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Retornando 23 resultados para o mês de 'Maio de 2019'

Quarta-feira, 22/05/2019

E.M. José Aparecido do Prado Sarti - 3ª CRE

Tags: 3acre, bike, trânsito.

 Projeto Bike Educa: uma  parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e a CET-Rio. 

 

 

O objetivo principal do projeto Bike Educa é abordar  as regras de trânsito de forma lúdica e prazeirosa, de modo que os alunos sejam multiplicadores de práticas cidadãs no trânsito. 

 

 

 

O Bike Educa, idealizado pela CETRio, recebe crianças de diferentes regiões da cidade. Durante o projeto, os alunos simulam, em uma pista que imita ruas da cidade, situações cotidianas do trânsito. A  participação das escolas é definida através da realização de uma inscrição e agendamento de dias e horários com a equipe responsável. 

 

 

Como funciona na prática: 

As crianças são recebidas por instrutores integrantes da equipe do projeto da CET Rio e são instruídas sobre as dinâmicas de trânsito que irão participar. Após esse primeiro momento, elas recebem bicicletas e começam a trafegar pela pista,  obedecendo as sinalizações e orientações dos instrutores.

Os alunos que ainda não sabem andar de bicicicleta participam, antes de ir à pista, de uma oficina que os familiariza com esse meio de transporte.

Uma vez na pista, os alunos participam de algumas simulações de atitudes e  comportamentos necessários no trânsito.  Além disso, os estudantes recebem dicas de convivência democrática entre transeuntes, ciclistas e motoristas e também aprendem que “o maior veículo é responsável pelo menor e todos são responsáveis pelo pedestre", conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 

A Escola Municipal José Aparecido do Prado Sarti  faz parte do grupo de escolas participantes desse projeto. A Unidade Escolar já participou mais de uma vez dessa formação, pois sua equipe de direção e seus professores consideram o projeto válido, divertido e prazeroso.


As crianças adoram a atividade e ainda desfrutam de uma paisagem muito bonita e rica para o desenvolvimento pedagógico. - Diz a Coordenadora pedagógica, professora Iris.

 
Este ano a escola inscreveu no projeto quatro turmas: 1302, 1303, 1041 e 1602.   

“Eu adorei o projeto! Aprendi sobre as sinalizações e placas, andei de bicicleta com a minha professora e foi muito divertido. Queria voltar mais vezes!” - Relata a aluna Yasmin Victória, da turma 1401.

 

 

Quer saber mais sobre esse trabalho?

Entre em contato com a Unidade Escolar.
Escola Municipal José Aparecido do Prado Sarti
Diretora: Flavia Lucio Ramos Pereira

E-mail: emsarti@rioeduca.net
Telefone: 3822 4607

 

Contato para publicações:


   
           



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Quarta-feira, 22/05/2019

Escola Municipal Joana Angélica - 8ª CRE

Tags: rio de leitores, 8ª cre, sala de leitura, mulheres.

 

A Escola Municipal Joana Angélica na 8ª CRE realizou, no dia 26 de abril, o seu primeiro Café Literário. O tema do evento foi: Grandes Mulheres que mudaram o mundo! Com a presença da comunidade local, a iniciativa proporcionou a todos uma manhã prazerosa de reflexões e aprendizado.

 

Alunas da turma 1501 preparando seus diários. A atividade foi proposta a partir da leitura do livro  O Diário de Anne Frank

 

Embora o papel da mulher na sociedade venha se tornando cada vez maior e melhor, ainda existem muitos desafios a serem enfrentados.

Muito do reconhecimento feminino na sociedade, se deve a mulheres que lutaram em diferentes âmbitos por direitos, igualdade dos gêneros e valorização.

Essas mulheres talentosas e de grande personalidade são um exemplo para crianças e adolescentes, pois a determinação e a persistência podem levá-los ao sucesso em seus objetivos.

