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Quinta-feira, 26/07/2018

ALFArte - Alfabetização com Arte na 1ª CRE

Tags: 1ªcre, eventos, projetos, alfabetização, artes..

 

Projeto Articula diversos saberes, desenvolvendo nas crianças a capacidade criativa.

 

 

ALFArte é um projeto pesquisa-ação, criado pela 1ª Coordenadoria Regional de Educação da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, onde as linguagens artísticas permeiam a alfabetização, facilitando a aprendizagem de uma forma lúdica. A estratégia de sensibilizar através de uma leitura de mundo com olhar criativo, nasce da preocupação em um planejamento articulado e em conjunto entre as diversas áreas do conhecimento.

 

Valeria Jaconiano, gerente da Gerência de Educação, propôs o desenvolvimento do Projeto e diz:

“Considero imprescindível um trabalho coletivo entre o professor regente e o professor de Artes, a fim de contribuir nos processos de ensino e da aprendizagem. Nosso filho então nasce: ALFArte! Nasceu vigoroso, cheio de sensibilidade, desejoso de articulações e objetivando as concretizações dos saberes, que iluminam e propiciam a formação humana.”

 

Apresentação do Projeto, com a presença da Coordenadora Fátima Sueli, do Assessor-Adjunto, José Luiz e da Gerente de Educação, Valéria Jaconiano.

 


Esse Projeto, construído por professores de Artes, coordenadores pedagógicos, Núcleos de Artes e Alfabetizadores da 1ª CRE, pretende promover a articulação dos conhecimentos prévios dos educandos, com as linguagens artísticas. A avaliação dialógica entre o aspecto cognitivo e socioemocional, se dará pelas apresentações dos processos e produtos construídos na interdisciplinaridade e pela autoavaliação consciente das competências socioemocionais alcançadas.

 

 


O desenvolvimento se dá a partir da criação de uma mandala ALFArte, ferramenta pedagógica que articula 4 círculos concêntricos e dinamiza diversas combinações entre eles, formando raios, propondo variadas sugestões de planejamento, que com criatividade se desdobram infinitamente. O colorido dos aros define as 4 etapas que se articulam: o 1º traz os significados (o conhecimentos prévios dos alunos), o 2º as linguagens abrindo portas , o 3º as produções e processos e o 4º as habilidades socioemocionais.

 

As mandalas são de origem sagrada, tem um ponto central e ao seu redor apresentam um desenvolvimento simétrico. A mandala ALFArte tem como foco a leitura, escrita e interpretação, formando uma verdadeira rede de saberes, onde os educadores de diversas áreas planejam juntos para alcançar esse objetivo.

 

 


A inspiração veio da Mandala dos Saberes do MEC (Pressupostos para Projetos Pedagógicos de Educação Integral REDE DE SABERES MAIS EDUCAÇÃO), que busca a educação integral. A intenção é que ela seja um instrumento de auxílio e de orientação à construção de estratégias pedagógicas.(http://educacaointegral.org.br/na-pratica/wp-content/uploads/2017/08/metodologia-complementar_jogo-mandala-dos-saberes.pdf

 


Mandala ALFArte propõe um planejamento conjunto entre professores Alfabetizadores, de Artes, da Sala de Leitura, de Educação Física e outras linguagens, pensando nesse processo interdisciplinar que traz mais significado, estímulos, motivação, envolvimento e pretende proporcionar um aprendizado mais efetivo, onde a escola se torna protagonista e produtora de cultura e desenvolvimento humano.

 

 

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO:

 


O projeto pesquisa-ação começa se desenvolver em 5 escolas piloto da 1ª CRE, onde a equipe é estimulada para planejamentos coletivos, articulados com diversas linguagens e a criação autônoma pelas escolas de estratégias para o crescimento do aprendizado. Cada escola recebe sua mandala e é convidada a personalizá-la com o seu projeto.

 

Apresentaçõ do Projeto nas Escolas Piloto

 


A proposta é inovadora e sustentável, porque mantém a estrutura que existe nas nossas escolas e integra na hora de planejar, buscando dinâmicas de Projetos Coletivos Criativos entre todas as disciplinas, proporcionando a aprendizagem cooperativa e a educação integral do aluno. A Mandala é dialógica, vai além da educação autocentrada, revê processos e cria uma comunicação entre várias mãos. Ao trazer o repensar no agir em sala de aula, suscita a realização de novas descobertas a cerca de um planejamento que tenha a metacognição, a arte, a pesquisa-ação e o desenvolvimento das competências socioemocionais, como princípios norteadores de novas práticas na escola.

