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Terça-feira, 09/04/2019

Escola Municipal Leonel Azevedo - 11ª CRE

Tags: 11ªcre, laboratório de ciências, produção de texto, gênero textual, ciências.

 

A Ciência como ferramenta no desenvolvimento da leitura e da escrita

 

A professora Renata Rodrigues, que atua no 5º ano da Escola Municipal Leonel Azevedo (11.20.015), vem desenvolvendo um projeto, que engloba experiências e atividades educativas como ferramenta para desenvolvimento da leitura, compreensão e escrita. O projeto chama-se Leitura e Escrita como Ciência.   

 

 

A professora iniciou o projeto, apresentando, para os alunos, imagens relacionadas às experiências que eles iriam realizar

 

 

Segundo a professora, o projeto consiste em vivenciar uma experiência ou atividade de cunho científico ou cultural. A partir dessa vivência, os alunos elaboram um texto coletivo, fazem uma cópia relacionada com a experiência ou simplesmente relatam no papel o que aprenderam, possibilitando assim, o desenvolvimento da escrita e da leitura. Além disso, o exercício é uma forma dos alunos colocarem no papel uma percepção nova do mundo. 

 

 

Alguns dos materiais utilizados pelos alunos

 

 

Através das experiências realizadas em sala de aula, a educadora fomenta a expressão escrita, a curiosidade, o saber, o senso investigativo, a observação e o prazer em aprender a realidade,agregando novos conhecimentos, ainda que em estágio bem inicial.

 

 

Alunos experimentando e registrando suas descobertas

 

 

A proposta da professora é desenvolver, ao longo do ano letivo, experiências que estejam relacionadas aos descritores de Ciências e que elas possam ajudar no desenvolvimento  da autonomia na leitura e escrita.

Neste início de ano letivo, foram abordados os temas água, atmosfera e clima, abrindo a posibilidade de experimentar, a partir dos seguintes conhecimentos:

 

  • Construção de terrários;
  • Fotossíntese;
  • Diferentes tipos termômetros;
  • Temperatura dos meios;
  • Entendimento da relevância da meteorologia no dia a dia;                      
  • Combustão e aquecimento global - combustível e comburente;
  • Dilatação dos gases, líquidos e sólidos.

 

 

 

Momentos de observação e registro das atividades desenvolvidas

 

 

 

 

 

Em reportagem, a Revista Nova Escola pontua que de acordo com vários especialistas, aprimorar a competência dos alunos nas diferentes modalidades de registro deveria ser uma preocupação constante de todo professor, sobretudo daqueles que trabalham com as crianças das séries iniciais, ainda pouco familiarizadas com o método científico.

 Para Maria Tomazello, pesquisadora do Núcleo de Educação e Ciências da Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep), toda atividade de registro deve ocorrer num contexto de investigação, em que uma situação-problema seja apresentada aos estudantes. "Assim, eles pesquisam e argumentam sobre o assunto estudado, aproximando-se dos conceitos científicos usando as próprias ideias. (Revista Nova Escola -Fev. 2011) https://novaescola.org.br/conteudo/1114/a-importancia-do-registro-em-ciencias 

 

 

 

 

 

Desenvolver a competência dos alunos nas três espécies de registro deve ser um cuidado constante. O desenho, o texto instrucional (passo a passo das experiências) e por fim, o texto informativo são essenciais para o diálogo entre realidade e ciência, garantindo aprendizagens fundamentais para a formação de cidadãos autônomos, críticos e participativos, aptos a atuar dignamente na sociedade em que vivem.

 

“O começo de todas as ciências é o espanto de as coisas serem o que são”.

(Aristóteles)

 

 

Fontes e referências:

Wikipedia

Revita Nova Escola

Depositphotos

Climatempo

 

Quer saber mais?

 

Contatos: 

Escola Municipal Leonel Azevedo (11.20.015)

Rua Luís Sá, S/Nº Portuguesa 21920-400

emlazevedo@rioeduca.net

3393-2550 3353-9990

Diretor: Zaldir Ramos Davilla

Coordenadora Pedagógica: Herika Bastos de Medeiros

 

 

 

Contato para publicações:


   
           



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Terça-feira, 26/03/2019

Escola Municipal Anita Garibaldi - 11ª CRE

Tags: 11ªcre, arboviroses, fiocruz, sustentabilidade, agenda2030.

