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Sexta-feira, 15/03/2019

Escola Municipal José Emygdio de Oliveira - 5ªCRE

Tags: arboviroses, mosquito, dengue, aedes.

 

A Escola Municipal José Emygdio de Oliveira desenvolveu o Projeto Carioca saudável, carioca sustentável, em ambiente bem-cuidado, mosquito não se cria.

Os alunos participaram de várias atividades muito bacanas! Confira algumas delas.

 

 

Preocupados com a questão da conscientização sobre o cuidado que todos nós devemos ter para combater às Arboviroses, a Escola Municipal José Emygdio de Oliveira planejou, dentro do seu Projeto Político Pedagógico, uma Semana de Combate às Arboviroses (18 a 22 De Fevereiro), na qual foi trabalhada o Projeto Carioca saudável, carioca sustentável, em ambiente bem-cuidado, mosquito não se cria. Nessa semana, várias atividades foram desenvolvidas e destacamos algumas delas nas turmas de 4º, 5º, 7º, 8º e 9º anos. Foi um trabalho muito gratificante, que contou com a participação de todos, inclusive dos responsáveis.

 

CANTINHO DA CONSCIÊNCIA: ACERTE NO FOCO! – 4º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

A turma 1402 criou um cantinho para aprender o que fazer contra as Arboviroses. Os alunos precisavam sinalizar as situações que facilitavam o acúmulo de água. Uma excelente atividade da turma do 4º ano, que tem como regente a professora Rosana Gomes. A atividade demonstrou que é possível aprender brincando!

 


 

 

CAMPANHA COM OS REPONSÁVEIS – 4º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

Os alunos da professora Camila elaboraram panfletos com orientações para combater as Arboviroses e os distribuíram para toda comunidade escolar. Dessa forma, os responsáveis foram incluidos na causa.

 


 

JOGOS, JOGRAU E OFICINA DE BONECOS – 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

Depois de dialogar, interpretar textos, jogar, ler poesias e desenvolver atividades diversificadas sobre as Arboviroses, as turmas 1501 e 1502 (das professoras Lissia AlvesCelena Assumpção) confeccionaram o Aedes aegypti para compor um mural de alertas e cuidados relacionados ao assunto.
 

 

MEMORY GAME – 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

Foi desenvolvido um jogo da memória que tinha como tema os cuidados necessário contra o Aedes. Uma atividade lúdica que ao mesmo tempo que trabalhava questões de prevenção, também explorava o vocabulário dos sintomas da Dengue em Inglês. Tal proposta contou com a orientação da professora Cláudia.

 

 

JOGO DO COMBATE ÀS ARBOVIROSES – 7º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

A professora Jéssica Rodrigues dinamizou sua aula de Matemática no 7º ano colocando seus alunos para produzir jogos. O material tinha como objetivo ensinar como é simples combater as doenças transmitidas por mosquitos, além de explorar conceitos matemáticos. 

 

 

FORMAÇÃO DE GRUPOS PARA AÇÕES DE INTERVENÇÃO – 7º ANO DO ENSINO FUDAMENTAL

Os alunos, orientados pela professora Alyne Moraes (Educação Física), atuaram em parceria com a Comlurb realizando ações de intervenção dentro da Unidade Escolar na busca de possíveis focos do mosquito.
 

 

 

JOGO DA MEMÓRIA - 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

Criação de um jogo para embalar a campanha de prevenção às Arboviroses. Com orientação da professora Veruska de Artes, os alunos produziram cartas e se divertiram jogando. Para pontuar era preciso associar o erro ao acerto.

 


 

PANFLETAGEM EM INGLÊS: INTERNACIONALIZANDO A CAMPANHA – 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

Explorando o vocabulário de Inglês, por meio do aprendizado sobre os sintomas da dengue, foi possível internacionalizar a campanha dos cariocas. A panfletagem em inglês foi orientada pela Professora Cláudia e ultrapassou os muros da escola.

 

 

CAMINHADA NO ENTORNO DA UNIDADE ESCOLAR – 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL 

Os jovens da Unidade Escolar protagonizaram ações de conscientização nas residências e nos comércios próximos da escola, por meio de uma caminhada com o professor Bruno Silva de Ciências. Afinal, escola é isso: envolver a comunidade escolar através de ações promovidas por esse espaço público educacional. 

