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Terça-feira, 23/04/2019

Escola Municipal Camilo Castelo Branco - 2ªCRE

Tags: 2ªcre, literatura.

A Escola Municipal Camilo Castelo Branco elege o premiado livro "Malala, a Menina que queria ir para a Escola”, escrito pela jornalista Adriana Carranca, como base para seu Projeto de Leitura.

 

 

A professora Jenny Iglesias, regente da Sala de Leitura, da Escola Municipal Camilo Castelo Branco contou ao portal Rioeduca sobre o projeto de leitura que foi abraçado e desenvolvido por toda a escola em 2018 e que terá continuidade em 2019.

 

Professora de Liane lendo com a turma 1604.

 

 

A história de Malala é também a de qualquer criança brasileira pobre que vive em comunidade e que enfrenta muitas dificuldades para estudar. Assim, a equipe pedagógica compreendeu que a leitura deste livro atrairia a atenção dos alunos da Escola Municipal Camilo Castelo Branco, os quais em sua maioria são oriundos da Comunidade da Rocinha. 


No entanto, como ler para quase quinhentos alunos, sendo que na escola há vinte e cinco professores mediadores e apenas seis exemplares do livro citado como acervo da Sala de Leitura?  Com a ajuda dos docentes, da coordenação e da direção foram comprados vinte e oito exemplares e esses foram doados à Sala de Leitura. Entretanto, ainda era necessário pensar na metodologia deste trabalho, uma vez que mesmo com as novas aquisições, o número não era suficiente para atender as dezesseis turmas da Unidade. 

 

Professor Arilton, de Língua Portuguesa, com a turma 1703 compartilhando a leitura.

 


Para que esta engrenagem funcionasse, foi feito um quadro de horários. Nele as turmas eram organizadas de modo que havia um sistema de rodízio de leitura compartilhada. Todos os dias da semana,  havia uma turma lendo com seus professores mediadores. 


Algumas questões foram pensadas pela equipe para que o trabalho pudesse ser realizado com qualidade, são elas:

  • Qual a importância de formar leitores?
  • O papel do mediador na leitura;
  • A não obrigatoriedade da leitura;
  • Como estabelecer uma relação de confiança entre a turma e entre os alunos e seus mediadores ?
  • O incentivo a leitura em público.

 

 

Palestra da Professora da FGV, Ynaê Lopes dos Santos, sobre o racismo estrutural da sociedade brasileira.

 

 

Nas primeiras semanas, foram necessários pequenos ajustes, e a maior questão foi: “o parceiro que divide a turma comigo está mais à frente na leitura, e agora?” Após algumas conversas, chegou-se à conclusão que cada grupo teria uma demanda e o mediador daria o ritmo ao grupo, conforme as situações fossem surgindo.

 

“Nossa! Adorei a experiência.Vi o trabalho sendo feito e as mentes se abrindo, sabe? Maravilhoso.” - Professora de inglêsVanessa, após a primeira roda de leitura que realizou com a turma 1801


Neste grupo de vinte e cinco professores mediadores houve representantes de nove áreas do conhecimento, incluindo a Orientadora Educacional, Andrea Bougleux, e Coordenadora Pedagógica. Dessa forma, o projeto ficou ainda mais rico, pois ganhou diversidade de olhares e modos de fazer, além de promover uma rede de conhecimentos e de trocas. A comunidade escolar se tornou parte da história de Malala, uma menina que para ir à escola, venceu a violência e o medo, transformando sua vida e a vida de muitas pessoas!

 

Professor de música, André, discutindo com a turma 1604 a representação da mulher na música, 

 


Após o término da leitura do livro, a comunidade escolar teve a liberdade de pensar trabalhos que seriam a culminância do projeto. Nesse contexto, a professora de Sala de Leitura e a Coordenadora Pedagógica prepararam uma planilha, a fim de organizar as atividades propostas sugeridas. 


A escola realizou uma Feira Cultural intitulada: MALALA E A RODA – UMA PROPOSTA DE LEITURA COMPARTILHADA E AFETO. Durante essa ação, os professores organizaram palestras, debates, coral, jogos, rodas de leitura e de conversa com o apoio de multimídias e de músicas. O evento também recebeu palestrantes convidados e contou com a parceria das psicólogas do NIAP-PROINAPE/SME, dos agentes do Programa Saúde na Escola (PSE/SME) e do Núcleo de Estudos Afro Brasileiros (NEAB) do Colégio Pedro II - Unidade Engenho Novo.

