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Terça-feira, 17/04/2018

Acolhimento na Creche Otávio Henrique de Oliveira

Tags: 7ªcre, projetos, acolhimento.

 

O acolhimento da turma EI -21 da Creche Municipal Otávio Henrique de Oliveira , durante o primeiro bimestre, promoveu espaços de diálogo, interação e dinâmicas envolvendo responsáveis , crianças , a professora e demais educadoras do grupamento.

 

Pensar e planejar a chegada das crianças e suas famílias na creche foi o início para a tessitura dos vínculos afetivos na turma EI 21, maternal I, da Creche Municipal Otávio Henrique de Oliveira.

 

 


De mãos dadas com a sensibilidade, a escuta e a disponibilidade ao outro, a professora Bábara de Mello e as demais educadoras do grupamento EI 21, promoveram espaços de diálogo e dinâmicas desde a primeira reunião com os responsáveis, organizando tempos, espaços e objetos que pudessem subsidiar as interações e brincadeiras entre e com as crianças, de aproximadamente 2 anos de idade.

 

 

Roda de Conversa e brincadeiras com a participação dos responsáveis

 

O acolhimento é o momento de um olhar mais atento às crianças pequenas que estão pela primeira vez na creche e precisam do olhar individualizado do adulto, atento a seus saberes e dizeres, seus gestos, sentimentos e vozes, sobretudo, respeitando o tempo de cada uma e do seu familiar. Além de ser o momento de promoção de uma atmosfera em que se sintam seguros e tranquilos nesse novo ambiente de aprendizagem.

 

         Incentivo à leitura desde o maternal.
 

 

Através do cuidar e educar, desde o primeiro dia letivo, as famílias e crianças foram convidadas a vivenciarem qualitativas experiências e conhecerem a rotina e espaços em momentos coletivos, em grupos menores e em momentos individuais. Assim, a presença de um familiar, sendo ele um adulto de referência da criança, tornou-se o elo de comunicação e mediação dela, durante os dias de encontro com os novos lugares e pessoas antes desconhecidos.

 

 

        Conhecendo a rotina de alimentação na Creche

 

 

O Projeto Anual da Creche é Pela Arte de Todo o Mundo Descubro Um Mundo Que me Encanta que tem como objetivo geral "ampliar no educando o apreço pelo fazer e a observação das diversas manifestações artísticas, expandindo seu conhecimento de mundo, associado às aptidões, capacidades e a criatividade que a criança pode aprimorar na Educação Infantil.

 

 

A brincadeira criando vínculos entre crianças e educadoras

 


Tais práticas permitem conhecer diferentes expressões artísticas, proporcionando sensibilidade, construindo sujeitos críticos e argumentativos. Dessa forma, desenvolvendo um auto-conhecimento que é exteriorizado nas diversas frentes criativas.

 

Todas as turmas realizaram o acolhimento, porém, cada equipe teve o seu planejamento de atividades, respeitando as especificidades de faixa etária e grupamento.

Na turma em questão, EI 21, os familiares foram convidados a participar junto às crianças e educadoras da rotina cotidiana da creche, como os momentos de alimentação, de trocas, de higiene e, também, das rodas de encontros e cantigas, onde eles puderam compartilhar e cantar músicas e saberes relacionados a seus filhos, e, também, descobrir, trocar e conhecer novos saberes. 

 

 Momentos diversos da rotina escolar durante o acolhimento

 

 

Segundo a professora Bárbara de Mello : "Entendemos que através do seu familiar, daquele que a criança tem como referência, ela conhece o mundo, se sente amada e segura. A presença dos responsáveis conosco foi de primeira importância para a construção dos vinculo afetivos entre crianças e suas educadoras da sala. O fazer pedagógico para esse momento inicial esteve presente no colo que acolhe, no olhar que confirma a presença, no corpo que abraça, nos ouvidos atentos, na voz que acalenta, no estar disponível ao outro que chega, no encorajar das ações, no respeito ao tempo de cada um.”

A professora Bárbara de Mello completa ainda que : “Nesse caminhar de encontros continuaremos juntos, creche e família, na construção da autonomia das crianças e no fazer cotidiano, priorizando o constante diálogo e parceria.”

