A A A C
email
Retornando 37 resultados para a tag 'jogos'

Terça-feira, 21/11/2017

I Festival de Jogos e Brincadeiras Populares da Brigadeiro Eduardo Gomes

Tags: 11ªcre, jogos, populares.

 

A E. M. Brigadeiro Eduardo Gomes, a fim de dar um novo significado (para além da quadra esportiva) às aulas de Educação Física, realizou o I Festival de Jogos e Brincadeiras Populares no mês de outubro. CONFIRA!

 

A coordenadora pedagógica, Mariângela Diniz, relata que a escola sediou o grupo de trabalho (GT) de Educação Física, realizado pela Gerência de Educação da 11ªCRE e que esta experiência trouxe para a unidade escolar vivências corporais sobre o eixo “Conhecimentos sobre o corpo”, trabalho este desenvolvido anteriormente em encontros dos professores de Educação Física do referido grupo de trabalho e que foi colocado em prática com os alunos da escola.

 

Alunos no pátio da escola jogando peteca e brincando de elástico.

 

A escola atende turmas de 6º ao 9º ano, além do projeto Acelera 8 e duas turmas de Jovens e Adultos (PEJA), totalizando 383 alunos. Os alunos participantes se encantaram com uma Educação Física que, até então, eles desconheciam e foi essa a oportunidade para a entrada dos jogos populares. A bola de futebol foi substituída pelas bolinhas de gude; a corda e o elástico trouxeram uma nova forma de movimento e possibilidade corporal; o pique-bandeira e o queimado com inúmeras variações deram uma nova direção às disputas competitivas.

A memória da infância foi sendo resgatada acerca do brincar e, nesse caso, o brincar na escola. Com todo esse novo movimento acontecendo, surgiu a ideia de ser realizado um festival de jogos e brincadeiras populares que poderia culminar no mês de outubro em comemoração ao mês das crianças. A proposta foi amadurecida e, após alguns meses de planejamento, foi realizado no dia 25 de outubro, o Iº Festival de Jogos e Brincadeiras Populares da EMBEG, sendo uma das idealizadoras a professora de Educação Física Luciana Rodrigues.

As turmas foram organizadas em grupos mistos de todos os anos escolares, divididos por cores num total de 5 grupos por turno, de manhã e a tarde. Os alunos foram recebidos no início de cada turno, divididos nos devidos grupos e identificados com uma pulseira. Receberam um lanche e foram orientados para seus espaços lúdicos.

 

Alunos confeccionando Pipas/Cafifas

 

Cada espaço tinha um ou dois professores-monitores. Os espaços eram "caça ao tesouro", onde eles recebiam as pistas e montavam um mapa da escola até a localização do tesouro. Em uma das quadras tivemos o Tacobol e o Badminton, numa outra de quadra descoberta tivemos o festival de pipas. 

 

Alunos brincando: destaque para a caça ao tesouro, pipa e queimado

 

Além disso, na quadra coberta, tivemos o tradicional queimado e o pique-bandeira e, por último, num espaço gramado tivemos corda, elástico, peteca e bola de gude.

A cada 40 minutos os grupos faziam um rodízio para que todos pudessem vivenciar um pouco de cada atividade, porém os alunos que preferissem poderiam se manter na sua oficina. Professores, funcionários, estagiários, responsáveis se envolveram também e, além de monitorarem suas atividades, aproveitaram a rica oportunidade para brincarem e rememorarem seus tempos de infância.

Ao final do turno, os alunos retornaram para o pátio interno e receberam um picolé antes de voltarem para suas casas. Vivenciar nos dias de hoje uma experiência rica como essa é algo que deve nos fazer pensar sobre o real significado da escola para os educandos e até para os educadores.

 

Alunos no pátio externo da escola: Destaque para a bolsista da UFRJ em parceria com a unidade escolar

 

A coordenadora Mariângela Diniz diz que: O que ficou de toda essa experiência foi perceber o lugar que o jogo e a brincadeira podem e devem ocupar as escolas como conteúdo das aulas de Educação Física e, além disso, ver a alegria estampada no rosto de meninos e meninas, dos professores e funcionários e de todos os envolvidos que puderam perceber o quanto a escola pode oferecer e reconsiderar no seu cotidiano muitas das vivências que, até então, não eram sequer pensadas ou contempladas. Destaco, também, a participação efetiva de um grupo de bolsistas da Escola de Educação Física e Desportos (EEFD) da UFRJ que está realizando um lindo projeto na nossa escola e que, em virtude do festival, se envolveram diretamente em toda a construção do trabalho e, juntamente conosco, puderam experienciar o significado e a realidade do chão da escola.

