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Quarta-feira, 16/05/2018

Fica a Dica: A importância da educação musical na infância

Tags: educação musical, infância, música.

 

 A importância da educação musical na infância

 

 

A música está presente em diversas circunstâncias da nossa vida. Ela nos cerca e nos acompanha cotidianamente, seja como entretenimento, na apreciação artística e cultural, ou como ferramenta que apoia e complementa a compreensão de outras competências. Mais do que isso, a música é uma grande aliada no processo ensino-aprendizagem.

Volta e meia vemos publicações que apostam na eficácia da contribuição das artes, em geral, ao desenvolvimento do aluno, principalmente nas fases iniciais:

 

“Um dos principais aspectos que a música representa no processo de ensino-aprendizagem é o estímulo ao uso dos sentidos pelo aluno. Qualquer experiência musical, independentemente do estilo e dos instrumentos utilizados, promove maior habilidade de observação, localização, compreensão, descrição e representação em quem toca e quem ouve.”

(http://novosalunos.com.br/musica-na-escola-entenda-a-importancia-no-processo-de-ensino-aprendizagem/)

 

A proposta de utilização da música, desde a infância, não reside, apenas, na possibilidade de um determinado aluno tornar-se um instrumentista no futuro, mas sim como forma de possibilitar e ampliar o trabalho realizado em paralelo com outras habilidades, como as de leitura, interpretação, raciocínio matemático e por aí vai.

De qualquer forma, porém, não será surpresa se dissermos que o aprendizado de um instrumento musical traz muitos benefícios para o indivíduo de qualquer idade, pois podemos observar melhoras na disciplina diária, no aumento da capacidade de memorização, no lidar com o trabalho em equipe e no aperfeiçoamento da coordenação motora.

Enfocando, entretanto, no objeto desse relato, nas fases iniciais da criança, a música desenvolve, também, capacidades relacionadas à concentração, amplia a inter-relação pessoal, estimula a criatividade, além de contribuir no crescimento emocional e na sua capacidade de comunicação.

 

“A utilização da música, bem como o uso de outros meios artísticos, pode incentivar a participação, a cooperação, socialização, e assim destruir as barreiras que atrasam o desenvolvimento curricular do ensino.”

(https://monografias.brasilescola.uol.com.br/pedagogia/a-importancia-musica-na-educacao-infantil.htm)

 

Muitas atividades com música podem ser realizadas com os pequenos: o canto utilizando cantigas de fácil assimilação, brincadeiras e jogos, exploração de instrumentos, atividades coletivas de cooperação e integração, entre outros. São diversas as possibilidades a serem exploradas.

Com a música, há também o progressivo aumento da sensibilidade, da sensação de pertencimento a uma cultura e comunidade e do desenvolvimento da sua autoestima. Inclusive, a valorização da autoestima é um grande passo para que essas crianças, quando jovens/adultos, sejam protagonistas do seu próprio caminho!

 

“A música produz um tipo de prazer que o ser humano não consegue viver sem.” (Confúcio)

 

Essa é a nossa dica da semana! Gostou? Escreva pra gente! smiley

 


   
           



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Segunda-feira, 14/05/2018

Fica a dica Alfabetização: Com as Youtubers do Redescobrindo

Tags: fica, dica, alfabetização.

 

Fica a dica Alfabetização

 

 

Olá!

Confira toda semana um vídeo novo no Canal Redescobrindo no YouTube: https://bit.ly/2rInGg9  .

 

Como surgiu o Redescobrindo:

No final do ano de 2017, durante o período de aplicação do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), uma matéria no jornal chamou a atenção. A notícia falava de como os alunos do ensino médio recorrem, cada vez mais, a plataformas de vídeos na internet para estudo (no caso mais conhecido, o site YouTube). A reportagem falava ainda das múltiplas formas que esses alunos encontravam em tal ferramenta para estudar ou relembrar os conteúdos da avaliação.

Começamos, então, a questionar como gostaríamos, também, de ter essas ferramentas disponíveis para as crianças em processo de alfabetização. Para quem procura por aulas sobre álgebra, aritmética, regras ortográficas, acontecimentos históricos ou conhecimentos gerais, dentre outros, não faltam opções na internet, porém, para pais, alunos e professores que pesquisam conteúdos sobre o processo de alfabetização, a situação é totalmente diferente.

Diante da escassez de conteúdos audiovisuais que atendessem a essa faixa etária, nós decidimos fazer diferente e colocar a mão na massa. Criar videoaulas interativas que abordassem a leitura, a escrita e os demais assuntos dos primeiros anos do ensino fundamental, de forma lúdica e contextualizada porque, sobretudo, pensávamos nos alunos, que também eram usuários do Youtube e gostavam muito de acessar tal recurso.