 

 A Fiocruz e a Escola Municipal Anita Garibaldi promovem ações para divulgar e explicar como combater as Arboviroses de maneira sustentável

 

 

No dia 21 de fevereiro, como parte das ações do período de combate às Arboviroses, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com a Escola Municipal Anita Garibaldi, trouxe informações para divulgar e explicar o que é a liberação de mosquitos Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia. 

 

A Agenda 2030 para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

 

 

Alunos observam o criadouro do mosquito Aedes aegypti 

 

 

A Fundação e seus pesquisadores à frente do projeto Eliminar a Dengue: Desafio Brasil, levaram ao conhecimento dos alunos informações sobre a iniciativa, que começou na Austrália e está em mais de 40 localidades ao redor do planeta. Um dos locais em que tal iniciativa é utilizada trata-se da Ilha do Governador, bairro no qual está situada a escola.

Segundo os pesquisadores, foram soltos 1,6 milhão de mosquitos Aedes aegypti modificados, contendo a bactéria, a qual reduz significativamente a propagação da Dengue, Zika e Chikungunya, ou seja, os mosquitos que trazem essa bactéria perdem consideravelmente a capacidade de transmitir infecção. A estratégia utilizou produtos naturais de forma segura e autossustentável, cumprindo o objetivo 11 da Agenda 2030, que trata das Cidades Sustentáveis. 

 

 

Pesquisadores esclarecem dúvidas dos alunos

 

 

Segundo a Fiocruz, a liberação dos mosquitos é completamente segura e a população das dez localidades da Ilha do Governador, onde os mosquitos foram liberados, foi devidamente informada, por meio de visitas e da ação de agentes comunitários de saúde. Os alunos tiraram suas dúvidas a respeito do ciclo de vida do inseto e entenderam que a liberação dos mosquitos com a bactéria não traz qualquer risco para os moradores, já que ela não infecta seres humanos. A Wolbachia é uma bactéria natural encontrada em 60% de todas as espécies de insetos e é segura para humanos, animais e para o meio ambiente.

Os pesquisadores fazem parte do Programa WMP, que é o World Mosquit Program, que reúne colaboradores científicos de todo o mundo com ampla experiência no estudo da bactéria Wolbachia, Biologia e Ecologia de mosquitos, Epidemiologia de doenças transmitidas por Aedes aegypti, controle vetorial, educação e promoção da saúde. 

   

 

                                              

 

Os pesquisadores reforçaram que “Independentemente da soltura dos mosquitos com a Wolbachia, um projeto sustentável que tem dado certo, é muito importante que se mantenham as precauções como: tirar água dos pneus, manter o ambiente limpo e capinar os quintais”. Dentro desta perspectiva, os alunos do 1º ao 3º ano promoveram uma "caça aos 7 erros" no ambiente externo da Unidade Escolar, inclusive na horta.

As crianças debateram e refletiram sobre quais materiais e também que tipos de plantas poderiam acumular água nos períodos de chuva, tornando-se criadouros do inseto transmissor das Arboviroses. 

 

Aedes Aegypti ampliado

 

Entre fevereiro e julho de 2019 , irão acontecer novas liberações do Wolbito, apelido carinhoso que os pesquisadores deram ao mosquito com Wolbachia. O objetivo dos pesquisadores é promover a substituição do Aedes aegypti da natureza por mosquitos Aedes aegypti com Wolbachia. 


 

 

 

 

O exercício da cidadania começa nos atos mais básicos e comuns e num caminho em busca de uma cidade melhor e um mundo mais sustentável para se viver!

 

 

Quer saber mais sobre?

 

Siga @wmpbrasil no Facebook 

 

Conheça a Agenda 2030:

https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/

 


Entre em contato com a escola:


Unidade Escolar: Escola Municipal Anita Garibaldi
Diretora: Margarete Rosa
Endereço: Estrada dos Maracajás, 1294
Bairro: Galeão
Telefone: 3367-3542
E-mail: emgaribaldi@rioeduca.net

 

 

Contato para publicações:

 

                                                

                                                                       

    


   
           



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Terça-feira, 12/03/2019

Escolas da 11ª CRE brilhando na Sapucaí!

