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Sexta-feira, 24/08/2012

Centenário de Edison Carneiro, Um Conhecedor do Folclore Brasileiro

Tags: 8ªcre, patronos, escoladoamanhã.

 

 

 No dia 12 de agosto, Edison Carneiro completaria 100 anos!

Para homenagear este estudioso homem que dedicou-se a conhecer as manifestações folclóricas de nosso país, o Rioeduca apresenta o patrono de uma das escolas da 8ª CRE.

 

 

 

 

 

Edison de Souza Carneiro nasceu no dia 12 de agosto de 1912, em Salvador, Bahia.

 

Fez seus cursos de primeiro e segundo graus em Salvador, bacharelando-se, no ano de 1936, em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Estado.

 

Jornalista, poeta, jurista e folclorista, dedicou-se desde cedo aos estudos sobre o negro brasileiro, tornando-se uma das maiores autoridades nacionais sobre os cultos afro-brasileiros.

 

Aos dezesseis anos, fez parte do grupo literário Academia dos Rebeldes (1928-1932), cujo líder era o jornalista Pinheiro Viegas e que contava também com a participação do escritor Jorge Amado.

 

Em 1937, organizou o 2º Congresso Afro-Brasileiro, realizado em Salvador no período de 11 a 20 de janeiro. No seu discurso de abertura Edison Carneiro assim o definiu:

 

[...] Este Congresso tem por fim estudar a influência do elemento africano no desenvolvimento do Brasil, sob o ponto de vista da etnografia, do folclore, da arte, da antropologia, da história, da sociologia, do direito, da psicologia social, enfim, de todos os problemas de relações de raça no país. Eminentemente científico, mas também eminentemente popular, o Congresso não reúne apenas trabalhos de especialistas e intelectuais do Brasil e do estrangeiro, mas também interessa a massa popular, aos elementos ligados, por tradições de cultura, por atavismo ou por quaisquer outras razões, à própria vida artística, econômica, religiosa, do Negro do Brasil. [...]
 

 

 

 

 

Em 1953, foi contratado pela Coordenação do Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), subordinada ao Ministério da Educação e Cultura (MEC), para redigir o seu Boletim Mensal, trabalho que desenvolveu por dez anos, de 1956 a 1966.

 

Professor de Bibliografia de Folclore, do Curso de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional e de Cultura Popular no Instituto Villa-Lobos, ministrou vários cursos como professor-visitante nas Faculdades de Filosofia de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Paraná.

 

Foi ainda um dos responsáveis pela estruturação da Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro, do MEC, participando como membro do seu Conselho Técnico, de 1958 a 1961, sendo nomeado diretor-executivo, no período de 1961 a 1964.

 

O Museu do Folclore no Rio de Janeiro tem seu nome desde 1976, em homenagem à sua atuação fundamental para a história da instituição.

 

Edison Carneiro é o patrono de uma das escolas da Rede Municipal do Rio de Janeiro. 

 

A Escola Municipal Edison Carneiro é uma  Escola do Amanhã da 8ª CRE. Seus professores e funcionários são dedicados em oferecer uma educação de qualidade, para formar alunos sabedores dos seus direitos e deveres para uma sociedade mais justa.
 

 

Dentro da comunidade onde está inserida, a E. M. Edison Carneiro é a referência de um espaço promovedor de desenvolvimento e valorização da aprendizagem.

 

 

 

 

 

O Rioeduca parabeniza a toda a equipe pedagógica da E. M. Edison Carneiro

 

 

 Entre em contato com o Rioeduca e compartilhe a visão da sua escola!

 

 

neildasilva@rioeduca.net

 

 

                                       

 

 

 


   
           



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Terça-feira, 07/08/2012

É a Serrinha Mostrando seu Trabalho!

Tags: 5ªcre, patronos, blogsdeescolas.

 "A brincadeira e o jogo precisam "vir à escola", se acreditamos na importância do “brincar” para o desenvolvimento do sujeito"... Assim, a E. M. Mestre Darcy do Jongo, na Serrinha, bairro de Madureira, justifica seu trabalho no recém-criado blog da escola, usando esta citação da Multieducação.

