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Sexta-feira, 03/08/2018

O Lúdico e a Tecnologia na Matemática

Tags: redescobrindo, youtubers, 7ªcre.

 

Redescobrindo a Soma: O Lúdico e a Tecnologia na Matemática 

 

Na Escola Municipal Desembargador Ney Palmeiro os alunos não tem medo da Matemática! Com o auxílio de alguns recursos, as crianças do segundo ano têm descoberto que os números e as contas servem para facilitar a nossa vida e nos ajudar a resolver problemas do nosso cotidiano.

Para desconstruir a ideia de que a matemática é uma matéria difícil, as professoras que são Youtubers: Juliana e Lyvia, docentes do segundo ano, começaram a aula com o vídeo “Redescobrindo a Soma 2” disponível no Youtube:

 


A videoaula apresenta uma série de jogos e brincadeiras que criam um contexto informal, no qual a criança sente-se mais a vontade para aprender. A abordagem lúdica aproxima-se do universo infantil e possibilita a construção do pensamento.

 


 

A videoaula apresenta o quadro valor de lugar como um prédio de dois andares, com apartamentos bem pequenos que só cabem um morador e no qual o resultado mora sempre no andar térreo. Os alunos demonstram muito interesse pela dramatização protagonizada pelos elementos matemáticos.

 



 


Mantendo o contexto lúdico da aula propiciado pelos jogos, após assistirem aos vídeos, as professoras mediaram o desenvolvimento de adições utilizando o cenário de um trecho do vídeo. Para os alunos com maior dificuldade, foi oferecida a oportunidade de manipular mais um dos recursos do canal “Redescobrindo”.

 



Este recurso permite que a criança possa compreender como os números podem ser representados de maneira concreta por meio da utilização dos dedos. Essa estratégia auxilia a realização de contas com parcelas.
 

Para avaliar a compreensão dos alunos foi realizada uma gincana de cálculos. Esse tipo de atividade, além de fixar os conteúdos pretendidos, aprimora o espírito de equipe, estimula a participação ativa da criança, possibilita o desafio, o pensamento o teste de hipóteses, e possibilita o encontro da criança com o erro, que é devidamente conduzido como uma estratégia de aprendizagem para todo o grupo.

 


 

Foi proposta ainda a realização de um mercadinho, no qual os alunos foram apresentados a situações envolvendo dinheiro que deveriam ser resolvidas com a realização de cálculos, com auxilio de uma máquina registradora infantil.

Para concluir os alunos assistiram ao desafio do descobridor proposto pela videoaula:

 


 

E tiveram a oportunidade de realizá-lo como uma atividade avaliativa. O resultado foi muito positivo, mostrando mais uma vez que as inovações tecnológicas e a ludicidade dos jogos são importantes aliados para a aprendizagem. Experimente você também a proposta “Redescobrindo”. A Escola Municipal Desembargador Ney Palmeiro tem utilizado as aulas do canal e tem obtido resultados progressivos com seus alunos.

 

Quer saber mais sobre?

Unidade Escolar: E.M. Desembargador Ney Palmeiro

E-mail: empalmeiro@rioeduca.net

Tel.: 2408-6042 / 2408-5482

 

Contato para publicações:


   
           



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Terça-feira, 24/07/2018

Arte e Consciência Espaço-Corporal na Educação Infantil

Tags: 7ªcre, projetos.

 

A professora Iolanda Rodrigues Nunes, do EDI Maria Berenice Parente, enviou um relato sobre atividade desenvolvida com a sua turma EI- 44( Pré I) envolvendo a diversidade cultural das regiões brasileiras.


Iolanda  Rodrigues Nunes, professora no EDI Maria Berenice Parente, conta como trabalhou com seus alunos do EI – 44 estudos sobre as regiões brasileiras: Confira  o relato da professora:

 

Durante o 1º bimestre de 2018, desenvolvemos estudos sobre a Região Sudeste, atendendo aos objetivos do Projeto Pedagógico geral do EDI Professora Maria Berenice Parente, que tem como tema “A Diversidade Cultural das Regiões Brasileiras: um enfoque na Educação Infantil”.Durante os estudos realizados, as crianças foram convidadas a fazer uma “viagem” pela Região Sudeste, conhecendo vários aspectos culturais de cada Estado.

