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Sexta-feira, 19/10/2018

DIA I – Conscientização da Inclusão na E.M. Tarsila do Amaral

Tags: inclusão, dia i, iha, 5ªcre.

 

No dia 21 de setembro, DIA NACIONAL DE LUTA DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, foi reservado no calendário da PCRJ para falarmos sobre a INCLUSÃO, o que não é difícil para a Escola Municipal Tarsila do Amaral que já é inclusiva e trabalha com a diversidade valorizando a troca entre os pares de toda a comunidade escolar. Confira! 

 

 

 

A Escola Municipal Tarsila do Amaral entende que INCLUSÃO é um processo social, onde todas as crianças com necessidades especiais têm o direito à escolarização. Desta forma, a educação inclusiva possibilita a convivência e a aprendizagem de todos.

 

A proposta de educação inclusiva na escola fundamenta-se numa filosofia que aceita e reconhece a diversidade, garantindo o acesso, a permanência, a participação e a aprendizagem a todos, tal qual a Lei 13.146.

 

Dando continuidade ao Projeto Pedagógico, que tem como tema a EMPATIA, a vivência, no DIA DA INCLUSÃO, o lugar do outro. Onde mais uma vez, as atividades foram elaboradas coletivamente, construindo mediações nos experimentos possibilitando que fossem todos iguais apesar das diferenças e, principalmente por respeitá-las.  

 

Mural construído pelos alunos incluídos.

 


Destaca-se algumas atividades como:

 

  • Identificar a diversidade das famílias e compor o quebra cabeça do mundo, no qual as famílias, por mais diferentes que sejam, se completam.

 

Os alunos são incluídos em todos os espaços da unidade escolar e participam de todas as atividades em condições de oportunidades iguais.
 

 


 

Como registra muito bem essa atividade, quando você ajuda, as peças se encaixam e nos tornamos inteiros. Ou ainda, quando saudamos a primavera, plantando uma flor. 

 

 

 

 

É trabalhando as diferenças que  o belo se forma. O maternal soube mostrar isso com maestria, através do colorido e da harmonia com a atividade de corte, colagem e pintura.

 

 

 

 

Se colocando no lugar do outro, aprendemos a respeitar as necessidades e crescemos na solidariedade. Construindo um mundo mais sólido no amor. Assim o 2º e 4º anos experimentaram a ausência dos membros superiores.


Atividade adaptada para deficiente físico (amputação membro superior) - Pintura com a boca.
 

 

 

 

ÁRVORE DA VIDA CONSTRUÍDA PELOS  ALUNOS INCLUÍDOS SIMBOLIZANDO O CRESCIMENTO DO SER HUMANO, CADA UM A SEU JEITO, SE TRANSFORMANDO NO QUE MELHOR PODE SER!
RAMIFICANDO, FLORESCENDO, A ÁRVORE VAI CUMPRINDO SEU CICLO, DANDO FRUTOS E SE DOANDO PARA A VIDA.

 

 

Atividade realizada pelos alunos na Sala de Recursos.

 

 

É relevante registrar que o objetivo do trabalho da escola é incluir todos que por lá estão, é oferecer a formação do ser em que a socialização e a interação com seus pares seja a principal fonte de EMPATIA.

 

Pensamos saber tudo e a diferença assusta, porque é necessário aprender a aprender. É experimentar... É adaptar... É vivenciar... É reformular... É respeitar a todos sem distinção!
 

 

 

 

A Educação Infantil trabalhou os sentidos e através do tato, selecionou os objetos que usaria para uma pintura. Atividade sensorial e tátil de identificar objetos a partir da sua forma e textura.

 

 

 

 

Outra atividade da Educação Infantil foi a classificação e a seleção de objetos iguais no tabuleiro colorido. Atividade de pintura com a finalidade de selecionar e classificar objetos da mesma cor.

 

 


 

 

O 3º ano trabalhou o livro “NÃO TEM DOIS IGUAIS”, experimentando as diferenças entre os próprios dedos das mãos. Atividade de leitura, compreensão e grafismo.
 