 

Um pouco do material Produzido

 

 

 

 

Clique nas imagens abaixo para acessar  videos do Projeto:

 

 

VIDEO CIEP JOSÉ PEDRO VARELA: Gamificação

 

 

Trabalhando Habilidades Socioemocionais, com o professor Jean Bodin

 

 

Artes e Produção de  Texto: PEJA Calouste Gulbenkian

 

 


Para Saber Mais:

Gerência de Educação: 2233-4839

 

 

Clique na Foto Abaixo e acesse o Blog, onde você vai encontrar todos os detalhes do ALFArte – Alfabetização com Arte 1ª CRE:

 

 

 

 

Contato para publicações:

 


  


   
           



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Terça-feira, 24/07/2018

Arte e Consciência Espaço-Corporal na Educação Infantil

Tags: 7ªcre, projetos.

 

A professora Iolanda Rodrigues Nunes, do EDI Maria Berenice Parente, enviou um relato sobre atividade desenvolvida com a sua turma EI- 44( Pré I) envolvendo a diversidade cultural das regiões brasileiras.


Iolanda  Rodrigues Nunes, professora no EDI Maria Berenice Parente, conta como trabalhou com seus alunos do EI – 44 estudos sobre as regiões brasileiras: Confira  o relato da professora:

 

Durante o 1º bimestre de 2018, desenvolvemos estudos sobre a Região Sudeste, atendendo aos objetivos do Projeto Pedagógico geral do EDI Professora Maria Berenice Parente, que tem como tema “A Diversidade Cultural das Regiões Brasileiras: um enfoque na Educação Infantil”.Durante os estudos realizados, as crianças foram convidadas a fazer uma “viagem” pela Região Sudeste, conhecendo vários aspectos culturais de cada Estado.

Nesse contexto, as crianças conheceram diversos pontos turísticos, comidas, músicas e danças típicas. A data da culminância do 1º bimestre, prevista para o dia 27 de abril, já era do conhecimento de todos na escola, inclusive das crianças e de seus familiares.

 


Sendo assim, começamos os preparativos para essa data tão esperada. Afinal, as crianças sabiam que seus familiares iriam comparecer à escola para verem de perto seus trabalhinhos.


Certo dia perguntei às crianças: “Qual trabalhinho vocês querem levar para o dia da nossa apresentação?” As crianças responderam: “As carinhas dos amigos!”. “Perfeito!” respondi. E prossegui com o seguinte comentário: “Além desse trabalhinho, que foi muito legal, precisamos levar algo para representar a Região Sudeste”. Então perguntei: “Do que vocês mais gostaram na Região Sudeste?” Elas responderam: “As praias!” Prossegui: “Como podemos representar as praias?” Elas responderam: “Com água!” “Com areia!” “Com coqueiro!” Ah, que legal! Comentei. E o que vocês acham que podemos fazer para contribuir com a arrumação do espaço para o dia da nossa apresentação? As crianças responderam: “Com coqueiro!”


Fiquei surpresa com a resposta, pois o coqueiro não tinha sido algo que tivéssemos estudado ou enfatizado em nossas conversas e leituras. Esperava por “pandeiro”, por ter sido um instrumento que utilizamos muito ou quem sabe algum ponto turístico. Mas, enfim, resolvi acatar a vontade das crianças e falei para elas que iria pensar em como fazer um coqueiro.


No dia seguinte, comentei que ainda não tinha conseguido imaginar como levar um coqueiro para o espaço da apresentação de nossos trabalhos. Perguntei se elas tinham alguma ideia. Foi quando algumas crianças responderam: “Vamos desenhar!” “Um coqueiro grande ou cada um desenha o seu?” perguntei. “Um bem grandão!” responderam.


“Tive uma idéia! O que vocês acham de fazermos um quebra-cabeça de coqueiro?” Todas acharam legal. Iniciei expondo minha ideia no quadro branco. Disse que traria recortes de papelão para que cada criança pintasse utilizando pincel e tinta guache e que depois iríamos juntar as partes para montar o coqueiro. “O que vocês acham?” “Muito legal!”, responderam.


Então peguei uns pedaços de papelão que tinha sobrado de outra atividade e recortei em várias partes menores de forma que todas as crianças recebessem uma parte para colorir.No dia em que realizaram a atividade todas estavam muito animadas em utilizar pincel e tinta guache.

