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Quarta-feira, 20/07/2011

Escola Municipal Professor José Vieira Fazenda

Tags: 10ªcre, artesmusicais.

Sabe aqueles lugares lindos, simpáticos, agradáveis e acolhedores, onde você chega e não quer mais ir embora? Assim é a Escola Municipal 10.26.012 Professor José Vieira Fazenda, localizada na Estrada Roberto Burle Marx (antiga Estrada da Barra de Guaratiba) nº 9.140, bem na entrada da Restinga da Marambaia.

 

Escola Municipal Professor Vieira Fazenda vista do mar, do lado da Barra de Guaratiba.

( Foto de autoria de Suzana Huguenin, cedida pela direção da escola)

 

Antes mesmo de chegar ao início da Estrada de Guaratiba dá para sentir uma aura de aconchego. Para quem vem da Zona Sul, transpassando a Grota Funda, na expectativa de que o túnel seja concluído; saindo de Santa Cruz, cruzando a comunidade pesqueira da Pedra de Guaratiba, ou vindo de Campo Grande, pela Estrada do Magarça ou Estrada da Ilha, a aragem é diferente. A paisagem é emoldurada por serras, matas e manguezais. Há flores multicoloridas por todos os lados,  muitas mudas de árvores e espécimes variadas de plantas ornamentais, que podem ser adquiridas pelos interessados. É o mesmo caminho que conduz os turistas ao roteiro gastronômico das famosas tias de Guaratiba, e acesso às praias do Grumari, da Barra, do Perigosinho, Funda, do Meio, do Perigoso, entre outras.


Não foi à toa que o paisagista Roberto Burle Marx escolheu a região para viver grande parte de sua vida, onde deixou como legado o seu sítio, conhecido internacionalmente, que hoje faz parte do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.


O acolhimento e o aconchego também são características marcantes da equipe da direção, dos professores, funcionários e alunos da E. M. José Vieira Fazenda, como pude constatar na visita que fiz àquela unidade escolar no dia 30 de junho de 2011.


Certamente, que a boa receptividade deve ser a razão para a permanência dos professores, que mesmo tendo que enfrentar alguns percalços decorrentes do afastamento geográfico, ou provocados pelo trânsito caótico, preferem continuar trabalhando na Vieira Fazenda, mesmo tendo a chance de pedir remoção para escolas mais próximas de suas casas.


 

Cidnéia da Glória Flôres (primeira à esquerda), diretora da E.M. Professor Vieira Fazenda, Suzana Néri Huguenin Malof (ao centro), coordenadora pedagógica e Alessandra Gaio, professora do Acelera 3.

 

Quem foi José Vieira Fazenda?


O Patrono da Escola Municipal 10.26.012 foi médico, jornalista e historiador. O título de “Professor” Vieira Fazenda tem caráter honorífico, porque ele teve grande atuação como palestrante, pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e pela Santa Casa de Misericórdia, entidades das quais fez parte como colaborador, embora nunca tenha se tornando sócio do IHGB, nem como efetivo, nem como benemérito.
 

Retrato do Professor, Médico, Jornalista e Historiador José Vieira Fazenda, Patrono da Escola Municipal 10.26.012

 

A principal biografia de José Vieira Fazenda foi escrita pelo historiador Francisco Agenor Noronha Santos, que é bastante citado pela professora Rosane de Albuquerque Porto na sua dissertação do Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem da Universidade do Sul de Santa Catarina – Unisul.


Sob o título de “A roda dos expostos e o jogo no discurso de Vieira Fazenda”, Rosane Porto, assim abre o segundo capítulo “Memórias de Vieira Fazenda”:


“Com as investigações iniciais, constatei que Vieira Fazenda, ao contrário de Paulo Barreto – o João do Rio – e Luiz Edmundo, não está incluído na lista de cronistas cariocas populares e consagrados. Contudo, é citado por vários autores como historiador ou um ilustre do cotidiano carioca na virada do século XIX para o XX. Luiz Edmundo refere-se a Fazenda como um dos personagens pitorescos de suas diversas crônicas, incluídas em um dos quatro volumes de “O Rio de Janeiro do meu Tempo”.


Na biografia escrita por Halley e Ana Cristina, que poderá se encontrada na íntegra em http://rememorarte.blog.br/?p=5644 é possível saber que ele nasceu no Rio de Janeiro em 26 de abril de 1847 e faleceu na mesma cidade em 19 de fevereiro de 1917.


