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Sexta-feira, 15/06/2018

Fica a Dica: O Menino que Colecionava Guarda-chuvas

Tags: fica a dica, livros.

 

O Menino que Colecionava Guarda-chuvas

 

Olá!


O livro dessa semana foi tirado das aulas da Educopédia. Voltado para Educação Infantil, o livro O menino que colecionava Guarda-chuvas, escrito por Alexandre de Castro Gomes, ilustrado por Bruna Assis Brasil, faz parte do acervo da “Minha Primeira Biblioteca”.


Nessa história, Chico, nosso personagem principal, é um colecionador, mas não de objetos comuns para uma criança... Brinquedos e bolas não tem tanta importância. Chico gosta mesmo é de colecionar guarda-chuva, de formas, cores e desenhos variados.


“Ninguém perguntava o que o Chico queria quando chegava seu aniversário. Sabiam apenas qual presente não seria guardado no fundo do armário.”


De espada de Mosqueteiro a um gancho de pirata, de um simples pião a um escudo montado em seu alazão. Ser estrela de rock, conhecer o bem e o mal, montar um acampamento ou fazer rabiscos no chão.


Afinal de contas, só é preciso usar a imaginação.


“Vou contar agora um segredo com cuidado e muito jeito. Guarda-chuva é meu brinquedo. Não o utilizo para o que é feito.”


O brincar é natural para qualquer criança, é uma forma de explorar e compreender o mundo a sua volta, é forma de comunicação e interação. Assumir vários personagens, criar universos, dar asas aos pensamentos e sentimentos, estimular a imaginação.
 

Vamos criar nossos brinquedos?


Sucatas de todos os jeitos, potes, caixas, embalagens, galhos, folhas, panos e pedras, tudo pode virar brinquedo. É hora de colocar a mão na massa e deixar a imaginação fluir.
 

Fica a dica! 

 


Conto com sua participação, professor(a). Mande também suas dicas e sugestões e vamos explorar o mundo literário!

Até a próxima semana!

 



 


   
           



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Quarta-feira, 13/06/2018

Fica a Dica: o trabalho de percepção sonora

Tags: percepção, sons, ambiente sonoro.

 

Fica a Dica: o trabalho de percepção sonora

 

 

 

Olá!

Estamos aqui, mais uma semana, falando sobre atividades em Educação Musical!

Hoje, escolhi falar sobre o trabalho de percepção do som. Este exercício propicia ampliar o conhecimento musical do aluno e sua percepção dos sons ao seu redor, além, é claro, da percepção musical propriamente dita.

A percepção do ambiente sonoro, próximo ou distante, desenvolve a capacidade de entendimento dos elementos da música. Crianças estimuladas auditivamente tendem a criar impactos positivos na capacidade de um indivíduo de conhecer a música. (Segundo RCNEI – Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil - BRASIL, 1998).

Em sala de aula, ressalto aqui uma atividade simples e muito interessante que podemos fazer para explorar/observar esses sons que nos rodeiam.

Podemos pedir aos alunos, inicialmente, que fechem os olhos e “abram” os ouvidos e, assim, eles conseguem perceber o menor dos sons que os cercam.

Faça isso ressaltando que eles observem os sons que os rodeiam dentro da sala de aula, depois na escola como um todo (fora da sala), e depois, ainda, uma observação dos sons que rotineiramente ocorrem em suas casas, mas nunca percebidos com tanta atenção. Vale também pedir que eles façam, em casa, uma observação e relato desses sons. 

Essa atividade faz com que os alunos comecem a prestar atenção nos menores sons/ruídos possíveis e conseguem, assim, “abrir” seus ouvidos e prestar atenção no mundo que os cerca. Aquilo que sempre é tão normal e pouco percebido no dia-a-dia, acaba sendo mais um elemento para observação, revelando significados nunca antes explorados.

Ao abordar esses elementos, acabamos por trabalhar, também, as propriedades dos sons: altura, duração, intensidade e timbre, que são parâmetros de classificação.

