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Terça-feira, 21/08/2018

E.M. Helena Lopes Abranches e a Escola que Queremos

Tags: 7ªcre, projetos.


A Escola Municipal Helena Lopes Abranches vem buscando, nesse primeiro semestre de 2018, refletir e promover, junto com sua comunidade, uma escola participativa e de qualidade para seus alunos.

 

Confira o relato enviado pelo diretor Vitor Hugo Almeida, contando sobre o processo de autoavaliação ocorrido na Escola Helena Lopes Abranches:


Segundo Wallon, a dimensão afetiva ocupa lugar central, tanto do ponto de vista da construção da pessoa quanto do conhecimento. Assim, compreende-se que a Escola é fundamental na formação do ser humano eç na construção de relações afetuosas e mais humanas. Esta, então, deve ser projetada para que seja resultado de um espaço afetivo e estimulador, já que, para ele, “a emoção precede as condutas cognitivas”.


Girling e Keith (1996) afirmam que “o sucesso da escola pode ser impulsionado através da prática de uma administração participativa, voltada para objetivos claros, definidos coletivamente pela comunidade escolar”, o que ocasiona uma relação positiva, entre gestão participativa e a elevação da autoestima das comunidades escolar e local. 

 

 

     Artista plástico Ângelo Campos e painel feito por ele com participação dos alunos.
 

 

 

Escola Municipal Professora Helena Lopes Abranches vem buscando, junto à sua comunidade uma escola de qualidade para todos, viva, participativa, democrática e comprometida com o desenvolvimento pleno de seus alunos. Uma Unidade com identidade própria, com tempo e espaço em constante transformação, buscando a formação de cidadãos cada vez mais críticos e reflexivos, que sejam  corresponsável  nas ações do ambiente escolar.


 

O Processo de Autoavaliação


Em 16 de março, foi iniciado o processo de Autoavaliação com todos os responsáveis da Unidade. O Diretor da Unidade, Professor Vitor Hugo Almeida, recém-eleito, liderou o movimento, juntamente com sua Adjunta, Professora Maria do Socorro de Oliveira Lopes e a Coordenadora Pedagógica, Rita de Cássia da Silva Camilo. 

Foram convocado todos os responsáveis para reuniões, a fim de iniciar o processo de composição do Plano de Ação para o triênio 2018/2020 e traçar as metas para a composição do mesmo. Além de avaliar o princípio do trajeto, os presentes foram convidados a opinar e refletir sobre “a escola que temos” e a “escola que queremos”; processo já ocorrido junto aos alunos e professores, na semana de planejamento e diagnose, consecutivamente.

 


 

Processo de autoavaliação da unidade escolar.

 

 

Após a tabulação dos dados e avaliação de todas as sugestões e críticas elencadas pelos responsáveis, o processo de autoavaliação continuou no Centro de Estudos Integral, de 09 de maio do ano corrente, tendo como base a construção da identidade da escola, com participação de toda a equipe de professores, alunos representantes, pais e funcionários da U.E.

Dessa discussão e a partir de sucessivas reflexões, envolvendo diferentes atores da comunidade escolar, foram estabelecidos os seguintes paradigmas: 

 

* O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E O APRIMORAMENTO DA ESCOLA: A partir do compromisso com a aprendizagem de todos os alunos, a equipe gestora deve valorizar o diagnóstico das potencialidades e eventuais limitações da U.E. para, assim, gerar uma visão compartilhada dos seus desafios e prioridades. Junto com os atores sociais que interagem nesta comunidade, os gestores devem converter as prioridades da escola e da SME em metas e estratégias de ação, assim como potencializar esforços de todos os agentes a favor da execução bem-sucedida do plano de desenvolvimento da escola.


* O PROCESSO PEDAGÓGICO E A QUALIDADE DO ENSINO: Para exercer a liderança no campo pedagógico, é necessário acompanhar o desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem e saber agir na superação coletiva das dificuldades enfrentadas pela U.E., construindo, dessa forma, uma comunidade de aprendizagem que favoreça o sucesso escolar de todos os alunos e um “salto de qualidade” nos resultados. Além de promover atividades prazerosas e atrativas, evitando assim a evasão escolar e o insucesso acadêmico.

 

    Festa da Família.

 


Festa da Família com exposição de trabalhos e apresentações.

 

* O DESENVOLVIMENTO DA EQUIPE E O FORTALECIMENTO DA AUTONOMIA: Ao promover a contribuição dos diversos membros da comunidade escolar, a gestão estimula a cultura da participação, fomenta a responsabilidade coletiva pelo sucesso da escola e reduz o potencial de conflito.