Os corredores foram enfeitados com muitos trabalhos produzidos para o evento: quadros com autorretratos, desenhos e pinturas, produções textuais, mapas, pesquisas, mosaicos e muitas pipas para celebrar a luta pela liberdade e pela paz!

 

 

Pintura em telas – autorretratos

 

Aula de Ed. Física explorando os esportes comuns no Paquistão.

Presença de Oliver Höck (árbitro internacional) e Rodrigo Steinbach (atleta da Seleção Brasileira de Hóquei na grama)

 

 

 

 

9º ano com as psicólogas do Proinape/SME 

 

 

 

Mensagem da turma 1601.

 

 

Logo após a realização da Feira Cultural, a Unidade Escolar foi convidada pelo SESC-Ginástico para assistir à peça teatral “Malala: a Menina que Queria ir para a Escola”, inspirado no livro de Adriana Carranca, justo a obra que conheciam tão bem! Desse modo, o projeto foi encerrado com chave de ouro, pois  alunos e professores assistiram ao espetáculo com muita atenção e emoção e tiveram a certeza de que o trabalho e toda a reflexão durante o processo foram significativas. 


Por fim, foi realizado um levantamento, a partir de um questionário aplicado aos alunos e aos professores, sobre a leitura compartilhada do livro de Malala. Seguem os principais resultados extraídos das respostas dos alunos:


A experiência de ler em grupo foi positiva ou negativa? 83% positiva / 17% negativa.

 

Depois da leitura do livro de Malala, Como você está em relação ao hábito de leitura? 77% mais estimulado e curioso para ler outros livros / 13% indiferente pois a leitura não me marcou / 10% não sei responder, porque não acompanhei todas as rodas de leitura.

 

Quando um professor mediador lê junto com o grupo, você: 76% compreende melhor o texto e as ilustrações / 11% Não percebe diferença nenhuma / 13% Fica mais confuso e gostaria de ler sozinho.


A partir destes dados, fica clara a importância que a escola tem na formação do leitor  e a força da mediação nesta prática. Para 2019, a equipe pedagógica pretende aperfeiçoar esta atividade como algo contínuo no cotidiano escolar.

 

 

Agradecemos a professora Jenny Iglesias por compartilhar conosco esta experiência tão rica de incentivo a leitura e de formação de leitores literários.

Desejamos muito sucesso na continuação do projeto em 2019!
 

 

Quer saber mais? Entre em contato com a unidade escolar:

Escola Municipal Camilo Castelo Branco

Email: emcbranco@rioeduca.net

Telefones: 2512-5663 / 2294-9248
 

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 


   
           



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Terça-feira, 23/04/2019

Creche Municipal Stella Maris - 11ª CRE

Tags: 11ªcre, projetos, educação infantil, identidade, lúdico, arte, bncc.

 "Luz, câmera...todos em ação!"

 

A partir do Projeto, "Luz, câmera...todos em ação!" a Creche Municipal Stella Maris (11.20.601)  vem trazendo a ludicidade dos filmes infantis para desenvolver as potencialidades dos alunos.  Através da proposta da Creche, as orientações curriculares são desenvolvidas e articuladas com o lúdico, permitindo a participação dos alunos nas escolhas, desenvolvendo as habilidades de forma agradável, colorida, estruturada, trazendo sentido e significado à sequência didática.

 

 

Um dos objetivos da proposta é despertar sentimentos e construir valores, a partir das histórias contadas nos filmes. De modo, que as crianças possam perceber a si mesmo e ao outro, encontrando  igualdades e diferenças. 


A Professora Articuladora Michelle Moreira, conta que toda as turmas da unidade estão envolvidas neste projeto, no qual, por meio da linguagem da arte, possibilita a descoberta da sensibilidade para compreender o mundo e suas culturas. "Os pequenos exploraram a capacidade de atenção, coordenação motora, concentração, percepção, dentre outras habilidades, favorecendo a construção e formação da identidade, a partir de um processo de familiarização da imagem do próprio corpo, por meio da criatividade e da expressão artística."

 

 

Os alunos da EI 31 sendo personagens do cinema. 

