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Segunda-feira, 30/07/2018

Fica a dica: Gêneros Musicais na Sala de Aula

Tags: gêneros musicais, dicas, educação musical, valores, ética, criatividade.

 

Fica a dica: Gêneros Musicais na Sala de Aula

 

 

Olá!

Hoje, vamos falar sobre atividades relacionadas ao estudo dos gêneros musicais.

Navegando mais uma vez pelo portal do professor do MEC, me deparei com uma aula bastante interessante que podemos realizar com nossos alunos. Ela pode ser acessada no link: https://bit.ly/2v4zv1S.

É uma proposta de aula que pode ser adaptada, modificada, que desperta variadas ideias para nós, professores de música. Além disso, abre correlações com outras disciplinas.

Essa sugestão aborda também valores que são importantes, como ética e respeito.

 

Nessa aula, sugere-se também que o nosso aluno seja ouvido, que ele traga para a mesma suas dúvidas, aspirações e preferências musicais.

 

As autoras propõem que os alunos, ao final, sejam capazes de:

1. Reconhecer que o trabalho com música e com a diversidade de gêneros musicais possibilita o saber ouvir, a interação social e a formação de valores éticos;

2. Conhecer e discutir seus gêneros musicais preferidos, os ambientes em que costumam ouvir músicas e os meios que utilizam para realizar esta atividade;

3. Analisar letras de músicas relativas aos gêneros preferidos da turma;

4. Criar paródias de acordo com os gêneros musicais escolhidos pelos alunos.

 

Na proposta são trabalhados a escuta atenta, a interação social, os valores éticos, as preferências musicais dos alunos e os gêneros musicais propriamente ditos.

É uma aula dividida em quatro momentos de 50 minutos, que podem ser adaptados de acordo com o público-alvo e suas respectivas faixas etárias. Além de apresentar exemplos em vídeos das atividades, o que facilita e nos orienta na aplicação em sala.

Temas como plágio, pirataria, atividades com instrumentos musicais recicláveis e jogos são alguns dos conteúdos abordados. Entre os temas, destaco a pirataria e plágio como assuntos essenciais para discussão e reflexão com os alunos. A orientação se faz necessária, haja vista o consumo rápido e facilitado com o uso da internet na atualidade. Sem saber, podemos estar consumindo erradamente ou produzindo obras que afetam direitos autorais. Esses valores precisam ser debatidos em sala, apropriadamente, para que possamos formar cidadãos conscientes também nesse aspecto.

A aula citada pode ser ricamente utilizada, no âmbito musical e também interdisciplinarmente.

 

Espero que tenham gostado da sugestão e que possam explorar bastante as atividades sugeridas! Que os debates rendam frutos e que nossos alunos estejam cada vez mais conscientes e preparados para suas escolhas e apreciações artísticas!

 

Fica a Dica! 

 

Essa é a nossa dica da semana! Estamos aguardando suas sugestões! Escreva pra gente! smiley
 


   
           



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Sexta-feira, 29/07/2016

Entrevista com Anna Penido - Inspirare

Tags: criatividade, escola, inovação.

 

Uma entrevista para nos fazer pensar. Como podemos ver oportunizar um ambiente criativo em nossas Escolas? O que fazer? Quais são as expectativas para a Base Nacional Curricular Comum?

Leia a entrevista e reflita sobre o assunto.

 

 

Rioeduca - Quais as expectativas para a Base Nacional Comum Curricular (BNCC)?

Anna Penido - A BNCC tem a missão de definir com mais clareza o que cada aluno brasileiro tem o direito de aprender e desenvolver ao longo da sua trajetória escolar. Essas definições vão orientar melhor o trabalho de escolas e educadores, bem como as expectativas de estudantes e familiares. Caso cumpra essa função, a Base vai contribuir de forma significativa para garantir mais qualidade e equidade à educação brasileira. Para tanto, é importante definirmos que ser humano queremos formar e construirmos uma proposta formativa que faça sentido para os próprios estudantes e para o nosso país. Isso significa que as áreas do conhecimento e os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento devem estar articulados em torno de uma formação mais integral e conectada com os desafios da sociedade atual.

 

Rioeduca - Qual o cenário para os próximos 20 anos para a educação pública ?

