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Quarta-feira, 09/10/2013

Blog Escolar: Estreitando Laços, Facilitando a Aprendizagem

Tags: professor, blogs.

Cada vez mais, a tecnologia vem invadindo os lares e também as salas de aula. Utilizá-la como aliada no ensino, reforçando informações e propondo troca de saberes com ferramentas online, poderá ser útil na transposição de conteúdos em turma.

 

Acessar as redes sociais, jogos e blogs é um dos passatempos preferidos da garotada, que muitas vezes passa grande parte do tempo online.

 

Assim, tornar essa ferramenta uma aliada do processo de ensino-aprendizagem pode trazer benefícios. Tanto como facilitador dos conceitos aplicados, como no estreitamento das relações que, muitas vezes, ficam restritas às paredes de sala de aula.

 

Alunos interagindo através da rede.

 

A criação de um blog voltado para disciplinas e seus conteúdos abordados é uma estratégia interessante de reforço de aprendizagem. Dessa forma, promove a inserção de recursos tecnológicos e facilita a participação até mesmo dos alunos mais tímidos.

 

A proposta do blog pode surgir devido a pouca participação dos alunos em sala de aula. No período da transição da adolescência, alguns deles tornam-se mais introspectivos e receosos em perguntar sobre o que têm dúvidas com medo de sofrer chacota dos colegas.

 

Esse tipo de “brincadeira” pode acarretar danos ao cotidiano daqueles alunos mais tímidos, gerando, inclusive, o fracasso escolar.

 

 

Vídeo do Youtube sobre química da atmosfera ,"Funções básicas e camadas", do blog Point dos Alunos.

 

Porém, a utilização da internet, com suas possibilidades de navegação, precisam ser bem orientadas.

 

De certa maneira, muitas vezes acabamos aprendendo muito com os alunos. Mas precisa haver uma orientação quanto ao uso de navegadores, aplicativos, instrumentos de busca, pesquisa, criação de pastas para armazenamento de arquivos e vídeos, assim como a utilização do serviço de "nuvens".

 

 

Dropbox, Google Drive e SkyDrive são servicos de armazenamento de dados online e gratuito.

 

 

 

Saiba mais na Revista Nova Escola em: Como usar as redes sociais a favor da aprendizagem.

 

Algumas escolas lançam mão do blog com o objetivo de apoio às disciplinas, sendo bem planejado e organizado com o auxílio dos professores da Unidade Escolar.

 

O blog pode ser subdividido em disciplinas ou anos de escolaridades, propondo exercícios de fixação, videoaulas, fórum tira-dúvidas entre outras propostas. Sempre de acordo com as Orientações Curriculares.

 

Confira o blog Point do Aluno, da E. M. Rosária Trotta: "espaço que foi criado exclusivamente para você, que gosta de estudar e estar sempre atento aos conteúdos, desejando aprender sempre mais."

 

 

Página inicial do blog Point do Aluno.

 

A proposta também pode surgir a partir de alguma disciplina em especial, como por exemplo o blog Dicas de Ciências, criado pela professora Andrea Barreto.

 

No Portal Rio Educa, você encontra no canto direito, em portais, o link dos blogs das 11 Coordenadorias Regionais de Educação, com informações atualizadas como a localização, equipes e principais destaques. Não deixe de visitar!

 

É importante que os responsáveis sejam orientados quanto a esta proposta de interação para que também possam auxiliar os alunos.

 

Criar um blog pode parecer desafiador e até mesmo ameaçador para alguns professores, mas que tal propor essa tarefa à turma, pedindo até umas “aulinhas” aos alunos?
 

 

Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal
e colaboradora do Portal Rioeduca
E-mail: taisduarte@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 02/10/2013

Passatempo, Aliado na Sala de Aula

Tags: professor, jogos.

A utilização de jogos e passatempos impressos com os alunos estimula o raciocínio lógico, aplica os conhecimentos mediados em sala de aula e trabalha os conteúdos discutidos. Além do aspecto da ludicidade e entretenimento.


De maneira geral, os passatempos são mais lembrados quando pensamos nos exercícios de lógica e estratégia, como sudoku, jogo da velha, quebra-cabeça, jogo da memória, labirinto, jogo dos sete erros, caça palavras, palavras cruzadas, entre outros. Na maioria das vezes, relacionado-os exclusivamente ao lazer.

 

O prazer e o entretenimento são, sim, aspectos motivadores e essenciais para a “brincadeira” começar. Porém, muitos outros são contemplados na execução de um jogo.

 

Jogo da velha numa versão adaptada para jogo de tabuleiro.

 

Presentes em jornais e revistas, geralmente atendendo ao público daquele veículo de comunicação, os jogos de passatempo vão muito mais além do que somente “passar aquele tempo à toa”. Desenvolvem atenção, raciocínio, coordenação motora, memória, destreza, conhecimentos gerais e específicos. São, assim, um recurso que pode auxiliar nas aulas, relacionando-os aos assuntos trabalhados, além de torná-las mais dinâmicas e interessantes.

 

Atividades retiradas do site: bancodeatividades.blogspot.com

 

Apresentando esses jogos aos alunos e orientando quanto às regras, o professor poderá aguçar a curiosidade para outros tantos jogos existentes em revistas, jornais e até links com aplicativos para baixar em smartphones e tablets.

