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Quarta-feira, 01/08/2012

Pé de Vento - O Aliado da Alfabetização

Tags: educopédia, pédevento, capacitação.



Com duas novas versões, a offline e a versão 2, o Pé de Vento é um aliado para o professor nesse momento em que a rede assina o Pacto pela Alfabetização

 

Lançado no início do ano passado, o programa Pé de Vento foi testado e apresentou bons resultados em muitas escolas. 

 

Os coordenadores do Programa acreditam que a versão offline atenderá um maior número de escolas que ainda possuem dificuldades de conexão, e a segunda versão promoverá a continuidade ao processo de alfatização firmado no pacto. 

 

Sabemos que a alfabetização é o primeiro passo para diminuir a desigualdade e, por isso, acreditamos que a rede SME e seus professores alfabetizadores de excelência utilizarão de todos os meios e métodos possíveis para que a criança se alfabetize já no primeiro ano e que, em casos de maior dificuldade, tenhamos até o terceiro ano escolar para fazê-lo.

 

Se você ainda não conhece o Pé de Vento, assista ao vídeo inaugural do Pé de Vento e leia muitos outros depoimentos já postados no Rioeduca e por educadores. Certamente voê também vai querer embarcar com a sua turma nessa viagem!

 

Algumas experiências com o Pé de Vento postadas no Rioeduca

Andrea Ramal, consultora educacional do Bom Dia Rio fala sobre o Pé de Vento em seu quadro semanal

 

                               

 

 

 

 

 


   
           



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Terça-feira, 24/07/2012

Festival Literário Internacional de Paraty 2012, apresenta Rioeduca e Educopédia

Tags: 5ªcre, rioeduca, educopédia.

 

Uma grande festa literária aconteceu em Paraty entre os dias 4 e 8 de julho e o Rioeduca junto à Educopédia nos narrarão alguns momentos deste mega evento cultural, além de compartilhar belíssimas fotos desta cidade histórica.

 

 

O FLIP, Festival Literário Internacional de Paraty  é, sem duvida, se não o maior, uma das maiores reuniões de pessoas interessadas em Literatura, seja ela brasileira ou estrangeira. 


Em sua décima edição, o FLIP atingiu a marca de mais de duas mil pessoas somente no seu primeiro dia. Gente de todos os cantos do país e de países mais diversos foram ao encontro da Literatura.


Este ano, o FLIP homenageou Carlos Drumond de Andrade, o poeta mineiro, o primeiro grande poeta pós-movimento modernista e um dos mais importantes poetas brasileiros.

 

Lido e comentado por seus palestrantes, lido e ouvido  pelas platéias nos mais diversos pontos da cidade hitórica de Paraty, Drumond criou temas do cotidiano, da família, do isolamento, da monotonia entendiante das coisas e do viver, expressos numa linguagem coloquial plena de ironia seca, sarcasmo e humor desencantado. Seus temas são abordados em tons ora esperançosos, ora desesperançosos, com a mesma ironia, humor e sobriedade.

 

 

Tenda dos Autores no FLIP

 

O jornalista Miguel Conde, curador do FLIP, abriu o Festival chamando ao palco da Tenda dos Autores o jornalista e escritor Luis Fernando Veríssimo, que nos prestigiou com um belo texto,  o qual registro o início do mesmo:


“Há exatamente quatro anos eu fui convidado pela Flip para apresentar e entrevistar o dramaturgo inglês Tom Stoppard. Apesar do meu pavor de enfrentar o monstro, que é como eu chamo, carinhosamente, a plateia, qualquer plateia, me enchi de coragem, coloquei um Isordil preventivo embaixo da língua e subi no palco com o Tom Stoppard. E minhas primeiras palavras foram: É um grande prazer estar de volta aqui na CLIP...” 

 

E, terminou assim:

 

“... Pronto. Não sei se cheguei a desagravar a minha gafe, mas pelo menos tentei. E tudo isso foi apenas um preâmbulo para dar boas-vindas a todos e dizer que é um grande prazer estar de volta aqui, inaugurando a décima edição da Clip. Ahn, da Flip!”