Vieira Fazenda, mesmo não sendo tão conhecido e nem famoso, foi um dos mais importantes historiadores da cidade do Rio de Janeiro, convindo destacar como sua obra principal o livro “Antiqualhas e Memórias do Rio de Janeiro”, que reúne centenas de crônicas sobre múltiplos aspectos da cidade, publicadas entre 1896 e 1913, em revistas e jornais de grande circulação na época.
 

Equipe da direção


Cidnéia, uma diretora apaixonada pelo magistério

 

Na E.M. Professor Vieira Fazenda sou generosamente recebido pela diretora Cidnéia da Glória Flôres e pela coordenadora pedagógica Suzana Neri Huguenin Malof.


O pai da Cidnéia foi funcionário na Restinga da Marambaia, e ela já conhecia a região quando escolheu a E.M. Vieira Fazenda para trabalhar.


Cidnéia formou-se pelo Instituto de Educação Sarah Kubitscheck em 1976 e já no ano seguinte foi aprovada em concurso para o magistério municipal. Em 1978 conseguiu a segunda matrícula e teve que se desdobrar para trabalhar na Escola Professor Coqueiro, em Santa Cruz, no primeiro turno e na Escola Professor Vieira Fazenda, no segundo turno cujas aulas começavam ao meio dia.

 

Cidnéia da Glória Flôres, diretora da Escola Municipal Professor José Vieira Fazenda (à esquerda) com a professora regente da Sala de Leitura Tamara Rangel Cavalcanti Pinto.

 

“Foi um ano difícil, porque precisava negociar os meus atrasos com a direção, devido à distância e dificuldade de locomoção de Santa Cruz até a Barra de Guaratiba, mas em 1979, consegui a remoção, e desde então estou com as duas matrículas aqui na Vieira Fazenda” - diz a diretora.

 

Contando um pouco sobre a sua história de vida no magistério, Cidnéia lembra que a Escola Municipal Professor Vieira Fazenda foi a primeira de toda a rede pública do Rio de Janeiro a ter uma eleição direta para diretor, no ano de 1985.


Ela, que começou a estudar Pedagogia em 1977, e somente saiu da faculdade após concluir todas as especializações em 1982, foi candidata, elegendo-se como adjunta em 1985 e como diretora em 1990.


Cidnéia trabalha na Escola Professor José Vieira Fazenda desde 1977. É professora há 34 anos, e diretora desde 1990 - é preciso perguntar se ela é apaixonada pela profissão?
 

 

Suzana Huguenin, olhando além de Guaratiba

 

A conversa que tive com a professora Suzana Huguenin, que é a coordenadora pedagógica da Escola Municipal Professor José Vieira Fazenda, foi bastante agradável, inteligente e diversificada.


Ela, que além de professora gosta muito de fotografia, e tem belas fotos publicadas, falou sobre os seus pais, com os quais aprendeu a valorizar a leitura e os livros, sobre meio ambiente, já que a escola onde trabalha está localizada em área da Reserva da Marambaia, sobre os princípios filosóficos metodistas do “pensar e deixar pensar”, já que manteve contato estreito com o Instituto Metodista Ana Gonzaga, onde o seu pai trabalhou como bibliotecário e, é claro, sobre educação.


Suzana entrou para o município em 1984 e foi trabalhar na Ilha de Paquetá, por opção, já que foi uma das primeiras colocadas no concurso.
 

Retrato da professora Suzana Neri Huguenin Malof, reprodução do perfil do Facebook.

 

Atuou na chamada “Classe em Cooperação”, quando os professores vão em busca de alunos, que por qualquer circunstância, não possam freqüentar escolas convencionais.


Suzana diz que pretendia acompanhar a educação de um menino portador do mutismo seletivo, que conhecera, e que fora recolhido ao Instituto Padilha, então localizado na Ilha de Paquetá.


A preocupação da professora Suzana com os excluídos sociais aumentou ainda mais, quando pôde constatar os maus tratos sofridos pelas crianças recolhidas ao instituto, que acabou sendo fechado a pedido dos professores.


Foi então que ela veio para a E.M. Vieira Fazenda, onde trabalha há 27 anos.


Sobre o atual Projeto Político Pedagógico “Ampliando Visões”, a professora Suzana relembra outros projetos já realizados e muito bem sucedidos na E.M. Vieira Fazenda, como “Olhos de Ver Guaratiba”, acrescentando que a proposta do atual PPP é propor um olhar além de Guaratiba, citando trecho de um poema de Fernando Pessoa:

 

Cada qual vê o que quer, pode ou consegue enxergar.
 “Porque eu sou do tamanho do que vejo.
E não do tamanho da minha altura."