Nesse contexto, as crianças conheceram diversos pontos turísticos, comidas, músicas e danças típicas. A data da culminância do 1º bimestre, prevista para o dia 27 de abril, já era do conhecimento de todos na escola, inclusive das crianças e de seus familiares.

 


Sendo assim, começamos os preparativos para essa data tão esperada. Afinal, as crianças sabiam que seus familiares iriam comparecer à escola para verem de perto seus trabalhinhos.


Certo dia perguntei às crianças: “Qual trabalhinho vocês querem levar para o dia da nossa apresentação?” As crianças responderam: “As carinhas dos amigos!”. “Perfeito!” respondi. E prossegui com o seguinte comentário: “Além desse trabalhinho, que foi muito legal, precisamos levar algo para representar a Região Sudeste”. Então perguntei: “Do que vocês mais gostaram na Região Sudeste?” Elas responderam: “As praias!” Prossegui: “Como podemos representar as praias?” Elas responderam: “Com água!” “Com areia!” “Com coqueiro!” Ah, que legal! Comentei. E o que vocês acham que podemos fazer para contribuir com a arrumação do espaço para o dia da nossa apresentação? As crianças responderam: “Com coqueiro!”


Fiquei surpresa com a resposta, pois o coqueiro não tinha sido algo que tivéssemos estudado ou enfatizado em nossas conversas e leituras. Esperava por “pandeiro”, por ter sido um instrumento que utilizamos muito ou quem sabe algum ponto turístico. Mas, enfim, resolvi acatar a vontade das crianças e falei para elas que iria pensar em como fazer um coqueiro.


No dia seguinte, comentei que ainda não tinha conseguido imaginar como levar um coqueiro para o espaço da apresentação de nossos trabalhos. Perguntei se elas tinham alguma ideia. Foi quando algumas crianças responderam: “Vamos desenhar!” “Um coqueiro grande ou cada um desenha o seu?” perguntei. “Um bem grandão!” responderam.


“Tive uma idéia! O que vocês acham de fazermos um quebra-cabeça de coqueiro?” Todas acharam legal. Iniciei expondo minha ideia no quadro branco. Disse que traria recortes de papelão para que cada criança pintasse utilizando pincel e tinta guache e que depois iríamos juntar as partes para montar o coqueiro. “O que vocês acham?” “Muito legal!”, responderam.


Então peguei uns pedaços de papelão que tinha sobrado de outra atividade e recortei em várias partes menores de forma que todas as crianças recebessem uma parte para colorir.No dia em que realizaram a atividade todas estavam muito animadas em utilizar pincel e tinta guache.

 

  Crianças pintando as partes do coqueiro.

 

Finalmente as partes foram pintadas. Coloquei tudo para secar ao sol enquanto elas dormiam na hora do sono.Quando acordaram, as partes já estavam secas. Ao retornarem do lanche, fizemos uma rodinha. Cada criança recebeu uma parte do coqueiro e iniciamos o quebra-cabeça.


Realmente não foi muito fácil. Gastamos um bom tempo em tentativas e erros. Até que chegamos a um produto final considerado satisfatório para o grupo.Fiz mais uma provocação: “Como iremos juntar essas partes de forma que elas não caiam quando levantarmos o coqueiro?” Todas responderam que teríamos que colar. Peguei a cola e começamos a colar as partes. Porém, como o papelão era pesado, não estávamos conseguindo firmar as partes com a cola. Estávamos diante de mais um desafio.


Uma criança sugeriu que costurássemos as partes. Respondi que não tinha uma agulha tão grossa. Fez-se um breve silêncio. Sugeri que usássemos o grampeador. Peguei o grampeador na minha gaveta e comecei a grampear as partes do nosso coqueiro. E não é que deu certo!!!Depois de montar todo o coqueiro, falei que iria deixá-lo no chão da nossa sala até que pudéssemos levá-lo para o espaço destinado a nossa apresentação.