 

Quer saber mais sobre?

Unidade Escolar: E.M. Brigadeiro Eduardo Gomes

Telefone: (021) 3393-4185 e 3393-2630

Fotos tiradas por: Aluno Jhuan Pablo da turma 1801

 

 

Contato para publicações:

 


   
           



Yammer Share

Sábado, 14/10/2017

Matemática em Movimento com Professor Rafael Costa

Tags: matemática, desafios, games, jogos, projeto, 5ªcre.

 

Na Escola Municipal José do Patrocínio, 5ª CRE, a Matemática é uma disciplina ativa e conta com a colaboração e participação dos alunos e de professores através do Projeto Matemática em Movimento, idealizado pelo professor de Matemática Rafael Costa.

 

A Escola Municipal José do Patrocínio, localizada em Irajá, conta com professores engajados em ofertar aos seus alunos uma educação de qualidade, através da participação dos mesmos em projetos que despertem o interesse dos alunos e consequentemente, contribua para o êxito do processo ensino aprendizagem.


Destacamos alguns subprojetos do Projeto “Matemática em Movimento” trabalhados entre os anos de 2016 e 2017 do professor de Matemática Rafael Costa. Além do Projeto, o professor também criou um site disponível para obtenção dos materiais utilizados pelos professores:

https://educacaomatematicablog.wordpress.com/ .

E um Canal com vídeo aulas no YouTube para auxiliar os alunos com dúvidas e resoluções de questões de provas:

https://www.youtube.com/channel/UCLf3KHnlhaUAy34bRGBd3hw?view_as=subscriber


A seguir, os subprojetos trabalhados:


Cálculo de área, perímetro e volume de sólidos


Período de aplicação: 4° Bimestre de 2016

Idealizador: Professor Rafael Costa (Matemática)

Turmas participantes: Sétimos anos.

Desenvolvimento do projeto:

O trabalho busca não só a aprendizagem matemática, mas sim o bom relacionamento entre os alunos, a aceitação de opiniões divergentes, e um resultado comum entre eles através do diálogo.
Para isso formamos equipes de 4 a 5 alunos para que, em conjunto, trabalhassem os conceitos de área, perímetro e volume sobre um material concreto que o grupo ficou responsável por levar (qualquer caixa). Os alunos foram orientados que cada grupo deveria levar a caixa, régua, cartolina e tesoura para cumprirmos as etapas previstas em cada item.


 

No quadro foram revisados todos os tópicos que já tinham sido ministrados aos alunos, inclusive com resolução de diversos exercícios, deixando as orientações de como realizar as atividades: primeiramente coletando as medidas das arestas para o cálculo do volume e posteriormente os cálculos das áreas e perímetros.

Após coletarem os dados, iniciaram os processos de contas seguindo as orientações que já tinham recebido e anotando todos os resultados encontrados para resumir posteriormente na finalização da atividade que foi a construção de cartolinas com os sólidos planificados juntamente com os cálculos feitos.

Todos os cartazes foram colocados para a exposição nas paredes da escola após revisão dos cálculos feitos e a devida pontuação para os alunos envolvidos.

 

 

Ferinhas de ouro

Período de aplicação: Anos de 2016 e 2017.

Idealizador: Professor Rafael Costa (Matemática)

Turmas participantes: 6°, 7° e 8°anos.
 

 

Desenvolvimento do projeto:

Cada aluno, dentro do contexto do bimestre, tem diversas avaliações qualitativas e quantitativas (participação, envolvimento nas atividades de aula e de casa, proatividade nos projetos de jogos, notas das avaliações escritas – testes e provas , entre outros).
Tudo isso é levado em consideração para gerar a nota dos alunos, assim como também seu desempenho geral nas outras disciplinas. 
Após cada bimestre é feita a organização dos alunos gerando um pequeno ranking na turma. Os dois melhores alunos envolvendo todos os quesitos citados, receberam a premiação do bimestre.