Anna Penido- Em meio a um cenário de tanta turbulência e incertezas, fica difícil fazer previsões para o futuro. Acredito, no entanto, que não conseguiremos sustentar mais o atual modelo de escola, que já se mostra esgotado e incapaz de atender as necessidades dos alunos e da sociedade. Por isso, aposto fortemente em mudanças consistentes, muitas das quais acontecerão por pressão dos próprios alunos, cujas vozes já se fazem ouvir por meio de ocupações e manifestações. Os brasileiros são criativos e abertos a novas experiências. Temos que trazer esse espírito para dentro das redes de ensino e das escolas, a fim de que elas próprias se reinventem, com base em tendências, experiências e evidências que estão sendo geradas nos quatro cantos do mundo. Afinal, a obsolescência da educação é uma preocupação global. Caso o nosso país tenha o compromisso e a tenacidade necessários, poderemos aproveitar esse momento para dar um salto rumo à construção de uma escola pública de qualidade. Para isso, precisaremos abrir mão de resistências, acomodação e disputas inócuas. O debate é importante, mas precisamos nos unir em torno de objetivos comuns.


Rioeduca- A conectividade é um dos entraves para as escolas públicas ?

Anna Penido- A conectividade é fator absolutamente relevante para acelerar mudanças e progressos, caso esteja vinculada a uma política consistente de uso de tecnologia para promoção de uma educação com mais qualidade, equidade e alinhamento com as demandas do mundo contemporâneo. Metodologias e recursos pedagógicos de base tecnológica têm grande potencial de ampliar o engajamento e a aprendizagem dos estudantes, bem como de expandir a capacidade e facilitar o trabalho de gestores educacionais e educadores. Caso as escolas públicas continuem tendo acesso limitado à internet, corremos o risco de ampliar ainda mais os níveis de desigualdade na educação brasileira.


Rioeduca- Como as escolas públicas podem oportunizar ambientes criativos ?

Anna Penido- É fundamental que as escolas estejam conectadas com tendências e práticas inovadoras, para ampliar suas referências e enriquecerem seu repertório de possibilidades. Também é importante que gestores e professores sejam capacitados e estimulados a criar novas práticas e materiais pedagógicos. Também aposto muito na criação de uma cultura de inovação dentro das próprias redes de educação, inclusive via promoção de oficinas em que professores, alunos e outros atores da comunidade são convidados a criar soluções para os problemas que enfrentam, em processo contínuo de reinvenção, sempre amarrado por um sistema eficiente de avaliação, validação e difusão das inovações que dão certo.



Rioeduca - Qual é o olhar em relação a formação de professores para inovar no uso das ferramentas que estimulam os alunos a aprender mais ?

Anna Penido- Os professores precisam mudar a visão sobre a sua própria profissão, como muitos outros profissionais tiveram de fazer. Se antes eram especialistas que transmitiam conteúdos, hoje precisam se entender como designers da aprendizagem. Ou seja, educadores que compreendem a necessidade de formação dos seus alunos e acionam diferentes fontes de conhecimento, práticas e recursos para permitir que a aprendizagem e o desenvolvimento aconteçam. Para que isso seja mais do que uma aspiração, é fundamental que os programas de formação inicial e continuada de professor tenham essa missão e direcionamento, além de permitir que os educadores vivenciem essas novas abordagens, a fim de que possam replicá-las com seus estudantes.   

 


 

Diretora do Inspirare. Jornalista formada pela UFBA, com especialização em Direitos Humanos pela Universidade de Columbia e em Gestão Social para o Desenvolvimento pela UFBA. Em 2011, participou do programa Advanced Leadership Initiative da Universidade de Harvard. Trabalhou como repórter para o jornal Correio da Bahia e para as revistas Veja Bahia e Vogue. Integrou as equipes da Fundação Odebrecht e do Liceu de Artes e Ofícios da Bahia. Fundou e dirigiu a CIPÓ – Comunicação Interativa. Coordenou o escritório do UNICEF para os Estados de São Paulo e Minas Gerais. É fellow Ashoka Empreendedores Sociais.

 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 13/07/2016

Criatividade: Entrevista com o Professor Alex Sandro Gomes

Tags: criatividade, entrevista, alex gomes.

 

 

Como trabalhar a criatividade na escola? Podemos ensinar? É uma habilidade que já é atávica?

 

Acompanhe a entrevista com o Professor Alex Sandro Gomes e vamos abrir o debate.