Tags: 11ªcre, escoladebamba, coraçõesunidosdociep, carnaval.

 

Escola de Samba Corações Unidos do CIEP leva para avenida samba enredo da Escola Municipal Cuba, da 11ª CRE!

 

O carnaval carioca 2019 foi encerrado oficialmente pelo desfile de Carnaval das Escolas Mirins, na terça feira, 05 de março. O desfile contou mais uma vez com a presença do Grêmio Recreativo Cultural Escola de Samba Mirim Corações Unidos do CIEP, representado por alunos da Rede Municipal do Rio de Janeiro, tornando-se, um dia inesquecível para pais e alunos presentes. Foram 35 escolas da Rede Municipal do Rio de Janeiro totalizando, aproximadamente, 1.600 estudantes componentes da Unidos do CIEP. 

 

Este ano, o tema "De canto em canto, o Brasil dá o tom", que abordou as tradições musicais das regiões do país, foi escolhido para ser desenvolvido pelos alunos da rede. A composição eleita para representar a Corações Unidos do CIEP, na Passarela do Samba, foi uma junção da letra dos alunos da Escola Municipal Cuba (11.20.001) e da Escola Municipal Maestro Pixinguinha (05.14.003) .

 

Alunos da Escola Municipal Cuba

 

 

"A composição em nossa escola foi realizada através da oficina ministrada pela professora de Língua Portuguesa, Nídia Duarte, contou também com a participação do secretário da U.E., Jimmy Charles, que é compositor, além da sala de Leitura. "- Relatou a diretora da E.M. Cuba, Anna Paula GomesA escola, através da oficina, orientou os alunos a compor o samba de acordo com a sinopse do enredo. Feita a composição, o samba foi levado para a disputa na quadra da Estacio de Sá, em setembro de 2018.

 

 

O aluno Eric da Paixão, que também fez parte da composição do samba-enredo, foi um dos intérpretes na Avenida.

 

 

Conheça a letra do samba:  

 

 

 

 

      

 

Compreenda um pouco mais sobre o projeto:

 

O Grêmio Recreativo Cultural Escola de Samba Mirim Corações Unidos do CIEP é uma escola de samba mirim da cidade do Rio de Janeiro. Foi fundada em 15 de agosto de 1985 por um grupo de professores e animadores culturais liderados à época por Xangô da Mangueira. A escola de samba mirim é formada por alunos da Rede municipal de ensino do Rio de Janeiro, que não só desfilam, como também produzem os desfiles, através do projeto  "Escola de Bamba", projeto que integra o carnaval ao currículo escolar das crianças. A Escola de Bamba conta ainda com o desenvolvimento de oficinas de criação de figurinos, alegorias e adereços, além da própria realização do concurso de samba-enredo.

    

Carro abre-alas da E.M. Cuba (11.20.001)

 

 

A Escola Municipal Cuba abriu o desfile no Carro Abre- Alas, fazendo um minueto coreografado pela professora de Educação Física Suellen Teixeira e ainda contou com um destaque de chão, a aluna Marcelly Espírito Santo.  Outras 3 escolas da 11ª CRE, também participantes do projeto Escola de Bamba, fizeram parte do desfile, são elas: E.M. Leonel Azevedo (11.20.015), CIEP João Mangabeira (11.20.502) e a E.M. Holanda (11.20.014).

 

 

A Diretora Adjunta Adriane Matias e os alunos do CIEP João Mangabeira

 

 

A diretora da Escola Municipal Holanda (11.20.014), Regina Helena Guimarães concedeu seguinte relato ao Rioeduca: "Ao longo do ano de 2018 nossa escola se preparou para participar do projeto Escola de Bamba, a Diretora Adjunta Helena Salomão e a professora Leila Abreu participaram das ações de capacitação e também contamos com o apoio da professora de Educação Física Verona, que também participou de oficinas do projeto. Na escola, sob a orientação da Coordenadora Pedagógica Elisa Margarida, os professores desenvolveram com os alunos um trabalho sobre a origem do samba, suas raízes africanas, e desse ponto partiram para o tema do samba enredo escolhido."