Além da premiação por bimestre, fazemos também a premiação especial quando temos um evento diferente do habitual na escola. Como exemplo, o ‘simuladão’ que realizamos com as turmas de todos os oitavos e nonos anos.

Outra característica do projeto Ferinha de ouro é ofertar ao final do ano, caso alguém consiga permanecer em todos os bimestres ganhando todas as medalhas do período, um pequeno troféu para destacar e valorizar o grande feito.

Operação com números inteiros, equações do 1° grau e sistemas de equações


Período de aplicação: Ano letivo de 2016 e 2017.

Idealizador: Professor Rafael Costa (Matemática).

Turmas participantes: Turmas do sétimo ano.

Desenvolvimento do projeto:

O trabalho busca não só a aprendizagem matemática, mas sim o bom relacionamento entre os alunos, a aceitação de opiniões divergentes, e a busca por um resultado comum entre eles.

Para isso, formamos equipes de 4 a 5 alunos para que em conjunto buscassem as soluções dos problemas. Os grupos possuíam um líder que era escolhido de acordo com as notas do bimestre, equalizando assim a disputa. Os problemas foram projetados através de um Datashow e construídos no Excel mantendo sua estrutura de forma oculta em formato de “batalha naval”. Assim os alunos só souberam do desafio a ser enfrentado no momento em que seu grupo escolher uma linha e uma coluna para liberar o desafio.

As equipes formadas escolheram um personagem de desenho para representar seu grupo. Esses personagens percorrerão um tabuleiro digital construído no software Geogebra, com diversas casas surpresas de acordo com seus acertos e erros das questões. A quantidade de casas só foi liberada no término de cada desafio selecionado.



Fig.1 Tabela de tarefas de números inteiros

Fig. 2 Tabela de tarefas de sistemas de equação

Fig. 3 e Fig. 4 Tabuleiro do jogo
 

O desafio escolhido por um grupo foi realizado por todas as equipes em um tempo relativo que é contado a partir do momento que a questão é mostrada. Ao término do tempo, os alunos mostraram o desenvolvimento ao professor (administrador), que pede para que um integrante realize a questão no quadro para explicar aos grupos como se resolve o problema, fazendo assim com que todos os integrantes dos grupos estejam sempre ligados e por dentro da tarefa a ser realizada. Essa etapa depende do envolvimento dos elementos do grupo e da avaliação do professor na possibilidade de ser executada.

 

Após verificação das resoluções, é constatado quais grupos acertaram e movimentamos os personagens no tabuleiro. A atividade contou como parte da pontuação do teste dos alunos onde cada equipe recebeu uma nota de acordo com o progresso dentro tabuleiro.

 

Jogo da Velha Humano


Período de aplicação: Primeiro bimestre de 2017.

Idealizador: Professor Rafael Costa (Matemática).

Turmas participantes: Turma 1706.

Conteúdo abordado: Operações básicas (Soma, Subtração, Multiplicação e Divisão)

Desenvolvimento do projeto:

O trabalho busca não só a aprendizagem matemática, mas sim o bom relacionamento entre os alunos, a aceitação de opiniões divergentes, e a busca por um resultado comum entre eles.
Para isso formamos equipes de 4 alunos para que em conjunto eles buscassem as soluções das contas básicas descritas no quadro com um determinado tempo para realizá-las. O tabuleiro com o “Jogo da Velha” tradicional foi disposto no chão com a utilização de fita crepe. A cada acerto da equipe, o aluno representante da mesma se posicionava no tabuleiro de acordo com a vontade do seu grupo, procurando ganhar o “Jogo da Velha” da equipe adversária.

 



 

 

Resolução de problemas envolvendo as 4 operações básicas

Período de aplicação: Segundo bimestre de 2017.

Idealizador: Professor Rafael Costa (Matemática).

Turmas participantes: 1606 e 1607.