 

 

 

O coral do 5º, 6º anos e Acelera 4, emocionou a todos cantando UM MUNDO BEM MELHOR e ofereceu para cada aluno incluído uma flor ressignificando o amor. Atividade de leitura, compreensão, sensibilização e expressão através da música.
 

 

A Tarsila do Amaral, garante a todos os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, o Atendimento Educacional Especializado, que de acordo com a política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva (MEC, 2008), ganha centralidade nesse processo com atendimentos no contraturno. Além desse serviço, Agente de Apoio à Educação Especial e Estagiários fazem a mediação das atividades junto ao aluno sob a orientação do Professor.

 

 

 

 

 

 

O AAEE foi criado nos termos da lei 5623/2013 e tem como função prestar apoio nas atividades executadas pelo professor regente e/ou direção, contribuindo para o oferecimento do espaço físico e de convivência adequados à segurança, ao desenvolvimento e ao bem-estar social, físico e emocional dos alunos com deficiência, incluídos nas turmas regulares. Colaborando com o docente observando as regras de segurança, utilização de materiais, equipamentos e instrumentos durante o desenvolvimento da rotina diária. Como também, acompanhar e participar dos cuidados essenciais à alimentação, higiene pessoal, educação, cultura, recreação e lazer dos alunos.

 

 


O ESTAGIÁRIO sua função é auxiliar o aluno a criar suas próprias ferramentas para atuar no espaço escolar de forma independente, oportunizando uma vida escolar mais autônoma e participativa. Sob a orientação do professor regente e coordenador pedagógico, o estagiário prestará apoio ao aluno na realização de atividades desenvolvidas no espaço escolar.

 

Todos sempre caminhando juntos para a formação do aluno e um trabalho de sucesso... Dia de Inclusão é todo dia na Tarsila do Amaral!!!!


O TRABALHO É MULTIDISCIPLINAR!!!!!


ESCOLA INCLUSIVA É LUGAR DE GENTE FELIZ!!!!!

 

 

 

A Tarsila do Amaral acredita que através da Educação Inclusiva e o respeito as diferenças aprofundam a consciência sobre os conceitos e práticas cívicas, emprego e vida comunitária. Como também, a compreensão se fortalece quando alunos diferentes aprendem juntos.

 

Sendo assim, a Sala de Leitura, Trabalhou a história do Coelho sem Orelhas adaptando as atividades de acordo com a compreensão e maturidade de cada turma. Fazendo com que percebessem a importância de se aceitar a diversidade.

 

 

 

 

Construindo a poesia inclusiva e registrando que todos crescemos com a diversidade.... O mundo é para todos e a escola também!!!!

 

 

 

 

No Dia da Inclusão, na Tarsila do Amaral teve atividade com os pequenos cientistas.... 

 

 

 

 

Vale ressaltar que a EMPATIA nos faz mais forte, solidário, inclusivo, respeitoso. Deixando assim, um ambiente harmonioso para promover o aprendizado dos nossos discentes com mais eficiência.


A equipe da Escola Municipal Tarsila do Amaral, acredita que “A vida só será realmente bela e gloriosa, na Terra, quando pudermos aceitar por nossa grande família a Humanidade inteira”, Meimei.


TARSILA GENTE QUE FAZ A INCLUSÃO ACONTECER TODOS OS DIAS!

 


                 

Sobre a escola:

Unidade Escolar: Escola Municipal Tarsila do Amaral 
Direção Geral: Bárbara Tavares de Souza Gonçalves 
Direção Adjunta: Renata Azevedo Costinhas da Silva 
Coordenação Pedagógica: Rodrigo Mendes Rodrigues 
Sala de Leitura: Maria de Fátima Gomes de Souza 
Sala de Recursos: Kátia Martins Antonio

Endereço: Rua Hannibal Porto 451, Irajá
Telefone: 3373-2039 | 3373-2293
E-mail: emtarsila@rioeduca.net 

 


   
           



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Quinta-feira, 17/11/2016

Inspiração no dia a dia da Classe Especial

Tags: 8ªcre, educação especial, iha.

 

 

Os alunos com deficiência na Escola Municipal Getúlio Vargas estão descobrindo habilidades, criatividade e desenvolvimento de seu potencial através de oficinas. Mais do que uma atividade lúdica, essas oficinas contribuem com a inclusão social, o conhecimento de si mesmo e a superação de desafios.

