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Sexta-feira, 31/10/2014

Talento da Rede... Professora Antônia Muller

Tags: 10ªcre.

 

Antônia da Silva Muller, professora da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro desde 1985, demonstrou forte compromisso com o magistério desde o início da sua carreira profissional.

 

Professora Antônia da Silva Muller.

 


Formada em Letras pela Fundação Educacional Unificada Campograndense (FEUC), iniciou sua carreira como professora na Escola Municipal 10.19.002 General Gomes Carneiro, assumindo turma de Educação Infantil.


Em 1986, foi Diretora Adjunta da Escola Municipal 10.19.001 Professor Coqueiro.


Assumiu a direção da Escola Especial Municipal 10.19.029 Doutor Hélio Pellegrino em 1991, a convite da Diretora do 18º DEC, professora Marise Cerutti, com o objetivo de levar o grupo de profissionais existentes a uma melhoria nas relações interpessoais, uma vez que, inaugurada há apenas três anos, esta já seria a quarta indicação para ocupar o cargo em pauta.


À frente da direção da Escola Especial Municipal Doutor Hélio Pellegrino há 23 anos, Antônia construiu laços de amizade, respeito e admiração e, com o seu trabalho, conquistou o Prêmio Anual de Qualidade na Educação nos anos de 2010, 2012 e 2013.

 

Professora com os alunos da Escola Especial Doutor Hélio Pellegrino.

 


A diretora faz parte do sistema de educação da cidade e segue as normas e orientações da legislação vigente no município e tem, como orientador das práticas educacionais, o Instituto Helena Antipoff.


O espaço físico da sua escola é adaptado para acolher 50 alunos com múltiplas deficiências devido a síndromes diversas em idades variadas. Possui também 32 alunos em duas turmas de educação infantil com alunos deficientes incluídos, perfazendo um total de 82 alunos.

O atendimento da escola é dividido em dois turnos. Para desenvolver as atividades planejadas, possui 16 professores regentes distribuídos em 8 turmas de Classes Especiais (CE), 1 turma de atendimento domiciliar e 2 turmas de Educação Infantil, Educação Física, Educação Musical, Sala de Recursos e Sala de leitura. Os alunos atendidos pela Sala de Recursos são provenientes das turmas comuns da própria UE e de escolas municipais adjacentes.


A escola conta com um grupo de 17 profissionais de apoio. Funcionários que desempenham suas funções dentro da comunidade escolar participando de projetos e atividades educacionais da escola, no sentido real do desenvolvimento e exercício da cidadania.


Antônia priorizando ações com base no Projeto Político Pedagógico, no qual os objetivos são traçados com a participação da comunidade escolar e visam uma ação pedagógica voltada para a política pública de inclusão. Ou seja, uma educação de excelência que garanta qualidade, adaptabilidade e flexibilidade capaz de transformar a realidade existente, proporcionando uma maior qualidade de vida a todas as pessoas envolvidas.

 

 

 

Alguns momentos dos alunos da Escola Especial Doutor Hélio Pellegrino.

 

O seu trabalho foi reconhecido com o recebimento da Medalha de Honra ao Mérito Pedro Ernesto em 2011, prêmio dado pela Câmara dos Vereadores aos profissionais de destaque na cidade do Rio de Janeiro.


Sua maior alegria, entretanto, é constatar a felicidade das crianças, a união de sua equipe e a certeza de que: SER EDUCADORA É DESPERTAR SONHOS EM SEUS ALUNOS.

 


Suelen Corrêa
é Professora da Rede Municipal
e Representante do Rioeduca da 10ª CRE

Contato:
suelencorrea@rioeduca.net
twitter: @suelencorrea29



 

                               

 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 24/10/2014

Projeto Livros em Movimento: "O Maravilhoso Mágico de Oz"

Tags: 10ªcre, gec.

 

 

A chegada da caixa com trinta exemplares de “O maravilhoso Mágico de Oz” foi motivo de grande expectativa e alegria, já que a participação do GEC Princesa Isabel no projeto “Livros em Movimento” permitiu o trabalho sistematizado e coletivo da obra, ampliando as possibilidades de aprendizagem.

 


O Ginásio Experimental Carioca (GEC) Princesa Isabel atende 454 alunos, do 7º ao 9º ano de escolaridade, e tem treze turmas em horário integral, de 7h às 15h. Localiza-se em Santa Cruz e pertence à 10ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE).


