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Quinta-feira, 30/08/2018

Fica a Dica: A importância da Leitura na Educação Infantil

Tags: infantil, sala de leitura, creches, edis, pré-escola, fica a dica.

 

Fica a Dica: A Importância da Leitura

na Educação Infantil

 

As experiências vivenciadas pela criança têm grande influência no seu desenvolvimento e na arquitetura do cérebro. Tudo o que a criança experimenta no mundo externo (vivências, estímulos cognitivos, sensoriais e afetivos) desempenha um papel em sua constituição como indivíduo. Por isso, é importante oferecer afeto, cuidado e estímulos desde cedo.

 

A professora Maria Geralda Pereira , que já exerce há 24 anos a sua paixão na Educação, trabalha, atualmente, na sala de leitura da Escola Municipal Professor Visitação.


Em entrevista com Maria Geralda, pude perceber seu afeto e entusiasmo pelo que realiza com seus alunos, o que determina o resultado positivo no amor pela leitura, na alfabetização e na escrita de seus pequenos leitores.


A professora trabalha com dois projetos que surpreende as famílias e os alunos, pois tornam-se cada vez mais apaixonados pela leitura, são eles: 


PROJETO SACOLA MÁGICA

 

 

Professora Geralda e seus alunos


 

A Sacola Mágica é uma forma de empréstimo dinâmica. Em cada sala de aula da Educação Infantil, há uma bonita bolsa contendo um livro e um personagem do conto em pelúcia.


A cada sexta-feira, um aluno leva seu “pacotinho máginho” para casa, a fim de incentivar a contação de história pelos pais. Na sacola, também há um bilhete simpático com figuras de dedinho para baixo e para cima, perguntando se a criança gostou ou não da história e  uma atividade lúdica sobre o livro.


Quando todos os alunos retornam com a sacola, a professora troca as histórias e os personagens de pelúcia para que comece um novo ciclo de  empréstimo de livro.

 

Os comentários das famílias, afirmam o sucesso da Sacola Mágica:

 

“Este projeto é importante, porque estimula a leitura. Tira as crianças do celular.”
( Relato  de Daniella, irmã de Raphael , do EI 42, da Professora Nicolly)

 

“Eu tive que contar a história três vezes e o Breno gostou muito. Quando o pai chegou do trabalho, o Breno contou do jeito dele a história para o pai. O pai conseguiu entender o que tinha acontecido na história e ele ficou todo feliz.”

( Depoimento de Cintia, mãe do Breno, do EI 31, da Professora Núbia)

 

“A Sacola Mágica é muito muito muito legal, porque a Maria da historinha ri muito.”

(Resposta da aluna Stella, do EI 42, da Professora Nicolly)

 

“ A Sacola Mágica estimula a criança a ler e compartilhar. Até a avó gostou. Todos da família gostaram, porque o projeto é interativo e criativo.”

(Consideração  do pai e da irmã da aluna Pérola, do EI 42, da Professora Nicolly)

 


PROJETO:

CARRINHO DA LEITURA

 

 

"Passava os dias ali, quieto, no meio das coisas miúdas.

E me encantei.“

(Manoel de Barros)

 


Neste projeto, a professora de Sala de Leitura conversa informalmente com o responsável no horário de saída dos dois turnos  e procura incentivá-los a  escolher um livro para realizar uma contação de história ou dramatização em família. Dessa forma, esta experiência  promove o compromisso, a beleza e a paixão das famílias pela literatura.

 


Comentários de responsáveis sobre o projeto:


“ O Breno fica esperando chegar o dia do carrinho para pegar o livro do carrinho. O projeto é excelente!"

( Afirmação de Cintia, mãe do Breno, do EI 31, da Professora Núbia)

“O Carrinho da leitura é uma boa ideia, porque incentiva muito a leitura! 
Eu e a Stella esperamos ansiosamente pela quarta-feira que é o dia de pegar livro no carrinho.”