Foi quando uma criança se deitou ao lado do coqueiro dizendo que queria aproveitar um pouco da sombra. Todos deram uma boa risada e eu aproveitei o momento engraçado para fotografar. Então todas as crianças quiseram deitar-se à sombra do coqueiro. Foi uma brincadeira inesperada e muito divertida que aproveitei para introduzir mais uma aprendizagem. Falei que poderíamos comparar o tamanho do coqueiro com o tamanho de cada criança. A partir dessa brincadeira as crianças começaram a perceber o seu próprio tamanho em relação ao coqueiro e a comparar o tamanho entre elas.

 


       Montando as partes do coqueiro.

 

Tal atividade corrobora com a idéia de Siraj-Blatchford et al., 2002, no projeto chamado Researching Effective Pedagogy in the Early Years (REPEY). Os pesquisadores constataram que:


... os ambientes que particularmente encorajavam aquilo que a equipe de pesquisa chamava de “pensamento compartilhado e sustentado”, entre os adultos e as crianças, possibilitavam a estas um maior progresso cognitivo, linguístico, social e comportamental. O que o trabalho demonstrou foi que esse tipo de envolvimento entre adultos e crianças depende de os adultos observarem sensivelmente o que as crianças estão fazendo e o modo como exploram o mundo, de maneira que as discussões envolvam uma profundidade e um significado para todos os envolvidos. (...) Refletir sobre como as crianças interagem e sobre como nós interagimos com elas, é parte vital disso. Pensar juntos pode ser visto como outra maneira de falar sobre um pensamento compartilhado, sustentado e ligado integralmente a uma abordagem reflexiva da prática, como um elemento importante de um trabalho eficaz nos primeiros anos de aprendizagem.

 


Nessa perspectiva, foi uma atividade muito produtiva que integrou os 4 Campos de Experiências sugeridos pela BNCC e que me possibilitou observar o desenvolvimento de diversos objetivos relacionados a tais Campos.

 

A saber:

  • No campo “O eu, o outro e o nós”: Comunicar suas ideias e sentimentos a pessoas e grupos diversos; Demonstrar valorização das características de seu corpo e respeitar as características dos outros (crianças e adultos) com os quais convive.
  • No campo “Corpo, gestos e movimentos”: Criar com o corpo formas diversificadas de expressão de sentimentos, sensações e emoções, tanto nas situações do cotidiano quanto em brincadeiras, dança, teatro e música.
  • No campo “Traços, sons, cores e formas”: Expressar-se livremente por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções bidimensionais e tridimensionais.
  • No campo “Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações”: Estabelecer relações de comparação entre objetos, observando suas propriedades; Registrar observações, manipulações e medidas, usando múltiplas linguagens (desenho, registro por números ou escrita espontânea), em diferentes suportes.


O que comprova, portanto, que o desenvolvimento cognitivo das crianças não está relacionado à quantidade de atividades, mas, sim, no envolvimento delas com a atividade desenvolvida, permitindo que elas reflitam e construam hipóteses para solucionar problemas e sugerir ações junto com seus pares. Cabe ao professor ou à professora explorar o diálogo em sala de aula a fim de desenvolver um contexto de aprendizagem que leve em conta tanto os objetivos de aprendizagem quanto o pensamento das crianças e seus interesses.

 

O projeto teve sequencia no mês de abril e a professora conta que:

Dando continuidade ao Projeto Pedagógico, estamos desenvolvendo estudos sobre a Região Nordeste. Para introduzir esse estudo sobre a Região Nordeste fiz leitura de dois livrinhos: “O Coelhinho que sabia pular e o peixinho que sabia nadar” de minha autoria e o outro “Barco, Jangada e Chalana” de autoria da professora Marta. Em ambos chamou atenção das crianças as embarcações.

A fim de provocar a curiosidade, questionei se elas conheciam essas embarcações citadas nas historinhas. Todas responderam que só conheciam o barco. A conversa fluiu e percebi um interesse grande pela jangada. Portanto, na aula seguinte, trouxe um vídeo sobre o Nordeste em que aparecia a jangada. As crianças ficaram muito entusiasmadas com a jangada. Foi quando perguntei: “O que vocês acham de fazermos uma jangada com gravetos?” Imediatamente todas concordaram e na hora do parque as crianças começaram a reunir vários gravetos.