O projeto organizado pela professora Luciana Alves (Língua Portuguesa) teve como fio condutor a realização de tertúlias literárias, em que os alunos eram levados não só a ler, mas também a discutir e refletir, construindo os sentidos do texto.

 

Professora Luciana Alves de Jesus com os alunos do GEC.

 


Cada roda de leitura foi baseada na seguinte dinâmica: cada um lia o quanto desejava – uma frase, um parágrafo, página, etc. – e poderia escolher o próximo leitor. Dessa forma ninguém ficava de fora.

Sempre que alguém enfrentava algum problema, os colegas ajudavam. Assim, durante as tertúlias, os alunos foram ganhando cada vez mais confiança e fluência, tanto que vários educandos com dificuldades de leitura conseguiram progredir a partir da prática da oralidade.

 

 

 

Alunos praticando a leitura no projeto.

 


A segunda etapa, destinada à produção textual, contemplou a elaboração de vários gêneros textuais – sinopses, críticas literárias, perfis dos personagens prediletos, cartas de despedida da Dorothy, discurso de posse do Leão como Rei dos Animais, além da criação de um novo final para os personagens. Cada aluno teve a oportunidade de escolher uma das possibilidades de produção e dar asas a sua imaginação.


Os alunos também ilustraram os protagonistas, paisagens e cenas mais marcantes a partir de suas percepções ao longo da leitura.


Todas as produções foram expostas em dois murais formados pelos textos digitalizados ou transcritos e desenhos. A exposição teve como fio condutor “A estrada de tijolos amarelos: o caminho dourado para realização de seus sonhos”, utilizada como metáfora para transmissão dos valores – determinação, coragem, esperança, amizade, convivência, dentre outros – presentes na narrativa.


Ao final foi apresentada a versão original do filme “O Maravilhoso Mágico de Oz” e realizado um debate sobre as diferenças entre obra literária e cinematográfica. A atividade surpreendeu a todos! Por meio dos depoimentos durante o debate, foi percebido que os alunos gostaram mais do livro e conseguiram estabelecer relações e comparações entre as obras.

 

Alunos assistindo ao filme "O Maravilhoso Mágico de Oz".

 


O resultado foi extremamente positivo, pois demonstrou que os objetivos principais foram alcançados: cultivar o hábito da leitura, despertar o interesse por obras literárias e ampliar os horizontes dos alunos.


Assim, a Unidade Escolar realizou um projeto que buscou desenvolver a autoestima e autonomia dos educandos, a partir da formação de leitores críticos, fluentes e conscientes.

 

Suelen Corrêa
é Professora da Rede Municipal
e Representante do Rioeduca da 10ª CRE

Contato:
suelencorrea@rioeduca.net
twitter: @suelencorrea29


                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     

                               

 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 17/10/2014

Talento da Rede... Professor Álvaro, Uma Vida Dedicada ao Meio Ambiente

Tags: 10ªcre.

Hoje venho apresentar mais um talento da nossa rede... o professor Álvaro, uma vida dedicada ao Meio Ambiente!


Sua paixão pelo Magistério vem desde cedo, pois seus pais eram professores.


Quando estava cursando licenciatura em Ciências Agrícolas na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Álvaro ingressou na Rede Pública Municipal em 1985, em uma escola do Projeto Premem em Guadalupe, unidade construída para atender a formação especial.

 

Professor Álvaro em mais uma de suas atividades relacionadas ao Meio Ambiente.

 


Apaixonado por veículos motorizados desde criança, aventurou-se a procurar no Departamento de Tecnologia da Rural manuais de mecânica dos tratores. Numa grande ansiedade, desmontou e colocou para funcionar o veículo. Ao ligá-lo, uma fumaça preta tomou conta da escola, assim como o barulho do motor.


Álvaro conta que na hora sentiu uma grande alegria, até chegar o diretor, que viu que tinha um professor um tanto quanto “diferente”. Depois de muita perseverança, conseguiu permissão para ensinar os alunos de técnicas agrícolas a operar a máquina.

Também cultivava a tradicional horta, plantava árvores com adubo da Comlurb, já fazia compostagem, só que do método antigo em buracos. Após um acidente com o trator, um professor amigo da Rural que ingressara no doutorado sabia que Álvaro era piloto e gostava de voar e propôs que ele apreciasse o material de aviação agrícola. Ele não teria tempo para se dedicar e o conteúdo tinha que ser ensinado no mestrado de Fitotecnia.


Para melhor realizar as atividades, Álvaro pediu seção para a 10ª CRE, onde trabalhou na E. M. IPEG.