 

 

As Oficinas de blogs educativos são muito importantes na nossa rede, pois possibilitam escolas e professores compartilharem trabalhos  de seus alunos através dos "portfólios digitais". Essa prática ainda é desafiante para alguns, mas para muitas escolas e professores já faz parte do dia a dia. É o que está acontecendo com a Escola Municipal Mestre Darcy do Jongo, que participou de uma das Oficinas de Blogs na 5ª CRE.

 

A Escola está localizada na Praça Barbosa de Oliveira, s/n°, na Comunidade da Serrinha, no famoso bairro de Madureira. Na direção da Mestre Darcy do Jongo estão as professoras Rosângela de Oliveira e Dina Lúcia.

 

O perfil do blog registra “A brincadeira e o jogo precisam “vir à escola”, se acreditamos na importância do “brincar” para o desenvolvimento do sujeito. Muito pode ser trabalhado a partir de jogos e brincadeiras. Contar e ouvir histórias, dramatizar, jogar com regras, correr, fazer de conta, desenhar, entre outras atividades lúdicas, constituem excelentes momentos para a aprendizagem” (MULTIEDUCAÇÃO, pág.8). Através dessa prática, a escola escolheu trabalhar com projetos, porque estes trazem em seus temas “questões sociais que afetam a comunidade, possibilitando aos alunos maior oportunidade de se manifestar e interferir dentro e fora da sala de aula. Com isso, a intenção é provocar a participação, o questionamento e a reconstrução das práticas sociais dos moradores do bairro”.

 

Ainda em fase de adaptação ao portfólio digital, a escola está aos poucos desenvolvendo o hábito de registrar atividades, principalmente aquelas que impactaram a aprendizagem de seus alunos.

 

Em junho de 2012, a E.M. Mestre Darcy do Jongo desenvolveu o Sub-projeto “Meio Ambiente”, e através dele as turmas estão aprendendo sobre como cuidar da natureza e não destruí-la.

 

A partir daí, a turma EI-30, da professora Silvia Falcão e das agentes auxiliares Marli, Mara e Carla, descobriu que aproveitar o lixo e transformá-lo em trabalho é uma ótima ação. A turminha também plantou sementes de feijão e girassol em garrafas pet. Foi uma experiência maravilhosa.

 

 

 EI 30 e o Sub-projeto “Meio Ambiente”

 

  

 EI 30 e o Sub-projeto “Meio Ambiente”

 

 

O Jongo e o Patrono da E.M. Mestre Darcy do Jongo

 

 

 

Expressão musical coreográfica trazida de Angola para o Brasil pelos negros bantos, o jongo é uma dança de roda e umbigada executada ao som de dois tambores (candongueiro e caxambu). Ainda hoje é encontrado em algumas cidades do interior do sudeste brasileiro. Na cidade do Rio de Janeiro, seu principal reduto é o Morro da Serrinha, no subúrbio de Madureira.

 

A trajetória dos jongueiros da Serrinha se mistura com a história do Rio. Com o fim da escravidão, em 1888, os negros das fazendas de café (principalmente aquelas do vale do rio Paraíba) foram para a capital em busca de emprego, instalando-se primeiramente no centro da cidade e, logo em seguida, nos morros. Ali, deram continuidade à tradição de seus ancestrais. Cada comunidade fazia seu tipo de jongo, com especificidades de ritmo, dança e improviso vocal. Sem muito esforço, é possível dizer que o jongo é uma espécie de avô do samba.

 

O movimento artístico remanescente na Serrinha tornou-se exceção graças à iniciativa do percussionista Mestre Darcy Monteiro (1932-2001).

Na década de 1960, percebendo que a dança corria o risco de desaparecer definitivamente, ele pediu permissão à sua mãe, Vovó Maria Rezadeira (1902-1986), matriarca do jongo, e abriu as rodas para que jovens e crianças pudessem participar, aprender e conservar a festa, que até então era exclusiva para adultos.

 

Texto adaptado do blog de Alexandre Pavan

 

 

Alunos e equipe da direção

 

 Alunos e Responsáveis

 

 Alunos e Equipe (Manipuladoras de merenda)

 

 Alunos, responsáveis e professores

 

 

Vamos conhecer o trabalho que a E.M. Mestre Darcy do Jongo desenvolve?