  

Foram momentos de contemplação e alegria uma vez que Veríssimo foi muito feliz em se abster de ser, apenas, o palestrante para ser ele mesmo, jogando com palavras num clima de descontração e prazer. Com uma capacidade inata de lidar com o gênero crônica, o jornalista e escritor tem uma maneira específica e absolutamente pessoal de narrar a vida, criando do texto lírico ao comentário irônico, usando comentários inteligentes enriquecidos por tiradas engraçadíssimas. Muito aplaudido, foi precedido por Antonio Cícero, poeta e letrista, e Silvano Santiago, escritor e crítico literário, que falaram sobre a obra de Drumond, traduzindo-o em prosa oral alguns de seus poemas. 

 

"Antes mesmo de sua estreia em livro com Alguma poesia (1930), Carlos Drummond de Andrade é reconhecido e se afirma como um poeta moderno em artigos e poemas publicados em jornais e revistas. Como demonstra, no entanto, sua correspondência com Mário de Andrade, essa modernidade não implica uma adesão irrestrita ao ideário modernista. O que significa, então, ser moderno para Drummond? Alcides Villaça e Antonio Carlos Secchin discutem essa questão abordando tanto os livros mais famosos do poeta quanto escritos praticamente desconhecidos de seus anos de formação", relato do site oficial da FLIP2012.

 

Na abertura do evento, a Tenda dos Autores estava lotada.

 

Neste mesmo dia, o grupo Ciranda de Tarituba e o cantor e compositor Lenine se apresentaram para o público que pode ver este espetáculo, também, no Telão.

 

No segundo dia em que participamos na Tenda dos Autores, Mesa Zé Kleber - A Leitura no Espaço Público, estiveram presentes Silvia Castrillón, Alexandre Pimentel, mediados por Écio Salles.

 

Nascida em Medellín, na Colômbia, Silvia Castrillón é especialista em políticas públicas sobre Leitura e a Escrita. Como presidente da Associação Colombiana de Leitura e Escrita (Asolectura), ajudou a implementar uma rede nacional com 19 bibliotecas, cinco centros de documentação e quatro áreas de gestão cultural, em 28 cidades. Participa ainda do comitê executivo da IBBY (International Board on Books for Young People) e é consultora de organismos internacionais como a UNESCO e a ONU. Seu livro O direito de ler e de escrever foi publicado no Brasil no ano passado. Silvia Castrillón convoca a escola e a sociedade a pensar no incentivo à leitura para promover a emancipação do ser humano.

 

Alexandre Pimentel é pesquisador, gestor cultural e geógrafo, diretor da Biblioteca Parque de Manguinhos, aqui no Rio de Janeiro. Com graduação e mestrado pela Universidade Federal Fluminense, atuou como idealizador e diretor artístico de diversos projetos ligados à música e ao campo das culturas populares, como “Epifanias” (2009), “Artesania Sonora” (2006) e "Samba Guardado" (2006), todos realizados no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Trabalhou ainda como coordenador na Escola Portátil de Música (Instituto Jacob do Bandolim) no Festival de Inverno do RJ (Sesc RJ/Dell´Arte), entre outros.


 

Ecio Salles iniciou a vida adulta como líder estudantil e hoje é doutor em Comunicação e Cultura pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e membro da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro.

 

Para registrar este evento internacional através do Portal Rioeduca, as professoras de Língua Portuguesa Tânia Regina Almeida, revisora das aulas de Língua Portuguesa do Educopédia e regente de turma das áreas de Língua Portuguesa e Inglesa na Escola Municipal Maestro Pixinguinha/5ªCRE e Regina Bizarro, Representante do Rioeduca na 5ª CRE, participaram de alguns debates, além de conhecerem toda a cultura que tem raízes em séculos passados da cidade de Paraty.

 

Durante os quatro dias da FLIP, somente na Tenda dos Autores, 43 convidados brasileiros e estrangeiros falaram sobre suas visões celebrando a arte de escrever e ler.

 

 

 

 

 Paraty, Detalhes da sua História

 

 

A primeira notícia escrita de Paraty vem do alemão Hans Staden, que esteve prisioneiro dos índios tamoios, datado de 1554. sabe-se também que o Padre Jose de Anchieta, acompanhado de expedição guerreira para combater os franceses, dorme em 1565 na cidade histórica de Paraty; Pero Vaz de Caminha  passa pela Ponta da Joatinga; Padre Anchieta passa duas ou mais vezes por Paraty tentando fazer um tratado de paz entre os portugueses e os índios tamoios. Já, em 1630, João Pimenta de Carvalho chega a Paraty no dia dezesseis de agosto (Dia de São Roque), iniciando um povoado no atual morro do Forte.

