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Segunda-feira, 06/08/2018

Bebê Squel

Tags: 1ªcre, educaçãoinfantil, projetos, protagonismo.

 

Crianças escolhem o nome do brinquedo tendo como referência a Porta Bandeira da G.R.E.S Estação Primeira de Mangueira.

 

É um direito das crianças serem ouvidas e para isso as educadoras e educadores da Educação Infantil precisam desenvolver a capacidade da escuta sensível e da observação. A criança é potência e o centro do Currículo. Desse ponto, a Creche Municipal Vovó Lucíola, localizada no Morro da Mangueira, Zona Norte do Rio de Janeiro e que atende crianças do Berçário ao Maternal II, partiu para a construção do Projeto Pedagógico Anual “Viajando no mundo das Artes”, com muitas interações, brincadeiras e descobertas.

 

 

As crianças vivenciam cada vez mais brincadeiras de Faz de Conta e para estimular essas construções iniciaram a confecção de uma casa de papelão. Escolheram e organizaram brinquedos e materiais para compor o cenário, dentre eles bonecas/bebês. Contudo, apesar de todo o envolvimento da turma para a construção desse ambiente lúdico, foi percebida pelas educadoras a necessidade de sensibilizar as crianças para o cuidado com os brinquedos. Sendo assim, uma professora presenteou a turma com uma boneca, que além de compor o cenário possibilitaria o desenvolvimento da afetividade e responsabilidade com o outro, nesse caso o bebê.


Com esse movimento as crianças passaram a nomear as bonecas: “Como vamos chamar o nosso bebê?” Sophia Moreira (3 anos) respondeu: “Essa daqui é Squel!” (apontando para a boneca presenteada pela professora) e as outras crianças embarcaram nessa sugestão de nome. “Sabem quem é Squel?” Algumas sabiam e outras não, e então começaram as pesquisas. A aluna Sophia Moreira contou que Squel é o nome da Porta Bandeira da Mangueira. A Creche ressalta que Sophia tem uma vivência no mundo do samba, sendo sua mãe Passista e seu pai Mestre de Bateria. Dessa maneira, ela trouxe esses saberes para a creche.


A bebê Squel passou a fazer parte da rotina, para além das brincadeiras. Ela começou a freqüentar o refeitório durante as refeições, a ouvir histórias, a ficar na roda!

 

 


 

 


E as educadoras instigavam a curiosidade e o protagonismo das crianças: A gente faz aniversário, né? A bebê Squel também! E a partir disso as crianças começaram a organizar a festa. “O que teremos na festa?” As crianças fizeram a lista com comidas, bebidas e convidados. Além disso, tiveram a ideia de confeccionar uma Bandeira .

 

 

 


Prepararam também os convites para entrega em outras turmas. As turmas foram muito receptivas, brincaram com a bebê Squel e se propuseram a preparar uma receita para a festa. Tudo na festa foi produzido pelas crianças: bolo, docinho, suco e gelatina natural. As crianças cuidaram de cada detalhe.

 

 

 

 

 

 


A musa inspiradora do nome da bebê, a “Squel Grande”, como as crianças a chamam, também foi convidada. A Equipe do Museu do Samba esteve presente, prestigiando a nossa festa. 

 

 


Os músicos do Projeto Batuque Favela, Sacode Mangueira embalaram a festa e transformaram a Creche num grande samba, tocando os instrumentos musicais que fazem parte da Bateria da Escola de Samba. Além de dar depoimentos sobre ser jovem na favela, a importância do Projeto e da Parceria com a Creche Municipal Vovó Lucíola.