Visando, então, a oportunidade de que houvessem bons vídeos para todos aprenderem de uma forma diferente, para lidar com a dificuldade no desenvolvimento da recuperação paralela na sala de aula e ainda, oferecer uma oportunidade que, mesmo em casa, a criança com autonomia tenha interesse em aprender, surgiu o Redescobrindo.

 

Mas por que, “Redescobrindo”?

A definição do nosso nome não foi aleatória. Precisávamos de um nome que pudesse dar conta das duas palavras que estão no centro da ideia. A primeira palavra é rede, que está por toda parte. Seja nas nossas conexões neurais ou nas formas de comunicação atuais ela tem a propriedade de interligar elementos e permitir que a informação circule entre seus componentes. Além do mais, a veiculação do nosso trabalho se dá, principalmente, através de uma rede, a internet.

A outra palavra está relacionada a descoberta. A reinvenção da escrita é uma das grandes proposições de Emília Ferreiro. Para ela, o processo de leitura e escrita requer reconstrução e, no nosso entendimento, redescoberta.

Além disso, propomos ajudar os alunos, ou professores nas suas matérias, ou nas aulas, para que os alunos possam ver um conteúdo que já viram, ou que estão vendo, de uma outra forma. Redescobrir significa apropriar-se da descoberta e impregná-la de novos sentidos, novos valores.

Então, Rede + Descoberta deu origem ao Redescobrindo, que busca oferecer um conteúdo atrativo e diferente, através de recursos digitais, para possibilitar novas descobertas, auxiliar no desenvolvimento da criança e, ainda, favorecer o reforço com um novo olhar para aquelas crianças que mais precisam.

 

Abaixo um pouco da nossa biografia:

 

Juliana Rebelo


Graduada em Pedagogia pela UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e, atualmente, Mestranda em Educação na mesma instituição, na linha de Educação Inclusiva e Processos Educacionais, tendo experiência com pesquisas na área de Tecnologias Digitais e Educação, Avaliação da Aprendizagem e Exclusão Escolar. Também é Psicopedagoga pela Universidade Cândido Mendes e ainda especialista em Educação e Tecnologias pela Universidade Veiga de Almeida.

Professora de Ensino Fundamental no município do Rio de Janeiro, atua em classe de alfabetização como regente de turma na Escola Municipal Desembargador Ney Palmeiro, em Jacarepaguá. Porém, a paixão em alfabetizar surgiu ainda no tempo de faculdade, durante o estágio no Colégio de Aplicação da UERJ (CAp-UERJ).

A união das duas paixões na educação (Alfabetização com as Tecnologias Digitais) foi então possível através da criação e do desenvolvimento do canal “Redescobrindo”, em parceria com a professora Lyvia Teixeira.

 

Lyvia Teixeira

Formada em Pedagogia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), iniciou sua regência na Rede Municipal de Ensino nas turmas de educação infantil. Hoje, como professora do ensino fundamental, atua na Escola Municipal Desembargador Ney Palmeiro, dedicando-se à alfabetização e ao desenvolvimento de estratégias para a melhoria na aprendizagem.

Especialista em Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica, acredita que ensinar exige pesquisa e educação permanente. Por isso, é pós-graduanda em Neuroaprendizagem e empenha-se nos estudos sobre como o cérebro aprende.

Preocupada com a dificuldade de aprendizagem dos alunos da rede, com a implementação de ações para reforço escolar e recuperação paralela, iniciou o canal “Redescobrindo”, em parceria com a professora Juliana Rebelo.
 

 

Até a próxima semana!

 


   
           



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Sexta-feira, 11/05/2018

Fica a Dica: Livro Se as coisas fossem mães

Tags: livro, mães, dica.

 

Livro: Se as coisas fossem mães

 

 


Olá!


A indicação dessa semana veio da Professora de Educação Infantil, Danielle Marques. O livro, “Se as coisas fossem mães”, foi um dos trabalhos da premiada escritora brasileira de livros infantis, Sylvia Orthof (1932-1997).
Na poesia, criada para o público infantil, a autora apresenta o conceito de mãe das mais variadas formas possíveis, através da comparação da figura “mãe” com objetos, reais ou imaginários, “Se a lua fosse mãe, seria mãe das estrelas, o céu seria sua casa, casa das estrelas belas”.


Além de ser aquela que gera, mãe é aquela que cuida, protege e ensina. Mãe é aquela que cria, que te ajuda e te aconselha na sua caminhada. Mãe é aquela que fica feliz por seus acertos, mas também, te ajuda a levantar nos tropeços. “Se a chaleira fosse mãe, seria mãe da água fervida, faria chá e remédio, para as doenças da vida”.