 

 

   

 A Diretora Adjunta Helena Salomão e os alunos da E.M. Holanda

 

 

 

    

     Alunos da Escola Municipal Leonel Azevedo na ala dos "Sertanejos"

 

 

A GRCESM Corações Unidos do CIEP, desfilou este ano com 2 carros alegóricos e 14 alas. A agremiação participa todos os anos do desfile oficial de escolas de samba mirins, desde 1999, que acontece na terça-feira de carnaval na Marquês de Sapucaí. Sua sede está localizada no CIEP que funciona ao lado do Sambódromo. A orientação do projeto está sob a responsabilidade da professora Marillene Monteiro, que rege este movimento pedagógico entre a educação formal e a leitura de mundo fornecida pela educação não formal, sempre com muito carinho, zelo e dedicação.

 

 

"A arte é livre e aberta, à imagem do ser criador
Samba é verdade do povo
Ninguém vai deturpar seu valor"

(Candeia)

 

 

Siga o Blog da CORAÇÕES UNIDOS DO CIEP
https://coracoesunidosdociep.wordpress.com/

 

Quer saber mais?

 

Escola Municipal Cuba

Praia do Zumbi, 25 Zumbi

emcuba@rioeduca.net

2462-8342 2462-8477

 

Escola Municipal Holanda

Rua Inhoverá, S/Nº Jardim Carioca 

emholanda@rioeduca.net

3353-9933 3393-9122

 

Escola Municipal Leonel Azevedo

Rua Luís Sá, S/Nº Portuguesa 

emlazevedo@rioeduca.net

3393-2550 3353-9990

 

Ciep João Mangabeira

Av. Ilha das Enxadas, s/nº Bancários 

ciepjoaom@rioeduca.net

3975-3715 2465-1551

 

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Terça-feira, 15/01/2019

Vale a Pena Ler de Novo: I Feira de Experiências Interessantes na E.M.Dunshee de Abranches

Tags: 11ªcre, feira, experiências.

 

A I Feira de Experiências Interessantes da Escola Municipal Dunshee de Abranches trabalhou conteúdos de Ciências do Ensino Fundamental, especificamente do 9ºano. O projeto foi criado na tentativa de sistematizar os conhecimentos adquiridos, durante as aulas, de forma lúdica e prazerosa.

Confira!

 

 

 

O trabalho foi realizado com as 3 turmas do 9º ano sob a direção da professora Vanise Cardoso De Magalhães, teve a duração de 2 meses (setembro e outubro), com culminância no dia 05 de novembro.

 

 

 

 

Alguns objetivos foram específicos durante o projeto, como por exemplo, o incentivo ao uso da internet para a pesquisa de dados, a compreensão de conceitos científicos, o desenvolvimento da competência leitora e da compreensão de textos informativos e científicos e a valorização do trabalho em grupo como meio de desenvolver a cooperação na construção coletiva do conhecimento.

O projeto se iniciou com a apresentação em sala de aula, incentivando a participação dos alunos. Os grupos foram formados e cada grupo pesquisaria em diversos meios a escolha do experimento a ser realizado.

 

 

 

 

Na proposta experiência deveria ser apresentada, em sala de aula, por escrito com a explicação científica, assim como a possibilidade de sua realização, levando em conta os materiais a serem usados.

Após todas as experiências serem aprovadas, foram confeccionados cartazes e houve a Exposição dos Experimentos na Feira.

 

 

 

 

Durante a feira, os grupos explicavam seu experimento e mostravam o resultado.

 

 

 

 

A culminância se deu com a participação de todos os envolvidos. O comprometimento dos alunos foi o ponto alto do evento, pois eles demonstraram muita responsabilidade e envolvimento no desenvolvimento das atividades. Desta forma, podemos inferir que este tipo de atividade é um excelente recurso no processo de ensino- aprendizagem, já que possibilita que os alunos a adquiram os conteúdos de uma forma prazerosa, significativa, diferente e investigadora, fazendo com que se tornem cada vez mais críticos e construtores de seu processo ensino-aprendizagem.

 

Quer saber mais sobre?

Unidade escolar: E.M. Dunshee de Abranches

E-mail: emdunshee@rioeduca.net

Telefone: 3975-0073 / 2463-7762

 

 

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