 

 

O projeto foi iniciado com o primeiro filme escolhido: Toy Story. A partir da escolha, os personagens começaram a ser conhecidos pelas crianças e identificadas suas características físicas, culturais e emocionais.

O projeto desenvolvido permeia as rotinas diárias da creche, atendendo aos  5 Campos de experiência fundamentais para o desenvolvimento das crianças segundo a BNCC: Eu, o outro e o nósCorpo, gestos e movimentosTraços, sons, cores e formasEscuta, fala, pensamento e imaginação; e Espaço, tempo, quantidades, relações e transformações.

 

Conheça os  campos de experiência estabelecidos pela BNCC para Educação Infantil:

 

1) O EU, O OUTRO E O NÓS:

Destaca experiências relacionadas à construção da identidade e da subjetividade, as aprendizagens e conquistas de desenvolvimento relacionadas à ampliação das experiências de conhecimento de si mesmo e à construção de relações, que devem ser, na medida do possível, permeadas por interações positivas, apoiadas em vínculos profundos e estáveis com os professores e os colegas. O Campo também ressalta o desenvolvimento do sentimento de pertencimento a um determinado grupo, o respeito e o valor atribuído às diferentes tradições culturais.

 

Trabalhando as características físicas do corpo e identidade

 

 

2) CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS:

Coloca ênfase nas experiências das crianças em situações de brincadeiras, nas quais exploram o espaço com o corpo e as diferentes formas de movimentos. A partir daí, elas constroem referenciais que as orientam em relação a aproximar-se ou distanciar-se de determinados pontos, por exemplo. O Campo também valoriza as brincadeiras de faz de conta, nas quais as crianças podem representar o cotidiano ou o mundo da fantasia interagindo com as narrativas literárias ou teatrais (...)

 

 

Representando o mundo de Toy Story

 

3) TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS:

Ressalta as experiências das crianças com as diferentes manifestações artísticas, culturais e científicas, incluindo o contato com a linguagem musical e as linguagens visuais, com foco estético e crítico. (...). Ao mesmo tempo, foca as experiências que promovam a sensibilidade investigativa no campo visual, valorizando a atividade produtiva das crianças, nas diferentes situações de que participam, envolvendo desenho, pintura, escultura, modelagem, colagem, gravura, fotografia etc. 

 

O Universo congelante de Frozen serviu como base para explorar o esquema corporal, texturas, temperaturas e animais que vivem no frio.

 

4) ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO:

Realça as experiências com a linguagem oral que ampliam as diversas formas sociais de comunicação presentes na cultura humana (...) Dá destaque, também, às experiências com a leitura de histórias que favoreçam aprendizagens relacionadas à leitura, ao comportamento leitor, à imaginação e à representação e, ainda, à linguagem escrita, convidando a criança a conhecer os detalhes do texto e das imagens e a ter contato com os personagens, a perceber no seu corpo as emoções geradas pela história, a imaginar cenários, construir novos desfechos etc. O Campo compreende as experiências com as práticas cotidianas de uso da escrita, sempre em contextos significativos e plenos de significados, promovendo imitação de atos escritos em situações de faz de conta, bem como situações em que as crianças se arriscam a ler e a escrever de forma espontânea, apoiadas pelo professor, que as engaja em reflexões que organizam suas ideias sobre o sistema de escrita.

 

 

 

 

 

 

5) ESPAÇO, TEMPO, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES:

(...). Envolve também experiências em relação à medida, favorecendo a ideia de que, por meio de situações problemas em contextos lúdicos, as crianças possam ampliar, aprofundar e construir novos conhecimentos sobre medidas de objetos, de pessoas e de espaços, compreender procedimentos de contagem, aprender a adicionar ou subtrair quantidades aproximando-se das noções de números e conhecendo a sequência numérica verbal e escrita.(...) O Campo ressalta, ainda, as experiências de relações e transformações favorecendo a construção de conhecimentos e valores das crianças sobre os diferentes modos de viver de pessoas em tempos passados ou em outras culturas. Da mesma forma, é importante favorecer a construção de noções relacionadas à transformação de materiais, objetos, e situações que aproximem as crianças da ideia de causalidade.

