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Quinta-feira, 11/04/2013

Projeto Trilhas na E. M. Guandu

Tags: 9ªcre, riocidadedeleitores, leitura, saladeleitura.

A professora Sonia Lima da Sala de Leitura da Escola Municipal Guandu, Unidade da 9ª CRE, está desenvolvendo o Projeto Trilhas e nos conta como esta experiência tem sido divertida e gratificante para alunos e professores da escola.

 

O Projeto TRILHAS é uma iniciativa do Ministério da Educação e do Instituto Natura. Tem como foco apoiar o trabalho docente no campo da leitura e escrita com o objetivo de inserir as crianças do 1º ano do Ensino Fundamental no universo letrado.

 

 

 

O TRILHAS conta com uma Rede de Ancoragem que apoia a implementação do conjunto de material do projeto nas salas de aula, incentivando o bom uso por meio de um processo de formação continuada.


Envolvendo 3.300 municípios, beneficia aproximadamente 72 mil escolas, 140 mil professores e mais de 3 milhões de crianças brasileiras.


Esta iniciativa só é possível graças às Consultoras e Consultores Natura que vendem, sem obter lucro, os produtos da Linha Natura Crer para Ver. Os recursos arrecadados viabilizam o apoio e o desenvolvimento, via Instituto Natura, de iniciativas voltadas para melhoria da qualidade da Educação Pública do Brasil.

 

 

A professora de Sala de Leitura Sonia Lima nos conta que os brinquedos cantados ou brincadeiras de roda sempre fizeram parte do seu trabalho em Sala de Leitura e, dessa vez, ela aproveitou para registrar esses momentos através de dois vídeos animados em que os alunos, além de aprenderem, se divertem muito.


Foram registrados três momentos de atividades nas quais a professora desenvolve em sala de aula, quando está trabalhando na grade, os livros do Projeto Trilha. São obras que estimulam as cantigas de roda e parlendas.


Uma delas é a brincadeira cantada TANGOLOMANGO, “que gosto muito e sempre diverte bastante todo mundo. Mas, peraí... O que é Tangolomango?”


Tangolomango é uma brincadeira folclórica, que geralmente começa com dez elementos (irmãs, filhos, filhas, gatinhos etc.), que vão diminuindo a cada estrofe e termina quando acontece alguma coisa com o último e assim não sobra nenhum. Ainda, segundo o dicionário, é um substantivo masculino que significa malefício ou doença atribuídos a feitiçaria; achaque, azar, caiporismo, infelicidade.

 

 

A disposição das crianças pode ser em roda ou simplesmente em pé. Quando se faz a brincadeira, no momento que na cantiga se diz "deu tangolomango nela", uma pessoa (se for escolhida antes) ou todas as pessoas deve(m) fazer um "remelexo" com o corpo que indique que algo está errado - como um desmoronar do corpo, ou algo parecido.
 

 

 

“A turma 1302 da professora Flavia, foram meus parceiros nessa atividade, muitos risos e atrapalhadas fizeram parte deste trabalho. Foi muito divertido!”

 

 

Outras brincadeiras cantadas usadas pela professora foram as cantigas FiFi e Zé Maluco que são cantigas alegres e que proporcionam muitas viagens no aprendizado e na imaginação. 

 

 

 

A brincadeira cantada é o primeiro passo que a criança dá para a socialização. O resto fica por conta da espontaneidade e isso não faltou na atividade, como nos conta a professora:

"Eles me surpreenderam, pois deram um show!"

 

Parabéns, professora Sonia, pelo belo trabalho que vem desenvolvendo, e por gentilmente compartilhá-lo conosco aqui neste "canal feito para e por todos aqueles que ultrapassam barreiras, superam obstáculos e provam que nada é impossível"!

 

 

 

Profª Márcia Cristina Alves Representante da 9ª CRE:

E-mail: marciacerqueira@rioeduca.net

Twitter: @marciacrisalves

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 29/03/2013

Reinauguração da Sala de Leitura da Escola Municipal IPEG

Tags: 10ªcre, evento, riocidadedeleitores..

 

Haydée Merola Junger, mãe das professoras Mara e Márcia, foi homenageada na Sala de Leitura que recebeu o seu nome.

 

 

A comunidade de Palmares esteve em festa! No dia 7 de março, foi comemorado o 81º aniversário da senhora Haydée Merola Junger, uma das primeiras moradoras do conjunto que fica localizado em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. No dia 8 de março, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, a Escola Municipal IPEG, da 10ª CRE, reinaugurou a Sala de Leitura que passou a denominar-se “Tia Haydée”.

 

Quem é a “Tia Haydée”? Que fatos justificam a escolha do seu nome para designar a Sala de Leitura da mais antiga escola municipal de Palmares?

 

Os alunos saíram em campo e foram pesquisar sobre a vida daquela senhora, mãe de cinco filhos, três homens e duas mulheres que estudaram na Escola Municipal IPEG.

 

Mara e Márcia Merola Junger são gêmeas, foram alunas e professoras da Escola Municipal IPEG, e “Tia Haydée”, desde sempre, foi e é “amiga da escola”, muito antes de qualquer campanha com este objetivo.

 

De acordo com informações obtidas a partir de reportagens publicadas no jornal “O Quilombo” e no “Boletim Palmares”, citadas no jornal “Quarteirão”, edição de março/abril de 2012, página 11, a família de Haydée Merola Junger veio morar em Santa Cruz no dia 30 de dezembro de 1967, no conjunto que havia sido criado no ano anterior pelo Instituto de Previdência do antigo Estado da Guanabara.

 

Na Escola Municipal IPEG, “Tia Haydée” é aquela pessoa lembrada sempre e cercada de carinhos e homenagens por todos que a conhecem há vários anos.

 

 


Na homenagem que foi prestada à “Tia Haydée”, na data comemorativa do “Dia Internacional da Mulher”, alunos da Escola Municipal IPEG declamaram poesias, fizeram a leitura de textos e relembraram fatos que marcaram aquela efeméride, inclusive contando episódios relacionados ao acontecimento do dia 8 de março de 1857, quando operárias de uma fábrica de tecidos que reivindicavam condições dignas no trabalho acabaram sendo sacrificadas. Cerca de 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato criminoso e desumano.

 

Atendendo ao pedido da sua filha Márcia Merola Junger, Haydée contou que também trabalhou, ainda criança e adolescente, em uma fábrica de tecidos, na época em que o Brasil estava participando da Segunda Guerra Mundial.

 

Haydée relembrou os fatos, mesmo sabendo da importância do seu trabalho como esforço de guerra, na sua persistência para continuar estudando no horário noturno, após sair da fábrica.

 

Para a reinauguração da Sala de Leitura, foi confeccionado um “banner” contendo fotos que marcaram alguns momentos da atuação da “Tia Haydée” na comunidade de Palmares e também na Escola Municipal IPEG.

 

 

 

 

 

 

 


Sinvaldo do Nascimento Souza
Representante do Rioeduca na 10ª CRE
E-mail: sinvaldosouza@rioeduca.net
Facebook.com/SinvaldoSouza
Twitter: @SinvaldoNSouza

 

 

 

 

 

                                      

 

 

 


   
           



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