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Sexta-feira, 24/08/2018

Semana de Debates Sobre Africanidades

Tags: 10cre, cre10, áfrica.

 

O projeto foi pensado para que os alunos pudessem refletir sobre o tema. Afinal, são 130 anos de liberdade. Realidade ou Ilusão?

 

A E/CRE (10.19.054) Escola Municipal Adalgisa Nery está localizada à Rua Eduardo de Aguiar Filho, s/n - Conjunto São Fernando, Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A unidade atende 484 alunos do segundo segmento (6° ao 9° ano) e projeto Aceleração 8. Desde 2017, a Unidade Escolar tornou-se Ginásio Carioca, com atendimento em turno único. Tem como diretora, a professora Marcia Cristina Matos de Figueiredo, como diretora adjunta, a professora Cátia Simone Pereira de Sousa e como Coordenadora Pedagógica, a professora Danielle Maria da Silva Borisff.

 

Um dos projetos desenvolvidos pela Unidade Escolar em 2018 foi a Semana de Africanidades, a qual foi idealizada pelo professor de História e membro do Departamento Cultural do G.R.E.S. Portela, Ygor Lioi, e contou com apoio da equipe gestora e todo corpo docente.

 

 

Equipe gestores, professores e palestrantes

 

 

O projeto tinha como objetivo primeiro reafirmar o legado da África para a sociedade brasileira, em suas mais distintas vertentes, passando pela culinária, musicalidade, religiosidade, cultura popular entre outros. Além disso, buscou-se debater o papel do homem negro e da mulher negra na atual sociedade e entender a política do Estado com relação às populações negras e mais pobres. A ação vai de acordo com a Lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana do Ensino Fundamental até o Médio (decretada em 9 de janeiro de 2003).

 

Foram 5 dias de palestras, contemplando 4 turmas: 1901, 1902, 1903 e 1801, envolvendo ao todo quase 200 alunos. Participaram dos debates pessoas ligadas às Universidades Públicas, políticos, cineastas, membros de Escolas de Samba, delegado de polícia, entre outros.

 

Dia 1 - Palestra: Panorama da Sociedade Escravocrata do Século XIX - Mercado de Escravos e o Pós-abolição

O primeiro dia de palestras aconteceu com a participação de Thiago Mantuano, doutorando e mestre no curso de História Social da Universidade Federal Fluminense e Dr. Carlos Eduardo Costa, Professor Adjunto da UFRRJ. Nesse dia, os alunos puderam aprofundar seu conhecimento sobre o cotidiano e as relações existentes na época da Escravatura e, também, entender que o negro é agente de sua própria história. Mesmo sendo subjugado, ainda assim, tinha margem para negociações e desenvolvia atividades de alta complexidade dentro daquela sociedade.

 

Dia 2 - Palestra sobre: O legado da Cultura Africana na Cultura Popular

O segundo dia de palestras aconteceu com a participação de Nathalia Sarro, graduanda em História pela UFF, integrante do departamento cultural da Unidos de Vila Isabel, desde 2014, estudante da Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Nesse dia, os alunos da Unidade foram os primeiros da Rede Municipal a assistir o documentário Kizomba, 30 anos de um grito negro na Sapucaí, documentário de Nathalia Sarro. Após a exibição do filme, os convidados falaram sobre como foi a produção da obra, além, é claro, de explicitar características dentro das Escolas de Samba e no Carnaval Carioca que são legados da África para nossa sociedade. O desfile retratado no vídeo, ocorrido em 1988, marcou a comemoração dos 100 anos da Abolição da Escravatura e deu o primeiro título da Unidos de Vila Isabel.

 

2° dia de palestras

 

 

Dia 3 - Palestra sobre: O legado da Cultura Africana na Musicalidade

O terceiro dia de palestras aconteceu com a participação de Ruan Lucena, Historiador/Professor formado pela UNIRIO em 2017, carnavalesco do G.R.E.S. Rosa de Ouro para o carnaval 2019, Caio Sérgio de Moraes, mestre em História Social pela Universidade Federal Fluminense, pesquisador atuante nas áreas de cultura e Religiosidade afro-brasileira nos períodos imperial e republicano brasileiro e Matheus Luciano, graduado em História pela Universidade Federal Fluminense. Nesse dia, os palestrantes focaram no gênero samba, para falar sobre o legado de África para o Brasil. Além disso, relacionaram a importância das mulheres para formação do gênero musical em questão; o papel do sambista na sociedade entre outros.