Desenvolvimento do projeto:

O trabalho busca não só a aprendizagem matemática, mas sim o bom relacionamento entre os alunos, a aceitação de opiniões divergentes, e a busca por um resultado comum entre eles.
Para isso formamos equipes de 4 a 5 alunos para que em conjunto eles buscassem as soluções dos problemas. Os grupos possuíam um líder que era escolhido de acordo com as notas do bimestre, equalizando assim a disputa. Os problemas foram projetados através de um Datashow e construídos no PowerPoint. Cada slide possuía um desafio a ser resolvido por eles. Assim os alunos só souberam o desafio a ser enfrentado no momento em que passássemos para o próximo slide.



Slides com os problemas desafios e o tabuleiro do jogo


As equipes formadas escolheram um personagem de desenho para representar seu grupo. Esses personagens percorrerão um tabuleiro digital construído no software Geogebra, com diversas casas surpresas de acordo com seus acertos e erros das questões. Essa quantidade de casas só será liberada no término de cada desafio selecionado.

O desafio aberto foi realizado por todas as equipes, um tempo relativo foi contado a partir do momento que a questão é mostrada, ao término do tempo, os alunos ordenadamente por grupos mostraram o desenvolvimento ao professor (administrador), que verificou desenvolvimento da questão, fazendo as devidas intervenções. A quantidade de casas que o personagem anda se acertar é estipulado pelo professor de acordo com a dificuldade relativa dos alunos nas resoluções.


Após o término de cada questão e o movimento dos personagens, mudávamos para o próximo desafio. A atividade contou como parte da pontuação do teste dos alunos onde cada equipe recebeu uma nota de acordo com o progresso dentro tabuleiro.

 

 

 

Aulão Matemático (Combate Matemático – 1801 x 1802)

Período de aplicação: 3° Bimestre 2017.

Idealizadores: Professor Rafael Costa e Professor Cláudio Teixeira.

Turmas participantes: Turmas 1801 (Cláudio) e 1802 (Rafael).

Conteúdo abordado: Questões de concursos diversos com conteúdos já abordados.

Fig 1 Exemplo de questão trabalhada


Desenvolvimento do projeto:

O trabalho busca não só a aprendizagem matemática, mas sim o bom relacionamento entre os alunos, a aceitação de opiniões divergentes, e a busca por um resultado comum entre eles.

Para isso formamos 4 equipes de aproximadamente 15 alunos, sendo 2 equipes da 1801 e 2 equipes da 1802. Os grupos são independentes e não podiam se comunicar. Para selecionar os grupos dentro da turma, foram tirados times entre dois alunos com maior nota no bimestre. Os problemas foram projetados através de um Datashow e construídos no Power Point.


Grupos reunidos na atividade

 

Um tempo máximo foi proposto para cada questão, para que os alunos resolvessem e repassassem aos juízes (Professores) suas justificativas e respostas, e que avaliaram o ganho da pontuação ou não.
Após o tempo esgotado verificamos quais grupos acertaram o desafio e pontuamos através da movimentação de personagens escolhidos por eles em um tabuleiro digital criado no Geogebra.

Ao final, a turma 1802 ganhou por uma pontuação de diferença mínima e foi reforçada a ideia de uma competitividade sadia entre as turmas e que nesse combate todos são vencedores.

 

 

 

 

Parabéns ao trabalho de excelência realizado pelos professores e pela escola!

Demonstração de que a educação se faz com compromisso, responsabilidade e muito amor pelo que se faz.

Sobre a escola:

Unidade Escolar: E/CRE(05.14.020) - Escola Municipal José do Patrocínio 
Diretor(a): HELANE TAVARES SIAS MARTINS
Endereço: Rua Gustavo de Andrade 270 - Irajá
Cep: 21235-500
Telefone: 3455-8524
E-mail: empatrocinio@rioeduca.net     

Site do Professor Rafael Costa:

https://educacaomatematicablog.wordpress.com/

Canal do YouTube:

https://www.youtube.com/channel/UCLf3KHnlhaUAy34bRGBd3hw?view_as=subscriber

  


   
           



Yammer Share

Quarta-feira, 10/05/2017

PEJA NEREU em Desvendando Mistérios

Tags: 3ªcre, educopedia, jogos.