                                                                                                      Informações enviadas pela professora Bárbara de Mello

 

Parabéns a todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

Contato para publicações:

robertavitagliano@rioeduca.net

Contato da C.M. Otávio Henrique de Oliveira:

cmoholiveira@rioeduca.net

Contato da professora Bárbara de Mello:

barbara_mello84@yahoo.com.br

 

                                                                                                                      

 

 

 


 


   
           



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Segunda-feira, 16/04/2018

Calculadora Sim! Por Que Não?

Tags: 1ªcre, projetos, matemática.

 

Professora de Matemática faz uso do app “calculadora” dos smartphones para que os alunos descubram que nem toda raiz é exata

 

 

 

 

Gisele Pinheiro Sátyro, Professora de Matemática do Ginásio de Artes Vicente Licínio Cardoso, localizado no bairro da Saúde, zona Portuária do Rio, adaptou a ideia retirada do Caderno Pedagógico do 8º ano.

 

 

 

 

O caderno mostra como utilizar a calculadora para realizar cálculos de raiz quadrada. A professora sugeriu que os alunos utilizassem o aplicativo do smartphone, fazendo uso das novas ferramentas tecnológicas a favor de aprendizagem.

 

 

 

 

Em sua atividade, a Gisele nos conta que, a partir da projeção da página do Caderno Pedagógico no quadro, utilizando datashow, os alunos abriram o aplicativo calculadora nos aparelhos. Ela os instruiu como utilizar a ferramenta e assim, os alunos realizaram os cálculos , preenchendo o quadro no caderno com os resultados encontrados, além de classificar os números como Racionais ou Irracionais.

 

 

 


Aparentemente simples, a atividade trouxe movimento, motivou e dinamizou a aula de matemática, ajudando a aproximar os alunos dos símbolos e funções através de operações computacionais, além de proporcionar um outro instrumento para análise e gabarito de atividades diversas.

 

 

 

Para enriquecer - Leia postagem do site Olhar Digital:

 

8 razões para defender o uso do celular na sala de aula
 

O número de celulares se aproxima do número de habitantes do planeta. Segundo levantamento da União Internacional de Telecomunicações, até o final do ano, chegaremos bem perto dos 7 bilhões de aparelhos em funcionamento – o que representa 96% da população da Terra. Mas tem alguns lugares em que ele não é nada bem-vindo. E não estamos falando apenas do cinema... nas salas de aula o dispositivo continua proibido – pelo menos na maioria dos colégios.


Mas tem gente que discorda dessa proibição. Entre esses, ninguém menos que a ONU, por meio de sua agência para a educação, a UNESCO. No documento “Diretrizes de Políticas de Aprendizagem Móvel”, a Unesco defendeu o celular na escola, inclusive dentro da sala de aula como recurso didático e pedagógico.

 

A Unesco espalhou especialistas em todo o mundo para criar um guia sobre o tema. Mas, para especialistas em Educação, antes de defender o incentivo do uso de tecnologias móveis dentro da sala de aula, é preciso estabelecer regras claras de uso.

 

No documento, a Unesco também discute a necessidade de se treinar os professores para que eles lidem com a tecnologia dentro da sala de aula.


O problema é que no Brasil, na maioria dos casos, existe certa resistência por parte dos professores em incorporar novas tecnologias. Para muitos, sala de aula é lugar de desligar o celular e ponto final. (...) Mas, a agência o defende e até preparou uma lista com bons motivos para transformar cada vez mais o celular em ferramenta pedagógica. Eis alguns dos itens da lista:

 

1. Ampliar o alcance e a equidade em educação
2. Ajudar alunos com deficiência
3. Otimizar o tempo na sala de aula
4. Permitir a aprendizagem em qualquer hora e lugar
5. Aproximar o aprendizado formal do informal
6. Facilitar o aprendizado personalizado
7. Melhorar a comunicação e aprendizagem contínua
8. Maximizar a relação custo-benefício da educação


Disponível em : https://www.olhardigital.com.br/video/8-razoes-para-defender-o-uso-do-celular-na-sala-de-aula/45289
 

 

Parabéns Professora Gisele! Ideias aparentemente simples fazem a diferença e contribuem significativamente para a aprendizagem de nossos alunos!