 

 

A professora Fernada da turma EI-32 utilizou o personagem Senhor Cabeça de Batata para desenvolver suas atividades,

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Partindo do pressuposto de que a criança aprende por meio das experiências vividas no contexto escolar, as professoras da Creche Municipal Stella Maris, Sirlene Juviniano (EI11) , Lecy Carvalho (EI12), Janaína Pessanha (EI21), Natalia Ferreira (EI22), Caroline Mello (EI31), Fernanda França (EI32), Soraia Vidal (EI33) juntamente com Professora Articuladora idealizaram este projeto, cada uma respeitando o momento e os interesses de seus alunos, trabalhando assim, de forma lúdica todos os campos de experiência enfatizando  os avanços  principais de desenvolvimento na primeira infância.

 

 

Quer saber mais?

BNCC e Educação Infantil

https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/58/o-que-sao-os-campos-de-experiencia-da-educacao-infantil

 

Creche Municipal Stella Maris 

Estrada de Maracajá 973, Galeão 21941-395

cmsmaris@rioeduca.net

2465-4786

Diretora: Maria Helena da Silva Fontoura

Professora Ariculadora: Michelle Moreira

 

Contato para publicações:

 

 

 

 


   
           



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Terça-feira, 23/04/2019

Escola Municipal Professora Helena Lopes Abranches - 7ªCRE

Tags: 7ªcre, projetos.

DESCOBRINDO OUTROS “MUNDOS” COM A OBRA DO PEQUENO PRÍNCIPE

E.M. HELENA LOPES POR UM UNIVERSO MAIS HUMANO!

 


A Escola Municipal Helena Lopes Abranches está desenvolvendo o seu projeto anual a partir do livro "O Pequeno Príncipe" de Antonie Saint-Exupéry. Muito se fala sobre a importância de se adequar os conteúdos trabalhados na escola a realidade dos alunos, e ainda fazê-los significativos, para que haja, de fato uma aprendizagem. A partir dessa discussão, a equipe da Unidade Escolar pensou na forma mais ideal de tornar os conteúdos programáticos significativos, ou ainda, contextualizá-los dentro de uma proposta de compreensão de uma obra literária, tornando assim o processo de aprendizagem uma experiência lúdica.

 

 

 

 

A Unidade Escolar também destaca a necessidade do trabalho com a afetividade e com a Educação Socioemocional, a fim de vivenciar a construção do respeito mútuo, a possibilidade de expressão e a oportunidade de colocar-se no lugar do outro.

 

 

Mural temático do projeto anual.

 

 

“O Pequeno Príncipe” de Antoine de Saint-Exupéry propõe olharmos para o planeta que existe dentro de cada um de nós. Um livro escrito por um ex-piloto de guerra, que envolve seus desejos e pensamentos infantis. Por muitos é considerado um livro infanto-juvenil, mas podemos considerar que a obra transita entre diferentes universos e públicos.

O príncipe relata suas experiências vividas em seu planeta e as situações as quais vivenciou em viagens que fez a vários outros.  O príncipe quando sai do seu planeta, deixa uma rosa, uma relação de carinho e amizade. A partir dessa construção feita pelo autor, podemos refletir e entender que muitas vezes a distância nos mostra a importância do que estamos acostumados a ter próximo de nós e que muitas vezes deixamos de cuidar.

Assim, o livro cria a possibilidade de discutir o valor das amizades verdadeiras, algo importante de ser discutido, sobretudo diante dos  interesses da sociedade atual, muitas vezes marcada pelo individualismo.

 

 

 

OBJETIVOS DO PROJETO

 

-Proporcionar aos estudantes instrumentos para a aprendizagem de valores e conhecimentos por meio de estimulação frequente;
-Proporcionar possibilidades de ação, expressão e interlocução;
-Contextualizar e tornar lúdica as propostas de conteúdos, a partir de uma abordagem literária, consequentemente apresentando e consolidando a importância da literatura;
-Apresentar a literatura como possibilidade de fazer parte do universo de cada criança;
-Levar os alunos a construir valores de amizade, solidariedade e respeito;
-Melhorar as relações entre os alunos e torná-los multiplicadores desses valores, refletindo em melhorias nas relações com outros colegas da escola e por todas as suas relações fora do ambiente escolar;
-Discutir, em sala de aula, situações hipotéticas, realizar jogos simbólicos e representar situações do cotidiano;
-Refletir sobre a prática de pensar, olhar o outro e interagir com o próximo;
-Preocupar-se com a própria produção e valorizar a dos colegas.