( Relato  de Francilúcia, mãe da aluna Stella, do EI 42, da Professora Nicolly)

 


 Fica a Dica para Pais e Professores sobre

A Importância da Literatura em casa e na escola.

 


O que a  Contação de Histórias  pode fazer  para tornar ainda mais prazerosa o início da leitura e escrita para as  crianças pequenas?


• Desenvolve a linguagem oral;


• Auxilia na boa qualidade do sono;


• Ajuda a minimizar problemas comportamentais, como agressividade, hiperatividade e comportamento arredio;


• Fortalece o vínculo com quem lê para ela (pais, familiares ou cuidadores);


• Amplifica a atenção, a concentração, o vocabulário, a memória e o raciocínio;


• Desperta a curiosidade, a imaginação e criatividade;

 

. Encorajar sair das redes sociais e ir de encontro ao mundo mágico das palavras.

 

Curtiu a #DICA da Professorsa Geralda?

Então, além de aprimorar seus conecimentos a respeito da importância da literatura na vida dos pequenos, nos envie  também uma Dica de uma experência ou um relato sobre um projeto desenvolvido com as crianças pequenas.

 

Estamos aguardando!

Envie sua experiência para: 

ruteferreira@rioeduca.net

 

 



 


   
           



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Quarta-feira, 29/08/2018

Fica a Dica: Meu Livro de Folclore

Tags: fica a dica, livro, folclore.

 

Livro: Meu Livro de Folclore

 

 

Ainda estamos no mês de agosto e o Fica a Dica não poderia deixar de falar um pouco da nossa Cultura popular. O Folclore brasileiro é o conjunto de expressões populares composto pela mistura de tradições típicas das diversas culturas que formam nossa identidade nacional.


A dica dessa semana é o livro, “Meu livro de Folclore” do escritor Ricardo Azevedo, que nos presenteia com as riquezas de nosso folclore, através adivinhas, parlendas, trava-línguas, contos e outras e outras manifestações da literatura oral brasileira.


Logo no início, o escritor apresenta o conto do “Sapo com medo d’água”. Como assim, um sapo com medo de água? Na narrativa, dois fugitivos da prisão param na beira da lagoa para descansar e beber água, quando avistam um sapo dormindo debaixo de uma samambaia e resolvem fazer maldade com ele. “Olha que desengonçado! – disse um deles... É feio que dói! – completou o outro...” Primeiro pensaram em jogar o sapo no formigueiro, mas devido sua indiferença resolveram que seria melhor picar ele todinho, estavam dispostos a fazer o bicho sofrer. Nada feito, o sapo começou a assobiar uma linda melodia. As ideias continuam, jogar de cima da árvore, fazer churrasco de sapo, porém nada abalava a tranquilidade do sapo. Até que um deles teve a ideia de afoga-lo na lagoa. Nessa hora o sapo começou a gritar: “Tudo menos isso!” o sapo dizia que não sabia nadar. Mesmo com todas as súplicas do sapo, ele foi atirado no fundo da lagoa. O que será que aconteceu com o sapo? Quer uma dica? A história do sapo é um conto de esperteza.


Quando falamos de Folclore as lendas como a do Saci, menino arteiro que mora na floresta, usa gorro vermelho e anda com uma perna só, são as primeiras lembranças em nossa mente, mas a literatura popular não para por aí.


Quem nunca brincou de “Uni duni tê”, ou cantou bem alto, “Um, dois, feijão com arroz; Três, quatro, feijão no prato; Cinco, seis, no fim do mês; Sete, oito, comer biscoito; Nove, dez, comer pasteis.”?


Quem nunca ouviu frases como “Dar nó em pingo d’água”, “Tirar água do joelho”, ou “Maria-vai-com-as-outras” ? Ah! E os famosos ditados populares, “Em terra de cego, quem tem olho é rei” ou o famoso “Em boca fechada, não entra mosca”. O que será que elas querem dizer?

Que tal exploramos um pouco as brincadeiras de adivinhações e aguçar a curiosidade dos seus alunos? Essa é fácil!