 



   

Esse trabalho é muito importante e de grande Relevância Social. A campanha contra as Arboviroses é necessária, uma vez que as doenças transmitidas por mosquitos continuam assolando o Rio de Janeiro, principalmente no período das tradicionais chuvas de verão. Sendo assim, torna-se necessário o trabalho contínuo com toda comunidade escolar, em especial com nossos alunos, que se tornam protagonistas no combate ao problema, sobretudo, na localidade que habitam. Apenas 10 minutos semanais são necessários para atuar contra um problema que provoca um elevado número de vítimas todos os anos.

 

Todos precisam fazer a sua parte e a Escola Municipal José Emygdio de Oliveira já está fazendo a sua!

Vamos todos juntos nessa força!

 

Sobre a escola:

Escola Municipal José Emygdio de Oliveira
Diretor Geral: Eliana Fátima C. Morgado Nabuco de Araújo
Diretor Adjunto: Cláudia Alves Pereira

Coordenador Pedagógico: Marcus Vinicius Rocha Vieira
E-mail: ememygdio@rioeduca.net 
Telefone: 3016-4831 / 3017-3253

 

 


   
           



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Quarta-feira, 27/02/2019

Mas o que são arboviroses mesmo?

Tags: cre03, arboviroses, dengue.

 

   Mas o que são arboviroses mesmo? Toda a cidade faz essa pergunta no verão e graças a um projeto desenvolvido na Escola Municipal Benevenuta Ribeiro, responsáveis, alunos e toda a comunidade do entorno poderão adotar comportamentos preventivos para combatê-las.

 

 

 

 

Com a chegada do verão, toda a cidade começa a se preocupar com as doenças típicas dessa época do ano. Nas escolas municipais isso não poderia ser diferente. Dessa forma, as equipes gestoras, docentes, discentes e funcionários estão empenhados na campanha contra as arboviroses, com o objetivo de promover um comportamento preventivo para essas doenças em toda a comunidade escolar e entorno.

 

 

 

A Secretaria Municipal de Educação, sempre atenta ao cotidiano de nossa cidade, instituiu a Semana de Enfrentamento às Arboviroses, que aconteceu de 18 a 22 de fevereiro.

O objetivo da Semana era que os alunos da Rede tivessem a oportunidade de participar de palestras, assistir documentários, defender suas ideias, apresentar suas sugestões em debates e elaborar materiais como textos e cartazes. 

 

 

Mas afinal o que são arboviroses? Arboviroses são doenças causadas pelos chamados arbovírus, que incluem o vírus da dengue, Zika vírus, Chikungunya e Febre Amarela.

Essas doenças se tornam cada vez mais frequentes, diante disso surge a urgência de investir, ainda mais, na conscientização da população sobre risco e sobre as ações preventivas e simples que cada um pode incorporar em sua rotina.

 

 

 

Na Semana de enfrentamento às Arboviroses, a Escola Municipal Benevenuta Ribeiro realizou inúmeras atividades como: palestras, jogos, debates, criação de horta com garrafa PET, confecção de repelente caseiro e concurso de marchinha de carnaval com a temática de arboviroses.

 

 

 

 

 

Quer saber mais?

E.M. 03.13.016 Benevenuta Ribeiro

embribeiro@rioeduca.net

Telefone: 2218-5503

 

Contato para divulgação:


   
           



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Terça-feira, 26/02/2019

Enfrentamento das Arboviroses

Tags: 2ªcre, ciências, dengue, arboviroses.

 

Os alunos do sexto e sétimo anos da Escola Municipal Francisco Manuel participaram de uma campanha de prevenção as arboviroses.

 

 

Os alunos do sexto e sétimo anos, turmas 1.601 e 1.701, da Escola Municipal Francisco Manuel, localizada em Vila Isabel, voltaram às aulas demostrando grande preocupação contra o vetor transmissor de doenças como Dengue, a Zika e a Chikungunya.


Dessa maneira, foram orientados pela professora de Ciências, Deborah Senra Amado, a procurarem em suas residências ou em bibliotecas públicas materiais (jornais, revistas, panfletos, artigos da internet e propagandas) que abordassem o que tem sido feito pelo governo na luta contra as arboviroses e qual o papel de cada um na luta contra o mosquito.

 

Alunos preparando cartazes com o material pesquisado.

 

 

Além das medidas de combate ao mosquito, também foram pesquisadas medidas preventivas que podem ser usadas no nosso dia a dia. Nesse contexto, os alunos pesquisaram a utilização de uma pastilha, denominadas Dengue Tech, usada em locais que possam haver acúmulo de água, uma vez que tal produto mata larvas, caso elas se formem. 