 

  Crianças pintando as partes do coqueiro.

 

Finalmente as partes foram pintadas. Coloquei tudo para secar ao sol enquanto elas dormiam na hora do sono.Quando acordaram, as partes já estavam secas. Ao retornarem do lanche, fizemos uma rodinha. Cada criança recebeu uma parte do coqueiro e iniciamos o quebra-cabeça.


Realmente não foi muito fácil. Gastamos um bom tempo em tentativas e erros. Até que chegamos a um produto final considerado satisfatório para o grupo.Fiz mais uma provocação: “Como iremos juntar essas partes de forma que elas não caiam quando levantarmos o coqueiro?” Todas responderam que teríamos que colar. Peguei a cola e começamos a colar as partes. Porém, como o papelão era pesado, não estávamos conseguindo firmar as partes com a cola. Estávamos diante de mais um desafio.


Uma criança sugeriu que costurássemos as partes. Respondi que não tinha uma agulha tão grossa. Fez-se um breve silêncio. Sugeri que usássemos o grampeador. Peguei o grampeador na minha gaveta e comecei a grampear as partes do nosso coqueiro. E não é que deu certo!!!Depois de montar todo o coqueiro, falei que iria deixá-lo no chão da nossa sala até que pudéssemos levá-lo para o espaço destinado a nossa apresentação.


Foi quando uma criança se deitou ao lado do coqueiro dizendo que queria aproveitar um pouco da sombra. Todos deram uma boa risada e eu aproveitei o momento engraçado para fotografar. Então todas as crianças quiseram deitar-se à sombra do coqueiro. Foi uma brincadeira inesperada e muito divertida que aproveitei para introduzir mais uma aprendizagem. Falei que poderíamos comparar o tamanho do coqueiro com o tamanho de cada criança. A partir dessa brincadeira as crianças começaram a perceber o seu próprio tamanho em relação ao coqueiro e a comparar o tamanho entre elas.

 


       Montando as partes do coqueiro.

 

Tal atividade corrobora com a idéia de Siraj-Blatchford et al., 2002, no projeto chamado Researching Effective Pedagogy in the Early Years (REPEY). Os pesquisadores constataram que:


... os ambientes que particularmente encorajavam aquilo que a equipe de pesquisa chamava de “pensamento compartilhado e sustentado”, entre os adultos e as crianças, possibilitavam a estas um maior progresso cognitivo, linguístico, social e comportamental. O que o trabalho demonstrou foi que esse tipo de envolvimento entre adultos e crianças depende de os adultos observarem sensivelmente o que as crianças estão fazendo e o modo como exploram o mundo, de maneira que as discussões envolvam uma profundidade e um significado para todos os envolvidos. (...) Refletir sobre como as crianças interagem e sobre como nós interagimos com elas, é parte vital disso. Pensar juntos pode ser visto como outra maneira de falar sobre um pensamento compartilhado, sustentado e ligado integralmente a uma abordagem reflexiva da prática, como um elemento importante de um trabalho eficaz nos primeiros anos de aprendizagem.

 


Nessa perspectiva, foi uma atividade muito produtiva que integrou os 4 Campos de Experiências sugeridos pela BNCC e que me possibilitou observar o desenvolvimento de diversos objetivos relacionados a tais Campos.

 

A saber:

  • No campo “O eu, o outro e o nós”: Comunicar suas ideias e sentimentos a pessoas e grupos diversos; Demonstrar valorização das características de seu corpo e respeitar as características dos outros (crianças e adultos) com os quais convive.
  • No campo “Corpo, gestos e movimentos”: Criar com o corpo formas diversificadas de expressão de sentimentos, sensações e emoções, tanto nas situações do cotidiano quanto em brincadeiras, dança, teatro e música.
  • No campo “Traços, sons, cores e formas”: Expressar-se livremente por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções bidimensionais e tridimensionais.
  • No campo “Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações”: Estabelecer relações de comparação entre objetos, observando suas propriedades; Registrar observações, manipulações e medidas, usando múltiplas linguagens (desenho, registro por números ou escrita espontânea), em diferentes suportes.