Ainda para instigar o espírito científico, fiz a seguinte pergunta: “Será que essa nossa jangada vai afundar ou flutuar?” As opiniões ficaram divididas. Então resolvi fazer um registro dessas opiniões para depois verificarmos quem acertou. Fiz uma tabela com duas colunas no quadro branco. De um lado anotei os nomes de quem achava que a nossa jangada iria afundar e de outro anotei os nomes de quem achava que a nossa jangada iria flutuar. Observando o interesse das crianças, continuei perguntando por que algumas coisas afundam e outras flutuam. As hipóteses eram bem variadas. Umas diziam que coisas leves flutuam e que coisas pesadas afundam; outras relacionavam com o tamanho, dizendo que coisas grandes afundam e coisas pequenas flutuam. Então sugeri que fizéssemos algumas experiências.

No dia seguinte levei para a sala de aula uma banheira de plástico, dessas usadas para dar banho em bebês, enchi de água e começamos a colocar vários tipos de objetos para ver o que flutuava e o que afundava. Até que nossa jangada ficou pronta e a expectativa era enorme. Foi difícil conter a criançada. Todas queriam ver o que iria acontecer. Para a alegria geral a nossa jangada flutuou. No dia seguinte cheguei com outra proposta: “Vamos tentar fazer uma jangada de papel?” Todos ficaram animados com essa possibilidade e, mais uma vez, a pergunta girava em torno da possibilidade da jangada flutuar ou afundar.

 

   Jangada feita com gravetos.

 

Afinal, ela seria feita de papel e o papel é leve. Algumas crianças achavam que iria flutuar porque o papel é leve e outras achavam que iria afundar porque o papel iria rasgar na água.

A jangada de papel finalmente ficou pronta. Porém, coloquei a jangada de papel sob uma bandeja de isopor, dessas que vem nas embalagens de muitos produtos vendidos em supermercado.

Chegou a hora da experiência e, mais uma vez, nossa jangada não afundou! Foi motivo de muita alegria e também mais um motivo para refletir: Por que a jangada de papel não afundou se ela é maior do que a jangada de gravetos?

 

   Comparando a flutuação da jangada de papel e a de gravetos.

 

A atividade aqui relatada está diretamente relacionada ao Campo de Experiência: “Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações” e ao objetivo: Estabelecer relações de comparação entre objetos, observando suas propriedades; Registrar observações, manipulações e medidas, usando múltiplas linguagens (desenho, registro por números ou escrita espontânea), em diferentes suportes.

Essa atividade foi muito rica e o fato de partir de uma pergunta possibilitou que as crianças confrontassem suas hipóteses com os resultados obtidos nas experiências. Essa é uma maneira lúdica de  desenvolver nas crianças o espírito científico.

 

                                                                                         Informações enviadas pela professora Iolanda Rodrigues Nunes

 

 

 Parabéns a todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

Contato para publicações:

robertavitagliano@rioeduca.net

 

Contato da professora Iolanda Nunes:

iolandarnunes@gmail.com

 

Contato do EDI Professora Maria Berenice Parente:

ediberenice@rioeduca.net

 

 


   
           



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Sexta-feira, 20/07/2018

Redescobrindo a Letra R: Atividades Lúdicas

Tags: 7ªcre, alfabetização, redescobrindo.

 

A Escola Municipal Desembargador Ney Palmeiro não para de investir na alfabetização de seus alunos e em novas formas para facilitar a aprendizagem.


As professoras da Alfabetização Lyvia Teixeira e Juliana Rebelo mostraram, através de sua experiência prática em sala de aula, as inúmeras possibilidades que uma aula sobre a letra R pode oferecer.

 

 



A partir do vídeo “Redescobrindo a letra R”, disponível no canal do Youtube ‘Redescobrindo’, de autoria das próprias professoras, elas iniciaram a aula.

 


 


Sob o olhar atento dos alunos, a videoaula apresenta uma perfeita combinação entre recursos virtuais e materiais didáticos que podem ser, facilmente, reconstruídos por qualquer um dos expectadores.

 

 

Alunos assistindo a vídeo aula "Redescobrindo a Letra R"



O vídeo apresenta várias atividades a respeito das formas de utilização da letra R nas palavras, e por meio de jogos e brincadeiras, os alunos descobrem os diferentes sons da letra.