 

 

 

 

A Equipe da creche acredita em uma Educação Infantil em que as crianças sejam protagonistas, que criem, compartilhem saberes, construam coletivamente. Sendo são objetivos do trabalho desenvolvido:


• Oferecer condições para que a criança sinta-se cuidada em relação às suas necessidades físicas, emocionais, cognitivas e sociais, através de um ambiente aconchegante, limpo, seguro e estimulante;


• Propor a construção dos espaços com e para as crianças, de fácil acesso a brinquedos, materiais, atividades e brincadeiras pertinentes a faixa etária;


• Vincular a rotina e atividades pedagógicas à cultura da criança e a localidade do entorno, valorizando a diversidade, a identidade étnico-racial e as variadas formas de sentir e se expressar;


• Fazer com que a criança se veja pertencente a diferentes grupos sociais, sentindo-se amada, valorizada e protegida;


• Criar tempos e espaços que favoreçam o percurso criativo infantil através de interações com o outro, de vivências, experiências e do compartilhamento dos saberes;


• Resgatar a importância da creche como um espaço comunitário através do envolvimento dos pais e/ou responsáveis, a família, a comunidade e demais segmentos da sociedade.

 

CLIQUE NA FOTO ABAIXO E VEJA SQUEL DANÇANDO!

 


Para Saber Mais: 

Creche Municipal Vovó Lucíola

Direção: Kathyleen Quintan Pires

Direção-Adjunta: Eleonora Silva de Melo

Equipe do Maternal II – E.I. 31 (Professoras de Educação Infantil Patricia Sodré dos Santos e Luciana Ávila Brioso e Agentes de Educação Infantil Creusa Maria Apolinário e Kelly Barbosa Miranda dos Santos)

Telefone: 2204-0418

E-mail: cmvluciola@rioeduca.net

 


 


   
           



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Sábado, 04/08/2018

Professor José Marcos Couto e o Prêmio Educador Nota 10!

Tags: educador nota 10, prêmio, projeto, 8ªcre.

 

O professor de História, José Marcos Couto Junior, levou os alunos da Escola Municipal Áttila Nunes para além do que almejaram ir, e afirma: "Estamos vivendo a parte madura de um processo!" 

 

 

 

O Prêmio Educador Nota 10 é o maior e mais importante Prêmio da Educação Básica Brasileira.

Os trabalhos premiados são ideias inovadoras que desafiam professores e alunos a encorajarem-se na busca de uma escola melhor para todos, onde a aprendizagem seja significativa e relevante na vida e nos projetos para o futuro.

José Marcos Couto Junior, professor de História na Escola Municipal Áttila Nunes em parceria com a também professora de História, Ana Beatriz Ramos de Souza, iniciaram o projeto em 2016, quando a escola se tornou Ginásio Carioca (turno único).

A primeira ideia surgiu nas aulas da eletiva "Projeto de Vida", quando os alunos foram incentivados a opinarem sobre diferentes assuntos do cotidiano. A partir das respostas apenas seriam feitos gráficos para cada turma, porém a proposta se tornou um documentário, quando o professor percebeu que as questões raciais e sociais eram temas de máxima importância para a escola.

Foram organizados pelos professores uma série de debates que resultou na I Semana da Consciência Negra da Áttila Nunes.

Já em 2017, através do enredo da escola de samba Renascer de Jacarepaguá, "O papel e o Mar", o projeto da Semana da Consciência Negra se estendeu para 4 meses. Nesse período a escola desenvolveu várias atividades baseadas na temática do enredo.

Atualmente, o projeto está em sua fase mais amadurecida! O professor José Marcos decidiu que trabalhariam com músicas e a primeira que deu base para as ações do projeto foi a música As Caravanas, de Chico Buarque, que fala sobre moradores de periferia e de favelas tentando chegar em um dia de sol em Copacabana.

Uma das atividades mais relevantes foi a reescrita dessa e de outras músicas, propondo aos alunos que seja inserida suas próprias realidades. O resultado foi surpreendente! Tanto que a reunião desses textos formou o livro "Que sejam lidos, que sejam vistos".

O livro foi publicado e os orgulhosos alunos fizeram o lançamento e tarde de autógrafos no Chá Literário promovido na escola.

Outra etapa do projeto foi trabalhar o tema: "Vocês têm que saber que o mundo é maior do que a Capitão Teixeira" (Rua principal de Realengo, bairro da escola). Nessa etapa os alunos fizeram algumas saídas. Conheceram o CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) e o Theatro Bangu.