 

   Utilizando o Minigame da Educopédia, Desvendando Mistérios, o PEJA da Escola Municipal Nereu Sampaio desenvolve um trabalho de investigação literária que promove, de forma lúdica, a formação e desenvolvimento de novos leitores. 

 

 

Um computador na mão e uma ideia na cabeça, assim começou mais um  Projeto de Sala de Leitura com o PEJA da Escola Nereu Sampaio. Segundo o relato de professor Marco "Batata": A professora Rosane de português, PEJA II sinalizou que gostaria de trabalhar com os alunos tipos de produção textual (crônicas, poesia, dissertação, narração) e gostaria de saber se teria algum material disponível para realizarmos uma atividade com as turmas.

Pesquisei e encontrei nos computadores da sala de informática um ícone instalado na área de trabalho chamado Educopédia Minigames; onde entre outros jogos, na área de Português, existe um chamado Desvendando Mistérios. 

Planejamos a aula sobre estilos literários utilizando o jogo. Os alunos da 161 tiveram que identificar os criminosos que deixavam como pistas alguns textos. Cada suspeito tinha um estilo de texto. Depois eles tiraram fotos de cada tela.

 

 

Os alunos foram levados ao laboratório de Informática da escola e lá puderam exercitar também o aprendizado participativo, na medida que os que tinham mais desenvoltura com programsa e computadores auxiliaram os que ainda não possuem tal familiaridade. 

O professor Marco "Batata" apresemtou junto com a professora Rosane, o Minigame Desvendando Mistérios. 

Neste jogo, existe um detetive que precisa da ajuda dos alunos para desvendar alguns crimes que ocorrem na cidade; os suspeitos deixam sempre uma carta no local.

O detetive apresenta as características literárias de cada “criminoso”; Clodoaldo utiliza textos dissertativos. Herminia, prefere os textos dissertativos-argumentativos e Lobato utiliza textos literários.

Ao apresentar os suspeitos e seus tipos de textos preferidos, o detetive explica minuciosamente as características destes estilos literários.

A partir daí, o aluno é encaminhado para os locais onde ocorreram os crimes e têm acesso as cartas ali deixadas. Após ler a carta, o aluno deve identificar qual tipo de texto se trata e depois de identificado, fazer a acusação do “criminoso”.

Entao, o laboratório se transformou. Em cada aluno, um detetive... e muitos mistérios para desvendar...

                            

 

Depois de realizada a atividade, os alunos tiraram fotos, em seus celulares, das páginas acessadas e foram para a sala de aula, onde realizaram produções textuais sobre a atividade realizada na sala de informática. Hora de consolidar e sistematizar o que foi aprendido com o jogo.

Hora também dos professores concientizarem seus alunos  para o uso do celular como instrumento de aprendizagem.

 

 

Para conhecer melhor os Minigames da Educopédia:

Os Minigames da Educopédia foram idealizados por profissionais com vasta experiência na área de educação para apresentar de forma lúdica, os conteúdos das disciplinas do Ensino Fundamental previstos nas Orientações Curriculares da Prefeitura da Cidade do rio de Janeiro e da Multieducação e estão disponíveis na Plataforma Colaborativa educacional Educopédia e podem ser acessados no endereço: http://www.educopedia.com.br/Ferramentas/ConteudoOffline

Existem 30 Minigames que contemplam o planejamento das disciplinas de Artes, Ciências, História, Geografia, Língua portuguesa e Matemática. Conheça, utilize e avalie.

A principal vantagem é que podem ser utilizados pelo professor mesmo quando não houver conexão com a internet. Podem ser baixados e gravados em CD ou DVD.

 

 

O minigame Desvendando mistérios é um game de Português que apresenta as principais caracerísticas dos principais estilo literários da Língua portuguesa através dos seus personagens. O aluno é colocado como um detetive que precisa se apropriar desses estilos para desvendar o mistério. 

 

 

Para aguçar o espírito investigativo de quem ainda não conhece o jogo seguem algumas telas de apresentação dos personagens do minigame Desvendando Mistérios...

 

 

Um pouco das características de Lobato, personagem do game.

Despertou sua vontade de conhecer esse e outros jogos?

Acesse a plataforma Educopedia conheça, utilize e avalie. Produzido por professores da Rede para professores da Rede.