 

Trabalho em grupos sobre as arboviroses.

 

 

Além disso, durante as aulas, foram feitas discussões sobre o procedimento de  inserção, no meio ambiente, de um mosquito transgênico, incapaz de gerar filhotes.


Esses mosquitos, chamados pelos cientistas de OX513A, são idênticos ao Aedes aegypti – exceto por dois genes modificados, colocados pelo homem. Um deles faz as larvas do mosquito brilharem sob uma luz especial (para que elas possam ser identificadas pelos cientistas). O outro é uma espécie de bomba-relógio, que mata os filhotes do mosquito. A ideia é que ele seja solto na natureza, se reproduza com as fêmeas de Aedes e tenha filhotes defeituosos – que morrem muito rápido, antes de chegar à idade adulta, e por isso, não conseguem se reproduzir. Com o tempo, esse processo vai reduzindo a população da espécie, até extingui-la.


Porém, o que mais chamou atenção dos alunos foi a campanha do Governo Federal ”10 minutos sem Dengue” que visa o investimento de 10 minutos do tempo das pessoas para procurar, na própria casa ou ambiente de trabalho, locais que possam ser focos do mosquito Aedes Aegypt. Os alunos entendem que somos todos contra o mosquito e cada um precisa fazer a sua parte.


Os alunos também leram sobre a importante participação de representantes da Saúde, Educação, Segurança Pública (PM e Bombeiros), Assistência Social, Defesa Civil e Forças Armadas que permite a aquisição e disponibilização de equipamentos e insumos para aplicação de inseticidas e larvicidas.


Muitos alunos pesquisaram informações confiáveis e atualizadas no site divulgado pelo governo (http://combateaedes.saude.gov.br/) e levaram para sala de aula peças gráficas como encartes educativos, cartazes, folders, filipetas, gibis, dentre outros.


Ficou claro aos alunos que existe um grande incentivo por parte dos governantes na luta e no combate as Arboviroses. Essas doenças podem causar microcefalia em recém-nascidos, dores musculares, hemorragia e até mesmo a morte. Por isso, cabe à população reforçar o controle do vetor nas residências e em seus ambientes de convívio.

 

 

Elaboração de cartazes sobre arboviroses.

 

A aluna Maria Luiza Rosa escreveu ao final da atividade que adorou realizar este trabalho, pois ela aprendeu que precisa ter cuidado com o mosquito que transmite doenças perigosas como a Dengue a Zika e a Chikungunya.


A aluna Ana Luiza de Oliveira escreveu: “Para mim a realização do trabalho foi bem legal e fiz mais amigos. Além de, ter aprendido mais sobre como me prevenir das arboviroses.”

A aluna Maria Luiza Santana colocou: “Eu gostei muito do trabalho da aula de ciências. Foi muito legal, pois aprendi alguns jeitos diferentes de enfrentar as arboviroses.”

Os cartazes foram espalhados pela escola e todos os alunos puderam perceber que para se combater as doenças, precisamos combater os focos de reprodução dos vetores, ou seja a água. Para isso, precisamos da ação conjunta de todos. TODOS CONTRA A DENGUE!


Agradecemos a professora Deborah Senra por compartilhar conosco este trabalho. Desejamos sucesso a toda comunidade escolar.

 

 

Quer saber mais?

O contato da Escola Francisco Manuel é:  emfmanuel@rioeduca.net

Telefones: 3238-4592 / 3238-4591

 

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 


   
           



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Terça-feira, 02/10/2018

Armadilha Sentinela

Tags: 2ªcre, dengue, ciências.

 

Os alunos do sétimo ano da Escola Municipal Francisco Manuel estão utilizando garrafas PETs para confeccionar armadilhas sentinelas e assim combater a Dengue.

 

A professora Deborah Senra, regente de Ciências nas turmas do sétimo ano na Escola Francisco Manuel, entrou em contato com o portal Rioeduca e contou sobre a confecção das armadilhas sentinelas pelos alunos, durante as aulas de Ciências.

 

Os alunos do sétimo ano da escola Municipal Francisco Manuel têm mais um motivo para colecionarem material reciclável e não jogarem fora as garrafas PET.