O que é, o que é,
Não consegue andar sozinho
Corre até quando não quer
Pode ser grande ou pequeno
Mas tem o tamanho do pé?

 

Nem preciso dizer que esse tema dá “pano pra manga”, né?!

 

 

Fica a Dica! 


Conto com sua participação, professor(a). Mande também suas dicas e sugestões e vamos explorar o mundo literário!
Até a próxima semana!


 
 


   
           



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Quinta-feira, 16/08/2018

Fica a Dica: Sala de Recursos na Educação Infantil

Tags: blogrioeducadores, educopédia, inclusão, sala de recursos, mídias, especialistas, educação infantil, creches, edis, professores de educação infantil.

Fica a Dica:  Inclusão na Educação Infantil

 

 

Nossa Dica de hoje propõe um tema de sensibilidade, estudo, e paixão pela Educação. Falaremos sobre Sala de Recursos, parte da inclusão para Crianças com Necessidades Educativas Especiais.

 

Quem nos enviou a proposta da matéria de hoje foi a Professora Hozama Moura Tibúrcio, da Escola Pareto , 3ª Coordenadoria Regional de Educação.

 

A professora confessa estar apaixonada pelo trabalho, pois considera gratificante acompanhar o desenvolvimento de seus alunos, o que faz seu coração bater mais forte a cada novo passinho, cada gesto, olhar, toque, o segurar dos lápis, o encaixe dos blocos, a escrita das primeiras letras. 

 

Aluno da Sala de Recursos da Professora Hozama

 

Hozama revela a beleza que nem todos podem enxergar na simplicidade da construção de legos grandes e coloridos e a vibração dos pequenos ao compreender sua grande aprendizagem. Sim, estamos falando de crianças pequenas, da pré-escola, pouca idade, mas com um mundo de possibilidades.

 

Hozama além de pedagoga e pós graduada, também é mãe de duas crianças, as quais  acompanha o desenvolvimento.   

 

Trajetória de Sucesso

Um pouquinho de uma  história de transformações

 

 

“A EDUCAÇÃO MAIS EFICIENTE É AQUELA QUE PROPORCIONA ATIVIDADES,

AUTO EXPRESSÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL ÀS CRIANÇAS”.

(FROEBEL)

 

A Educação do Brasil está caminhando para a Inclusão Infantil cada vez mais qualificada. No entanto, quando cito essa caminhada, estamos falando de uma história que por inúmeros países do mundo iniciou de uma forma triste. Havia pouco conhecimento na medicina, e nas culturas desses países, a criança que não seguia os padrões das demais, era apontada como anormal.Graças a pesquisadores da educação e avanços na medicina, caminhamos cada vez mais para acessibilidade, respeito às diferenças e a uma Educação que não desagregue crianças, mas que as dê suporte em suas necessidades educativas. 
 

Fica a Dica: Você sabe o que é uma Sala de Recursos?


 

A Professora Hozama vivencia todos os dias este espaço e nos relata que o trabalho do Atendimento Educacional Especializado (AEE), na Sala de Recursos, tem como objetivo auxiliar o processo de inclusão do aluno especial matriculado em turma regular na rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro, eliminando as barreiras na aprendizagem, superando as suas deficiências, para a plena participação na sociedade e pleno desenvolvimento.

 

O Programa disponibiliza às escolas públicas um conjunto de equipamentos de informática, mobiliários, materiais pedagógicos e de acessibilidade para a organização do espaço de atendimento educacional especializado.

 

Hozama relata que seu ofício na Sala de Recursos com os alunos da Educação Infantil visa investir em condições favoráveis de aprendizagem. É importante considerar que esta etapa escolar favorece o desenvolvimento das competências básicas para os aprendizados posteriores, usando a tecnologia, os jogos, materiais adaptados e materiais confeccionados na própria Sala de Recursos. A professora destaca que a interação dos alunos contribui muito para superação das dificuldades, pois a comunicação entre eles desenvolve a linguagem, a socialização e demais campos.