 


ACOLHIMENTO

 

A escola tem o papel de criar espaços e condições para que os alunos se envolvam em atividades que assegurem seu pleno desenvolvimento. Começar com o “pé direito” o ano escolar pode garantir resultados ao longo do ano.

 

 

Atividade de roda durante o acolhimento.

 

 

Na primeira semana de aula buscamos, no planejamento de nossas atividades, transformar esse momento em uma preciosa oportunidade para conhecer melhor os alunos, avaliar os conhecimentos que eles têm, estabelecer laços afetivos que deliberarão o tom de convivência entre professor e alunos, bem como entre os próprios colegas, e ainda motivá-los ao estudo.

Com jogos, brincadeiras, atividades esportivas e lúdicas, o principal objetivo da Semana de Acolhimento foi o acréscimo da influência mútua e da autonomia de nossos alunos, onde eles exteriorizaram seus anseios e aspirações ao ano que se iniciou, interatuando com os seus pares.

 

PAPEL DA EDUCAÇÃO FISÍCA

 

É sabido que a pratica regular de atividades físicas possui inúmeros impactos benéficos sobre o organismo, como o fortalecimento imunológico, regulagem da pressão arterial, desenvolvimento muscular e esquelético.
Na Pré-Escola essa é uma importante prática que visa o desenvolvimento psicomotor  e das habilidades interpessoais da criança. 

Desse modo, os alunos da Escola Municipal Helena Lopes passaram por um processo de antropometria realizado pelos professores de Educação Física.

"A antropometria, definida como a ciência que estuda os caracteres mensuráveis do corpo humano, particularmente as mensurações do tamanho, forma e composição corporal, tem sido utilizada em diversas áreas do conhecimento, tais como: Saúde, Ergonomia, Desporto e Engenharia." Nesse contexto, a antropometria pode servir como uma valiosa ferramenta na prática do professor de educação física, provocando mudanças e proporcionando o controle da saúde dos alunos e adquirindo indiretamente hábitos positivos à saúde de seus alunos." (SILVA, 2011).

 

Antropometria dos alunos.

 

Durante o primeiro bimestre , uma das atividades desenvolvidas, feita pela professora Heloísa Ramos, de Educação Física, com as Turmas de Educação Infantil foi associada à movimentos da Ioga e teve dois momentos específicos que se complementavam:


1º momento: Atividades de manuseio, transporte e lançamento de bolas de meias. Os alunos transportaram a bola de meia em várias partes do corpo, de formas variadas, utilizando o equilíbrio. Posteriormente desenvolveram a velocidade de reação/atenção  em duplas.

 

Atividades de manuseio com bolas de meia.


 

2º momento: Postura de Ioga e respiração. Foi trabalhado o equilíbrio, respiração, concentração, controle do corpo, postura e flexibilidade, utilizando posturas de Ioga para crianças, tais como a árvore, o barco, a borboleta, a tartaruga e o gato. A aula foi finalizada com o Mantra das Vogais, uma atividade de articulação vocal das vogais com respiração e movimentos específicos de braços.

 

   Posturas de Ioga.

 

 "O Pequeno Príncipe e sua 1ª viagem: Rio, um universo de amor!"

 

Após esses momentos, começa a viagem por nossa Cidade, tendo como pano de fundo a história escrita por Antoine De Saint-Exupèry. 

Cartaz temático em comemoração ao aniversário da cidade do Rio de Janeiro.

 

Trabalhos na exposição.

 

Mural temático.

 

 

O Pequeno Príncipe ajuda a olhar o espaço com atenção. É um resgate da beleza que existe dentro de cada um de nós, assim como permite a percepção das  beleza de nossos espaços naturais e culturais. Dessa forma, a história foi utilizada como um caminho para se pensar no Rio de Janeiro com as crianças. 

“As estrelas são todas iluminadas… Não será para que cada um possa um dia encontrar a sua?” – Antoine De Saint-Exupèry.

 

Convite para a exposição e trabalho de anagrama feito por aluna do 5º ano.

 

Apresentação de alunos.

 

 Maquetes na exposição.

 

 

O Pequeno Príncipe teve carinho e responsabilidade com sua rosa e voltou ao seu planeta, sem medir esforços, sem temer as consequências para que pudesse cuidar de quem ele cativou e por quem foi cativado.