 

 

Já é comprovada a importância da diversificação de estímulos educacionais para a melhoria da qualidade do ensino, no entanto é preciso que sejam acompanhados de objetivos claros e precisos para que atinjam o objetivo de uma educação de qualidade. 

Parabéns à Escola Nereu Sampaio que vem estimulando seus alunos utilizando diferentes ferramentas educacionais, oferecendo a todos a oportunidade de aprender conceitos, conteúdos e valores de forma crítica e lúdica.

 

 


   
           



Yammer Share

Quarta-feira, 03/05/2017

Os Jogos no Universo da Aprendizagem

Tags: 8ªcre, jogos, ciências, célula.

 

Cada vez mais acredita-se que o envolvimento do aluno e sua participação na construção da aprendizagem são fundamentais. Associar envolvimento e ludicidade pode ser ainda mais eficaz para os jovens na aquisição de conhecimento. Nessa perspectiva, o professor de Ciências Biológicas, Lúcio Roberto Panza, criou o jogo Cidade-Célula.

 

 

O interesse em aprender pode ser despertado no aluno através de ambientes lúdicos, que harmonizam conhecimento e prática dos conceitos que foram vistos na sala de aula.

Os jogos e brincadeiras estão contemplados nas diretrizes curriculares para os anos finais do ensino fundamental e para o ensino médio como conteúdos estruturantes e são na verdade um valioso recurso pedagógico, visto que os jovens apresentam naturalmente interesse pelos jogos.

Na Escola Municipal Comenius, o professor Lúcio Roberto Panza desenvolveu o jogo: Cidade-Célula visando tornar a aprendizagem dos alunos mais interessante, através do lúdico. 

Cidade-Célula é um jogo educativo de analogias sobre as relações funcionais das organelas celulares.

 

 

O jogo Cidade-Célula é composto por 1 tabuleiro de 60 cm x 40 cm, com 35 casas normais (trilhos da cidade) e 6 casas especiais (usina hidroelétrica, biblioteca, rodoviária, farmácia, alfândega e restaurante), 6 pequenos tabuleiros, que são células individuais para cada jogador, 1 dado, 6 peões de cores distintas, 70 cartas de perguntas e 48 peças representando os lisossomos, ribossomos, os retículos endoplasmáticos rugosos e lisos, complexos de Golgi, centríolos, mitocôndrias e núcleos. O jogo foi confeccionado em material emborrachado.

O objetivo é que cada jogador forme sua célula individual e quem a formar  primeiro, ganha o jogo. A analogia da célula com o funcionamento de uma cidade proporcionou aos alunos maior facilidade de compreensão das funcionalidades de  cada parte da célula.

Os alunos do 8º ano da E.M. Comenius jogaram e aprovaram o Cidade-Célula:

 

“A célula tem muitas partes parecidas com uma cidade, como o núcleo é bem parecido com a biblioteca. O professor coloca no jogo coisas da cidade que se parecem com as organelas, tudo se relaciona a coisas da vida real,  como por exemplo, a usina hidroelétrica seria a mitocôndria (...) É divertido e ao mesmo tempo ensina. Muito legal aprender assim!"

 

(Depoimentos de alunos do 8º ano da E.M. Comenius ao professor Lúcio Roberto Panza)

 

 

"(...) As informações coletadas através de questionário verificaram a percepção que os alunos possuem sobre as relações de complementaridade funcional das organelas celulares depois do manuseio do jogo. Os resultados indicaram que o jogo atraiu o interesse e o apreço das crianças envolvidas e que o trabalho com analogias auxilia a percepção."

 

Professor Lúcio Roberto Panza - Escola Municipal Comenius

 

 

 

O Rioeduca parabeniza o professor Lúcio Roberto Panza pela criação do jogo Cidade-Célula.

 Para entrar em contato com o professor e saber mais detalhes desse projeto:

Acesse o email da Escola Municipal Comenius: emcomenius@rioeduca.net

Ou o contato pessoal do professor: professorpanza@gmail.com

 

 

Fonte: Programa de Educação, Gestão e Difusão em Biociências - PEGeD

 

 

Professor, se você tem  uma experiência para compartilhar com o Rioeduca, entre em contato!

 

 


   
           



Yammer Share