O que comprova, portanto, que o desenvolvimento cognitivo das crianças não está relacionado à quantidade de atividades, mas, sim, no envolvimento delas com a atividade desenvolvida, permitindo que elas reflitam e construam hipóteses para solucionar problemas e sugerir ações junto com seus pares. Cabe ao professor ou à professora explorar o diálogo em sala de aula a fim de desenvolver um contexto de aprendizagem que leve em conta tanto os objetivos de aprendizagem quanto o pensamento das crianças e seus interesses.

 

O projeto teve sequencia no mês de abril e a professora conta que:

Dando continuidade ao Projeto Pedagógico, estamos desenvolvendo estudos sobre a Região Nordeste. Para introduzir esse estudo sobre a Região Nordeste fiz leitura de dois livrinhos: “O Coelhinho que sabia pular e o peixinho que sabia nadar” de minha autoria e o outro “Barco, Jangada e Chalana” de autoria da professora Marta. Em ambos chamou atenção das crianças as embarcações.

A fim de provocar a curiosidade, questionei se elas conheciam essas embarcações citadas nas historinhas. Todas responderam que só conheciam o barco. A conversa fluiu e percebi um interesse grande pela jangada. Portanto, na aula seguinte, trouxe um vídeo sobre o Nordeste em que aparecia a jangada. As crianças ficaram muito entusiasmadas com a jangada. Foi quando perguntei: “O que vocês acham de fazermos uma jangada com gravetos?” Imediatamente todas concordaram e na hora do parque as crianças começaram a reunir vários gravetos.

Ainda para instigar o espírito científico, fiz a seguinte pergunta: “Será que essa nossa jangada vai afundar ou flutuar?” As opiniões ficaram divididas. Então resolvi fazer um registro dessas opiniões para depois verificarmos quem acertou. Fiz uma tabela com duas colunas no quadro branco. De um lado anotei os nomes de quem achava que a nossa jangada iria afundar e de outro anotei os nomes de quem achava que a nossa jangada iria flutuar. Observando o interesse das crianças, continuei perguntando por que algumas coisas afundam e outras flutuam. As hipóteses eram bem variadas. Umas diziam que coisas leves flutuam e que coisas pesadas afundam; outras relacionavam com o tamanho, dizendo que coisas grandes afundam e coisas pequenas flutuam. Então sugeri que fizéssemos algumas experiências.

No dia seguinte levei para a sala de aula uma banheira de plástico, dessas usadas para dar banho em bebês, enchi de água e começamos a colocar vários tipos de objetos para ver o que flutuava e o que afundava. Até que nossa jangada ficou pronta e a expectativa era enorme. Foi difícil conter a criançada. Todas queriam ver o que iria acontecer. Para a alegria geral a nossa jangada flutuou. No dia seguinte cheguei com outra proposta: “Vamos tentar fazer uma jangada de papel?” Todos ficaram animados com essa possibilidade e, mais uma vez, a pergunta girava em torno da possibilidade da jangada flutuar ou afundar.

 

   Jangada feita com gravetos.

 

Afinal, ela seria feita de papel e o papel é leve. Algumas crianças achavam que iria flutuar porque o papel é leve e outras achavam que iria afundar porque o papel iria rasgar na água.

A jangada de papel finalmente ficou pronta. Porém, coloquei a jangada de papel sob uma bandeja de isopor, dessas que vem nas embalagens de muitos produtos vendidos em supermercado.

Chegou a hora da experiência e, mais uma vez, nossa jangada não afundou! Foi motivo de muita alegria e também mais um motivo para refletir: Por que a jangada de papel não afundou se ela é maior do que a jangada de gravetos?

 

   Comparando a flutuação da jangada de papel e a de gravetos.

 

A atividade aqui relatada está diretamente relacionada ao Campo de Experiência: “Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações” e ao objetivo: Estabelecer relações de comparação entre objetos, observando suas propriedades; Registrar observações, manipulações e medidas, usando múltiplas linguagens (desenho, registro por números ou escrita espontânea), em diferentes suportes.

Essa atividade foi muito rica e o fato de partir de uma pergunta possibilitou que as crianças confrontassem suas hipóteses com os resultados obtidos nas experiências. Essa é uma maneira lúdica de  desenvolver nas crianças o espírito científico.

 

                                                                                         Informações enviadas pela professora Iolanda Rodrigues Nunes

 

 

 Parabéns a todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

Contato para publicações:

robertavitagliano@rioeduca.net

 

Contato da professora Iolanda Nunes:

iolandarnunes@gmail.com

 

Contato do EDI Professora Maria Berenice Parente:

ediberenice@rioeduca.net

 

 


   
           



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Segunda-feira, 23/07/2018

Crianças e o Mundo

Tags: 1ªcre, educaçãoinfantil, riodeleitores, projetos.