 

Professora Vera Lúcia Alves e os alunos da Classe Especial da E. M. Getúlio Vargas

 

A educação especial é uma educação organizada para atender específica e exclusivamente alunos com determinadas necessidades especiais.

Na Escola Municipal Getúlio Vargas, a professora Vera Lúcia Alves tem experiência de mais de 15 anos regendo a Classe Especial da unidade.

Atualmente, com a classe de surdos e a professora Márcia Cristina com a classe de deficientes intelectuais, a professora Vera Lúcia está realizando um projeto de desenvolvimento de habilidades manuais e culinárias para o dia a dia dos alunos.

 

Alunos da Classe Especial na oficina de tapetes

 

É direito da pessoa com deficiência ter o máximo desenvolvimento possível de sua personalidade, dos seus talentos e da sua criatividade, assim como suas habilidades físicas e intelectuais.

Ao proporcionar diferentes experiências aos alunos da classe especial, a escola cumpre seu importante papel para a inclusão e para o desenvolvimento individual, subtraindo as dificuldades e multiplicando as possibilidades e as habilidades.

O projeto é baseado em oficinas. Os alunos já participaram de oficinas de crochê, artesanato, tapetes e pintura. Na oficina de culinária já produziram doces e salgados de forno.

Cada etapa das atividades é um universo de aprendizagem para todos.

 

 

O aluno William Breno dando os retoques finais na sua produção

 

Ao iniciar o trabalho com as oficinas, os alunos são reunidos e a proposta é apresentada. São relacionados os materiais que serão usados e a professora esclarece aos alunos onde são adquiridos esses produtos.

Todas as etapas do trabalho que será realizado são detalhadamente registradas através da escrita e de imagens no blocão ou no mural da sala.

Na etapa da produção, os alunos experimentam as texturas, as cores e a habilidade para cortar, separar, alinhavar, colar e concentrar-se para realizar a atividade até a sua conclusão.

 

O aluno Yuri empenhando-se na preparação do material para a oficina

 

As propostas das oficinas estimulam, entre outros saberes, a criatividade e a autonomia.

Com o auxílio do telefone celular, os alunos podem também registrar as etapas das oficinas e posteriormente recorrer ao registro para repetir a produção do que foi realizado na escola.

 

"A professora Vera realiza um trabalho que merece ser compartilhado! Sempre tem uma novidade na Classe Especial. Ela e a professora Márcia Cristina estão proporcionando uma aprendizagem significativa e prazerosa para esses alunos (...)"

Luciane Antunes - Coordenadora Pedagógica da E.M. Getúlio Vargas

 

 

A aluna Deise, com o celular,  fazendo o registro das etapas da oficina de culinária

*     *     *

"Diga-me eu esquecerei, ensina-me e eu poderei lembrar, envolva-me e eu aprenderei."

                                                                                                                                 Benjamin Franklin

 

O Rioeduca parabeniza a professora Vera Lúcia Alves, que é inspiração para outros professores regentes de Classes Especiais!

 

Sua escola também realiza um projeto significativo?

Entre em contato comigo:

Neilda Silva - Representante do Rioeduca na 8ª Cre

neildasilva@rioeduca.net

 


   
           



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Quinta-feira, 24/09/2015

Educação Especial: a Primeira Lição ao Ensinar é Aprender!

Tags: 8ªcre, iha.

 

 

 

Diante dos desafios da Educação Especial, a professora Rose Mary encontra, no afeto e na cumplicidade com seus alunos, um caminho para a aprendizagem e para a inclusão.

 

 

O objetivo das Salas de Recursos é atender com qualidade alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades matriculados nas classes comuns do ensino regular da Prefeitura do Rio de Janeiro.

O Atendimento Educacional Especializado nas Salas de Recursos é oferecido no contraturno.

Nesses espaços, os alunos recebem a atenção e o acesso às atividades planejadas de forma individual, priorizando o estímulo e o desenvolvimento de sua capacidade em avanços e em sua autonomia.

O papel do regente da Sala de Recursos vai além do atendimento aos alunos que recebe em seus espaços, pois esse professor é peça fundamental para a discussão e a efetiva existência da inclusão nas classes comuns.

