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Segunda-feira, 28/05/2018

Fica a Dica: Educação Infantil em Foco

Tags: educação infantil, creches, edis.

 

Fica a Dica:

A vez da Educação Infantil

 

 

Olá!

Meu nome é Rute Albanita, sou pedagoga e especialista em Supervisão escolar e Educação Infantil pela UNIRIO. Há 10 anos, atuo como gestora da Creche Municipal Sempre Vida Parque da Conquista, no Caju. Sou uma apaixonada pela Educação Infantil e também por redes sociais. Por esse motivo, é com muita satisfação que informo:  a Educação Infantil ganhou um espaço a mais, toda semana, no Portal RioEduca.

Os Educadores que trabalham neste segmento vivem cotidianamente a alegria e o esforço do Educar e cuidar de crianças de 6 meses a 3 anos e 11 meses, nas creches e nos EDIS (Espaços de Educação Infantil) e crianças de 4 anos a 5 anos e 11 meses, na Pré-escola. 

Esse segmento escolar possui desafios e exige do profissional, seja Professores de Educação Infantil, ou Agentes de Educação Infantil, conhecimento teórico, compreensão dos documentos oficiais da Secretaria Municipal de Educação, do MEC e da nova BNCC (Base Nacional Comum Curricular). A partir de todo esse conhecimento, deve-se, ainda, acrescentar muita disposição, criatividade, planejamento e inovação nas práticas do dia-dia, assim como registro das atividades e de suas etapas de elaboração e execução.  

O trabalho é árduo, entretanto, há uma grande paixão e devido a isso surge o questionamento: Com tanto trabalho, o que move os educadores a trabalharem de modo tão apaixonado com as crianças pequenas? Como uma entusiasta pela Educação Infantil, considero que uma possível resposta é que esses profissionais são movidos por meio do encantamento pelos pequenos e por todo aprendizado envolvido. Além disso, Cuidar e Educar é muito importante, pois é a base e resulta em aprendizados para toda a vida.

Por acreditarmos que muitas são as práticas de excelência espalhadas nas Unidades de Educação Infantil e para que as mesmas não se limitem aos murais escolares, criamos esse espaço semanal aqui no Rioeduca. Os objetivos principais são valorizar e divulgar boas práticas. Um espaço para que você, professor, compartilhe suas praticas, dicas, atividades e projetos com outros docentes e enriqueça cada vez mais o trabalho de toda a Rede.

Somos muitos, uma multidão de transformadores, que ensinam aos pequenos com toda criatividade, imaginação, paciência e amor. Acompanhamos os primeiros passos, a ampliação do vocabulário, os desenhos que se aprimoram. 

Que tal ultrapassar os muros da escola, ganhar mais espaço, trocar experiências e valorizar ainda mais toda nossa capacidade imaginativa e inovadora? Compartilhe conosco suas experiências para que esse espaço seja significativo e colaborativo, divulgando o que fazemos de melhor com nossos pequenos. 

 

 

Envie seu trabalho ao e-mail ruteferreira@rioeduca.net para que seu trabalho possa ser compartilhado e reconhecido por nossa Rede!

 

Aguardamos sua dica! 

 


   
           



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Sexta-feira, 25/05/2018

Fica a Dica: Livro O almoço

Tags: dica, livro, almoço.

 

 Livro O almoço

 

 

 

Olá!


Contar uma história nem sempre é ler suas palavras. A Dica dessa semana é da professora de Português, Else Emrich.

O livro, O Almoço, do premiado artista Mario Vale nos traz cenários coloridos e personagens feitos de papéis recortados e uma história sem texto.

Na primeira página, vemos nosso personagem olhando diretamente para um buraco. O que será que ele está pensando? Será que alguma coisa vai sair desse buraco?


Curioso ele chega mais perto para olhar. Hum!!! Até o passarinho que estava na árvore se aproxima. Não satisfeito ele enfia a mão no buraco. Ops!!! Um coelho.

Nas páginas seguintes observamos nosso personagem em uma cozinha... preparando uma refeição. O que será que teremos para o almoço? Vamos dar asas à nossa imaginação? 

Com linguagem não verbal, ou seja, a comunicação sem as palavras, podemos trabalhar a intuição e a criatividade, como forma de apreensão do mundo e percepção da realidade, que são fundamentais para o desenvolvimento das nossas crianças. Vamos refletir sobre aquilo que vemos, afinal nem tudo é o que parece ser.

Vamos deixar nossos alunos contarem essa história e criarem um final, antes de mostrar como essa história termina?!

 

Fica a dica! 

 

Conto com sua participação, professor. Mande também suas dicas e sugestões e vamos explorar o mundo literário!

Até a próxima semana!

 



 


   
           



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Quarta-feira, 23/05/2018

Fica a Dica: Como trabalhar a música popular brasileira com crianças?

Tags: música brasileira, educação musical, dica.

 

Fica a Dica: Como trabalhar a música popular brasileira com crianças?

 


 

 

Hoje vou falar sobre um assunto que já trabalhei bastante em sala de aula com meus alunos, inclusive com os pequenos: a música popular brasileira.

É muito importante que eles tenham o conhecimento da nossa história/cultura musical, para entender em que panorama cultural estão inseridos.

Sempre tentei tratar de maneira objetiva os artistas e os movimentos musicais selecionados, tentando sempre articular com as peculiaridades de cada turma ou ano escolar que estava sendo atendido.

Na internet encontramos bastante material sobre o assunto, mas posso citar aqui um dos livros que mais uso com os alunos: “Histórias da Música Popular Brasileira para Crianças”, de Simone Cit, com ilustração de Iara Teixeira.