 

Dia 4 - Palestra: A política antidrogas e o extermínio das populações negras

O quarto dia de palestras aconteceu com a participação do Delegado de Polícia Civil do Rio de Janeiro, mestre em Ciências Penais (UCAM), doutor em Ciência Política (UFF), secretário geral da Leap Brasil (Agentes da Lei Contra a Proibição) e militante do Movimento Policiais Antifascismo. Nesse dia, o palestrante falou sobre sua experiência de vida no cotidiano da Polícia Civil e sobre os estudos que desenvolveu no Doutorado e no Mestrado, que resultaram na publicação de livros: Indignos de Vida, A forma jurídica da política de extermínio de inimigos na cidade do Rio de Janeiro e Acionistas do nada: Quem são os traficantes de drogas?

 

Dia 5 - Palestra: O Papel do homem negro na sociedade

O quinto dia de palestras aconteceu com a participação do Historiador Ramon Serra, formado na UFF, professor de História em cursos pré-vestibulares e youtuber no canal Lab Humanas, Edson Santos, ex-deputado federal e ex-ministro-chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e Ronald Sorriso, ex-presidente da UNE e atual secretário da Juventude do Partido dos Trabalhadores. Nesse dia, os palestrantes falaram sobre sua experiência de vida, tocaram em assuntos atuais como o racismo, o processo de racialização, entre outros.

 

 

Último dia de palestra

 

 

"As ações propostas pela semana de Africanidades foram quase que todas contempladas. O processo de reflexão proposto pelos convidados foi bem visto pelos alunos, gerando questionamentos dentro e fora da sala de aula. Sendo assim, o processo de ensino-aprendizagem, fugiu do lugar comum, sendo levado a um debate profundo sobre temas de ampla relevância social."afirma a diretora Marcia.

 

 

Parabéns ao professor Ygor Lioi e a toda  equipe pela iniciativa de sucesso

 

Quer saber mais sobre o projeto?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/CRE (10.19.054) Escola Municipal Adalgisa Neri
E-mail: emaneri@rioeduca.net
Telefones: 3395-1845

 


 


   
           



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Sexta-feira, 10/08/2018

Resgatando e Valorizando o Hábito Pela Leitura

Tags: cre10, 10ªcre, fotografias, leitura.

 

Escola Municipal Professora Zélia Carolina da Silva Pinho promove atividades como Exposição de Fotografias e Leitura Lounge com o intuito de despertar nos alunos o interesse pela leitura através de propostas diferenciadas.

 

A Escola Municipal Professora Zélia Carolina da Silva Pinho está localizada a Rua Felipe Cardoso, n° 1536 – Santa Cruz, zona oeste do Rio de Janeiro. A unidade atende 20 turmas, com 657 alunos do 6° ao 9° ano. Tem como diretora, a professora Tânia Maria Gonçalves dos Santos, como diretor adjunto, o professor Eduardo do Amaral Santos e, como coordenadora pedagógica, a professora Luana Fortunato Costa.

 

A equipe gestora é formada por professores que acompanham a trajetória da Unidade. A diretora, professora Tânia Maria Gonçalves dos Santos, debuta junto a escola, que neste ano completou 15 anos, pautados no empenho em construir um espaço democrático e organizado, que valoriza o aluno como parte principal do processo ensino- aprendizagem.

 

Pelotão da Bandeira da Unidade Escolar

 

O estímulo à leitura é sempre um desafio para o professor de língua portuguesa, uma vez que o desinteresse pela prática é frequente entre adolescentes de hoje, tão imersos a uma realidade virtual que, muitas vezes, desestimula a concentração. Dessa forma, pensando em uma maneira de despertar nos aprendizes uma vivência agradável e estimulante de leitura, os professores realizaram uma atividade um pouco diferente das realizadas habitualmente no ambiente escolar. 