 

 

Na Escola Municipal PM Flávio Martins Albuquerque, a professora Rose Mary Imenes é a regente da Sala de Recursos.

No espaço de sua sala, a professora procura proporcionar aos alunos diferentes oportunidades de desenvolvimento em leitura, escrita, cálculos matemáticos e expressão oral. 

Com o lúdico e o concreto sempre presente para dar suporte à aprendizagem, a Sala de Recursos é um espaço onde os alunos gostam de estar, e onde as propostas atendem às suas necessidades, sem deixar de desafiá-los a avançar cada vez mais.

 

 

Uma das atribuições do professor de Sala de Recursos é a visita regular à escola da classe comum dos seus alunos.

Além de acompanhar o aproveitamento do aluno em outro espaço, a presença do professor do Atendimento Educacional Especializado é importante para o desenvolvimento de um dos maiores desafios da sociedade atualmente: a inclusão.

 

Batista aponta que “a inclusão exige que o educador amplie as competências que já possui: observa, investiga, planeja de acordo com o que o aluno possui, avalia continuamente seu trabalho, redimensiona o seu planejamento” (2001, p.28).

 

Dessa maneira, todos os professores do Atendimento Educacional Especializado estão sempre pesquisando, estudando e aprendendo, para assim ensinarem mais e melhor! Mas a professora Rose Mary diz que seu maior aprendizado vem das histórias de desafio e superação dos seus alunos e familiares.

 

 

Parabéns à professora Rose Mary e a todos os regentes das Salas de Recursos da Prefeitura do Rio de Janeiro!

 

Para saber mais sobre o Ensino Especial, acesse o site do Instituto Helena Antipoff:

https://ihainforma.wordpress.com/ 

 

 

 

Professor, entre em contato com o Rioeduca, compartilhe suas ações e divulgue a sua escola.

 

 

 

Professora Neilda Silva

Email: neildasilva@rioeduca.net

Facebook: www.facebook.com/neilda.silva.1

 

 

 

                               

 

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 24/04/2013

IHA - Curso Básico para Utilização do Programa Boardmaker

Tags: iha, capacitação.

 

Ação: “Curso Básico para Utilização do Programa Boardmaker”.

Período: Maio a setembro de 2013.

Realização: E/SUBE/CED/INSTITUTO MUNICIPAL HELENA ANTIPOFF.


 

Objetivos do curso:

 

  • Apresentar, discutir e planejar estratégias para utilização do programa Boardmaker como ferramenta de acesso ao computador;
     
  • Apresentar os dispositivos de acionamento disponíveis e estratégias de uso junto aos alunos com deficiência e transtorno global do desenvolvimento;
     
  • Utilizar as ferramentas disponíveis no programa para construção de pranchas de comunicação social e pedagógicas (pranchas para impressão e pranchas dinâmicas);
     
  • Produzir atividades pedagógicas a partir do uso do programa.

 

Público-alvo: Professores do Atendimento Educacional Especializado que possuem o programa Boardmaker.


Carga Horária: 24 horas distribuídas em seis aulas com quatro horas de duração.


Vagas: 25 vagas no período da manhã (8h às 12h).


Local: Instituto Municipal Helena Antipoff – Rua Mata Machado, nº 15 - Maracanã.

 

Período de Realização: maio a setembro de 2013.

 

 

 

 

1. As inscrições serão on-line no formulário abaixo.


2. A inscrição não garante a matrícula no curso. O professor fará a inscrição e deverá aguardar a confirmação. Será respeitada a ordem de inscrição.


3. O professor do AEE deverá realizar o curso como “5º dia”, no seu horário de trabalho.


4. Serão certificados os professores que obtiverem 75% de frequência.


5. Só aceitaremos inscrições de professores que atuam em Salas de Recursos Multifuncionais e que já possuem o programa Boardmaker.

 


 

E-mail responsável: smeiha@rioeduca.net.
Telefones: 2234-8709/ 2234-7962.

E-mail e telefone da Oficina Vivencial, que estará na rotina do curso:
ofvivencialiha@rioeduca.net, 2204-2150
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