 

 "Eu sou aquela mulher a quem o tempo muito ensinou.
Ensinou a amar a vida e não desistir da luta,
recomeçar na derrota, renunciar a palavras
e pensamentos negativos.
Acreditar nos valores humanos e ser otimista."

                                                                                       Cora Coralina

 

Cartazes retratando as personalidades que foram trabalhadas em cada turma.

 

A Escola Municipal Joana Angélica, na 8ª CRE, está desenvolvendo o projeto "Grandes Mulheres que Mudaram o Mundo... Um Tema para Meninos e Meninas!"

Inicialmente, o tema foi escolhido com o propósito de refletir sobre o direito da mulher na sociedade e transmitir aos alunos a importância da igualdade de gêneros, pontuando as mulheres como grandes contribuintes para o que já se foi conquistado no mundo até hoje.

As mulheres conquistaram o seu espaço, através de muita luta e coragem para enfrentar os desafios que lhes foram impostos. Com a realização desse projeto na E.M. Joana Angélica, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer as histórias de vida, ascensão e o legado deixado por algumas mulheres espetaculares.

Perceber-se como alguém capaz de realizar novas conquistas para si mesmo e para a sociedade é um empoderamento para todos e um dos papéis da Educação Fundamental. 

 

 

 

 

Alunos da turma 1201 preparando os aviõezinhos para compor o estande de Amelia Earhart no Chá Literário

 

"O projeto Grandes Mulheres que Mudaram o Mundo ... um Tema para Meninos e Meninas! foi  cativante desde o início. A escolha foi muito acertada, pela variedade de temas transversais que foi possível desenvolver. Só tenho a agradecer a toda a equipe escolar e aos queridos alunos que foram essenciais para o desenvolvimento de todas as ações e também a comunidade escolar por prestigiar esse momento (...) "

                                                                                                      Professora Vanda Cristina Nerys - Diretora Geral da E.M. Joana Angélica

 

O presente projeto está em andamento, no mês de junho, a E.M. Joana Angélica estará mobilizada para homenagear as mulheres presentes nas Artes. Será realizado um vernissage com o trabalho dos alunos, baseados nas grandes artistas plásticas do mundo. Nesse momento, os alunos poderão também conhecer e contextualizar as obras, refletindo sobre as produções e momento histórico no qual elas foram produzidas.

Em agosto, será a vez das grandes mulheres da Música! Uma seleção de mulheres que marcaram presença na Música, compartilhando a sua arte e abrindo portas para outras mulheres, serão apresentadas aos alunos e à comunidade escolar, finalizando com uma Festa da Música!

O projeto promete ser um sucesso de aprendizado e quebra de paradigmas. Entre leituras, pesquisas, produções e muita reflexão, a mensagem de respeito e valorização é semeada entre todos os participantes.

 

Mesas preparadas para receber os alunos e seus responsáveis no Chá Literário

 

No dia 26 de abril, a escola deu boas-vindas à comunidade para o Café Literário, que foi um momento de aprendizado para alunos e responsáveis.

A trajetória e conquista de 10 grandes mulheres extraordinárias foi o objeto de estudo durante todo o primeiro bimestre. Onde nasceram, onde viveram, o que fizeram e qual a importância disso para a sociedade, atualmente.

As mulheres apresentadas no projeto "Grandes Mulheres que Mudaram o Mundo... Um Tema para Meninos e Meninas!" foram: Frida Khalo, Tarsila do Amaral, Amélia Earhart, Rachel de Queiroz, Clarice Lispector, Cora Coralina, Madre Teresa de Calcutá, Chiquinha Gonzaga, Anne Frank e Emmeline Pankhurst. Essas mulheres se destacaram na arte, na música, na literatura e outras áreas.

O Café Literário atingiu plenamente o objetivo proposto pela equipe pedagógica. As atividades de leitura, produção textual, pesquisa e desenho resultaram em uma bela mostra pedagógica.

 

O Rioeduca parabeniza toda a Escola Municipal Joana Angélica pela realização do Café Literário!

