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Quarta-feira, 04/12/2013

Vamos Brincar de Amigo Oculto?

O tão esperado mês de dezembro chegou! Mais um ano de muitos desafios chega ao final. Celebre mais essa vitória com a brincadeira de amigo secreto com seus alunos.

 

O surgimento da brincadeira amigo secreto apresenta algumas variantes, tendo sido popularizada em 1929 na ocasião de uma crise onde as pessoas começaram a trocar presentes através da brincadeira, sem a necessidade de gastar dinheiro com todos os amigos e parentes. 

 

Propor essa brincadeira com a sua turma fortalecerá ainda mais os laços entre os alunos e os professores, além de ser um momento de muita descontração, em que cada um receberá uma recordação que certamente será inesquecível. Pode, inclusive, ser um momento que envolva toda a escola, num mesmo dia, culminando com uma confraternização interna, onde a turma terá um professor responsável na organização e sorteio dos nomes, assim como na divulgação das regras estabelecidas.

 


Árvore de Natal da E. M. Figueiredo Pimentel (5ª CRE).

 

Antes do sorteio, porém, deve ser encaminhado ao responsável um bilhete com as informações necessárias e a autorização para que o aluno participe. Lembrando que, como a proposta é confraternizar e deixar o momento marcado com a presença de todos, é importante que seja muito bem pensado em conjunto com a Equipe Pedagógica sobre o que será adquirido para a hora da “troca”!


A proposta que costuma ser mais comum é estabelecer uma faixa de valor e providenciar uma lista com aproximadamente três sugestões, esclarecendo que os participantes devem pensar bem nos itens para evitar que troquem alguma deles depois do presente já comprado. Realiza-se o sorteio, os nomes devem ser guardados em SEGREDO (difícil, mas é o esperado!), é estabelecida uma data pra troca, que pode ser seguida de uma confraternização com um lanche coletivo.


 

Alunos e funcionários num momento de celebração do Natal.


Uma maneira interessante de garantir eventuais imprevistos no dia da troca e também o sigilo quanto ao nome do sorteado, é realizar o sorteio no dia marcado para a troca de lembranças. Assim, o professor estará viabilizando que todos participem da brincadeira e que ninguém saia de "mãos vazias"!

 

O troca-troca pode ser desde pequenos doces, como bombons ou barrinhas de chocolate, propondo assim o “Amigo-doce”. Até mesmo objetos confeccionados pelos próprios alunos nas aulas, como guirlandas natalinas, com a utilização dos materiais mais variados, presépios, enfeites para pendurar na árvore, sempre seguido de um belo cartão também confeccionado por eles. Essa etapa da confecção pode ser feita em parceria com o professor de Artes.

 

Enfeites que prodem ser produzidos com materiais diversos e que são belas recordações.

(Fonte das imagens: https://www.facebook.com/groups/lercomprazer/  http://betadiascosta.blogspot.com

http://blogrecriarte.wordpress.comhttp://coisasquegosto.wordpress.com)

 

Como esperamos que todos participem, crie também adaptações em sua turma. E o mais importante: que o espírito de fraternidade e comunhão seja o principal motivo para vocês se reunirem.

 

Boa diversão e não deixe de registrar esse momento com muitas fotos!

 

Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal
e colaboradora do Portal Rioeduca
E-mail: taisduarte@rioeduca.net


 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 27/11/2013

Estudo Dirigido como Guia de Estudo

Tags: professor.

O Estudo Dirigido elaborado pelo professor é um recurso que, além de facilitar o desenvolvimento da independência do aluno, desenvolve a aquisição de novos conceitos e conhecimentos.

 

O Estudo Dirigido pode ser aplicado a partir dos primeiros anos do Ensino Fundamental, desde que apresente roteiro e instruções de fácil entendimento e que contemple a faixa etária que será atendida.

