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Quarta-feira, 04/09/2013

Fatos Históricos e Cronológicos na Linha do Tempo

Tags: professor, história.

 

É possível trabalhar com os alunos conteúdos de várias disciplinas, como História, Geografia e até mesmo Língua Portuguesa e Artes, através da confecção e interpretação da Linha do Tempo.


Desenvolver a noção de tempo com os alunos não é uma tarefa simples, depende de vários fatores, dentre eles a maturidade, a etapa que o aluno se encontra e a sua vivência.

 

Intermediar essa noção facilitando o seu entendimento e proporcionando troca de saberes através de atividades lúdicas e concretas, como na construção da Linha do Tempo, contribuirá para a organização social, na percepção de ritmo, duração, frequência, mudança, temporalidade, passado e presente e, consequentemente, futuro, entre outras noções abstratas. 

 

 

I

 

A criação da Linha do Tempo é bastante utilizada nas aulas de História, algumas vezes contemplando fatos isolados. Mas há como integrar essa atividade às demais disciplinas como Geografia, Língua Portuguesa, Ciências, Artes entre outras.

 

Por tratar-se de uma percepção que dependerá de vários fatores externos e internos para sua compreensão, mesmo que inicial, é importante que as ideias de passado e presente sejam trabalhadas desde os primeiros períodos do Ensino Fundamental, inclusive na Educação Infantil. No site da Revista Nova Escola: Os tempos que a infância toda tem.

 

Sequência de imagens como sugestão que podem ser utilizadas com crianças dos primeiros anos do Ensino Fundamental.

Devem ser incluídas legendas explicativas nas imagens com a data ou idade aproximada dos acontecimentos. Fonte da imagen: http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-1/tempos-infancia-toda-crianca-tem-732319.shtml#ad-image-0.

 

As histórias de vida de cada um, explorando nesse momento a oralidade e a aproximação com a família, contribuem enquanto incentivo para a criação da Linha do Tempo através de fotos, desenhos, documentos e até mesmo objetos significativos.

 

É interessante também utilizar-se de momentos coletivos para representar a Linha do Tempo, como, por exemplo, o período que o aluno passa na escola e as atividades desenvolvidas ao longo deste, ilustrando assim uma rotina diária, que contempla tempo, organização e flexibilidade.

 

 

Diário de bordo confeccionado com a turma ao longo do projeto.

 

A compreensão da ideia de tempo histórico e cronológico, assim como a importância desses registros, tornam-se importantes enquanto elementos históricos, formadores de opinião e passíveis de mudanças sociais.

 

Desenvolver projetos tendo como eixo principal a Linha do Tempo pode render atividades interessantes e inovadoras, como por exemplo a confecção de um diário pessoal, do diário de bordo, portfólios e até mesmo atividades com Power Point.

 

Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal
e colaboradora do Portal Rioeduca
E-mail: taisduarte@rioeduca.net


 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 28/08/2013

Geografia de Maneira Divertida

Tags: professor, geografia.

Explorar o ambiente e trabalhar a orientação espacial desde a Educação Infantil desenvolve várias habilidades, além de auxiliar na compreensão cartográfica.

 

A compreensão de um determinado trajeto através da representação de mapas pode ser confusa para algumas pessoas. São muitas as noções utilizadas para uma leitura cartográfica correta.

 

Embora aparentemente a leitura de um mapa possa parecer algo fácil, pois não há uma demanda de textos escritos, a leitura que "se mostra" é outra. Trata-se de um processo de alfabetização diferente.

 

 

 

Muitas vezes os mapas podem parecer confusos.

 

 

É importante que seja trabalhado desde a Educação Infantil também outro tipo de leitura e representação, que auxiliarão na interpretação de mapas.

 

A exploração diária do ambiente escolar na Educação Infantil, aulas-passeio através da caminhada no entorno da escola, as representações feitas por meio de desenhos dos elementos observados são atividades que desenvolvem conceitos matemáticos e auxiliarão nos conteúdos geográficos assim como na representação cartográfica.

 

São atividades lúdicas que desenvolvem a noção espacial de lateralidade e de distância, percepção de tamanho e proporcionalidade e oralidade. Além de uma observação mais atenta, principalmente sobre pontos de referência, ou seja, uma leitura através de legendas.

 

Saiba mais em: O tesouro dos mapas.

 

 

 

Apresentação de mapas e construção de maquetes oferecem noção de proporção.

Fonte das imagens: http://deniagomes.blogspot.com.br/p/educacao-comunitaria-e-para-cidadania.html.

http://elosmaiscultura.com.br/comunidade/ilhadomosqueiro/cuidado.

 

 

Brincadeiras planejadas e dirigidas, como propor um roteiro fazendo o registro através de desenhos dos elementos encontrados pelo trajeto, discutir dentre esses elementos quais fazem parte da Natureza e quais foram produzidos pela ação do homem, a criação coletiva de uma maquete do parquinho ou da sala de aula, caça ao tesouro, onde um objeto ou prêmio é escondido e os alunos devem seguir os passos de um mapa, são maneiras divertidas que introduzem as crianças ao ensino da Geografia.

 

O reconhecimento do espaço geográfico inicia-se, portanto, pela exploração local, gradativamente se expandindo pela vivência nos demais espaços até o reconhecimento global.

 

 

O estudo da Geografia não precisa ser um “bicho de sete cabeças” nas séries do Ensino Fundamental, nem uma disciplina deixada em segundo plano. Desenvolver o gosto e saber a importância desta disciplina desde pequenos fará toda a diferença!