 

             Entrega de certificado aos alunos destaques do bimestre.
 

 

* A ADMINISTRAÇÃO DA ESCOLA E A GESTÃO PARTICIPATIVA: A Equipe Gestora buscará construir uma gestão eficaz e promover a melhora dos procedimentos e da organização escolar, com base num constante processo interno de avaliação. Esta irá analisar as responsabilidades e atividades daqueles que trabalham na escola, bem como o uso das  instalações, de maneira que  os recursos humanos e materiais da escola estejam organizados, criando um ambiente de aprendizagem eficiente, seguro e eficaz.

 

               Alunos eleitos do Grêmio Estudantil com o diretor Vitor Hugo.
 

 

* O FORTALECIMENTO E AMPLIAÇÃO DAS RELAÇÕES DA ESCOLA COM A COMUNIDADE: Pelo impacto do contexto social no funcionamento da escola, a Equipe gestora procurará reestabelecer relações de parceria com os pais dos alunos, além de buscar apoio das organizações da comunidade, na busca do bem-estar e da aprendizagem dos alunos, promovendo a participação da comunidade na escola e da escola na comunidade. Desse modo, busca-se também evitar  a evasão, a não regularidade de frequência e os rendimentos insatisfatórios.

 

     Ação Social realizada na unidade escolar.
 

 

Nesse sentido, os processos de autoavaliação propostos tanto pela Unidade Escolar quanto pela SME mostram que a gestão democrática da educação requer mais do que simples mudanças nas estruturas organizacionais. Ela requer mudanças de paradigmas, buscando a construção de uma proposta educacional e o desenvolvimento de uma gestão diferente, promovendo  um fazer coletivo, permanentemente em processo, baseado na concepção de educação de qualidade.

 

O Projeto Anual : Juntos, nós podemos mais!


Com isso, nasce o tema do Projeto Anual de trabalho da Unidade: “Juntos, nós podemos mais!” que visa melhorar o desempenho acadêmico e social dos alunos, além de atenuar problemas de comportamento, por meio de atividades e situações que aperfeiçoem suas habilidades socioemocionais.

O mesmo tem, por objetivos específicos:


* Compreender a necessidade da afetividade no processo de aprendizagem;
* Identificar os elementos que devem ser constituídos para um bom aproveitamento da aprendizagem;
* Analisar a participação da família como um elemento indispensável para desenvolvimento cognitivo do aluno;
* Desenvolver a autonomia responsável, o senso crítico e a criatividade para o exercício do cidadão em seu meio de interação;
* Orientar o sujeito para gerir e construir seu projeto de vida de forma responsável, durante o seu percurso formativo;
* Ensinar com vistas à aprendizagem e aos conhecimentos historicamente produzidos e socialmente válidos.
* Proporcionar instrumentos para a aprendizagem de valores e conhecimentos por meio de estimulação frequente.

 

Com a intenção de traçar caminhos que permitissem investigar a relação entre o afetivo e o cognitivo no contexto da sala de aula, o projeto terá como eixos a relação entre afetividade e cognição no processo de aprendizagem e a relação afetiva do sujeito com os outros sujeitos, como um elemento instigante no processo ensinar-aprender.  

 

Alunos participando da Copa Helena Lopes 2018.

 

 

Equipe da unidade escolar reunida para a Festa da Colheita 2018.

 

Representatividade

 

A ausência de representatividade negra na mídia é um problema que vai além da falta de oportunidade para os negros e menos favorecidos.

O fato destes não se enxergarem na mídia traz problemas como baixa autoestima, insegurança e outros transtornos psicológicos.

Para driblar essa falta de pertencimento, a Escola Municipal Professora Helena Lopes Abranches contou com a ajuda do Artista Ângelo Campos, que dedicou alguns momentos, durante o mês de julho, para não só colaborar com sua expressão artística em prol da representatividade, mas, também fazer com que os alunos refletissem.  

 

                  Mural pronto feito pelo artista Ângelo Campos na unidade escolar.

 

A mulher negra representa nossas mães. Mulheres guerreiras e aguerridas, são elas o espelho de nossos alunos, e todo o respeito à sua imagem.  d

Ava DuVernay, primeira mulher negra a ter um filme indicado ao Oscar pelo filme “Selma”, resume a importância da representatividade. Assim como Viola Davia, em seu discurso na premiação do Emmy: “A única coisa que diferencia as mulheres negras de qualquer outra pessoa é a oportunidade”.