 


Diferentes formas de utilização da letra R



Após o vídeo, os alunos são convidados a desenvolverem atividades lúdicas e concretas nas quais constroem objetos com a letra r, alem de algumas frases no contexto da proposta.


Palavras com letra R inicial

 



 


Palavras com letra R no meio

 


 

Palavras com RR
 

 

 


A videoaula do canal Redescobrindo, traz ainda o cenário de uma feira. Nesta cena as professoras convidam os alunos a encontrarem alimentos saudáveis com as três possibilidades do R.

 


 



E assim é criado o contexto perfeito para a degustação de uma deliciosa salada de frutas, com direito a palestra sobre alimentação saudável e certificação.


 

 


Os alunos da Classe Especial, também assistiram ao vídeo e adaptaram a proposta às necessidades do grupo.

 

 

Na Escola Desembargador Ney Palmeiro, todo mundo aprende e todo mundo ensina!

 

 

Quer saber mais sobre?

Unidade Escolar: E.M. Desembargador Ney Palmeiro

E-mail: empalmeiro@rioeduca.net

Tel.: 2408-6042 / 2408-5482

 

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Terça-feira, 17/07/2018

Era Uma Vez ... No Ensino Especial do EDI Eu Sou

Tags: 7ªcre, edi, inclusão.

 

O EDI Eu Sou recebeu a equipe do Projeto Agentes da Inclusão estreando a Ação “Era uma vez” para alunos da Educação Infantil

 

 

O Instituto Municipal Helena Antipoff – Centro de Referência em Educação Especial, apresenta o Projeto Agentes da Inclusão que faz parte da Sala de Leitura Professora Sônia Maria Maltez Fernandez, sob a responsabilidade da Professora Tatiane Cunha.

 

Este projeto justifica-se por compreender que a riqueza existente na diversidade humana é reconhecer a escola como espaço propício para diálogo, a reflexão e o debate sobre a equidade de oportunidade, enfrentamento, à discriminação e o respeito à pessoa com deficiência.

 

A equipe estreou no dia 4 de julho no Espaço de Educação Infantil Eu Sou a Ação “Era Uma Vez”, para alunos da Educação Infantil. O grupo é formado por jovens com deficiência, que superaram a diversidade e com muita criatividade e protagonismo no Projeto Agente de Inclusão, nas ações:

 

  • O relato sobre o tema da Diversidade no Contexto Escolar com casos bem sucedidos de inclusão;
  • Oficina Pedagógica para a Diversidade;
  • A ação Era Uma Vez, para os alunos da Educação Infantil.

 

 

A história contada, cantada e encenada foi “O anel, o pescador e o rei”. Que deixaram adultos e crianças encantadas e hipnotizadas com a destreza desses jovens que são muito mais do que especiais no sentindo amplo da palavra. Raphael, Larissa e Priscilla são os jovens que atuam no projeto com grande destaque.

 

Nosso EDI teve o privilégio de ter sido o primeiro a presenciar o evento. Foi emocionante ver aqueles jovens atuando e interagindo com as nossas crianças. Nós professores da educação Infantil não temos a dimensão do futuro dos nossos alunos de um modo geral, que por serem tão pequenos ainda não nos dão muitas respostas.

No entanto, o que vivenciamos nos deu a perspectiva do sucesso da inclusão. Gostaríamos que todas as escolas e todas as famílias tivessem essa experiência. Momentos como esses são motivadores, nos dão a certeza de que estamos no caminho certo e que a inclusão no ambiente escolar é muito mais do que repasse de conteúdos formaisDestaca Vanessa, diretora do EDI EU SOU.

 

 

Sendo assim, muito emocionados e com o coração transbordando de alegria, encerramos nosso texto, registrando nossa gratidão ao Instituto e a Professora Tatiana por esse lindo Projeto.

Parabéns!

 

Quer saber mais sobre?

EDI Eu Sou (07.16.810)

Endereço: Rua Cândido Benício, 2399 - Praça seca

Diretora: Vanessa Simões

Adjunta: Estela Squiaque Vieira Humbelino

Tel.: 2435-4276

 

Contato para publicações:


   
           



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