Então, acesse o blog http://mestredarcydojongo.blogspot.com.br/ e acompanhe.

 

 

Professor, quer publicar um projeto ou uma atividade da sua escola que fez a diferença na vida de seus alunos? Quer enviar um relato de experiências? Então, escreva para o Rioeduca, clicando SOBRE NÓS e contate o professor representante da sua CRE.

 

Regina Bizarro_ Representante do Rioeduca, 5ª CRE

E-mail: reginabizarro@rioeduca.net

Twitter: @rebiza

 

                                


   
           



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Sexta-feira, 03/08/2012

Os Caminhos do Poeta Cruz e Sousa

Tags: 8ªcre, patronos.

 

 O poeta negro que teve a sorte de receber uma boa educação, retribui seu favorável destino sendo o autor de belos poemas que marcam sua história na Literatura Brasileira.

João da Cruz e Sousa enfrentou o preconceito de seu tempo e somente após a sua morte teve seu talento reconhecido.

Ele é o patrono de um Ciep em Padre Miguel, na 8ª CRE.

 

 

 

 

 

 

João da Cruz e Sousa nasceu a 24 de novembro de 1861 em Nossa Senhora do Desterro, capital da Província de Santa Catarina, atualmente, Florianópolis.

 

O nome João da Cruz é uma alusão ao Santo homenageado no dia de seu nascimento, San Juan de la Cruz.

 

Filho dos escravos alforriados Guilherme, pedreiro; e de Eva Carolina da Conceição, cozinheira e lavadeira, João da Cruz foi criado pelo Coronel Guilherme Xavier de Sousa (que viria tornar-se Marechal) e sua esposa Clarinda Fagundes de Sousa, que não tiveram filhos.

 

Assim, acabou por herdar o nome Sousa e obteve uma educação proporcional a dos brancos abastados de seu tempo.

Com apenas 9 anos de idade já escrevia e recitava seus poemas para os familiares. Com o falecimento de seu protetor em 1870, as condições de vida tornaram-se menos confortáveis para o jovem João da Cruz.

 

 

 

 

 

A partir de 1877, João Cruz e Sousa lecionava aulas particulares por necessidade financeira e impressionava seus companheiros de estudo pela capacidade intelectual.

 

Conhecedor profundo de francês, chegou a ser citado numa carta do naturalista alemão Fritz Muller. Nesta carta dirigida ao próprio irmão em 1876, o naturalista citava João da Cruz como um exemplo contrário das teorias de inferioridade intelectual dos negros.

 

João da Cruz e Sousa teve suas obras poéticas  publicadas em jornais de Santa Catarina. Ao lado dos amigos Virgílio Várzea e Santos Lostada, João da Cruz fundou um jornal literário intitulado "O Colombo", em 1881. No ano seguinte fundo a "Folha Popular". Nesta mesma época, partiu em excursão pelo Brasil junto a uma companhia teatral e declamava seus poemas nos intervalos das apresentações.

 

Também se engajou na luta social e passou a liderar conferências abolicionistas. Em 1883, foi nomeado promotor da cidade de Laguna. Mas não chegou a assumir o cargo devido ao furor preconceituoso de chefes políticos da região.
 

 

Ainda em 1893 publicou dois livros: Missal (influenciado pela prosa de Baudelaire) e Broquéis; obras que marcaram o lançamento do movimento simbolista brasileiro.

 

Em 1897, concluiu um livro de prosa poética denominado Evocações. Quando preparava-se para publicá-lo, viu-se abatido pela tuberculose e partiu para Minas Gerais em busca de tratamento. Faleceu em 19 de março de 1898 aos 36 anos de idade.

 

 

 

 

"A arte é o espelho da pátria. O país que não preserva os seus valores culturais jamais verá a imagem da sua própria alma”

                                                                           - Chopin -
 

 

 

Hoje o Rioeduca apresenta mais um patrono de uma das escolas da Prefeitura do Rio de Janeiro.

 

Com esta história de vida que demonstra apreço pela busca do saber e pela arte de escrever e recitar, o Poeta Cruz e Sousa é o patrono do Ciep localizado em Padre Miguel, na 8ª CRE.

 

 

 

 

 O Ciep Poeta Cruz e Sousa é um espaço de conquistas e avanços para os alunos da região.