Altura se refere ao que é grave, médio ou agudo (e não ao que é “alto” ou “baixo”, pois isto trata-se de “volume”); intensidade refere-se ao som forte ou fraco, a intensidade na qual o som é produzido; duração do som refere-se a sons longos e curtos, o tempo que o som “dura” em nossos ouvidos num determinado período de tempo, representados pelas figuras musicais de som/silêncio; timbre refere-se à característica peculiar de cada som.

A voz humana possui timbres diferentes entre si, assim como, os instrumentos musicais. Mesmo de longe, ao ouvir determinado som, conseguimos identificar de qual fonte sonora o mesmo está sendo produzido. Essa classificação se dá graças ao timbre.

Esses parâmetros podem ser trabalhados de diversas maneiras: podemos fazer relações associando um som grave ao som de um carro, por exemplo, e comparando-o com o cantar de um pássaro, que denota um som mais agudo. Fazendo uma comparação entre um e outro, podemos chegar a algumas conclusões e exemplificar isso em sala.

Podemos, também, demonstrar esses parâmetros com instrumentos musicais simples, fazer jogos musicais relacionando sons graves/agudos numa brincadeira de morto x vivo. Uma dica é explorar a intensidade dos sons também com instrumentos simples da bandinha, pedindo para que os próprios alunos realizem essas ações, assim como, ao ouvir músicas explorar as  "nuances" e acompanhar com gestos corporais, ou grafando essas "nuances" com grafias alternativas de registro musical, ressaltando, ainda, as mudanças que ocorrerem na duração, na altura, na intensidade. 

Futuramente, esse ouvido mais apurado será uma grande ferramenta na prática musical em si, pois somos capaz de executar melhor, se soubermos escutar com atenção. . 

Portanto, o trabalho de ampliação da percepção sonora é importante para a execução musical. Fazer uma apreciação atenta dos sons da natureza, dos sons do ambiente próximo e distante, do som musical propriamente dito, só corrobora para a melhora da prática em si.

 

Essa é a nossa dica da semana! Gostou? Esperamos sua sugestão! smiley

Fica a Dica! 

 


   
           



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Segunda-feira, 11/06/2018

Fica a Dica Infância: Descobertas e Alegrias na Apreciação e Cuidado com a Natureza

Tags: rioeduca, educação infantil, creches, edis, primeira infância.

 

Descobertas e Alegrias na Apreciação e Cuidado com a Natureza

 

 

As crianças pequenas são capazes de aprender com a natureza? O que sentem quando tocam e observam árvores, plantas, e bichinhos?

 

As Creches e EDIs (Espaço de Desenvolvimento Infantil) são capazes de realizar um  projeto de excelência com as crianças e a natureza dentro do ambiente escolar? Como desenvolver estas ideias na prática?

Para estas questões, temos hoje a super dica da Creche Municipal Adalberto Ismael de Souza.

Tatiana Gregório C. Araújo, gestora da Creche, planejou com toda a comunidade escolar o projeto : Muito mais Verde e Rosa - Mãe Natureza, Mãe de todas as mães.


O projeto envolveu a comunidade de forma tão relevante que até mesmo a equipe se surpreendeu com o sucesso. Para dar o pontapé inicial, a equipe teve como objetivo informar e esclarecer a comunidade escolar que os recursos do nosso planeta e os que derivam deles são finitos. Dessa maneira, há a necessidade de dedicar atenção ao consumo consciente. Uma das formas mais viáveis para a participação de todos seria a produção de menos lixo e sua transformação, através da reutilização e reciclagem.

As crianças abraçaram a ideia, que foi compreendida por elas através de rodas de conversa e demonstrações do mal que o lixo faz a natureza.  Mas, o que encantou aos pequenos foi a metamorfose de detritos (papéis, garrafas, objetos de plásticos) em brinquedos dos mais variados. Era galho que virava espada e folha que virava um barquinho.Fizeram bonecos e até um robozinho que virou mascote!

É enternecedor apreciar a emoção no rosto das crianças ao perceberem que aquilo que poderia estar dentro da lixeira, transformou-se em carrinho, boneca, caminhão, telefone e em outras muitas possibilidades. Enquanto protege a mãe natureza, o pequeno guardião se descobre um artista!