Nessa fase, iniciava sua experiência associativa, integrando-se à Associação Comercial Industrial de Itaguaí, na qual era o diretor agropastoril. Criava abelhas com ferrão que aprendera na Rural. O Serviço Nacional de aprendizagem da Rural (SENAR) o convidou a dar cursos de formação profissional de apicultura e horticultura.


Nas primeiras Expo's Itaguaí, nos anos de 95/96, em uma pequena tenda de circo, as instituições de agricultura e meio ambiente expunham suas atividades, acomodando-se um pouco para cada lado, inserindo uma pequena mesa com uma caixa de abelha e seus produtos. Repetidamente, até hoje, todos os anos as abelhas são apresentadas nas Expo's Itaguaí.


Em 1997, fundou como presidente a Associação dos Apicultores do Município de Itaguaí (APIMI), cidade onde junto ao PRONAF, do Governo Federal, conseguiu os equipamentos para extração e envase do mel com qualidade. Curso de apicultura e meio ambiente foram dados no assentamento do Casas Altas, na área rural junto com a EMATER.


Nesse período, participou do primeiro encontro de Educação Ambiental da 10ª CRE promovido pela Comlurb, que o levou a continuar os estudos com cursos de Educação Ambiental na UFRJ, UERJ, IBAMA, FEEMA e outros. Após ter conhecido Dr. Emilio, da UFF, que trouxe a coleta seletiva nos moldes da Alemanha para o Brasil, implantou a ação na escola com apoio da LATASA, além de outros materiais. Eram apresentadas também a horta, compostagem, psicultura ornamental e mangue.


Após outro acidente, em que rompeu o ligamento do joelho, Álvaro aproveitou para fazer uma pós-graduação em Plantas Medicinais na Universidade Federal de Lavras (UFLA) pois tinham poucos encontros presenciais. Iniciou os estudos da Foto Kirlian, hoje denominado bioeletrografia, no qual analisava a foto da aura com as incidências do yin e yang e energia vital. Esses estudos eram para verificar a forma energética sutil das plantas medicinais e confrontar com a fitoquimica e suas propriedades. Se aprofundou também nos florais e aromaterapia, pois estavam interligados.

Esse período o sensibilizou com a deficiência e começou a procurar alunos cadeirantes para atividades agrícolas.

 

Professor Álvaro em mais uma de suas atividades.


Já readaptado na função de docente, foi convidado para integrar o Departamento de Educação (DED) da 10ª CRE. Com apoio da professora Márcia Ventura, da E. M. Lourdes de Lima Rocha, e da professora Kátia Nunes adaptava mesas e objetos e com quatro alunos cadeirantes realizava um trabalho gratificante, com horta e adubo orgânico.


Na DED, estava sempre nas ruas visitando escolas. A Educação Ambiental se unia à Educação em Direitos Humanos com a parceira da Novamerica junto aos Núcleos de Adolescentes. Sexualidade, prevenção DST e gênero eram assuntos bem trabalhados. Em parceria com a UERJ, as escolas de Guaratiba recebiam suporte para conhecer o manguezal. A 10ª CRE sempre apoiou que ele realizasse com professores visitas guiadas na Floresta da Tijuca – CEAMP, Aterros Controlados, parques municipais, caminho do Cristo Redentor, caminhada na Praia do Perigoso e outros.


Uma segunda pós-graduação em Educação Ambiental pela FEUC acrescentou conhecimentos.


Em 2005, convidado a palestrar na Faculdade Moacyr Sreder Bastos na Semana do Meio Ambiente, ele falou das abelhas nativas na preservação da biodiversidade. Em 2007, fundou a Associação de Meliponicultores do Rio de Janeiro (AME RIO), de abelhas sem ferrão. Na RIO+20, junto da escola, mostrou as abelhas nativas e a compostagem junto com UFSC. Hoje desenvolve o Projeto Polinizando, o Rio de Abelhas, de cunho cientifico junto à Secretaria de Meio Ambiente da Cidade (SMAC), no qual três espécies de abelhas nativas com dezoito enxames estão inseridos em três áreas de reflorestamento nível 4 para monitorar a saúde por meio de análise do mel e pólen pela FIOCRUZ.

 

Professor Álvaro com mais um de seus Projetos Ambientais.