O livro acompanha CD com os áudios das músicas citadas no livro, cantadas pelo Coral Brasileirinho (incluindo aí “Pelo Telefone”, o primeiro samba gravado).

No livro são contadas histórias sobre o samba e seus principais artistas, através de páginas dedicadas à casa de Tia Ciata, relatos sobre Noel Rosa, Pixinguinha, Adoniran Barbosa, Chiquinha Gonzaga, Assis Valente...

Possui textos adequados para crianças pequenas, leves, resumidos, com a inserção de músicas ao longo dos mesmos, que são o fio condutor para a contação dessas histórias. As canções são bastante animadas e cantadas, também, por crianças. Várias outras atividades podem ser somadas a essas contações. 

Podemos incluir nessas práticas a exploração corporal como fonte sonora, a apreciação musical, o aprendizado das letras das canções, trabalhar a criatividade, entre muitas outras.

Ao descobrir essa referência, achei sempre importante inseri-la. É possível, portanto, “prender” a atenção das crianças com as narrativas e somar aí outras propostas, adequando-as sempre às respectivas faixas etárias.

Além do livro citado, para os maiores, temos atividades sobre o samba e a música brasileira em algumas aulas da plataforma “Educopédia” (www.educopedia.com.br – você pode acessar através do seu e-mail Rioeduca ou, ainda, como visitante, sem diferença alguma na forma final da aula).

Lá temos, por exemplo, uma aula intitulada “O show tem que continuar: do samba ao pagode, a transformação de um gênero" (6º ano).

Nessa aula, é tratada a origem do pagode (o pagode como produto de transformação do samba), com vídeos e textos explicativos, quizzes, áudios que exemplificam a aula. O conteúdo enfatiza, principalmente, a nossa localidade, o Rio de Janeiro, e no qual nossos alunos estão inseridos.

Ressalta, também, os instrumentos musicais utilizados no samba e no pagode, as letras das canções, que focam, principalmente, nas relações sentimentais. 

Nossa música popular não se resume ao samba e nem ao Rio de Janeiro somente, é claro. Aqui foi feito um primeiro recorte e, futuramente, novos movimentos poderão ser relacionados nesse espaço.

Abordar a nossa música é fundamental para a construção de pertencimento e identidade cultural dos nossos alunos. Além disso, os mesmos serão capazes de conhecer a nossa raiz musical, os movimentos os quais eles muitas vezes já fazem parte e, com o auxílio de um embasamento teórico/prático, poderão apreciar e enriquecer cada vez mais sua bagagem cultural.

 

Essa é a nossa dica da semana! Gostou? Escreva pra gente! smiley

 


   
           



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Sexta-feira, 18/05/2018

Fica a Dica: Livro A boca da noite

Tags: dica, livro, boca.

 

Livro A boca da noite

 

 

 

Olá!
A dica dessa semana é da Professora Rita Vaz, integrante da equipe de Audiovisual. Dentre suas sugestões, vamos falar do livro, “A boca da noite”.


Destaque no Brasil e no exterior, o premiado livro do autor Cristino Wapichana, com ilustração de Graça Lima, narra uma maravilhosa aventura vivida por Kupai, na companhia de seu irmão Dum, mostrando um pouco da cultura do povo Wapichana, suas histórias e seu cotidiano.


A Narrativa se inicia com os irmãos correndo em um fim de tarde pela floresta “Não consigo ir mais rápido, mano!” “Ele não vai esperar, Kupai! Vem! Vem! Vem...” O que será que eles vão aprontar?


Do ponto mais alto da Floresta, conhecida como Laje do Trovão, onde eles podiam ver toda a aldeia, ficam observando o sol mergulhar no rio. Será que ele vai se afogar? Perguntou Kupai, fascinado, ao seu irmão. “Claro que não, Kupai! Ele só está tomando banho para dormir...” Afinal, quem poderia imaginar que o sol precisava tomar banho...


Ao voltarem para aldeia, seu pai esperava de cara amarrada. Sabiam, só de olhar, que tinham sido descobertos. Pela desobediência, seria difícil escapar de uma boa punição, entretanto, nenhum castigo poderia ser maior do que aquela aventura.


Enquanto tomava banho no rio, não conseguia parar de pensar. Será que o sol dorme dentro do rio? Será que quando mergulha precisa respirar uma única vez? Será que passa a noite inteira lá dentro, num folego só? Kupai não conseguia parar de pensar nisso.


Naquela noite, com a família toda reunida depois do jantar, o Pai dos meninos começou a contar uma história e, claro, envolvendo a Laje do Trovão. Eles sabiam que era muito perigoso lá em cima e todos tinham medo de subir até lá, pois como se dizia era possível até atrair temporal. Entretanto, era uma história diferente de todas as outras que já ouviram. Era a primeira vez que ouviam falar sobre a “boca da noite” e dessa vez seus ouvidos ficaram alertas.


“Fiquei imaginando como era o corpo da noite... Pois se tem boca, tem que ter cabeça, nariz, orelha, cabelo, braços, pernas, mãos, pés... Será que essas partes são parecidas com as do nosso corpo? Porque se tem boca, deve haver um corpo! Nem me preocupei com o restante da história. Eu precisava mesmo era descobrir como era a “boca da noite.”


Afinal, o que seria a “boca da noite”? Vamos perguntar aos nossos alunos?


A boca da noite é uma história que nos faz mergulhar, nas belezas e ensinamentos dos povos indígenas. Podemos trabalhar as diversidades culturais, mostrar que existem vários povos, com diferentes tradições e que nenhuma é mais importante que a outra, por mais que sejam totalmente diferentes.


Fica a dica! 

 

Conto com sua participação, professor. Mande também suas dicas e sugestões e vamos explorar o mundo literário!

Até a próxima semana!

 

 


   
           



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