 

Lançar mão de atividades e exercícios planejados através de Estudo Dirigido pode ser uma boa estratégia, principalmente por respeitar o ritmo individual de cada aluno - embora se desenvolva na maioria das vezes no ambiente coletivo de sala de aula.


 

Atividades de Estudo Dirigido realizadas também com auxílio da Internet na Sala de Informática.

 


Após lançamento dos conteúdos, de sua contextualização, dos exercícios de fixação, da revisão e de outras estratégias viabilizadas pelo professor em sala de aula, as atividades organizadas e apresentadas em forma de Estudo Dirigido oportunizam que o aluno demonstre a maneira como ele aprende. Isso porque exige a atividade direta do aluno e do professor e viabiliza o atendimento através das diferenças individuais. Afinal, sua função é agilizar a atividade, ajudando o aluno a aprender.


Alunos analisam uma pirâmide alimentar estabelecendo relação entre os alimentos que a compõem.


O Estudo Dirigido pode ser realizado tanto em casa como em sala de aula. Sua prática deve ser iniciada na presença do professor através de um roteiro, facilitando assim o processo de execução das tarefas, incentivando os alunos e fornecendo subsídios para que compreendam o objetivo e possam conquistar a autonomia necessária.

 

Independentemente do local onde seja realizada a atividade, após concluída, o acompanhamento do professor é indispensável para promover a troca de experiências no momento da correção. Este deve intervir quando necessário, avaliando não somente o que o aluno acertou, mas também auxiliando-o no planejamento futuro.    

 

Leia mais em Estudo Dirigido - Técnica pode ser usada em sala de aula e fora do espaço escolar.

 

Alunos estimulados participam ativamente no momento de correção.


Várias disciplinas e conteúdos podem se beneficiar das atividades propostas no Estudo Dirigido, desde que seus objetivos estejam bem definidos e de acordo com as Orientações Curriculares e PPP da Unidade Escolar. Deve existir, também, um roteiro claro e bem definido direcionado aos alunos.

 

As tarefas propostas num Estudo Dirigido também podem ser diversificadas, tais como:

 

. ler e interpretar um texto respondendo às perguntas;

. realizar experiências, observando, seguindo as etapas e fazendo anotações até a conclusão final;

. assistir a um filme ou documentário, anotando pontos principais (conforme orientação do professor);

. observar imagens (fotos e cartazes), estabelecendo relação e comparação;

. ler situações-problema (desafios), podendo expressar graficamente sua interpretação e conclusão sobre o proposto.

 

A utilização de tarefas em forma de Estudo Dirigido permitirão ao aluno aprender a estudar, pois sua organização se utiliza de roteiro seguindo tarefas operatórias que são aquelas que se referem à mobilização e ativação de operações mentais. Tudo isso para que a aprendizagem seja afetiva e efetiva, na qual o aluno necessitará realizar atividades mentais.

 

Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal
e colaboradora do Portal Rioeduca
E-mail: taisduarte@rioeduca.net


 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 20/11/2013

Simulados

Tags: professor, avaliação.

Os simulados são geralmente aplicados aos alunos que estão se preparando para prestar vestibular e provas do Enem, porém sua utilização em sala de aula pode auxiliar os professores e alunos em vários aspectos.

 

O final do período letivo é cercado de expectativas e a ansiedade pode atrapalhar - e muito - a realização das avaliações feitas pelos alunos, deixando esse momento tenso. Pode, inclusive, interferir de maneira negativa em sua vida escolar nos anos seguintes.

 

As provas e testes não são a única forma de avaliar o aluno, porém não devem ser deixados de lado. Servem como mais um instrumento e precisam ser agregados a outros do cotidiano, propondo, assim, contemplar a avaliação das várias habilidades trabalhadas pelo professor.

 

Veja no Portal Rioeduca: A importância da Avaliação.

 

 

Nervosismo e insegurança são comuns.