 

Flautistas da Marambaia, grupo de alunos da Escola Municipal Professor José Vieira Fazenda, formados e treinados pela professora Claudia Ernest Dias (à direita, regendo). Foto reproduzida do Portal de Guaratiba, em matéria publicada em 15 de junho de 2010.

www.portalguaratiba.com.br

 

Thiago Lima, ex-aluno e atualmente professor voluntário da E.M. José Vieira Fazenda (à esquerda), alunas aprendizes do Grupo de Flautistas da Marambaia com a professora Claudia Ernest Dias (à direita). Foto ao lado da praia, em frente à escola, em 30 de junho de 2011 por ocasião da minha visita para o Rioeduca.

 

A Escola Municipal Professor Vieira Fazenda é uma referência positiva na 10ª CRE e na Secretaria Municipal de Educação, não apenas por ter conseguido o Prêmio Anual de Desempenho Escolar 2010, mas também pelo excelente trabalho que já vem desenvolvendo há vários anos, desde que representou o município na II Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, e também pelo belíssimo grupo “Flautistas da Marambaia”, organizado e dirigido pela professora Claudia Ernest Dias, que ensina voluntariamente os seus alunos, agora contando com a ajuda igualmente voluntária do ex-aluno Thiago Lima, hoje profissional da música, que dedica algumas horas por semana para preparar novos flautistas.

 

Alunos da Escola Municipal Professor José Vieira Fazenda em visita ao Centro Cultural Municipal Dr. Antonio Nicolau Jorge, em Santa Cruz. Na parede lateral, exposição de mosaico produzido pelos próprios alunos, foto do acervo da escola, cedida pela direção.

                                              

 

 


   
           



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Segunda-feira, 04/07/2011

Conhecendo as novas instalações do N.A. Nise da Silveira - 3ª CRE

Tags: 3ªcre, núcleodeartes, artesmusicais, artesvisuais, artescênicas.



O Núcleo de Artes Nise da Silveira – 3ª CRE está de casa nova. O Núcleo oferece oficinas de atividades artísticas. O funcionamento no novo endereço iniciou-se este ano e já conta com 600 alunos atendidos, a maioria das comunidades de Manguinhos, Jacaré e Complexo do Alemão. O Programa Núcleo de Arte foi muito bem recebido pelos alunos e responsáveis da região. O trabalho já está sendo reconhecido pela demanda dos alunos pelas atividades oferecidas e os resultados já estão despontando.


Vamos conhecer algumas das oficinas oferecidas e suas instalações? Assistam o vídeo acima!

 

O primeiro fruto do Núcleo de Artes Nise da Silveira foi a apresentação na posse dos Grêmios Estudantis que ocorreu no dia 21/06/2011 na E.M José Veríssimo. As alunas de Dança do Núcleo de Artes Nise da Silveira participaram da abertura e encerramento do evento e se sentiram super orgulhosas de abrilhantar o evento. Como podemos ver, elas estavam lindas.

 

 

Conforme nos disse Joselene Lemos, auxiliar chefe do Núcleo, sem dúvida, um dos benefícios do trabalho com a Arte é o desenvolvimento da auto-estima do aluno, que o faz melhorar em outras áreas do campo social e educacional. Podemos ver no sorriso das dançarinas antes da apresentação, a certeza da beleza de seu trabalho.

 

 

 

 

Boa sorte ao Núcleo de Artes Nise da Silveira em suas novas instalações! Estamos aguardando pelas belas apresentações que virão! Parabéns!!!

 

 

                              

 


   
           



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Sexta-feira, 01/07/2011

O JOVEM GURI NO CIEP MAESTRINA CHIQUINHA GONZAGA (8ª CRE)

Tags: 8ªcre, artescênicas, artesmusicais.

 

Aconteceu, no dia 29 de junho, a apresentação da peça "O Jovem Guri", no CIEP Maestrina Chiquinha Gonzaga.

 

O Jovem Guri é uma livre adaptação da música de Chico Buarque de Holanda, O Guri, descrevendo a trajetória de um menino negro de família humilde, criado pela mãe e estudante de escola pública. Após sofrer bullying na escola devido à sua etnia, o menino Guri se revolta e chega em casa despejando sua revolta sobre sua mãe pelo fato de ser negro e não ter puxado o seu pai, que só o conhece por foto, pois o abandonara ainda na barriga de sua mãe.

 

Mesmo com toda a dificuldade para criá-lo sem a presença do pai, esta guerreira é capaz de contornar com todo carinho a revolta de seu filho, fazendo-o conhecer a História do seu povo. Curioso, o Guri, quer saber de onde vieram tantos conhecimentos já que nos livros não há essa informação. Agora orgulhoso de sua etnia, ele promete à mãe que "Vai chegar lá", uma referência de que quando crescer será alguém na vida que dará orgulho a ela, realizando seu sonho de se formar na Faculdade e ajudar jovens de onde mora.