 

Para Saber Mais:

Escola Municipal Vicente Licínio Cardoso (GEA)

Telefone: 2253-4643

E-mail: emvlcardoso@rioeduca.net

Diretor: Niverton Antunes

Diretora Adjunta: Lucimara Espíndola

Coordenadora Pedagógica: Ines Resende

Professor Responsável pela Atividade :Gisele Pinheiro Sátyro – PEF de Matemática

 


 


   
           



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Terça-feira, 03/04/2018

Compartilhando Sonhos, Construindo Dramaturgias

Tags: 7ªcre, projetos.

 

O projeto de Artes Cênicas Compartilhando Sonhos, Construindo Dramaturgias, realizado na Escola Municipal Átila Nunes Neto com alunos do 4º ano.

 

O projeto Compartilhando Sonhos, Construindo Dramaturgias, de Artes Cênicas,  envolveu os alunos da Escola Municipal Átila Nunes Neto. A atividade teve como  fio conduto a história infantil de Alice no País da Maravilhas e tinha como objetivo desenvolver um trabalho que atendesse anseios temáticos voltados à existência e ao cotidiano e anseios estéticos voltados à cena contemporânea.

O projeto foi realizado com todas as 4 turmas do 4° ano da Escola Municipal Átila Nunes. A professora idealizadora e responsável pelo projeto foi Débora Restum com o auxílio da estagiaria de Artes Cênicas, Taísa. Além disso, a direção e a escola, como um todo, colaboraram, uma vez que, entendem as artes cênicas como fundamentais no processo de desenvolvimento e formação do aluno.

 

 

 

Após conhecerem a história da Alice, por meio do filme do diretor Tim Burton, os estudantes participaram de um debate sobre sonhos, e a partir do exercício Sinestesia, abordado na Estética do Oprimido de Augusto Boal, os alunos expuseram seus sonhos em sala de aula. Esses foram lidos na turma e cada um deveria escolher o sonho que mais chamasse sua atenção. A partir da escolha do sonho do amigo, foi elaborada uma exposição. 

 

Escolha dos Sonhos
Processo Criativo

Sonho do aluno Alexandre de Oliveira da turma1403: "conhecer as galáxias."

 


 

Alunos lendo os sonhos dos colegas expostos em sala de aula.

 

Construção/Exposição em sala de aula

 

Alunos construindo sonhos dos colegas. Exercício baseado em Estética do Oprimido de Augusto Boal.

 

                 Exposição de obras e sonhos originais.

 

Após a exposição, foi realizado um novo debate em sala de aula sobre sonhos, com intervenções do professor mediador. Em seguida, as turmas escolheram dois sonhos que representassem melhor o grupo, estes seriam os sonhos do Chapeleiro e da Alice na dramaturgia coletiva e reinventada. Os sonhos escolhidos foram os do aluno Lucas Pagung, que desejava ajudar a sua família e do aluno Alexandre de Oliveira, que sonhava em conhecer as galáxias.

A estrutura de roteiro foi criada por cenas ilustradas que, juntamente, com o enredo seriam construídos em grupos. Dessa forma, foram divididos em:  A infância da Alice, Alice sem perspectiva de realizar seu sonho, Alice retornando ao mundo mágico e conhecendo o Chapeleiro (resgatando fé), Alice e Chapeleiro juntos buscando a permissão da Rainha de Copas (ela representa os impedimentos dos sonhos de ambos), e por fim, Alice retornando ao mundo real.

As cenas foram realizadas como roteiros de cinema, storyboards e em desenhos, onde cada grupo criou um enredo da temática e cada aluno construiu uma cena ilustrada para que fossem posteriormente unida em um roteiro coletivo da turma, nascendo, assim, o embrião da peça.

 

Cenas

 

Esquerda :Storyboard construído coletivamente e à direita: Cena Rainha Cabeçuda não permite que Chapeleiro conheça novas galáxias.

 

Após a construção do roteiro, partiu-se para as improvisações, que também foram realizadas pelo grupo. 

 

Improvisação com base no roteiro criado pela turma.

 

A construção da cena contemporânea foi criada com a junção híbrida da ação dramática, da criação de um “anima” ,de entrevistas realizadas pelos alunos em ambiente escolar, com pergunta”QUAL O SEU SONHO?” e de uma performance relacional durante a peça. 