 

 O texto trabalhado com as minhas turmas no 1° bimestre foi o conto “Venha ver o pôr do sol”, de Lygia Fagundes Teles. No entanto, eu gostaria de estar com a turma durante a leitura para perceber como era a postura de cada aluno. Dessa forma, não pedi para que lessem o texto em casa. A atividade deveria acontecer na escola. Como muitos alunos não têm o hábito de ler em casa, tentei encontrar alguma forma de proporcionar-lhes um ambiente que oferecesse o relaxamento e a descontração que o lar oferece. Verifiquei que havia na escola uma sala de instrumentos, onde não ocorriam aulas em meu horário com as turmas, e resolvi fazer a atividade por lá. Como havia poucas mesas e cadeiras, os alunos poderiam ficar como quisessem, inclusive deitados. O resultado superou as expectativas, pois os alunos ficaram 40 minutos em silêncio lendo o texto e ainda finalizaram a leitura bastante exaltados com um dos personagens.  afirma a professora Lygia Figueira

 

 

Alunos da 1801 em atividade de leitura

 

Como o resultado da atividade foi muito proveitoso, a direção da escola resolveu investir na sala, transformando-a em um espaço preparado para receber bem os alunos. Sendo assim, com as próximas turmas, o ambiente estava mais bonito, com paletes, colchonetes e flores.

 

A proposta da atividade foi oferecer aos alunos a leitura de um bom texto de maneira relaxada e concentrada. Alguns trabalhos surgiram em decorrência da atividade, mas se deram de maneira natural, a pedido de alunos ou devido a uma reflexão ocorrida após debate. A turma 1801, por exemplo, decidiu adaptar a história para uma peça. Selecionaram atores, diretores, pensaram no cenário e no figurino. Na turma 1902, o texto gerou reflexão sobre os temas feminicídio e independência da mulher. A professor propos que se expressassem sobre as reflexões que fizeram a partir do texto. Foram feitos desenhos, maquetes, poesias, vídeos, cartazes e músicas. Na 1901, os alunos se dividiram para um seminário sobre mulheres. Um dos grupos pesquisou e apresentou sobre a autora Lygia Fagundes Teles.

 

Diante da necessidade de se trabalhar valores, dentre os quais o cuidado e o respeito com o próximo e, ainda, no anseio de resgatar o gosto pela leitura, a professora Andréia pensou em uma proposta que pudesse englobar as prioridades mencionadas. Contudo, havia a necessidade de encontrar uma proposta que possibilitasse uma leitura única para toda turma 1606, tendo em vista a inviabilidade de se dar conta de várias leituras ao mesmo tempo e que essa fosse realizada no ambiente, pois somente assim se teria a certeza de que todos de fato iriam ler o livro. Em consulta a sala de Leitura, ela encontrou o livro “O Pequeno Príncipe” com 11 exemplares. Como a direção havia criado o espaço Leitura Lounge, o projeto pode ser realizado de maneira que os alunos pudessem ter um espaço diferenciado para realizar a leitura.

 

 Alunos sem nenhuma concentração em sala de aula se silenciaram diante da encantadora leitura do livro “O Pequeno Príncipe” e a todo instante demonstravam curiosidade em saber sobre o final da história. Em determinados momentos, fazia intervenções com a preocupação de que todos estivessem no mesmo momento da leitura ou próximos e, ainda, buscando neles o entendimento sobre a importância de uma simples florzinha para o Pequeno Príncipe e o que ele foi capaz de fazer para cuidar dela. Desta forma, trabalhamos valores no sentido de como cuidar um do outro, do que devemos fazer para cativar as pessoas, que todos são importantes independente de quem seja. Foi um momento mágico, finalizado com um lindo musical cantado por toda turma.  afirma a professora Andréia Souza

 

 

Alunos da 1606 no espaço Leitura Lounge

 

 

Outra projeto de grande sucesso na Unidade Escolar foi a exposição de fotografias organizada pela professora de Artes, Fernanda Miguel. As fotografias foram produzidas pelos alunos do 9º ano após estudo resumido e adaptado a faixa etária da história da fotografia.

 

As fotografias feitas com aparelhos celulares e filtros artesanais, que vão de papéis coloridos, cd, descartáveis, espirais de cadernos e diversos outros materiais.

 

 

 Um processo que começa no escuro de uma caixa, onde a luz se transforma poeticamente em imagem. A câmara escura é nosso primeiro objeto de transformação do olhar, treinando a observação da paisagem, enquadramento, luz e sombra, plantando a semente da fotografia na alma de nossos alunos. A intenção maior do trabalho não estava apenas nas imagens que resultaram dele, mas em desenvolver nos alunos um olhar crítico de mundo, uma observação maior, não só de pequenos detalhes e novas belezas, como de tudo que os rodeiam.  afirma a professora Fernanda Miguel.