Para os pequeninos a transformação de lixo em brinquedo era uma mágica! Enquanto a brincadeira acontecia, eles desenvolviam noções de consciência ambiental, observação da natureza e habilidades sensoriais e motoras, geradas pela arte produzida e as emoções próprias da autonomia da criação.

A #Dica da creche é que as crianças devem sempre estar perto da natureza, para que desde pequenos aprendam a amar e respeitar não só o meio ambiente, mas aos  outros e a si mesmo. Transformar lixo em brinquedo é diversão, arte e também o  entendimento que cada pessoa, criança ou adulto, é capaz de proteger o ecossistema, gerando mais vida e cuidado à terra que habitamos e que sustenta a cada um de nós.

A Natureza nos convida a brincar!! Cada folha, cada galho, pedra, ou simplesmente o vento nos proporciona momentos mágicos de infinita criatividade,  que certamente estarão nas memórias infantis de forma especial.

 

Que tal usar a Dica da Creche Adalberto Ismael de Souza para realizar projetos e atividades de reciclagem, brincadeiras e culminâncias com os trabalhos produzidos pelas crianças? Aproveite e convide as famílias para participar também!

A mãe natureza agradece!

Fica a dica!

Educadores de Creches e EDIs, enviem  também suas dicas e sugestões!

Vamos trocar ideias, projetos e atividades do encantado mundo da Educação Infantil

 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 08/06/2018

Fica a Dica: Livro Um amor de Botão

 

Livro: Um amor de Botão

 

 

Olá!
Essa semana vamos falar do livro, Um amor de Botão, da francesa Pauline Carlioz. A dica é da Alessandra de Oliveira, integrante da equipe de Audiovisual.


A princípio um livro grande, de capa dura, mas ao abrir o livro duas histórias aparecem, uma de cada lado. Seriam duas histórias, separadamente, ou duas versões que se entrelaçam?


De um lado está a Senhorita Odete, do outro o Senhor Mateus.


Ela tem paixão por roupas, ele adora vestir-se com todo cuidado e ambos disfrutam a mesma paixão: os casacos, sejam eles listrados ou floridos, esporte ou ingleses.


Ela, vive a exibi-los. “Agora mesmo ela sai, linda e saltitante, da butique chamada - Ao Casaco Elegante. Ficou sem um tostão, mas está tão contente com sua compra mais recente: Um belo casaquinho florido e multicolor, com uns botõezinhos que são um amor!”


Enquanto ele, os compra às dezenas. “E dá um bom lucro à dona sorridente, que conhece muito bem seu cliente: - O senhor Mateus bem feliz ficou com o sobretudo caro que de mim comprou! E lá se foi Mateus, todo charmoso. – Este tecido reforçado é maravilhoso! Um casaco feito para todas as ocasiões. E não são uma graça esses seus botões?!”


Ela de tão feliz não quer largar, ele sabe que no escritório vai arrasar.


Ela ficou surpresa que um botão do casaco desapareceu, ele ficou indignado que um botão do casaco tomou chá de sumiço.
Afinal, onde foram parar?


Ela está desapontada, ele chateado. E, então, os dois começam a procurar. Será que vão encontrar?


O amor pode surgir de onde menos se espera.


Afinal, o que é o amor? Amor é um sentimento intenso de atração entre duas pessoas, é querer o bem a algo ou alguém, aquilo que é objeto de interesse ou entusiasmo, é tudo que é considerado positivo e agradável.


O amor se manifesta de diferentes formas, o amor próprio, ou a dedicação ao próximo, o amor daqueles próximos a você, ou o simples ato de ler, o amor de tudo que é bonito ou daquilo que não temos palavras para descrever.


Em tempo de violência, que tal falarmos um pouco de amor? Pergunte a seus alunos, o que eles mais amam.


Fica a dica! 

 

Conto com sua participação, professor. Mande também suas dicas e sugestões e vamos explorar o mundo literário!

Até a próxima semana!

 



 


   
           



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