uma tarefa dura, árdua e que gera uma responsabilidade dobrada. Nos dias atuais, muitos pais e mães passam o dia fora de casa trabalhando, e muitas crianças acabam ficando sozinhas em casa ou com irmãos/irmãs mais velhos. Ao chegar à escola, vão querer procurar chamar atenção, pois não a tem dentro de casa. Procuro olhar para os meus alunos como indivíduos únicos que são, e não como apenas mais um número na chamada. São 40, 50 pessoas dentro de uma sala, com personalidades diferentes, histórias de vida diferentes tendo que conviver uns com os outros da maneira mais harmônica possível, durante 4 horas e meia, 5 dias na semana. E eu estou inserida nesse meio. Acho que seria hipocrisia da minha parte apenas estar ali para ensinar. Presenciar uma má conduta e me calar, por ser a educação, apenas dever da família. Por isso, acredito que a família em conjunto com a escola deve educar, sim. Não acho válido esse jogo de empurra-empurra: a escola diz que educar é dever da família, e a família diz que a educação é obrigação da escola. Tanto as famílias quanto a escola devem estar em sintonia para que o prejudicado não seja nossos alunos. Realmente, muitos alunos não recebem qualquer tipo de orientação da família. Aí é que a escola deveria ter um papel reforçado, não só com o trabalho dos professores, mas de psicólogos e psicopedagogos. Do contrário, enquanto os dois lados quiserem lavar suas mãos e nada fazer, crianças e adolescentes crescem sem qualquer tipo de orientação, achando que podem fazer o que querem, na hora que querem, falar da maneira que quiserem, achando que são donos do mundo.


 

O que considera importante para o professor ser bem sucedido e realizado em sua profissão?

 

Assim como em toda e qualquer profissão, um professor precisa de reconhecimento. Precisa ser valorizado. Precisa de apoio e suporte de seus superiores para desempenhar bem sua função. Precisa de locais adequadas para trabalhar. Precisa ser respeitado. Precisa de bons salários para se sentir estimulado e recompensado pelo que faz. Isso tanto na rede pública quanto na privada. Hoje em dia ouço dizer que para ser professor, é só por vocação, já que o salário não compensa. Um professor para conseguir pagar suas contas no final do mês e ter o mínimo desejável acaba trabalhando muito mais que 40 horas semanais, como é de regra. Professor trabalha, além de tudo, em casa, preparando aula, formulando provas e corrigindo-as. E aí me pergunto: será que decidi ser professora por vocação mesmo? Sim, foi. Quando escolhi essa profissão sabia de todos os contras que ela tem. Sabia do salário baixo, fazia uma ideia de como era o comportamento dos alunos... Todos que permanecem como professores são por que realmente amam o que fazem. Ninguém aguentaria passar por tudo isso sem amar muito. Sem ter vocação. Só que isso não significa aceitar ser desvalorizado, desmerecido ou desrespeitado. Já disse uma vez e volto a repetir: na minha opinião, quem deveria ter o maior salário de um país deveriam ser as professoras de ensino fundamental I. Aquelas que nos ensinaram, a todos, a ler e escrever. Que nos ensinaram que devemos emprestar nossos brinquedos aos colegas. Que não devemos fazer fofoca do colega. Que não se resolve as coisas brigando... Que nos educaram também!

 


Pensando em futuro, como vê e o que espera da Educação?

 


 Procuro me manter otimista e acreditar que teremos uma Educação exemplar a ser seguida em muitos países. Ideias existem aos montes, as melhores possíveis. Precisa-se é adaptá-las á realidade não só carioca, mas brasileira. Precisamos de ordem e método. Nossos professores são guerreiros. Escolheram essa profissão por amor, sim. Muitos são especializados, possuem pós-graduação, mestrado, doutorado, certificados internacionais. Nossos professores não são acomodados. Porém não são incentivados e estimulados. Hoje parece que o professor carrega a culpa de tudo de ruim que acontece. E já que isso acontece e ele não é valorizado, vira um círculo vicioso. Não adianta tampar o sol com a peneira. Os números hoje não refletem a realidade. O nível dos alunos ainda está muito baixo. O desenvolvimento dos professores, a meu ver, é uma das condições para o desenvolvimento de uma escola. Não adianta fazer reformas, inovações, aplicar toda tecnologia disponível no mundo em sala de aula sem investir na mão de obra primordial que fará com que  tudo se encaixe e progrida: o professor.

 

 



 

  

 

 

 

 

  

 

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 Roberta Vitagliano

robertavitagliano@rioeduca.net

 

twitter: @robertacarmina

                               

 

 

 


   
           



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