 

 

Fotografia de aluna do 9° ano

 

 

Quer saber mais sobre o nosso trabalho?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/CRE (10.19.062) E. M. Professora Zélia Carolina da Silva Pinho.
E-mail: emzpinho@rioeduca.net

 

 


 


   
           



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Sexta-feira, 27/07/2018

Brincadeira Aqui é Coisa Séria

Tags: cre10, 10ªcre.

 

O grupo do EDI Profª Solange Inácia de Sá de Lacerda realmente leva a brincadeira a sério!

 

Em meio a brincadeiras projetadas especificamente para as crianças, com a utilização de diversos materiais, inclusive reciclados, voltadas para o desenvolvimento sócio motor, cognitivo e afetivo o EDI conseguiu conquistar diariamente o sorriso e carinho de seus alunos.

 

Diretora Lucia e Diretora Adjunta Paula

 

A E/CRE (10.19.821) Espaço de Desenvolvimento Infantil Professora Solange Inácia de Sá de Lacerda está localizado à Rua Treze s/n°, Conjunto Liberdade, Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A Unidade Escolar atende a 150 crianças de 6 meses a 3 anos e 11 meses, com 6 turma, sendo 1 de Berçário, 3 de maternal I e 2 de maternal II, tendo como diretora, a professora Luciana Guedes Vianna, como diretora adjunta, a professora Paula Barbosa de Oliveira dos Santos e como professor articulador, o professor Júlio de Moura Rebello.

 

Em conjunto, direção, professores e comunidade escolar, decidiram trabalhar a brincadeira, pois acreditam que a aprendizagem mais significativa para uma criança vem por meio do brincar.

 

Pensando na criança enquanto sujeito social, com características e necessidades próprias, a brincadeira torna-se uma atividade social específica e fundamental que garante a interação e construção de conhecimento de mundo pela criança. O brincar é um componente de suma importância na formação do sujeito. No brincar as crianças constroem e reconstroem as relações sociais, desenvolvem a criatividade e produzem conhecimentos.

 

— Todos nós fomos contagiados pela magia do brincar e as infinitas possibilidades que nos proporciona. As professoras interagem trocando experiências. Além disso, ficam atentas as sugestões trazidas por outros membros do grupo, das famílias e os mais entendidos no assunto - as crianças! O grupo inteiro abraçou o tema e nossos dias estão sendo bem divertidos e felizes. — declara a diretora adjunta, Paula.

 

O presente trabalho vem trazer aos leitores a importância do brincar como fonte de saber garantindo o desenvolvimento integral da criança na primeira infância.

 

Brincando de índio. Professora: Sabrina Medeiros com a turma EI-11.

 

 

Na primeira infância, as interações sociais são fundamentais para aprendizagem da criança em espaços coletivos. E é no ambiente escolar que o professor é o mediador da construção do conhecimento. Por este motivo é necessário o fortalecimento de práticas pedagógicas que favorecem o desenvolvimento integral das crianças, respeitando suas diversidades.

 

 

Brincando com material reciclado, Maternal 2 com a professora Ludmilla Paes.

 

O brincar é um fenômeno cultural e a principal atividade da criança. Esse ato influencia seu desenvolvimento afetivo, social, cognitivo e motor de maneira natural. Brincando a criança é capaz de criar, imaginar, avaliar suas habilidades, vivenciar papeis da sociedade, respeitar e criar regras, compreender o mundo e expressar suas vontades e desejos.

 

— Nosso projeto foi pensado e elaborado juntamente com o grupo de professoras do EDI e, aos poucos, desenvolvido com a colaboração de todo o grupo, inclusive aproveitamos as sugestões das crianças e suas famílias. Acreditamos realmente na importância do brincar que é o nosso eixo norteador para a a elaboração de todas as atividades planejadas. — afirma a diretora, Luciana.

 

Releitura das obras de Ivan Cruz, Maternal 2 com a professora Thaíssa Vianna.

 

Brincadeira no EDI Professora Solange Inácia de Sá Lacerda é coisa séria!