Os Capitães Domingos Gonçalves de Abreu e Jorge Fernandes da Fonseca levantam o pelourinho numa tentativa de independência de Angra dos Reis. No século XVIII, os negros constroem a Igreja de Nossa Senhora do Rosário. No século XIX, a construção da Igreja Nossa Senhora das Dores, feita pela aristocracia, além de Paraty possuir mais de 150 alambiques para destilação de pinga, utilizada principalmente na troca por escravos. No século XX, a iluminação elétrica chega àquele local e mais precisamente em 1937, o tombamento da cidade pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico. Em 1975, as correntes grossas, que até hoje vemos na cidade, impedem o acesso a carro dentro do centro histórico.

 

Faça um tour pela linha do tempo da cidade histórica de Paraty, clicando aqui.

 

 

 O Festival Literário Internacional de Paraty

 


O FLIP é um evento literário de grande alcance que acontece todo ano desde a sua primeira versão em 2003 com duração de cinco dias, sempre no mês de julho.


Foi idealizada pela editora inglesa Liz Calder e organizada pela Associação Casa Azul, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, presidida pelo arquiteto Mauro Munhoz. A FLIP reúne muitas pessoas ligadas à literatura, como escritores, bibliotecários, professores, pessoas de todos os lugares do mundo interessadas em descobrir o fascinante mundo da leitura, através dos mais diversos autores.


Em sua programação constaram apresentações de teatro, palestras, oficinas, com quase 200 eventos que aconteceram desde sua programação principal aos mais diversos encontros que acoteceram na Tenda dos Autores, no Telão, na Casa da Cultura, FlipZona, Flipinha, Casa da Folha, além da Off-FLIP, um circuito paralelo de eventos literários ocorridos no mesmo período. 

 

A cidade histórica e tradicionalmente literária há10 anos promove o Festival Literário e é onde tudo acontece ao mesmo tempo. Bonecos de papel machet, palestras, oficinas, leitura para crianças e por crianças, doces de todas as iguarias, pintura em tela ao ar livre, caracterizações de personagens de livros infantis, teatro, debates, lançamento de livros pelos autores, visitas ilustres e anônimas, escritores de todos os estados do Brasil e um encontro casual com Julio Emílio Braz, escritor e um grande ser humano.

 

Foram muito momentos de emoção na cidade de Paraty, esta cidade onde cultura e literatura se misturaram como num "porto" de personagens das diversas histórias e de cada morador, histórias reais ou irreais, misturando-se aos transeuntes nessas mesmas ruas de pedras, emolduradas pela beleza do céu azul, do rio que mansamente dava boas  vindas a todos que deslumbram-se com a natureza. As antigas construções de séculos passados fomentavam a vontade de ir e vir, sempre mais além e descobrir o que ainda não tinha sido descoberto.

 

 

Cultura Popular em Paraty

 

A cultura popular esteva presente e o casal de poetas e cordelistas, Marinalva de Menezes e Antonio Fernando Rocha, prestigiando o Portal Rioeduca, nos agraciou com versos em septilha, mostrando o universo cultural que tem o Brasil. Em todos os dias do Festival eles encontravam-se a frente da Tenda dos Autores, onde aconteceram os principais debates com os autores do FLIP. O casal é mais conhecido como os sertanejos Querindina e Macambira.

 

 

 

 

Foi muito gratificante poder mergulhar na literatura, que este Festival Internacional nos proporciona. Foram muitos momentos de reflexão, conhecimento, entretenimento e, principalmente, cultura.

 

O Rioeduca não poderia ficar de fora deste evento,  ainda melhor por ter a parceria da  Educopédia, na pessoa da professora Tânia Regina Almeida.

 

Que venham outros Festivais Literários!

 

 

Escolas e professores, querem publicar um projeto ou uma atividade que fez a diferença na vida de seus alunos? Então, escrevam para o Rioeduca, clicando SOBRE NÓS e contate o professor representante da sua CRE.

 

Regina Bizarro_ Representante do Rioeduca 5ªCRE

E-mail: reginabizarro@rioeduca.net

Twitter: @rebiza
 

 

 

                                


   
           



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Segunda-feira, 23/07/2012

Professora 3.0

Tags: 10ªcre, educopédia.

       Alessandra Racy, professora de História da Escola Municipal Joaquim da Silva Gomes, é embaixadora na Educopédia e vem se empenhando na divulgação das ações da Subsecretaria de Novas Tecnologias da SME Rio, para alunos, professores e toda a comunidade escolar.