 

Construção do Cenário

 

Turma 1403 construindo cenário e à direita, construção do foguete do chapeleiro.

 

           Construção do Anima

 

Construção do anima-Alice comendo bolo e crescendo.

 

Entrevistas

 

        Entrevistas realizadas pelos alunos do 4°ano na escola, durante as aulas de Artes Cênicas.

 

Estética Relacional


 


Teatro Performático utilizando a Estética Relacional com a pergunta QUEM É VOCÊ?

 

 

Apresentação da peça Pelos Caminhos de Alice, Sonhamos

 

Primeira Cena: Alice no palco.

 

 

Alice sendo abordada pelo Chapeleiro e os Loucos.

 

 

Rainha Cabeçuda ordenando: - Cortem as cabeças!

 

 

Alice caindo no buraco-Cena construido em animação e projetada durante espetáculo.

 

 

Final da peça Alunos-atores sendo aplaudidos pela platéia.

 

 

O projeto Compartilhando Sonhos, Construindo Dramaturgias foi realizado durante o segundo semestre de 2017 e a culminância  aconteceu no dia 27 de novembro na E.M.Atila Nunes Neto. A plateia foi composta por responsaveis, além da direção e professores responsáveis

O projeto atingiu o seu objetivo através das praticas teatrais, artísticas e pedagógicas que promoveram a emancipação e o encontro de todos os envolvidos.

 

Informações enviadas pela professora Débora Restum

 

 

Parabéns  a todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

Contato para publicações:

robertavitagliano@rioeduca.net

Contato da E.M. Átila Nunes Neto:

emaneto@rioeduca.net

Contato da profª. Débora Restum:

deborarestum@gmail.com

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 02/04/2018

#SomosTodosRio

Tags: 1ªcre, eventos, projetos.

 

 

Escolas declaram seu amor ao Rio, no mês em que a Cidade completa 453 anos

 

O aniversário da Cidade Maravilhosa não passou em branco nas unidades escolares da 1ª Coordenadoria Regional de Educação.

 

 

 

"Valsa de uma Cidade", canção de Caetano Veloso, deu o tom inicial às comemorações da Escola Floriano Peixoto, em São Cristóvão. Reunidos no pátio da escola, alunos, professores e responsáveis entoaram esse belíssimo hino de amor à Cidade Maravilhosa.

 

 

Alunos cantando "Valsa de uma Cidade", na Escola Municipal Floriano Peixoto

 

 

Letras de música foram pretextos para trabalhos diversificados em sala de aula, com produções escritas, pesquisas e confecções de trabalhos plásticos.

 

 

Trabalhos dos alunos da Escola  Municipal Floriano Peixoto

 

Na escola Júlia Lopes, em Santa Teresa, que atende desde o 1º ao 6º Ano Experimental, os alunos realizaram trabalhos em grupo, analisando o mapa da cidade, identificando os diversos bairros e regiões de nossa cidade.

 

 

Acima, os alunos da Escola Municipal Júlia Lopes trabalhando com o mapa da Cidade.

 

 

Trabalhos dos alunos da Escola Municipal Júlia Lopes

 

Os alunos do segundo segmento do Ensino Fundamental também não ficaram de fora. Na Escola Orlando Villas Boas, os alunos puderam expressar seus sentimentos pelo Rio, declarando o que gostam e o que não gostam na Cidade Maravilhosa: A beleza natural, as praias e a camaradagem do povo da cidade encantam a todos. Entretanto, os estudantes mostram preocupação em relação a violência.

 

 

O Rio merece a Paz de presente! - E.M. Orlando Villas Boas

 

Já os pequenininhos se expressaram, através da expressão artística e plástica , todo seu amor e encanto com a nossa cidade, como podemos ver nos exemplos abaixo:

 

 

EDI Professor Simone Sousa Pimentel 

 

Creche Municipal Homero José dos Santos

 

Parabéns Rio! Nos Amamos Você!

 

Para Saber Mais:

Gerência de Educação

Telefone: 2233-4893

E-mail: gedcre01@rioeduca.net  

 

 


   
           



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