 

Veja que interessante:

 

“O pensamento inteligente ou, para ser mais exato, o raciocínio dedutivo, era o recurso mental que o detetive fictício Sherlock Holmes alegava usar para solucionar crimes. A imagem que Arthur Conan Doyle faz de Holmes é a de um racionalista calmo e implacável, que a tudo observa para detectar e interpretar as pistas mais importantes. Esse tipo de pensamento sistemático – a habilidade de manter em foco um objetivo enquanto trabalha com metas menores que conduzem ao todo – é um dos atributos especiais da mente humana. Uma habilidade essencial para desvendar passatempos lógicos é saber “pensar fora da caixa”, porque, mesmo com todas as pistas à mão, a resposta pode não ser a mais óbvia.

http://www.selecoes.com.br/jogos-de-passatempo-para-desenvolver-seu-raciocinio-logico#.

 

O personagem fictício Sherlock Holmes é um detetive que, para ajudar seus clientes, resolvia a maioria dos problemas. Muitas vezes sem levantar-se da cadeira do escritório.

 

Proponha estratégias para intervenção e mediação, jogos que desafiem os alunos na transposição dos conteúdos aplicados, desenvolvendo a ciência dos processos que acontecem em seu cotidiano e consolidando a aprendizagem por meio de atividades significativas.

 

Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal
e colaboradora do Portal Rioeduca
E-mail: taisduarte@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 25/09/2013

Modelando com Massinha

Tags: professor.

A utilização da Massinha de Modelar com os alunos da Educação Infantil é uma atividade que explora o lúdico, atuando, principalmente, como agente facilitador do processo de alfabetização. Também desenvolve o cognitivo e os aspectos físicos: a expressão corporal, a motricidade e a interação com o ambiente e os demais colegas.

 

A massinha ou massa de modelar é um dos recursos bastante utilizados nas turmas de Educação Infantil, despertando interesse e curiosidade nos pequenos. Por se tratar de um recurso sensorial, que pode se transformar através da sua manipulação, há um interesse imediato por parte das crianças.

 

Ter o poder de transformação sobre a massa de modelar gera satisfação.

 

Como qualquer outra atividade que se pretende desenvolver em sala de aula, principalmente com crianças dessa faixa etária, a orientação e supervisão na “hora da brincadeira” são necessárias, pois além de tocar, amassar, esticar e fazer bolinhas, podem querer experimentar de uma “outra forma”!

 

Por esse motivo é importante a escolha de materiais que não sejam tóxicos e que estejam no prazo de validade.

 

Atividade com modelagem a partir do tema Família.

 

Pode também ser interessante realizar com a turminha uma versão caseira de massinha de modelar seguindo as orientações de uma receita. Dessa maneira, além de desenvolver várias habilidades desde a leitura da receita, seguindo as etapas até o produto final, é mais econômico. Como é feito com produtos comestíveis, não haverá problemas se a criança colocar na boca.

 


 

A massinha de modelar prende atenção também de crianças um pouco maiores e até mesmo de adolescentes e adultos.

 

Utilizar esse material de maneira interdisciplinar, como por exemplo na técnica stop motion (Veja a animação realizada por alunos "O Mistério da Maçã", Núcleo de Arte Grande Otelo/6ªCRE), em que personagens ou objetos de massinha ganham movimento, na confecção de maquetes, reproduzindo objetos com a ideia de escala, e o que mais a imaginação deixar é um momento bem prazeroso.

 

Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal
e colaboradora do Portal Rioeduca
E-mail: taisduarte@rioeduca.net


 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 18/09/2013

Dicionários, Fugindo da Rotina

Tags: professor.


O dicionário geralmente é um recurso utilizado em sala de aula para esclarecer dúvidas quanto à escrita e significado das palavras com alunos que possuem mais autonomia.

 

Recorrer à Internet em caso de dúvidas é uma saída e também um recurso facilitador. Porém, também devemos oferecer alternativas. Apresentar o dicionário para nossos alunos tão conectados e explorá-lo exige tempo e criatividade. Acesse esse link e fique por dentro: Dicionários pra que te quero.

 

Atividade com dicionário sendo realizada em dupla.


Incentivar o manuseio propondo desafios pode tornar mais interessante as aulas além de resgatar as inúmeras informações e significados existentes nos dicionários. 

 

Questionamentos acerca do conhecimento prévio dos alunos sobre a utilização do dicionário auxiliam no planejamento das ações sobre os objetivos que o professor pretende alcançar. Pode ser interessante a comparação entre diferentes obras, elencando o que há de comum, assim como suas diferenças antes e após a Reforma Ortográfica.

Imagem retirada do blog:"Alfabetização Criativa".

Acesse e leia: O Dicionário na Sala de Aula.

 

Podemos perceber com o uso individual que alguns alunos possuem dificuldade na procura de palavras. Muitas vezes, demonstram-se tímidos diante dessas situações. Com a prática, os alunos vão adquirindo maior habilidade, mas o uso precisa ser de certa maneira constante.

 

Para isso, o professor pode criar estratégias semanais incluindo-as em seu planejamento. Pode, por exemplo, propor uma “caça ao tesouro” individual ou em grupo e, assim, deixar a aula mais dinâmica.


Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal
e colaboradora do Portal Rioeduca
E-mail: taisduarte@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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