Neste período, a Multi Rio fez uma filmagem do trabalho da compostagem tradicional. Álvaro foi filmado com uma caixa de vidro com abelhas de ferrão abordando palavras que construíam frases com a professora. Foi a primeira de uma série de filmagens. Percebendo que tinha de desenvolver uma metodologia própria, iniciou, em 2006, em Urucânia, experimentos da compostagem escolar urbana, que hoje está bem ajustado e implantado na unidade de compostagem da 10ª CRE na Cidade das Crianças, em escolas da 1ª e 9ª CREs, além da UFRRJ Seropédica, onde o sistema está sendo avaliado para ser oficializado junto ao MEC para as escolas sustentáveis e na UFRRJ, campus Nova Iguaçú.


Atualmente, coordenando o Núcleo de Educação Ambiental (NEA), Álvaro vem fechando parcerias que são aplicadas em projetos nas escolas, cursos e capacitações. O NEA hoje tem sua sede na Cidade das Crianças. A revitalização do bosque é uma das metas atuais, onde estão sendo feitas podas para melhor conformação das árvores, assim como para a desobstrução de espaços para melhor circulação dos ventos.


Dessa forma, o professor Álvaro segue sua jornada, fazendo caminhar lado a lado Educação e Meio Ambiente, trazendo muito orgulho e conhecimento para nossa coordenadoria!

 

Suelen Corrêa
é Professora da Rede Municipal
e Representante do Rioeduca da 10ª CRE

Contato:
suelencorrea@rioeduca.net
twitter: @suelencorrea29


 

                               

 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 10/10/2014

Talento da Rede... Professor Alexandre Rodrigues

Tags: 10ªcre.

 

 

Hoje venho apresentar mais um talento da nossa Rede, o Professor Alexandre Rodrigues.


Alexandre na Rede Municipal de Ensino possui um cargo que chamamos de Professor II, ou seja, aquele profissional de ensino que dá aula para alunos do 1º segmento do ensino fundamental (1º ao 5º ano).

 

Professor Alexandre Rodrigues se apresentando em um Evento da 10ª CRE


Residente em Guaratiba e lotado na 10ª Coordenadoria Regional de Educação (10ª CRE), Alexandre sempre deu aulas em Unidades como Elisa Joaquina, Prof.º Castilho e Prof.ª Zélia Carolina.


Como sempre demonstrou muita habilidade em lidar com crianças mais velhas, Alexandre deu aula basicamente para turmas de projeto. Sua tática para entreter os alunos, além claro do pedagógico e da linguagem informal, era a música.


Quando podia estava sempre acompanhado de um violão nas aulas e fazia deste seu talento um diferencial para que todos se envolvessem no processo de ensino e aprendizagem. E como a música fala por si só, acabava envolvendo todos os alunos que paravam o Professor no corredor ou em seus horários de planejamento para pedirem uma canção, que fez várias paródias envolvendo os conteúdos pedagógicos de forma que os alunos absorviam aquele conhecimento de forma prática e para divertida.


Extremamente pedagógico, Alexandre também foi Coordenador Pedagógico na E.M. Ricardo Brentanni e hoje é Assistente na Gerência de Educação da 10ª CRE, a frente de Projetos de extensividade como Mostra de Dança e o Festival da Canção das Escolas Municipais (FECEM).

 

No FECEM com Cristiane Stancato (Gerente da GED), Prof.º Alexandre Rodrigues

Renata Stancato (Assistentes da GED).

 

Prof.º Alexandre Rodrigues apresentando o FECEM com a Prof.ª Tamiris (Foto da direita) e o Desfile Cívico com Cristiane Stancato, Renata Stancato e Cláudia Medina (foto da esquerda).

 

Sim, Alexandre também é músico e cantor. Canta e toca profissionalmente fora de seu horário de trabalho, se apresentando em bares, festas e eventos. Seu repertório, quando está pelo lado Pedagógico, passa por canções de Bia Bedran e Toquinho. Quando está pelo lado Músico, suas canções são da Música Popular Brasileira (MPB).


E como não poderia ser diferente, este professor também é um excelente orador. Ele é responsável pelas capacitações e repasse aos Coordenadores Pedagógicos das Unidades Escolares da 10ª CRE.


A 10ª Coordenadoria conta com a participação de Alexandre em seus eventos, nos abrilhantando com sua oratória nas apresentações, seus discursos pedagógicos nas aberturas das capacitações, sua voz nas canções e toda a sua experiência na Gerência de Educação.

 

 

Suelen Corrêa
é Professora da Rede Municipal
e Representante do Rioeduca da 10ª CRE

Contato:
suelencorrea@rioeduca.net
twitter: @suelencorrea29

 

                               

 

 

 


   
           



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