 

Equipe Pedagógica:

Direção: Vanda Cristina Nerys Ferreira

Direçao Adjunta: Rodrigo de Almeida Quadro

Coordenação Pedagógica: Vanessa Pessanha de Souza

 

Escola Municipal Joana Angélica:

Travessa Barranquilha, Vila Kennedy

Tel.:  2405-8058

Email:  emangelica@rioeduca.net

Rede Social: Facebook/E.M. Joana Angélica

 

 

 

 

 

 

 

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Terça-feira, 21/05/2019

Escola Municipal Francisco Manuel - 2ª CRE

Tags: 2ªcre, alfabetizacao, educaçãoespecial.

Trabalho da Sala de Recursos da Escola Municipal Francisco Manuel.

 

A professora de Atendimento Educacional Especializado, Ana Carolina da Rocha, regente na Sala de Recursos da Escola Municipal Francisco Manuel contou ao portal Rioeduca sobre como é realizado o atendimento aos alunos neste ambiente escolar.


O trabalho do Atendimento Educacional Especializado (AEE), que ocorre nas Salas de Recursos Multifuncionais (SRM), tem por objetivo proporcionar ao estudante com deficiência um atendimento complementar específico para que ele possa superar e/ou compensar as limitações causadas por seus comprometimentos sensoriais, físicos, intelectuais ou comportamentais, desenvolvendo e explorando ao máximo suas competências e habilidades. Segundo o Manual de Implementação das Salas de Recursos Multifuncionais (2010):


“O Atendimento Educacional Especializado, na perspectiva da Educação Inclusiva, assume um caráter exclusivamente de suporte e apoio à educação regular, por meio do atendimento à escola, ao professor da classe regular e ao aluno. Tem como objetivo oferecer aos alunos que frequentam a Sala de Recursos Multifuncional ensino de conteúdos específicos, estratégias e utilização de recursos pedagógicos e de tecnologia diferenciados, não existentes na classe regular, que são fundamentais para garantir a sua aprendizagem e acesso ao currículo comum”.(p.19)

 

 

Professora Ana Carolina e alunos.

 


O “Programa de Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais” integra o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE-2007) com o objetivo de atender o seguinte público:


• Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo, de natureza física, intelectual, mental ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem ter obstruído sua participação plena e efetiva na escola e na sociedade;


• Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com autismo, síndromes do espectro do autismo, dentre outras síndromes.


• Alunos com altas habilidades ou superdotação: aqueles que apresentam um potencial elevado e grande envolvimento com as áreas do conhecimento humano, isoladas ou combinadas sejam ela intelectual, acadêmica, liderança, psicomotora, artes e criatividade. (MEC, 2010).

 

 

Alunos realizando atividades durante o atendimento na Sala de Recursos.

 


O professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE) tem como função realizar esse atendimento de forma complementar ou suplementar à escolarização, considerando as habilidades e as necessidades específicas dos alunos com deficiência.


Uma das funções do professor de AEE é identificar as necessidades educacionais específicas dos educandos incluídos nas turmas regulares de ensino e através de um Plano de Educacional Individualizado (PEI) traçar objetivos de modo que seja proporcionada às devidas condições para a aprendizagem desses alunos.

 

 

Atividades na Sala de Recursos.

 


A professora Ana Carolina também contou sobre um projeto desenvolvido com os alunos no espaço da Sala de Recursos, que tem como título “Receita de Bolo da Família”. O objetivo central foi favorecer a autonomia do estudante diante de tarefas diárias de alfabetização e contagem.


O projeto "Receita de Bolo da Família" iniciou-se com muitas descobertas! O estudante Matheus Felipe Maia, por exemplo, elegeu o bolo de chocolate para aprender em família e fazer a deliciosa receita. Além de trabalhar com a alfabetização, leitura, escrita, a professora investiu no conceito de divisão de forma concreta e significativa ao fazer a receita. Além disso, foi possível ver a alegria da família diante da participação, pois após pesquisar a receita com a professora o bolo deveria ser feito em casa.