 

Projeto Anual de Espaço de Desenvolvimento Infantil propõe um passeio por diversas regiões, visitando aspectos culturais e geográficos.

 

O Espaço de Desenvolvimento Infantil Zélia Gattai, localizada na comunidade do Fogueteiro, zona Central da Cidade do Rio de Janeiro, está desenvolvendo nesse ano de 2018 o Projeto “Crianças e o Mundo”, com o objetivo de impulsionar o interesse e o respeito por diferentes culturas e modos de vida, ampliando as relações interpessoais, tornando a empatia pelos outros um norteador, levando as crianças a perceberem que as pessoas têm diferentes formas de viver, agir e pensar.

 

 


O projeto está dividido em quatro grandes etapas, com pequenos subprojetos. São eles “Do Fogueteiro para o Mundo”, “O mundo em festa”, “Artes que o mundo inspira” e, encerrando o ano, a “Feira de Troca: trocando com o mundo”.

 

 

Atividade Estamparia Africana

 

E assim várias atividades vão sendo desenvolvidas, costurando o grande tema gerador. Na atividade “Estamparia Africana”, por exemplo, a professora Geisa fez um recorte sobre um encanto no mundo, que é a estamparia, usando símbolos adinkras. Foi escolhido símbolos com histórias bonitas, com valores universais de boa convivência. Na mistura de Poema + Desenho , o Desenhema, as crianças desenharam os poemas... E ficaram encantados.

 

 


“Eu vejo o mundo. Eu vejo o mundo em mim”, outra atividade, organizada pela professora Rafaela Pinto, nasceu do interesse da turma de desbravar as semelhanças e diferenças existentes entre os diferentes povos do mundo. A turma viajou por meio de fotografias, vídeos e livros de histórias que retratam as diferentes formas de se vestir, comer e de viver. A equipe levou diferentes objetos e elementos culturais para as nossas rodas de conversas e direcionar o enfoque das pesquisas para as diferentes infâncias no mundo, buscando curiosidades sobre as formas que as crianças brincam, se vestem, se banham e se alimentam ao redor do mundo.

 

 

E assim segue o projeto, que ao longo do ano promoverá diversas atividades e subprojetos, despertando a curiosidade e a interação de nossas crianças com outras culturas, outros modos de viver.

 

Criança observa produção 

 


Alguns depoimentos demonstram a empolgação pelo projeto:


“Eu adorei ver a Thaylla vestida de africana. Não porque ele é minha filha não, mas é a mis linda (risos)”, falou dona Elisângela, mãe da aluna Thaylla. A aluna Mirelly nos fala: “eu adorei o guarda-chuva do Frevo. Vou pedir pra minha mãe comprar um colorido igual”.

 


Para saber mais:

EDI ZÉLIA GATTAI AMADO

Diretora: Alzineia Sheila Teixeira Alves

Diretora-Adjunta: Karen da Silva Pinheiro

Telefone: 2224-0979

E-mail: edizgattai@rioeduca.net

 

 


 


   
           



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Terça-feira, 10/07/2018

A Sala de Leitura Dyla e a Semana do Livro

Tags: 7ªcre, projetos.

 

A I Semana do Livro aconteceu de 16 a 20 de abril na Sala de Leitura da Escola Municipal Professora Dyla Sylvia de Sá com a participação da comunidade escolar . Vamos conferir?

 

A Sala de Leitura Polo, em parceria com a Coordenação e Direção da Escola Municipal Professora Dyla Sylvia de Sá, criou um evento para valorizar, ainda mais, a Literatura dentro do espaço escolar: a I Semana do Livro.

Aproveitando o dia 18 de abril, data de aniversário de Monteiro Lobato e também momento para comemorar o dia Nacional do livro infantil, muitas atividades foram realizadas. A cada dia uma ação envolvendo alunos, professores, funcionários, pais, enfim, todos os que participam da rotina escolar, juntos na luta para dar o devido destaque à Literatura.

 

Professora Luciana Delgado, Equipe da Sala de Leitura Polo – Maria Elisa Nista Braga, Ana Tereza Grauer, Silvia Castro e alunos protagonistas da turma 1501 – Eduarda Soeiro dos Santos, Pedro Lira Pareto, Gyovanna Ribeiro da Silva e Valentina  Nista Braga Zanini.