   

Mesmo antes de ser aceita como uma das embaixadoras da Educopédia, o que aconteceu no final do mês de maio de 2012, a professora Alessandra Racy já vinha realizando trabalhos de divulgação das propostas inovadoras da Secretaria Municipal de Educação, junto aos colegas e também para seus alunos.

 


Reconhecendo a importância do uso das novas tecnologias em sala de aula, Alessandra, sempre que teve oportunidade, fez uso de equipamentos multimídias, mesmo antes da chegada dos netbooks e instalação dos projetores data show.

 


Na fase inicial de implantação do Programa Escola 3.0 na E. M Joaquim da Silva Gomes, a professora Alessandra Racy foi uma das entusiastas pela inovação da ferramenta, que se propõe a oferecer um diário eletrônico para o controle da frequência e das notas dos alunos.

 


Neste ano, quando surgiu a oportunidade para a inscrição como professora embaixadora 3.0 da Educopédia, Alessandra Racy não pensou duas vezes. Preparou um vídeo, que lhe garantiu a chamada, sem a necessidade de passar pelo processo da entrevista.

 

 


Por ocasião do Educoencontro dos embaixadores da Educopédia, ocorrido no Ginásio Experimental Olímpico, no bairro de Santa Tereza, no dia 26 de maio de 2012, sábado, a professora Alessandra Racy foi uma das mais animadas participantes, integrando-se rapidamente aos seus colegas embaixadores da Educopédia.

 


Na Escola Municipal Joaquim da Silva Gomes, da 10ª CRE, a professora Alessandra vem se desdobrando para expandir as informações sobre a Educopédia, obtendo e-mails dos professores, funcionários e alunos no Rioeduca, divulgando a Educoteca, além das tarefas propostas pela Subsecretaria de Novas Tecnologias da SME Rio, quanto às informações sobre equipamentos, instalações, usuários, condições de uso, nível do sinal da internet, etc.

 


Em sala de aula, a professora Alessandra, que faz uso intenso dos novos recursos oferecidos pela Secretaria Municipal de Educação, também realiza trabalhos com seus alunos para que todos possam conhecer melhor a Educopédia e possam atuar como embaixadores, divulgando as vantagens da plataforma.
 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 13/07/2012

Alfabetização em Foco

Tags: 4ªcre, capacitação, educopedia.

A Equipe do Pé de Vento promoveu, nessa terceira feira, na UNISUAM, junto a Gerência de Educação da 4ª CRE uma capacitação sobre o Projeto Pé de Vento para professores do 1º ano.

 

 

O evento contou a participação das Professoras: Maria Helena - Gerênte da GED da 4ª CRE, Ana Accioly - Representante do RioEduca da 4ª CRE, Adriana - articuladora da Educopédia da 4ª CRE e Malvina - Especialista em Alfabetização.

A Professora Maria Helena iniciou a fala lembrando da responsabilidade e da importância do trabalho realizado em sala de aula nessa fase escolar, mostrou dados do analfabetismo, apontou metas e colocou toda a Equipe da GED a disposição dos professores para ajudar sempre no que for preciso.

 

 

Durante o encontro os professores tiveram a oportunidade de conhecer a proposta do projeto Pé de Vento, de ambiantar-se com o tipo de atividade desenvolvida nas páginas do Projeto e finalmente conheceram as aventuras de Bia e Marcelo. Os professores reconheceram que o Pé de Vento é mais uma ferramenta que auxília o processo de alfabetização e o melhor de tudo que  esse recurso está disponível off line, o que disvincula a sua utilização a uma conexão com a internet.

 

 

 

A Professora Adriana, falou sobre o papel do Articulador da Educopédia  junto às Escolas e da sua proposta de encomtros durante os Centros de Estudos, basta que a Escola interessada entre em contato e agende a capacitação.

 

 

 

Finalizando o encontro, a Professora Malvina descreve o trabalho de alfabetizar através de textos. Apresenta algumas sugestãoes de atividades, as etapas do processo de aquisição da Leitura e da escrita e as vantagens dos textos em sala de aula mesmo que a criança ainda não esteja alfabetizada.

 

 

 

 

 

 

A Equipe do Pé de Vento e a Gerência de Educação da 4ªCRE agradecem a todos os professores presentes e que com certeza eles fazem a diferença em suas salas de aula.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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