 

A Escola Municipal Helena Lopes Abranches está desenvolvendo o projeto anual : Juntos, nós podemos mais! O projeto tem os seguintes temas por bimestre:


1º - Juntos, nós podemos mais AMOR, onde destaca-se a empatia entre os alunos, famílias e pares da comunidade Escolar;
2º - Juntos, nós podemos mais CULTURA, onde destaca-se a importância dos aspectos culturais na formação do povo brasileiro;
3º - Juntos, nós podemos mais MEIO AMBIENTE, que reflete sobre o uso do homem tem feito à fauna e a flora;
4º - Juntos, nós podemos mais SOLIDARIEDADE, evocando o clima de empatia e colaboração entre os povos, na proximidade do Natal.

 

Parabéns a todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

Contato para publicações:

robertavitagliano@rioeduca.net

 

Contato da E.M. Helena Lopes Abranches:

emabranch@rioeduca.net

 

 

 


 


   
           



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Segunda-feira, 20/08/2018

As Aventuras de Alfa e Beto

Tags: 1ªcre, educaçãoinfantil, riodeleitores, projetos.

 

De forma lúdica, projeto envolve a família em atividades de letramento em turma de Educação Infantil.

 

Com o objetivo de iniciar o letramento, de forma lúdica e prazerosa , a professora Gisele, da turma de Educação Infantil da Escola Guatemala, desenvolve, ao longo do ano letivo, o projeto “As aventuras de Alfa e Beto”.

 

 

 


Inicialmente, a professora Gisele idealizou e mandou confeccionar dois bonecos, um branco e outro pardo. Os bonecos são irmãos gêmeos e receberam os nomes de Alfa e Beto, em uma alusão ao alfabeto, objetivo fim do projeto.


A professora elaborou uma carta para as famílias, explicando como o projeto seria desenvolvido e como as famílias participariam do mesmo. Na carta as famílias autorizaram a participação das crianças e se comprometeram a zelar pelos bonecos durante a permanência dos mesmos em suas casas.

 

 


No mês abril, a professora apresentou Alfa e Beto às crianças. Explicou que eles eram novos amigos da turma e que, uma vez por semana seria realizado um sorteio entre os alunos da turma para saber qual aluno levaria o amigo para casa. Alfa é o amigo que visita os alunos da turma EI51 e Beto é o amigo que visita os alunos da turma EI52.

 

 

 


O projeto funciona assim: a professora lança uma letra do alfabeto e trabalha com a turma, no final da semana acontece o sorteio e a criança leva o amigo para casa com a proposta de fazer uma aventura em família envolvendo a letra trabalhada. Na sacola personalizada, junto com o amigo, segue o Passaporte de aventuras, onde a família registra a aventura realizada e anexa uma foto.

 

 


 


A primeira aventura foi realizada na escola, para servir como exemplo para as demais. A professora Gisele lançou a letra A e fez a brincadeira Amarelinha com as crianças.

O projeto tem uma página na Rede Social Facebook, onde semanalmente são registradas as fotos das aventuras, de forma que todas as famílias das turmas possam acompanhar o desenvolvimento do projeto.

 

Clique na foto abaixo para acessar a página:

 

 

A partir da letra B as aventuras foram feitas pelas famílias. Eventualmente, a professora realizará aventuras na escola, já que são apenas 20 alunos por turma e o alfabeto possui 26 letras. Alfa foi para a casa da ADRIELLE. A aventura escolhida pela família foi a brincadeira “BATATA QUENTE. Beto foi para a casa da MARINA. A aventura escolhida pela família foi brincar no Balanço da pracinha.

 

 

 

 

E assim, Alfa e Beto vão vivendo várias aventuras, ao longo do ano, seguindo as letras do Alfabeto. Visitaram pracinhas, foram a Feira de São Cristóvão, ficaram em casa... E continuam vivendo muitas aventuras.

 

 

 


Quando o alfabeto terminar, a professora pretende fazer uma festa de aniversário dos amigos como finalização do projeto, preferencialmente no dia da criança.

 

Através do retorno nos comentários na Rede Social e das agendas, além do feedback dado na reunião de responsáveis, já foi possível perceber a satisfação das famílias! “Estamos todos muito animados com o projeto!”, finaliza a professora Gisele Lima Tílio.

 

 

 


E por falar em professora Gisele, outro grande trabalho desenvolvido com Educação Infantil já foi destaque aqui no Portal Rioeduca, “O passaporte da Leitura”. Clique na foto abaixo e releia esse belíssimo projeto.