 

A Semana começou com a LEITURA DRAMATIZADA da adaptação da obra O PLANETA CAIQUERIA, de Hermes Bernardi. A história foi encenada pelos alunos protagonistas, ao lado da professora do EI, Luciana Delgado, quem apoiou com entusiasmo a proposta da Sala de Leitura. Os alunos vibraram com a interpretação de seus colegas e ainda se divertiram ao som das músicas de Bia Bedran, cujo conteúdo também os fazia refletir sobre o valor da leitura.

 


     Professora Luciana Delgado e alunos protagonistas : Pedro Lira Pareto e Eduarda Soeiro dos Santos.

 

No dia seguinte, terça-feira, foi dia de CINECLUBE. O debate emocionante, com direito a pipoca, teve como ponto de partida o filme O OUTRO PAR – curta metragem egípcio, dirigido por Sara Rozik. 

 

O filme foi inspirado na vida de Mahatma Gandhi, o que possibilitou a criação de um jogo intertextual  entre a vida do pacifista  com o  PPP da escola: “O mundo que a gente quer, depende do que a gente faz”.

 


        Trabalho elaborado a partir do debate (cineclube) com as turmas 1301, 1601, 1501, 1402, 1401,1302. Desenho de Emanuelle Melo Barroso – T: 1501

 

A festa continuou com um dos momentos mais alegres A HORA DO CONTO. Um evento que já acontece com frequência na escola. Quinzenalmente, toda a Unidade Escolar reserva um horário para ler um texto literário.

No dia do livro, no entanto, a ação ganhou uma roupagem nova, pois todos os textos lidos em sala eram de autoria de Monteiro Lobato e a leitura foi ampliada para os pais, direção e demais funcionários.

 

         Cineclube - Professora Silvia Castro e turma 1501.

 

Abrilhantando a festa, a funcionária BRUNA VIEIRA vestiu-se como a boneca Emília, imortal personagem de Lobato. O que deixou as crianças eufóricas de tanta alegria. Sendo a escola bilingue, professores de Inglês fizeram adaptações e algumas turmas tiveram os contos nesta versão.

Seguindo a semana marcada pelo incentivo de práticas de leitura , na quarta-feira, foi dia de empréstimo de livros para todos da escola estendendo para os pais, assim que puderam conhecer um pouco do acervo da escola.

 

       Agente Educadora : Bruna Vieira Martins.

 


Empréstimo de Livros - Professora Maria Elisa Nista Braga.

 

Alunos Protagonistas : Enzzo de Souza da Rocha, Anna Vitória Viana Romero, Maria Eduarda Nascimento Santiago Santos ( turma 1501) e Bruna Vieira Martins (agente educadora).
 

 

Na Quinta-feira foi dia de piquenique! Só que o PIQUENIQUE foi LITERÁRIO, pois o desejo era alimentar o futuro leitor. Assim, foram realizadas roda de histórias e mediação de leitura. Depois, foram apresentados alguns livros para que os jovens fizessem leitura livre. Foi um dia delicioso!

 

   Piquenique Literário.


Finalmente, a sexta feira chegou e com ela o momento perfeito de recarregar as forças e recomeçar. Assim, os professores da escola foram convidados para um CAFÉ LITERÁRIO.

No café, além da leitura de poesias, muitas sugestões de livros pedagógicos foram apresentadas com a intenção de potencializar o trabalho. Entre um biscoito, um cafezinho e um chá, muitas ideias foram nascendo…

 

Luciana Delgado ( EI 42), Renata Fontes dos Santos ( EI 41), Ana Lúcia Alves de Santana dos Santos (secretária), Maria ângela Garcia Pinto (diretora), Maria Elisa Nista Braga ( Sala de Leitura Polo), Karla Rodrigues Cardoso (diretora adjunta), Vera Lúcia dos Santos (EI 51), Ana Tereza Grauer ( Sala de Leitura Polo), Anriete Barata da Silva ( Língua Inglesa).

 

 

Dessa forma, a Sala de Leitura Polo Dyla se fortalece nas ações que integram Literatura e comunidade escolar. O objetivo é oferecer uma sala sempre de portas abertas para que todos possam viajar nas asas da Leitura. 

 

 

Parabéns a todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

Contato para publicações:

robertavitagliano@rioeduca.net

 

Contato da Escola Dyla Sylvia de Sá:

emdyla@rioeduca.net

 


 


   
           



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