 

Os alunos escolheram sozinhos ou com suas famílias o bolo de sua preferência, pesquisaram com a professora a receita e os ingredientes necessários para a confecção do mesmo. Após esta pesquisa, professora e alunos foram às compras utilizando encartes de supermercados. Neste momento, foi possível trabalhar com os educandos os conceitos de sistema monetário, medidas de capacidade e massa.


Por acreditar que os conhecimentos estão conectados em perfeita harmonia, o objetivo do trabalho é utilizar vivências cotidianas fomentando a práxis pedagógica rumo à inclusão pela participação coletiva. Nesse desafio a família tem um papel fundamental de apoio na construção do conhecimento dos educandos.


Agradecemos a professora Ana Carolina por compartilhar conosco informações sobre seu trabalho  na Sala de Recurso e as atividades realizadas com seus alunos!

 

 

Quer saber mais? Entre em contato com a unidade escolar.

Escola Municipal Francisco Manuel

Email: emfmanuel@rioeduca.net          Telefone: 3238-4592  / 3238-4591

 

 

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 


   
           



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Terça-feira, 21/05/2019

EDI Professora Maria Berenice Parente - 7ªCRE

Tags: 7ªcre ; projetos.

 

Trabalhando linguagem e relações étnico-raciais na Educação Infantil a partir da atividade Gabriella vai passear!

 

A turma EI-56 do Pré II do EDI Professora Maria Berenice Parente trabalhou a linguagem e as relações étnico-raciais, no mês de abril, através da atividade Gabriella vai passear.

 

 

A atividade trabalhou com o Campo de Experiência: O Eu, o outro e o nós, sugerido pela BNCC explorando, principalmente, os seguintes objetivos:

  • Desenvolver o sentimento de pertencimento de grupo por meio da valorização da linguagem.
  • Produzir suas próprias histórias orais com elementos da narrativa, como personagens, tempo e contexto.
  • Superar as limitações expressando ideias e sentimentos utilizando diversas linguagens e gêneros textuais.
  • Demonstrar empatia pelos outros, percebendo que as pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e maneiras de pensar e agir.
  • Construir representações positivas em relação às próprias características e às características do outro, possibilitando, desde cedo, o enfrentamento de práticas de racismo e outros tipos de preconceitos.

 

Brincando com a boneca Gabriella.

 

Veja o relato enviado pela professora Iolanda Nunes:

O que são os Campos de Experiências da Educação Infantil e como criar atividades lúdicas para trabalhar seus objetivos?

Aqui vai um exemplo!

Gabriella é uma boneca que passeia todo final de semana na casa de alguma criança da turma. Na segunda-feira, a criança traz a Gabriella para a escola e conta na rodinha como foi o final de semana com ela.

Ao contar como foi o final de semana, a criança está criando uma narrativa utilizando todos os elementos desse gênero textual.

Nesse final de semana, Gabriella foi passear na casa da Thaylla. Hoje a Thaylla nos contou como foi essa experiência:

"A gente foi passear no shopping, tomamos sorvete e brincamos. Gabriella chegou muito suada e minha vovó tirou a roupa dela pra lavar, deu banho nela e colocou no sol para secar. Gabriella ficou muito quente e eu achei que ela estava com febre. Dei remédio pra ela de mentirinha. Ela ficou chorando, porque queria a vovó Iolanda aí eu dei meu tablet pra ela brincar. Minha avó fez uma cordinha de fita para a chupeta dela não cair mais e ela parou de chorar."

Percebe-se claramente neste texto a presença dos elementos que compõem uma narrativa: os personagens, o tempo em que aconteceu, o contexto e a sequência lógica dos fatos.

Além de desenvolver essa competência linguística, muitos outros objetivos - relatados anteriormente- estão sendo trabalhados nessa simples atividade.