 

O Tempo passa e O Jovem Guri realiza seu sonho e enche de orgulho sua mãe, desde a notícia de que passou no vestibular à sua Formatura, em todos os momentos ela está sempre presente.

 

Escrito por George Cleber Alves da Silva, O Jovem Guri foi uma inspiração de marcas de sua infância e juventude, reforçando o protagonismo de muitos jovens negros das comunidades do Brasil que contrariam as estatísticas e conseguem sonhar, dar a volta por cima e contribuir para uma sociedade melhor. Assistida por mais de 1.000 pessoas em 2005. Assim como o Guri, George Cleber também "chegou lá" ao se formar em Ciências Sociais em 2009 e tal como a peça escrita, sua mãe estava lá apoiando como em toda a vida.

 

Texto retirado do blog do BAIRRO EDUCADOR BANGU

Link: http://bairroeducador.blogspot.com/


 

                              

 


   
           



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Terça-feira, 28/06/2011

NÚCLEO DE ARTE GRANDE OTELO / 6ªCRE

Tags: artesvisuais, artesmusicais, artescênicas, 6ªcre, blogsdeescolas.

 

 

Nossa CRE oferece um ensino da Arte de qualidade para os alunos das escolas da região. Através do Núcleo de Arte Grande Otelo (uma das unidades de extensão da 6ªCRE-RJ) são oferecidas oficinas de diversas linguagens artísticas aos alunos da rede pública do ensino fundamental da Cidade do Rio de Janeiro, com abertura para outras redes de estudo e membros da comunidade.


Trabalhei (da inauguração, em 2009, até o fim do primeiro semestre de 2010), com uma Oficina de Animação (na sede do Núcleo na época, CIEP Zumbi dos Palmares, e na itinerância na E.M. Mario Piragibe) e conheço de perto a dedicação, o empenho, o carinho pelo trabalho e o talento da equipe!


Conheçam agora um pouco deste excelente trabalho realizado pelo Núcleo de Arte da 6a.CRE!

 

 

 

 

 

 

As linguagens oferecidas pelo Núcleo são: música (canto coral, flauta doce, teclado etc.), vídeo/animação, artes plásticas (pintura, desenho etc.), arte e tecnologia, dança (sapateado, jazz etc.).  As oficinas acontecem tanto na própria sede do Núcleo de Arte, quanto  em escolas cadastradas (no contraturno) para as oficinas itinerantes.

 

 

 

Alunos visitando a 1a. Mostra do Núcleo de Arte em 2009 (paredes: trabalhos da Oficina de Desenho, profa. Luciana Lima; teto: trabalhos da Oficina de Pintura, prof. Jabim Nunes) 

 

 

 

Detalhe da instalação  da Oficina de Pintura do prof. Jabim Nunes na 1a. Mostra de 2009 - alunos da E.M. Mario Piragibe interagindo com a obra

 

 

 

Prof. Bruno Bentolila (Oficina de Vídeo), visita ao Sítio Roberto Burle Marx (2011)

 

 

 

Oficina de Vídeo, prof. Bruno Bentolila

 

 

 

Prof. Jabim (Oficina de Pintura / Artes Visuais)

 

 

 

Profa. Luciana (Oficinas de Desenho e de Arte e Tecnologia)

 

 

 

A primeira Oficina de Arte e Tecnologia ministrada pela profa. Luciana (2009-2010)

 

 

 

Profa. Mônica Coropos (Oficina de Música), que dirige o Núcleo de Arte Grande Otelo, posando junto ao trabalho dos alunos da Oficina de Pintura do prof. Jabim Nunes, numa Mostra da 6a.CRE

 

 

 

Profa. Ruth Rejala (sorridente, à direita), Adjunta de Direção do Núcleo de Arte Grande Otelo

 

 

 

Profa. Elen, Oficina de Flauta Doce e Oficina de Teclado

 

 

 

Uma das primeiras turmas da profa. Elen (Oficina de Flauta Doce): aqui, com seus alunos diante das pinturas dos corredores da ex-sede do Núcleo de Arte Grande Otelo (CIEP Zumbi dos Palmares)

 

 

 

A primeira Oficina de Animação do Núcleo (2009-2010), profa. Imaculada

 

 

 

Outra cena da primeira Oficina de Animação do Núcleo (2009-2010), profa. Imaculada