Usando a literatura como eixo norteador, a Escola Professora Helena Lopes buscou promover reflexões de valores e sentimentos presentes na obra e tão necessários na "vida real"!

 

 

 

Parabéns a todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

Contato para publicações

Email: robertavitagliano@rioeduca.net

 

Contato da Escola Municipal Professora Helena Lopes Abranches

Email: emabranch@rioeduca.net

Telefone: 24276217

 

 

 

  


   
           



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Segunda-feira, 22/04/2019

E.M. Joaquim Manuel de Macedo - 1ª CRE

Tags: 1ªcre, arte.

Alunos da Ilha de Paquetá viajam ao Reino da Animação, durante exposição no CCBB.

 

Localizada na aprazível Ilha de Paquetá, a Escola Joaquim Manuel de Macedo atende alunos da Educação Infantil ao 9º Ano do Ensino Fundamental, em Turno Único.

 

Apoiado nos descritores e orientações curriculares propostas para a disciplina Artes Cênicas, o professor Márcio Dias Pereira, buscou uma inter-relação entre as aulas de teatro, que acontecem na unidade escolar, com a Exposição “Dreamworks Animation, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil. Para tal, oportunizou aos seus alunos do segundo segmento uma visita à exposição, no mês de março.

 

 

 

 

A exposição “Dreamworks Animation traz a concretização dos sonhos para as crianças e adolescentes. A possibilidade de oportunizar o olhar dos alunos das telas do cinema à uma exposição de arte, potencializa a experiência do sonho, tornando-o dessa forma real ou tocável. Assim, pedagogicamente, o professor Márcio buscou resgatar momentos de alegrias e sorrisos dentro de cada uma das crianças da Escola Joaquim Manuel de Macedo.

 

 

 

 

Enquanto os estudantes caminhavam pela exposição, a equipe pedagógica do Centro Cultural Banco do Brasil fez um resumo dos acontecimentos e contextualizando-os naquele espaço.

 

 

 

 

A exposição, resultado da parceria inédita entre o estúdio de animação norte-americano DreamWorks Animation e o Museu Australian Centre for the Moving Image, revela todo o processo criativo desde a inspiração e os primeiros rabiscos até o produto final. Dentre os itens de acervo estão: desenhos, storyboards, máscaras, mapas, fotografias, pôsteres, pinturas e artes originais dos filmes FormiguinhaZ (1998), Shrek (2001), Madagascar (2005), Kung Fu Panda (2008), Como Treinar Seu Dragão (2010), Trolls (2016), entre outras produções do estúdio”.

Dessa forma, a exposição torna-se um embarque na fascinante e interessante jornada de criação do campo da animação.

 

 

 

 

A mostra está dividida em quatro seções, são ela: Characters, na qual traz a evolução dos personagens do conceito original dos desenhos e sketches até personalidades totalmente construídas; Story em que é apresentado o processo de construção de uma história completa; World parte que leva o visitante a sobrevoar a cidade Viking de Berk montado nas costas de um dragão em uma projeção 180 graus; e Drawing Room, onde o público pode criar um curta animado, a partir da tecnologia do estúdio DreamWorks Animation.

 

 

 

 

 

Participar da atividade foi viajar de volta à infância, experimentar momentos mágicos e encantadores do universo da animação. Maria Aparecida Gomes Bago - Coordenadora pedagógica da Unidade.

Acompanhei alguns alunos na exposição DreamWorks no CCBB, foi muito bom.  Os alunos já tinham visto todos ou boa parte das animações apresentadas. Um ponto forte da exposição é o fato dos alunos, em vários momentos, poderem interagir e tocar em peças expostas, como computadores e eletrônicos. O espaço para o teatro de sombras  também foi muito bem aceito.  Cássia Borges - Agente Educadora, da escola.

 

 

 

 

O passeio foi muito bom. Eles falaram coisas interessantes.  As figuras chamaram muito a minha atenção. Foi muito bom mesmo o passeio. Ellen -  Aluna da turma 1.702.

As melhores partes foram o passeio no dragão e quando a gente podia mexer nos desenhos. - Isaías - Aluno 1.702.

 

 

Professor Márcio , de Artes Cênicas,com seus alunos no CCBB

 


PARA SABER MAIS:

Escola Municipal Joaquim Manuel de Macedo

Telefone: 3397-0120

E-mail: emjmacedo@rioeduca.net

 

 


  


   
           



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