 

Não existe uma fórmula para ser mãe: umas trabalham, outras cuidam da casa; umas participam de tudo, outras não têm tempo para quase nada; umas são jovens enquanto outras mais maduras; umas estão aqui do nosso lado, enquanto outras em nossos corações, umas terão o papel de mãe até bem velhinhas e outras se tornam nossas filhas antes de sermos mães. Independente das diferenças sociais, culturais ou ideológicas, ainda sim, todas são mães.

 

“Cada mãe é diferente. Mãe verdadeira ou postiça, Mãe vovó ou mãe titia, Maria, Filó, Francisca, Gertrudes, Malvina, Alice.
Toda Mãe é como eu disse!
Dona Mamãe ralha e beija, erra, acerta, arruma a mesa, cozinha, escreve, trabalha fora, ri, esquece, lembra e chora,
Traz remédio e sobremesa.... Tem até pai que é "tipo mãe"... Esse, então, é uma beleza!”.

 

Recentemente, li em um artigo que, cada vez mais, as escolas estão deixando de comemorar determinadas datas, principalmente dia da mãe e dia do pai, optando por fazer a festa da família, devido não só à celeridade do dia a dia, mas também às mudanças estruturais familiares.

Não quero, com esse artigo, emitir juízo de valor ou dizer que sou a favor ou contra a celebração, isso vai de cada Instituição Escolar, mas deixar claro que a data está aí e, para todos os lados, vemos ou ouvimos propagandas do dia da mãe.

Então, vamos conversar com nossos alunos. Falar do dia da mãe é falar de afeto, é reforçar os laços familiares, independentemente de como ela se apresenta.

Fica a dica!

 

Conto com sua participação, professor. Mande também suas dicas e sugestões e vamos explorar o mundo literário!

 

Até a próxima semana!

  

  


   
           



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Quarta-feira, 09/05/2018

Fica a Dica: Brincadeiras Cantadas

 

 

 

 

Olá, galera! Tudo bem? smiley

Estou aqui mais uma vez e hoje vamos falar sobre as brincadeiras cantadas.

Desde pequenos estamos inseridos nesse universo, ouvindo nossos avós e pais cantando, transmitindo de geração em geração essas canções.

Essas músicas são transmitidas oralmente fazendo parte da cultura local de cada povo. Podemos observar modificação nas letras das mesmas dependendo do local no qual elas estão inseridas, ao contexto cultural e à época em que ela é executada.

Brincamos cantando, aprendemos os números cantando, as cores, entre outros, usando sempre o nosso corpo e voz nessas expressões.

As brincadeiras cantadas são carregadas, inclusive, de muitos significados afetivos. Quando ingressamos na escola, elas continuam nos acompanhando e não podíamos fazer diferente com nossos alunos.

Eles podem aprender muitas coisas apoiados nessas canções, de forma lúdica, deixando o caráter afetivo aflorar, pois as brincadeiras auxiliam na formação cognitiva e emocional da criança.

Geralmente, são músicas fáceis de cantar e assimilar, muitas trabalham com padrões de repetição que auxiliam na memorização. Outras trabalham a questão da concentração, além, é claro, de conteúdos importantes que são transmitidos através das mesmas.

Não podemos encarar as brincadeiras cantadas apenas como recreação e passatempo, mas sim como atividades capazes de trabalhar a coordenação motora, o equilíbrio, a expressão corporal, o desenvolvimento da expressão oral, o aspecto afetivo/emocional e o cognitivo.

Temos muitos modelos de canções que podemos utilizar em sala de aula. Um bom exemplo que pode ser utilizado é o trabalho da cantora/compositora e educadora musical Bia Bedran.

Deixo aqui duas canções que podemos utilizar com os alunos dentre as muitas que nós temos:

 

Sugestão de atividade:

 

"De abóbora faz melão"


De abóbora faz melão
De melão faz melancia (bis)
Faz doce, Sinhá, faz doce, Sinhá
Faz doce, Sinhá Maria (bis)


Quem quiser aprender a dançar
Vai na casa do Juquinha (bis)
Ele pula, ele roda,
Ele faz requebradinha (bis)

 

Como brincar:

As crianças dão as mãos numa roda e giram no sentido horário cantando. No verso “Faz doce, Sinhá, faz doce, Sinhá”, as crianças imitam uma pessoa mexendo com uma colher em uma panela. Depois, dão as mãos e voltam a girar até o verso “Ele pula, ele roda”. Nesse momento, elas fazem o que a letra da música manda: pulam, giram no próprio lugar e requebram com as mãos na cintura.
Fonte: http://vivasustentavel.eco.br/sugestoes-de-brincadeiras-cantadas-para-ensinar-as-criancas/

 

 

Segue mais um vídeo para ilustração do tema:

 

 

Essa é a nossa dica da semana. Quer outros temas? Sugira! Estamos aguardando vocês para essa troca! wink

 


   
           



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