O projeto já colheu alguns bons frutos, mas está longe de um ponto final, pois não há limites para a capacidade talentosa dos alunos.

 

"É curioso que os rapazes da música Caravanas queriam chegar na Zona Sul. Agora a História dos meninos da Áttila Nunes vai atravessar o Estado, para final em outubro!"

                                                                          Professor José Mauro Couto Jr.
 

 

 

 

O Rioeduca parabeniza os professores José Mauro Couto Junior, Ana Beatriz de Souza e o projeto que resultou no livro "Que sejam Lidos, que sejam Vistos", de autoria dos alunos da E.M. Áttila Nunes.

 

 

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Entre em contato com o representante da sua Coordenadoria.

 


   
           



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Sábado, 04/08/2018

Pelo Brasil, o EDI Arthur Nory vestiu a camisa da igualdade, paz e união!

Tags: 9ªcre, edi, projeto, copa do mundo.

 

No EDI Medalhista Olímpico Arthur Nory Oyakawa Mariano toda comunidade escolar foi envolvida com as crianças da creche e pré escola no sub Projeto "Pelo Brasil eu visto a camisa da igualdade da paz e da união. Essa também é nossa paixão!”

 

 

 

Idealizado pela gestão da U.E e elaborado junto a equipe pedagógica, o sub Projeto "Pelo Brasil eu visto a camisa da igualdade da paz e da união. Essa também é nossa paixão!” foi desenvolvido no período de 18 de junho a 21 de junho de 2018 com o objetivo promover e estimular o processo de ensino aprendizagem de maneira lúdica, conhecendo os países participantes da copa do mundo 2018 no que tange a cultura, costumes, suas bandeiras, cores e significados. Promovendo a interação das famílias junto a escola, trazendo experiências ricas e significativas de convivência, respeito, cooperação, superação e amizade.

O projeto foi iniciado dentro das atividades de rotina das crianças, como roda de conversa e contações de histórias, falando sobre o futebol e o grande evento mundial desse esporte, a copa do mundo.

Depois foi realizado a confecção das bandeiras dos países participantes, dando destaque as cores usadas e seus significados, associando suas cores a objetos, alimentos entre outros que fazem parte do nosso cotidiano.

 

 

 

A escrita também fez parte da criação de camisas de time feitas de papel com seus respectivos nomes, reprodução do nome de países associados as bandeiras, e enfeites para distribuir as torcidas.

 

 

 

 

O ponto alto do projeto se deu com a Copinha Nory, onde os pais e responsáveis foram convidados a comporem a torcida das turmas respectivas a seus filhos e juntos vestirem a camisa verde ou amarela conforme o time composto pelas turmas do mesmo segmento.

 

 

 

 

Família e escola juntos vivenciando experiências ricas e significativas de convivência, respeito, cooperação, superação e amizade. Aliados a aquisição de conhecimento e a pluralidade cultural representados nesse evento e na exposição de todos os trabalhos desenvolvidos. 

 

 

 

 

Além de estimular o sentimento de patriotismo que certamente é despertado durante esse que é um dos maiores eventos esportivos já conhecidos, a copa do mundo.

 

 

 

 

A comunidade escolar participante avaliou como uma atividade prazerosa e muito dinâmica que certamente ficará registrada na memória afetiva das crianças e de todos envolvidos nessa seleção campeã Arthur Nory.

 

Quer saber mais sobre este projeto, entre em contato:

EDI Medalhista Olímpico Arthur Nory Oyakawa Mariano

Endereço: Rua do Goiabal S/N Inhoaíba, Rio de Janeiro _RJ

Telefone: (21) 3161 - 4094

 

Contato para publicações:

 

 


   
           



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Quinta-feira, 26/07/2018

Brincar, descobrir e construir no EDI João Fernandes Filho

Tags: 9cre, edi, projeto, indigenas.