 

 


 


Para Saber Mais:

ESCOLA MUNICIPAL GUATEMALA

Telefone: 2224-7687

E-mail: emguatemala@rioeduca.net

Direção: Rose Leon

Direção-Adjunta: Marília Amaral

Coordenação Pedagógica: Márcia Cristina Hernandes

Professora Responsável pelo Projeto: Gisele Lima Tílio

 


 


   
           



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Terça-feira, 07/08/2018

EDI Felipe Chega ao Japão!

Tags: 7ªcre, projetos, japão.

 

O EDI Medalhista Paralímpico Felipe de Souza Gomes está desenvolvendo o projeto anual EDI Felipe faz a volta ao mundo. No segundo bimestre os alunos conheceram parte da história e da cultura do Japão. Confira o relato enviado pela unidade escolar e siga junto nessa aventura: EDI Felipe chega ao Japão!

 

Dando continuidade ao trabalho do bimestre anterior, o EDI Felipe de Souza Gomes continua sua aventura, buscando novas culturas e novos destinos!

Após viajar pela América do Sul e Central, chegou o momento de explorar mais um continente, a Ásia, tendo como primeira parada o Japão!

 

       Apresentação dos alunos para a comunidade escolar.

 

É importante ressaltar, que o projeto "EDI Felipe faz a volta ao mundo" visa possibilitar o conhecimento e a valorização de diferentes culturas através de uma viagem pelos continentes e seus principais países.

Ao desembarcar no Japão, os alunos do EDI puderam conhecer diferentes aspectos do país, como a arte do origami e kirigami, assim como, os ideogramas e seus significados. Durante essa viagem, também foram encontrados o Maneki Neko, conhecido no Japão como o gato da sorte, o Monte Fuji e a Sakura (as lindas cerejeiras, que em época de floração são motivo de grande celebração no Japão).

 

   Exposição de trabalhos 

 

Ao estudar os hábitos, costumes e história foram abordados alguns aspectos como as vestimentas tradicionais dos japoneses, os leques e instrumentos musicais como o taiko. O mangá e sua estética também foram trabalhados, especialmente pelas turmas da pré-escola.

A fim de relacionar a cultura japonesa com a do Brasil foi realizada uma apresentação de teatro de varetas, na qual uma menina japonesa fazia amizade com uma brasileira e assim elas trocam muitas informações sobre suas culturas e países.

 

 

     Representação de vestimenta tradicional do Japão.

 

 

Ainda a bordo, o EDI pôde ampliar o conhecimento sobre o Japão a partir de uma encenação baseda na Lenda do Tanabata, realizada pela equipe do maternal 2, que teve como público as crianças dos diversos segmentos.

 

 

      Representação da Lenda do Tanabata.

 

 

Sala decorada com símbolos da cultura japonesa.

 

Para celebrar, no dia 11 de maio os alunos do EDI convidaram seus responsáveis para embarcarem juntos rumo ao Japão, através das atividades desenvolvidas sobre a cultura japonesa. Nesse dia, houve, ainda, uma celebração muito especial o "Ha ha no hi" ( Dia das mães do Japão). 

Dessa forma, a viagem pelo Japão foi encerrada e celebrada com um dia repleto de atividades, apresentações e homenagens das crianças aos seus convidados que puderam, inclusive, levar lindas lembranças confeccionadas pelos pequenos. 

 

 

                              Parabéns a todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

 

Contato para publicações:

robertavitagliano@rioeduca.net

 

Contato do EDI Medalhista Paralímpico Felipe de Souza Gomes:

edimgomes@rioeduca.net

 

 


   
           



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Segunda-feira, 06/08/2018

Bebê Squel

Tags: 1ªcre, educaçãoinfantil, projetos, protagonismo.

 

Crianças escolhem o nome do brinquedo tendo como referência a Porta Bandeira da G.R.E.S Estação Primeira de Mangueira.

 

É um direito das crianças serem ouvidas e para isso as educadoras e educadores da Educação Infantil precisam desenvolver a capacidade da escuta sensível e da observação. A criança é potência e o centro do Currículo. Desse ponto, a Creche Municipal Vovó Lucíola, localizada no Morro da Mangueira, Zona Norte do Rio de Janeiro e que atende crianças do Berçário ao Maternal II, partiu para a construção do Projeto Pedagógico Anual “Viajando no mundo das Artes”, com muitas interações, brincadeiras e descobertas.