Parabéns aos envolvidos!

 

 

Quer saber mais sobre o nosso trabalho?

E/CRE (10.19.821) EDI Professora Solange Inácia de Sá de Lacerda
E-mail:
edilacerda@rioeduca.net
Telefone: 3365-5449

 

Contato para publicações:


   
           



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Sexta-feira, 13/07/2018

Vivendo Direito e Deveres

Tags: cre10, 10ªcre.

 

A Escola Municipal Ana Neri trabalha os direitos e deveres com os alunos fazendo com que criem o hábito diário de seguir os combinados feitos. 

 

A E/CRE (10.26.013) Escola Municipal Ana Neri é centenária, está localizada na Estrada Roberto Burle Marx, 9953, Barra de Guaratiba, em frente à praia, possui 8 turmas em horário parcial, com atendimento de 199 alunos da Educação Infantil (4 anos) ao 5° ano. A Unidade Escolar tem como diretora, a professora Ana Paula Albuquerque de Souza, como diretora adjunta, a professora Vania Maria Machado de Araújo, como coordenadora pedagógica, a professora Gloria Maria Bastos e como professora de sala de leitura, a professora Cintia Farag Goulart de Araújo.

Frente da Unidade Escolar

 

O corpo docente da escola é formado pelos professores Jéssica Pereira Amorim Santos (turmas EI-41 e EI-51), Debora Carlota Nunes Barbosa (turmas 1201 e 1301), Andrea Santos de Lima (turmas 1402 e 1501), Aline Ribeiro Rangel (turmas 1101 e 1401), Sabrina Ribeiro Guimarães (Artes), Janaine Medeiros santos (Inglês) e Marco Antonio de Alvarenga Mendonça e Andreia Ferreira Maciel (Educação Física).

 

A temática pedagógica de 2018 é “Vivendo Direitos e Deveres”, essa nasceu da avaliação da proposta pedagógica de 2017, que era “Descobrindo Barra de Guaratiba” e o desenvolvimento do PPP/Construindo Valores e Saberes. O grupo acho que surgiu a necessidade de focar as vivências e instrumentos de inserção participativa, protagonismo e ação transformadora em cada lugar que vivem, no convívio com ações cotidianas de limites, cidadania e solidariedade na escola, família e na comunidade.

 

Alunos em atividade de contação de histórias no quintal da escola

 

Além disso, os professores e direção buscam gerar a consciência em cada um como sujeito ativo na dinâmica dos direitos e deveres, sendo resultado da atitude pessoal e do compromisso coletivo frente aos combinados, na Unidade Escolar, como um todo.

— Ampliar as atitudes de pensar/agir frente aos conflitos e entraves de relacionamento pessoal, percebendo o conhecimento e informação como ferramentas para as ações participativas, democráticas e de cidadania efetiva e diária, usando a reflexão e o diálogo como alicerce do compromisso dentro das situações coletivas, vem sendo o destaque. — afirma a diretora, Ana Paula.

 

 

Alunos na aula de Educação Física

 

 

— A execução dos projetos temáticos (escola, família e comunidade) são planejados e avaliados em conjunto pelos regentes, inclusive as professoras de sala de leitura, Artes, Inglês, Educação Física, Estudo Dirigido e Reforço Escolar. — explica a coordenadora pedagógica, Glória Botelho.

 

A Unidade Escolar tem alguns parceiros, que contribuem muito com as temáticas específicas: Posto de Saúde – Centro Municipal de Saúde Mourão Filho – CMS Barra Guaratiba, que contribui com prevenção de doenças, higiene, alimentação, controle e acompanhamento; Embrapa, que contribui com pesquisa alimentar e alimentação saudável; Guarda Municipal do Rio de Janeiro/Grupamento Ronda Escolar, que contribui com palestras de Convivência sem violência, prevenção à violência, cidadania, bullying, atividades socioeducativas e atividades lúdicas.

 

 

Alunos recebendo visita dos funcionários do posto de saúde 

 

 

Parabéns a todos da Escola Ana Neri por fomentar uma formação cidadã!

 

Quer saber mais sobre o nosso trabalho?

E/CRE (10.26.013) E. M. Ana Neri
E-mail: emananeri@rioeduca.net
Telefone: 3377-1387


 


   
           



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