 

 “Vem... vamos brincar, descobrir e construir com os artistas brasileiros”

 

 

 

O EDI Professor João Fernandes Filho, situado no bairro de Campo Grande, no Rio de Janeiro, recebeu a visita de um casal de índios Guajajára. Os Tenetehára (‘verdadeiro ser humano’) ou Wazaizára (‘dono do cocar’), conhecidos também através da literatura como Guajajára, localizados em sua maioria ao sul do estado de Maranhão, são falantes de uma língua pertencente à família linguística Tupi-Guarani. Essa língua é o Ze’egté (‘língua verdadeira’) , mais conhecida na literatura especializada com o nome de Guajajára. 

 

Segundo levantamentos recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os Tenetehára-Guajajára possuem 11 (onze) terras registradas e homologadas, com mais de 90 (noventa) aldeias, banhadas pelos rios Mearim, Corda, Grajaú e Pindaré, Gurupi, Karú e Turiassu – a maioria localizada nos municípios de Barra do Corda, Grajaú e Jenipapo dos Vieiras, ao sul do estado do Maranhão, Amazônia.

 

Casal de índios Guajajára em visita ao EDI João Fernandes Filho

 

 

O casal de índios passou uma manhã agradável no espaço, onde interagiram com toda a comunidade escolar. A visita foi uma das ações previstas do projeto “Vem... vamos brincar, descobrir e construir com os artistas brasileiros”. Portanto, para recebê-los, foi montado, no espaço escolar, um cenário semelhante a uma aldeia indígena, composta por oca, rede e alimentos naturais, proporcionando aos pequenos uma ambientação indígena. O casal encenou, com a ajuda de dois alunos, a lenda dos pássaros Jacutinga. Além disso, pintaram os alunos com traços indígenas, dançaram, cantaram e mostraram seus instrumentos, cestarias, cocares e artesanatos.

 

Na visão dos palestrantes, o índio dança para celebrar um cacique, boas safras, o amadurecimento de uma fruta ou uma boa pescaria, para homenagear os mortos em rituais fúnebres e até para espantar doenças. Então, aproveitaram o momento para dançar em agradecimento à hospitalidade das crianças e dos profissionais da Unidade Escolar.

 

 

Crianças na oficina de pintura corporal com os índios Guajajáras

 

Os Guajajára mostraram seus artesanatos, que são confeccionados há séculos por seu povo. Tradicionalmente, esses objetos eram usados no dia a dia e nos rituais, porém hoje são comercializados, como fonte de renda e para manter a cultura viva. A produção deles envolve toda a família, assim são confeccionados  cestas, instrumentos musicais, esculturas em madeira, utensílios de caça e adornos.

 

Os indígenas pintam o corpo não só para enfeitá-lo, mas também para defendê-lo contra o sol, os insetos e os espíritos maus. Nesse contexto, durante a visita ao EDI Professor João Fernandes Filho, os Guajajára também produziram uma oficina de pintura corporal.

 

 "Foi um momento encantador e inesquecível, pois nos proporcionou um novo olhar para estes grandes artistas genuinamente brasileiros, além de ensinar o respeito, a troca, o carinho e a amizade. Relato de um membro da comunidade escolar.

 

 

As crianças nas descobertas sobre a diversidade cultural dos povos indígenas

 

 

O projeto “Vem... vamos brincar descobrir e construir com os artistas brasileiros” tem como principal objetivo conhecer e reconhecer artistas brasileiros da música, pintura, literatura, escultura, por meio de vivências com as crianças, com as famílias e com os profissionais. Tudo isso sempre prezando por uma formação contra o preconceito, a discriminação e o racismo.

 

Segundo os PCN's, é preciso que o aluno conheça e valorize a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais e sociais.

 

“Cultura indígena e gentileza fazem parte da arte brasileira”.
Mara Gilbert

 

Parabéns pelo trabalho, EDI Professor João Fernandes Filho!

 

 

Saiba mais sobre o projeto:

EDI Professor João Fernandes Filho

Telefone: (21) 3394-2584

E-mail: edijfernandes@rioeduca.net

Diretora Geral: Cristina Lima

 

 


   
           



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