Tudo começou quando percebi que algumas  crianças sentiam dificuldade para se expressar e as que eram falantes acabavam por dominar as situações, deixando as demais sempre à margem das atividades. Também percebi dificuldade em algumas crianças aceitarem suas características físicas, como cor da pele e tipo de cabelo. Algumas crianças diziam que não achava bonito o cabelo crespo e algumas diziam ter cabelos lisos ou encaracolados, mesmo quando seus cabelos eram visivelmente crespos.

Na sala não havia uma boneca negra e as crianças também não conheciam histórias de príncipes negros e de princesas negras. Faltava, portanto, representações positivas com as quais as crianças pudessem se identificar. Diante desse contexto, resolvi trabalhar com a questão da construção do sentimento de pertencimento de grupo a partir da valorização da individualidade e construção da identidade por meio da linguagem, criando as tais representações positivas que estavam faltando.

 

Boneca sendo apresentada para a turma.

 

 

Boneca negra presente nas brincadeiras em sala.

 

Nesse contexto, a professora começou a ler  algumas histórias que revelavam a beleza e o encantamento de personagens negros (Ex: Menina bonita do laço de fita; Meu cabelo crespo é de rainha e outras) e trabalhou com algumas músicas que tratam da diversidade (Ex: Normal é ser diferente, dentre outras).

 

Livros utilizados pela professora da turma.

 

Depois de um tempo, achei que já era hora de levar uma boneca negra para a sala. Então, num belo dia, levei a boneca e fiquei observando a reação das crianças. Todas a receberam com muito carinho e logo perguntaram seu nome. Então, fizemos uma votação e o nome escolhido foi Gabriella.

A ideia de levar a boneca para casa foi das próprias crianças e eu aproveitei a ideia para trabalhar a questão da linguagem.

Com essa experiência, ficou evidente que é de extrema necessidade incorporar o discurso da diferença na Educação Infantil, a fim de enriquecer nossas práticas e as relações entre as crianças, desmistificando essa ideia de harmonia e de não racismo no ambiente escolar.

Muitas vezes o racismo está justamente no silêncio das crianças, que não se sentem confortáveis para falar de suas origens e de suas características físicas, por não se sentirem representadas na mídia, na literatura e até nos próprios brinquedos. O racismo também se revela no silêncio dos professores e professoras, que preferem tratar certas situações como “normais”, a fim de não incitar o racismo.

O problema, entretanto, é que ao ocultar as diferenças e não tratar dessa questão na escola é também uma forma de racismo, uma vez que silencia as vozes de quem já vive no anonimato e, consequentemente,  favorece ações preconceituosas e racistas.

São várias as metodologias para motivar a produção de textos na EI e de trabalhar com as relações étnico-raciais. Porém, quando a criança é estimulada a falar sobre algo que ela vivenciou, experimentou e se identificou tudo fica mais fácil, pois a criança consegue dar significado à atividade.

Atualmente, as crianças se sentem tão à vontade para falar de si mesmas e de criar suas histórias, que já produziram vários livros. Ano passado chegaram a lançar o livro Etnia.

 

Livro confeccionado por alunos do EDI Maria Berenice.

 

Sabemos que a aprendizagem é um processo complexo e que envolve uma gama de fatores. Porém, é inegável que a elevada autoestima é um dos fatores primordiais para que a ela ocorra. Tomar consciência de si e do outro é fundamental para que a criança construa representações positivas, se constitua enquanto sujeito e vença as desigualdades socialmente impostas pelas diferenças étnico-raciais, colaborando, consequentemente, para a construção de uma sociedade mais plural. Atualmente, nessa turma, é muito comum a criança dizer: “Eu quero falar! ”

 

Relato da professora Iolanda Nunes.

 

 

 

 

Parabéns a todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

Contato para publicações:

robertavitagliano@rioeduca.net

 

Contato do EDI Maria Berenice Parente:

ediberenice@rioeduca.net

Telefone: 3342-4681

 

 

 

 

 

 

 


   
           



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