 

A caminhada Promissora de Nikolas

 

“QUALQUER JOGO EMPREGADO NA ESCOLA, DESDE QUE RESPEITE A NATUREZA DO ATO LÚDICO, APRESENTA CARÁTER EDUCATIVO E PODE RECEBER TAMBÉM A DENOMINAÇÃO GERAL DE JOGO EDUCATIVO”. (KISHIMOTO)

 

É com emoção que a Professora Hozama Moura Tibúrcio relata a história do seu aluno. Na verdade como não compartilhar do sentimento da professora, nós que somos da Educação Infantil e sabemos muito bem os desafios do dia a dia?

 

O aluno Nickolas do Pré 2 tem seis anos e frequenta a sala de Recursos da Escola Municipal Pareto, desde do ano de 2017. Na época em que ele  entrou para rede, chegou a escola e sentiu diferença no ambiente. Ele não conhecia a rotina, os colegas, as professoras e só desejava brincar - normal para a idade de um pequeno em um espaço com tantas oportunidades. Aos poucos ele foi sendo inserido na rotina e com a ajuda dos amiguinhos, que o acolheram com respeito e carinho, Nickolas começou a entender o funcionamento da  escola.

 

Aluno Nickolas descobrindo seu nome

 

Nickolas era agarradinho à sua mochila, onde ele sentava ou andava  a carregava. O que é considerado comum na Educação Infantil . Aos pouquinhos, foi percebendo como era interessante os trabalhos realizados com massinha, blocos de encaixe, jogos no computador, atividades de pareamento. Os “brinquedos” foram se tornando conhecidos do Nickolas e colaborando pouco a pouco em seu aprendizado. Os colegas também ficaram mais perto do pequeno, e essa interação foi de grande importância.

 

Para alegria da Professora e da família de Nickolas, ele já  alçou grandes vôos: Ele reconhece seu nome, as vogais e até mesmo os números! Quanta superação e esforço do pequeno e da professora. Ele já consegue participar de toda a rotina da escola e está aprendendo a gostar de explorar as diversas cores. Ama pintar com as mãos, dedinhos e pincéis! Sabia que ele não apreciava as cores quando chegou? A Professora Hozama Moura do AEE também se une à professora regente na troca de ideias de como trabalhar com ele, de maneira lúdica e interessante, sempre focando no aprendizado.

 

Em 2019, o aluno Nickolas irá para o 1° ano e continuará com seus atendimentos na Sala de Recursos, com foco na alfabetização e na inclusão.

 

As Salas de Recursos Multifuncionais são muito importantes para o desenvolvimento do aluno incluído e um direito também. Caso tenha um aluno ou filho que precise desse apoio, peça ao responsável  para procurar a equipe  gestora que o encaminhará à Educação especial da sua CRE (Coordenadoria Regional de Educação) mais próxima que assim irá encaminhá-lo para a Sala de Recursos mais próxima da sua escola/casa.

 

 Fica a #Dica:

Quais as modalidades  para  uma criança portadora de necessidades educativas especiais na Rede Municipal de Ensino do Rio?

 

Classes Hospitalares - São abertas em hospitais conveniados com a Prefeitura para atender a crianças e adolescentes internados em enfermarias, a fim de proporcionar-lhes aprendizado. Há 11 unidades conveniadas, entre elas os Hospitais do Câncer, Jesus e Hemorio.

Classes Especiais - Funcionam em escolas regulares, sendo uma das alternativas de educação inclusiva, em que portadores de necessidades educacionais especiais compartilham com os demais colegas atividades comuns a todos na escola.

Salas de Recursos - Prestam atendimento a alunos portadores de necessidades educacionais especiais, matriculados nas classes regulares. Nestes espaços, são utilizados recursos específicos que sirvam às necessidades deles e auxiliem o incremento do aprendizado. A freqüência à sala de recursos é em horário diferente ao da classe regular.

Professor Itinerante - Assessora o trabalho desenvolvido com o aluno portador de necessidades educacionais especiais  já integrado em turma regular. Acompanha e dá suporte à escola que recebe este aluno, ao professor e ao responsável.