 

 

As crianças vivenciam cada vez mais brincadeiras de Faz de Conta e para estimular essas construções iniciaram a confecção de uma casa de papelão. Escolheram e organizaram brinquedos e materiais para compor o cenário, dentre eles bonecas/bebês. Contudo, apesar de todo o envolvimento da turma para a construção desse ambiente lúdico, foi percebida pelas educadoras a necessidade de sensibilizar as crianças para o cuidado com os brinquedos. Sendo assim, uma professora presenteou a turma com uma boneca, que além de compor o cenário possibilitaria o desenvolvimento da afetividade e responsabilidade com o outro, nesse caso o bebê.


Com esse movimento as crianças passaram a nomear as bonecas: “Como vamos chamar o nosso bebê?” Sophia Moreira (3 anos) respondeu: “Essa daqui é Squel!” (apontando para a boneca presenteada pela professora) e as outras crianças embarcaram nessa sugestão de nome. “Sabem quem é Squel?” Algumas sabiam e outras não, e então começaram as pesquisas. A aluna Sophia Moreira contou que Squel é o nome da Porta Bandeira da Mangueira. A Creche ressalta que Sophia tem uma vivência no mundo do samba, sendo sua mãe Passista e seu pai Mestre de Bateria. Dessa maneira, ela trouxe esses saberes para a creche.


A bebê Squel passou a fazer parte da rotina, para além das brincadeiras. Ela começou a freqüentar o refeitório durante as refeições, a ouvir histórias, a ficar na roda!

 

 


 

 


E as educadoras instigavam a curiosidade e o protagonismo das crianças: A gente faz aniversário, né? A bebê Squel também! E a partir disso as crianças começaram a organizar a festa. “O que teremos na festa?” As crianças fizeram a lista com comidas, bebidas e convidados. Além disso, tiveram a ideia de confeccionar uma Bandeira .

 

 

 


Prepararam também os convites para entrega em outras turmas. As turmas foram muito receptivas, brincaram com a bebê Squel e se propuseram a preparar uma receita para a festa. Tudo na festa foi produzido pelas crianças: bolo, docinho, suco e gelatina natural. As crianças cuidaram de cada detalhe.

 

 

 

 

 

 


A musa inspiradora do nome da bebê, a “Squel Grande”, como as crianças a chamam, também foi convidada. A Equipe do Museu do Samba esteve presente, prestigiando a nossa festa. 

 

 


Os músicos do Projeto Batuque Favela, Sacode Mangueira embalaram a festa e transformaram a Creche num grande samba, tocando os instrumentos musicais que fazem parte da Bateria da Escola de Samba. Além de dar depoimentos sobre ser jovem na favela, a importância do Projeto e da Parceria com a Creche Municipal Vovó Lucíola.

 

 

 

 

A Equipe da creche acredita em uma Educação Infantil em que as crianças sejam protagonistas, que criem, compartilhem saberes, construam coletivamente. Sendo são objetivos do trabalho desenvolvido:


• Oferecer condições para que a criança sinta-se cuidada em relação às suas necessidades físicas, emocionais, cognitivas e sociais, através de um ambiente aconchegante, limpo, seguro e estimulante;


• Propor a construção dos espaços com e para as crianças, de fácil acesso a brinquedos, materiais, atividades e brincadeiras pertinentes a faixa etária;


• Vincular a rotina e atividades pedagógicas à cultura da criança e a localidade do entorno, valorizando a diversidade, a identidade étnico-racial e as variadas formas de sentir e se expressar;


• Fazer com que a criança se veja pertencente a diferentes grupos sociais, sentindo-se amada, valorizada e protegida;


• Criar tempos e espaços que favoreçam o percurso criativo infantil através de interações com o outro, de vivências, experiências e do compartilhamento dos saberes;


• Resgatar a importância da creche como um espaço comunitário através do envolvimento dos pais e/ou responsáveis, a família, a comunidade e demais segmentos da sociedade.

 

CLIQUE NA FOTO ABAIXO E VEJA SQUEL DANÇANDO!

 


Para Saber Mais: 

Creche Municipal Vovó Lucíola

Direção: Kathyleen Quintan Pires

Direção-Adjunta: Eleonora Silva de Melo

Equipe do Maternal II – E.I. 31 (Professoras de Educação Infantil Patricia Sodré dos Santos e Luciana Ávila Brioso e Agentes de Educação Infantil Creusa Maria Apolinário e Kelly Barbosa Miranda dos Santos)

Telefone: 2204-0418

E-mail: cmvluciola@rioeduca.net

 


 


   
           



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