 

Lançar mão de simulados nos períodos que antecedem a semana de avaliação pode ser uma estratégia positiva tanto para professores quanto para os alunos.

 

Os simulados podem ser aplicados independentemente do ano de escolaridade, desde que sejam planejados em conjunto com a Coordenação Pedagógica e contemplem as orientações curriculares e os descritores do ano de escolaridade em questão, sendo assim incluídos nos Projeto Político Pedagógico da Unidade Escolar.

 

Desta maneira, os alunos que são submetidos ao "treinamento" dos simulados, gradativamente, percebem a sua importância enquanto estratégia de preparação para as futuras avaliações, tornando-os inclusive mais seguros.

 

 

Alunos adquirem gradativamente hábitos e atitudes durante a realização da atividade.

 

Aspectos positivos na utilização dos simulados quando utilizados enquanto prática anterior às avaliações, tanto as internas quanto as externas:

  • oferece ao professor feedback dos conteúdos aplicados e quais precisam ser revisados;
  • prepara o aluno nos aspectos psicológicos, trabalhando as questões como autonomia, ansiedade, confiança e tempo;
  • a elaboração de simulados únicos por ano de escolaridade proporciona mais uma forma de troca entre os professores.

 

Leia em A importância dos simulados sobre o vestibular.

 

Professor, se você não costuma utilizar os simulados em sua turma, experimente aplicar antes das provas do último bimestre e compare os resultados.

 

Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal
e colaboradora do Portal Rioeduca
E-mail: taisduarte@rioeduca.net

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Terça-feira, 12/11/2013

Parabéns, Gestor Escolar!

Tags: professores.

 

Assim como um maestro rege a orquestra, o Gestor Escolar tem papel fundamental na construção do sucesso escolar, consolidando e exercendo papel de democratização e integrando Escola, Família e Comunidade.

 

O Gestor Escolar é sim o grande administrador da escola, o maestro que rege a orquestra educacional. Mas suas atribuições não se restringem a essa função, afinal, é essencial que ele seja um líder. Um agente de mudanças!

 

O papel do Gestor da Escola mudou com o tempo, ele não é mais o centro do processo, não sendo só responsável por questões burocráticas. Assista ao vídeo da Mestra em Gestão e Educação pela UNIRIO, Debora Dias Gomes:

 

 

O gestor está exercendo essa liderança quando realiza suas práticas visando uma construção coletiva. Todos são ouvidos e participam de forma que a escola possa desenvolver seu trabalho em sintonia, harmonicamente com a comunidade, que se apropria da sensibilidade de saber ouvir e lidar com a diversidade cultural, social e emocional do universo escolar e com seus ritmos distintos. Tudo isso através de uma construção coletiva da equipe, para que esta se afine e se desenvolva de forma significativa.

 

Liderança participativa e democrática são fundamentais para uma gestão consciente, para se pensar numa educação de qualidade em conjunto com a equipe docente.

 

Essa mudança do eixo – do ensinar para o aprender, da centralidade no professor à centralidade no aluno – seria o pontapé inicial para desvendar as práticas pedagógicas mais eficientes e tornar o acesso ao conhecimento mais democrático. Não deve, portanto, afastar-se dos seus objetivos centrais: a aprendizagem significativa e o sucesso escolar.

 

Atualmente, os conceitos de gestão priorizam uma liderança horizontal, em que parte-se da competência individual para o alcance da competência coletiva. Cabe ao gestor ressaltar em cada um de seus liderados a sua importância para o sucesso, realizando o empoderamento com liberdade de ações responsáveis.

 

Dia 12 de novembro é dia do Gestor Escolar!!!

 

 

Gestor...

 

Parabéns pelo brilhante papel que vem desempenhando ao longo de sua jornada, também enquanto professor, sempre disposto a ensinar e aprender.
  

Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal
e colaboradora do Portal Rioeduca
E-mail: taisduarte@rioeduca.net

                               

 

 

 

 

 


   
           



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