Professor Itinerante Domiciliar - Atende a alunos portadores de necessidades educacionais especiais em suas residências. Atualmente, há 21 alunos beneficiados por este tipo de atendimento.

Pólos de Educação Infantil: São 27 pólos destinados ao trabalho educacional com alunos portadores de necessidades educacionais especiais, na faixa etária de 0 a 3 anos e 11 meses.

 

Fonte:
http://www.rio.rj.gov.br/web/sme/exibeconteudo?article-id=96318

 

Fica a Dica:

Faça como a Professora Hozama Moura e compartilhe com toda a rede

o sucesso de seus alunos. 

Envie #Dicas, relatos e postagens para ruteferreira@rioeduca.net

 


   
           



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Quarta-feira, 15/08/2018

Fica a Dica: Livro Tenho Monstros na barriga

Tags: fica a dica, livros, monstros.

 

Livro: Tenho Monstros na Barriga

 

 

 

Em consonância com a Semana de Educação Socioemocinal que ocorrerá no final do mês de agosto, a dica de hoje é o livro, “Tenho Monstros na barriga”, da Tonia Casarin.


O livro conta a história de Marcelo, um menino que afirma sentir um monte de coisas na barriga. Sua mãe sempre diz: “Você deve estar com fome. Ou com vontade de ir ao banheiro.” Ele tentava ir ao banheiro, comia fruta, mas nada acontecia.


Um dia, enquanto contava para a mãe do golaço que fez na escola, sentiu de novo alguma coisa na barriga, e logo sua mãe identificou o que era e disse que o que ele estava sentido tinha um nome e se chamava sentimentos. Entretanto, Marcelo resolveu chamá-los de monstrinhos.


Quando fazia um gol no futebol ou brincava com seu pai no parque, o monstrinho da Alegria apontava na sua barriga, mas quando se machucava ou seu melhor amigo não emprestava o brinquedo que ele queria era o monstrinho da Tristeza que aparecia.


As vezes sentia um monstrinho agitado na barriga, principalmente quando sua irmã mudava o canal da televisão ou seus pais não lhe davam atenção. Nessas horas, quando o monstrinho da Raiva despontava queria gritar e mostrar para todos o tamanho da sua força.


Havia também o monstrinho do Medo, que deixava as pessoas iguais a estátuas e as impedia de aprenderem coisas novas, porém percebeu que a Coragem podia surgir junto com o Monstrinho do Medo. “Ué, tem espaço pra mais de um monstrinho ao mesmo tempo na minha barriga!” E quando isso acontecia se sentia igual aos heróis com super-poderes para enfrentar o Medo.


E para cada novo sentimento que experimentava, nascia um novo monstrinho. Ele conheceu o monstrinho da Curiosidade, o monstrinho do Orgulho, o monstrinho do Ciúme e percebeu que já que convivia com eles dentro da sua barriga, por que não poderia virar amigo deles.

 


Agora é nossa vez. Vamos falar de sentimentos?

 


Sentimento é um ato de sentir, é um estado afetivo, uma emoção que se produz em decorrência de distintos acontecimentos, sejam eles positivos ou negativos, atuais ou já vividos. Todos nós somos dotados de sentimentos. As emoções nos acompanham no decorrer de nossas vidas e quanto mais cedo soubermos distingui-las melhor para entendermos e trabalharmos suas causas e consequências no nosso cotidiano.


O primeiro passo para desenvolver nossa inteligência emocional é saber dar nomes aos nossos sentimentos. Então, vamos criar os nossos monstrinhos? Pergunte a seus alunos o que te deixa feliz? Você já sentiu medo? O que aguça a sua curiosidade?

 

 

Saiba mais sobre a Semana de Educação Socioemocional clicando aqui

 

 

 

Fica a Dica! 

 

Conto com sua participação, professor(a). Mande também suas dicas e sugestões e vamos explorar o mundo literário!
Até a próxima semana!

 


 


   
           



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