A exemplo de seu patrono, esta escola acredita no poder transformador da Educação!

 

 

 

 

Não deixe de curtir e comentar esta postagem!

 

 

 

Se você é da 8ª CRE, entre em contato comigo!

 

neildasilva@rioeduca.net

 

 

 

Fonte: jornaldepoesia.com.br

                                       

 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 20/07/2012

Astrojildo Pereira, o Patrono e o Compromisso com a Cultura

Tags: 8ªcre, patronos.

 

 Astrojildo Pereira Duarte Silva nasceu em 08 de novembro de 1890, em Rio Bonito. Foi Escritor, Jornalista e nunca deixou de atuar no mundo da cultura brasileira. Ele é o patrono de uma das escolas da 8ª CRE, que hoje segue o exemplo deste homem que defendeu as causas que acreditava e firmou uma aliança com a Educação e a Cultura!


 

 

 

 

 

 

A trajetória de vida de Astrojildo Pereira coincide com o nascimento e formação da modernidade capitalista no Brasil.

Astrojildo Pereira nasceu após o fim do escravismo e da monarquia e morreu logo depois da instauração da ditadura militar que consolidaria a ordem burguesa no Brasil.

Durante toda a sua vida, Astrojildo Pereira preservou a lucidez de se manter ao lado e na perspectiva do que havia de mais progressivo na vida social e cultural do País. 

 

 

 

 

Em 1945, Astrojildo Pereira  foi delegado do Estado do Rio no I Congresso Brasileiro de Escritores, realizado em São Paulo.

Ele foi um dos redatores da declaração de princípios do encontro, marcada por críticas à ditadura de Vargas.

Dirigiu as revistas Literatura, Problemas do Socialismo e Estudos Sociais, e colaborou com o jornal Imprensa Popular e com a revista Novos Rumos.

Com a instauração da ditadura militar, em 1964, e a repressão política e cultural que se seguiu, Astrojildo Pereira foi preso e viu ruir muitos de seus melhores projetos e sonhos.

 

 

 

 

 

No momento em que agonizava a ditadura de Vargas, Astrojildo Pereira cumpriu um papel de suma importância na organização da cultura e da intelectualidade antifascista e democrática do Brasil, defendendo os princípios da liberdade de expressão e de organização e a necessidade da difusão da cultura entre as massas trabalhadoras.


A morte o colheu em novembro de 1965. Foi somente na fase declinante da ditadura militar que o nome de Astrojildo Pereira começou a receber o devido reconhecimento, não só como o principal fundador do Partido Comunista no Brasil, mas como o primeiro marxista e leninista e como um intelectual ativo na organização do mundo da cultura e que ofereceu preciosos indicativos de interpretação e pesquisa.

 

 

A Escola Municipal Astrojildo Pereira

 

 

 

A Escola Municipal Astrojildo Pereira é um espaço de valorização da cultura e do desenvolvimento.

Seus alunos estão sendo preparados para serem cidadãos que valorizem a educação e a busca do conhecimento!

A equipe pedagógica está empenhada em oferecer educação de qualidade e promover a escola como um espaço para compartilhar e vivenciar importantes experiências, como aconteceu no último dia 13, na Festa Junina.

 

 

 

Equipe da E.M. Astrojildo Pereira

 

 

 

"A Festa Junina da E.M.Astrojildo Pereira foi animadíssima! No Arraiá, alunos, professores e funcionários estavam animados, trabalhando e se divertindo!

A participação da comunidade escolar, como em todos os anos, foi grande!

De quadrilha a músicas da "moda", tivemos de tudo um pouco! Muito milho cozido, canjica, pescaria, comidas e brincadeiras para todos os gostos.

Foi uma tarde agradabilíssima!"

                                                                          Professora Alessandra Barbosa
 

 

 

Momentos da festa!

 

 

 

O Rioeduca parabeniza a toda a comunidade escolar da E.M. Astrojildo Pereira!

 

 

 

Gostou da postagem? Então não deixe de fazer um comentário!

 

 

Se você é da 8ª CRE, entre em contato comigo e compartilhe as ações da sua escola!

 

neildasilva@rioeduca.net 

 

 

                                       

 

 

 


   
           



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