O motivo é a montagem de armadilhas sentinelas contra a Dengue, pois imitando o que seria um local apropriado para a colocação dos ovos e a disseminação de novos mosquitos, as armadilhas funcionam “enganando” os mosquitos. Dessa forma, os mosquitos colocam seus ovos nas armadilhas, aonde as formas adultas não conseguem escapar, diminuindo a quantidade de formas aladas adultas soltas na natureza. A ideia original é do Laboratório de Biologia de Helmintos Otto Wucherer/UFRJ, que através de cartilhas distribuídas em um curso promovido pela Universidade. 

 

Para  aprender mais sobre a morfologia do mosquito e as diferenças entre  o ele e outras espécies, a aula foi dividida em três partes:

 

Parte 1:


Material de apoio pedagógico distribuído para todos os alunos com informações importantes quanto a anatomia do mosquito. Informações sobre olhos, glândulas salivares, saliva, formato das asas, marcas típicas no corpo, ovos, tamanho dos ovos, local aonde são colocados, além das fases de vida do mosquito até virar um adulto. Como a picada é feita e a diferença entre os machos e as fêmeas.

 


Alunos assistindo ao documentário produzido pelo Instituto Oswaldo Cruz

 


Parte 2:

 

Os alunos assistiram a um documentário produzido pela Instituto Oswaldo Cruz “O Mundo Macro e Micro do Mosquito Aedes Aegypti”, onde eles observaram todo o ciclo de vida do mosquito, hábitos de vida do macho e da fêmea, além de todas as fases de desenvolvimento da vida do mosquito até a forma alada, adulta.

 



Alunos atentos as aulas expositivas.

 

 

Parte 3:

 

Os alunos foram divididos em grupos e montaram suas sentinelas, armadilhas para enganar o mosquito, diminuindo a quantidade de mosquitos adultos na natureza.


Este projeto foi feito para promover a civilidade a serviço da erradicação do mosquito que transmite os vírus que podem causar a Dengue, Zika, Chikungunya e a Febre amarela.


Material Utilizado para construção: Uma garrafa pet e seu lacre, tesoura sem ponta, um pedaço de micro tule; uma lixa; fita adesiva; algo que sirva de nutriente, um pouco de terra por exemplo.

 

 

Alunos participando da elaboração das Armadilhas Sentinelas.

 

 

Os alunos participaram da atividade e alguns disseram que se sentiram importantes no combate a uma doença tão ruim, que pode levar a morte ou complicações de saúde a tantas pessoas.

 

A aluna Yasmin Antunes Theodoro da Silva colocou que a realização da atividade foi muito legal e interessante, pois é importante combater o mosquito, e ela pensa em colocar essas sentinelas em sua própria residência para acabar de vez com os mosquitos.

 

Já o aluno Miguel Perez da Silva disse que estava esperando ansiosamente pelo dia de culminância do projeto e a montagem das sentinelas. Ele disse ter aprendido mais na aula, ao fazer as sentinelas, do que com as aulas teóricas sobre o mosquito.

 

Os alunos Bruno Melo, Arthur Costa, Arthur Souza, Bruna Souza, Cauã Gomes da Silva Barreto, e Gabriel Galvão se envolveram na atividade, prestando bastante atenção nos detalhes do documentário exibido e levantaram questões importantes sobre os hábitos dos mosquitos, a adaptação destes para picarem sem serem percebidos, além da quantidade de ovos que uma mesma fêmea pode colocar durante o período de vida do mosquito, cerca de 30 dias.


Assim, muitos alunos concluíram a importância do papel de cada um na luta contra o mosquito, além de se sentirem importantes ferramentas na luta contra o Aedes Aegypti.

 

Mecanismo da armadilha:

 

1 - A fêmea põe os ovos acima da água. Alguns dias após armar a armadilha, põe-se mais água para que os ovos fiquem submersos.


2 - As larvas eclodem e passam pelo Micro Tule a caminho do fundo, atraídas pelo alimento presente na água.


3 - A larva se torna pupa e se dirige à superfície para se tornar um adulto alado.


4 - O adulto fica preso no espaço aéreo entre a superfície da água e as paredes da garrafa. Assim, não conseguem sair para iniciar um novo ciclo.

 

 

Mecanismo da armadilha.

 

 

Agradecemos a professora Deborah Senra por compartilhar conosco a elaboração desta atividade. Desejamos sucesso a toda comunidade escolar e que vocês continuem formando cidadãos atuantes na sociedade.

 

 

O contato da Escola Francisco Manuel é:  efmanuel@rioeduca.net

Telefones: 3238-4592 ou  3238-4591

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 


 


   
           



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