 

 

Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal
e colaboradora do Portal Rioeduca
E-mail: taisduarte@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 21/08/2013

Quebra-Cabeça: Jogo que Diverte e Ensina

Tags: professor.

Além do desenvolvimento da habilidade motora, os quebra-cabeças também contribuem para o desenvolvimento visual, social e cognitivo dos alunos.

 

Para alguns, o nome pode até assustar, mas o quebra-cabeça consiste num jogo onde os participantes precisam solucionar o problema proposto: a montagem das peças nos locais corretos a fim de construir a imagem final.

 

Podendo ser realizado individualmente, ou até mesmo em grupo, o quebra-cabeça é um brinquedo que foi inventado com objetivos meramente educacionais em 1760, na Inglaterra.

 

Independente da idade, montar um quebra-cabeças é uma tarefa que trabalha raciocínio e atenção.

 

Feito de madeira, acredita-se que o primeiro quebra-cabeça foi criado pelo inglês John Spilsbury e continha o desenho do mapa da Inglaterra. “A ideia de Spilsbury era criar um material didático extra para as aulas de Geografia, uma espécie de Atlas Interativo. O que o inventor do quebra-cabeça não imaginava é que sua invenção ensinaria muito mais do que Geografia para as crianças” (http://www.guiadasemana.com.br/filhos/noticia/otima-ferramenta.)

 

O quebra-cabeça, portanto, passou a ser um jogo praticado há muito tempo entre as famílias objetivando o entretenimento.

 

       

A brincadeira com a família estreita os laços.

 

E por que não aproveitar essa atividade agregadora em sala de aula com seus alunos?

 

Independentemente da faixa etária da turma, inicie com os jogos mais simples e vá, de forma gradativa, aumentando a complexidade.

 

Essa complexidade pode se dar por vários critérios: quantidade de peças; tipos de figuras com traços e cores que ora facilitem a associação, ora dificultem; para crianças menores; quando a figura apresenta muitas peças ou os desenhos são mais difíceis. Sempre oriente-os utilizando um gabarito, a figura do quebra-cabeça que pode estar fixada na tampa.

 

Entre amigos, o jogo é diversão garantida!

 

Também há a possibilidade de se aliar o jogo à tecnologia baixando alguns aplicativos disponíveis para smatphones e tablets.

 

 

Em sala de aula a montagem e a interação com quebra-cabeças certamente ocorrerão de maneira espontânea.

 

Mas o professor também poderá incentivar os desafios trazendo para a turma imagens que mais lhe chamem a atenção, podendo solicitar que pintem a figura, colando em cartolina ou papel cartão e, após traçados e recortados, organizá-los em caixas, confeccionando com os alunos.

 

Não custa muito e a atividade ficará ainda mais divertida!

 

Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal
e colaboradora do Portal Rioeduca
E-mail: taisduarte@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 14/08/2013

A Importância da Avaliação

Tags: professor, avaliação.

Lançando mão de variadas formas de avaliação e adequando-as à realidade da turma, o professor oportuniza que outros aspectos no desenvolvimento do aluno sejam avaliados e não medidos.

 

Quando as tradicionais provas escritas são a única forma de mensurar o conhecimento, somente alguns aspectos são percebidos, fazendo com que outras habilidades trabalhadas pela escola, muitas vezes, sejam desconsideradas.

 

Na verdade, não se propõe que as provas sejam deixadas de lado, mas sim que se tornem mais um instrumento, somadas às avaliações diagnóstica e formativa.

 

Porém, os professores não podem deixar de ressaltar a importância das provas aos seus alunos, assim como o desenvolvimento de hábitos e atitudes para a preparação e realização destas. Até porque essa é uma necessidade real que o aluno encontrará fora da escola.

 

Provas são importantes, porém a preparação e o momento de realizá-las devem ser de acolhida e tranquilidade.

 

Após a realização das avaliações é muito comum a ansiedade por parte dos alunos para que a prova seja corrigida e, consequentemente, para receber o resultado.

 

Na verdade toda essa pressão do período ”pós-prova” está muito mais ligada à questão quantitativa das notas, do que realmente tomar conhecimento de quais objetivos ainda não foram alcançados e precisam ser revistos.

 

É comum que os alunos fiquem nervosos e ansiosos à espera do recebimento da prova corrigida.

 

A entrega das avaliações deve ser seguida da correção coletiva de todas as questões, devendo ser feito um levantamento daquelas questões com maior número de acertos, assim como daquelas que tiveram um grande índice de erros, sendo apresentado à turma através de gráficos dependendo da faixa etária.

 

Após a apresentação do gráfico, deve-se realizar a correção no quadro, propondo que se manifestem quanto ao que escreveram. Nesse momento há a necessidade de se ter cautela, pois um aluno que errou a questão provavelmente não vai querer se colocar.

 

Com o tempo, a correção coletiva acaba propondo a mudança de posturas em sala de aula tanto de alunos, quanto de professores. Dessa forma, promove a Avaliação Mediadora, orientando o aluno no seu aprendizado, fomentando a participação, levantando hipóteses para a problematização e possibilitando ao professor traçar estratégias diferenciadas daquelas aplicadas anteriormente para obtenção dos objetivos previamente estabelecidos.

 

"A avaliação é a reflexão transformada em ação, não podendo ser estática nem ter caráter sensitivo e classificatório”.

Jussara Hoffmann

 

 

Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal
e colaboradora do Portal Rioeduca
E-mail: taisduarte@rioeduca.net

                               

 

 

 


   
           



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