(alunos assistindo ao resultado de suas primeiras realizações)

 

 

 

Oficina de Animação especial para surdos com alunos da E.M. Érico Veríssimo (cliquem aqui e vejam o making off da oficina), profa. Imaculada

 

 

 

Oficina de Animação (itinerância na E.M. Mario Piragibe), profa. Imaculada

 

 

 

Profa. Juliana Reis e profa. Késia (Oficina de Dança)

 

 

 

Profa. Luciana e Profa. Mônica posando com as alunas da Oficina de Dança

 

 

 

Detalhe: alunas da Oficina de Dança (profas. Juliana e Késia)

 

 

 

Detalhe: alunas da Oficina de Dança (profa. Juliana e profa. Késia)

 

 

 

Através das linguagens artísticas trabalhadas no Núcleo de Arte, busca-se ampliar o olhar e a percepção dos alunos, desenvolvendo a sensibilidade, a reflexão e a imaginação.

 

 

SAPATEADO NA POSSE DO GRÊMIO ESTUDANTIL 2011

Profa. Juliana Reis

 

 

 

 

Outro registro da Oficina de Dança

 

 

POSSE DO GRÊMIO ESTUDANTIL / 6a.CRE

(Prof.  Marcos Heber)

 

 

 

 

Profa. Mônica com alunos da Oficina de Música

 

 

O objetivo do Núcleo é aumentar o contato com as várias formas de arte e a experiência com as diferentes etapas do trabalho, através do fazer, do conhecer e o pensar. Nas aulas, os alunos aprendem o vocabulário básico de cada linguagem para criarem seus próprios trabalhos, com consciência artística e social.

 

 

 

O Núcleo de Arte Grande Otelo foi inaugurado em 13 de março de 2009, com sede no CIEP Zumbi dos Palmares, em Acari / Fazenda Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro (atualmente, aguarda a liberação de um novo espaço para sua sede). 

 

 

VÍDEO DA INAUGURAÇÃO DO NÚCLEO DE ARTE DA 6a.CRE (13/03/2009)

POR BRUNO BENTOLILA

 

 

 

 

Parte da equipe de professores no dia da inauguração do Núcleo de Arte Grande Otelo

 

 

 

A Secretária de Educação do Rio, Claudia Costin, e Profa. Nazareth Machado, SME-RJ, inaugurando o Núcleo de Arte Grande Otelo/6a.CRE-RJ

 

 

 

Profa. Mônica e profa. Luciana muito emocionadas com a inauguração de um Núcleo de Arte que elas (junto com o prof. Jabim) batalharam por quase dez anos para implantar na 6a.CRE!

 

 

 

 

Desenho do artista Grande Otelo pelo aluno Diego da Oficina de Desenho da profa. Luciana Lima

 

 

O fazer artístico é a forma mais fiel e confiável da história da humanidade. Ao nosso redor está um universo rico em cores, formas, letras, imagens, movimentos e sons.  O homem não foi criado somente para servir de maneira utilitária, mas também para expressar seus sentimentos e formas artísticas, sua visão de mundo.

 

 

CANTO CORAL NA ITINERÂNCIA NA E.M. ÉRICO VERÍSSIMO

Prof. Marcos Heber Paiva e Prof. Cláudio Costa

 

 

 

ALGUNS DOS TRABALHOS DE NOSSOS ALUNOS

(Informações extras e demais créditos cliquem: YouTube)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trabalhos (acima e abaixo) dos alunos do prof. Jabim Nunes (Oficina de Pintura)

 

 

 

 

NOTAS: 

(1) O Núcleo de Arte Grande Otelo / 6a.CRE tem um blog: não deixem de visitar para conhecer as atividades e trabalhos realizados (cliquem aqui...)! 

 

(2) Nos textos da postagem, fragmentos do artigo escrito pelo prof. Jabim Nunes, em parceria com o prof. Bruno Bentolila, a partir das informações dos Planos de Aula dos professores das Oficinas do Núcleo de Arte Grande Otelo (ver a postagem "Apresentação"  - cliquem no título em negrito).

 

(3) Ainda, aqui no blog "Rioeduca: A Revolução Acontece", vejam a postagem sobre o blog do prof. Jabim Nunes, onde ele apresenta o trabalho realizado com seus alunos do Núcleo de Arte Grande Otelo (cliquem aqui), e também sobre a Oficina de Arte e Tecnologia da profa. Luciana Lima, "Arte não é só no papel" (cliquem no título) e o trabalho na E.M. Comandante Arnaldo Varella (cliquem aqui-1 - aqui-2 e aqui-3).

                             

 


   
           



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