 

Rioeduca: Por que a Criatividade é tão importante para a educação?

Alex Sandro Gomes: Pois ela permite que se crie soluções que ainda não foram pensadas. Mais importante que ensinar respostas é necessário desenvolver as habilidades para formular perguntas e de criar soluções possíveis. A criatividade entre nas duas habilidades.

 

Rioeduca: Será que todos nós somos criativos?

Alex Sandro Gomes: Sim. A criatividade é um tipo de raciocínio. Algumas pessoas podem ter habilidades mais desenvolvidas que outras, mas todos temos uma versão dessa raciocínio e estamos sempre o evoluindo.

 

Rioeduca: A criatividade pode ser apreendida ou incentivado?

Alex Sandro Gomes: Ela pode ser desenvolvida por meio de vivências, desafios, dinâmicas, expressões. Sempre que somos solicitados a encontrar uma solução para o que ainda não sabemos a resposta, entram em ação raciocínios que combinam nossos conhecimentos anteriores. Quanto mais relações e quão mais inusitadas forem as associações melhor para o desenvlvimento da criatividade.

 


Rioeduca: Existem pessoas que já nascem criativa?

Alex Sandro Gomes: Pode ser que sim, visto que parte do que conseguimos fazer depender de nossa constituição física. Nascemos com inclinações específicas e podemos dizer que algumas pessoas nascem mais inclunadas a desenvolver com mais facilidades o raciocínio criativo.

 


Rioeduca: Qual seria o eixo estruturante de uma boa formação de professores para a criatividade em educação?

Alex Sandro Gomes: Seria um eixo que estimulasse a produção de formas distintas de expressão de conhecimentos. Ao construir uma ampla gama de representações, as pessoas são naturalmente levadas e pensar sobre as distintas propriedades entre os conceitos envolvidos. Os professores precisam desenvolver habilidades para criar situações didáticas distintas para ensinar um mesmo conceito. Na mesma direção, os professores precisam desenvolver habilidades para planejar didáticas que permitam relacionar conceitos tal qual são definidos em distintas áreas do conhecimento. Assim eles estão ajudando os alunos a desenvolver raciocínios por meio dos quais combinam elementos para propor como novas soluções. Os seja, o professor precisa ajudar a desenvolver o raciocínio criativo.

 


Rioeduca: Pensando no professor criativo, como ele pode planejar as aulas, sequências e cenários utilizando as técnicas de design?

Alex Sandro Gomes: O raciocínio de design é uma forma estrutura em um 'método' do pensamento criativo. O método é uma estratégia de resolução de problemas que permite lidar com uma grande quantidade de variáveis. Ele ocorre em ciclos e passa por fases tais como: imersão, síntese, ideação, prototipagem e avaliação. Para cada uma dessas fases são conhecidas técnicas que ajudam na construção das soluções. Esse método é hoje muito bem estabelecido e muito usado em muitas áreas da atividade humana. No voume 3 da série Professor Criativo tentamos explicar como o método de design pode ser adotado no planejamento docente e assim fazer com que o professor também usufrua desse método em sua prática.

 


Rioeduca: Como superar a simples utilização das TIC´s para uma experiência de aprendizagem autentica e inovadora?

Alex Sandro Gomes: A efetividade do uso de TIC's na prática docente não pode prescindir de um planejamento detalhado pois é uma atividade complexa e envolve muitas variáveis. Estamos propondo usar o método de design para planejar esse tipo de experiência de aprendizagem. Dessa forma, entendemos que o professor poderá ao planejar eliminar riscos ao insucesso, detalhar pequenas necessidades, identificar suas necessidades e assim usar as TIC's com mais conforto em sua prática, ao mesmo tempo que consegue obter melhor retorno e aceitação de suas iniciativas.

 


Rioeduca: Em um mundo que demanda cada vez mais soluções criativas para problemas complexos qual seria o papel do professor nesse cenário?


Alex Sandro Gomes: Ajudar com que os alunos sejam mais inteligentes e mais criativo que a geração que os educa. Esta frase foi elaborada por Jean Piaget ainda na década de 1970.


Para saber mais acesse Série Professor Criativo

 Ou acesse os Livros.

Volume 1

Volume 2

Volume 3

 


Alex Sandro Gomes é Engenheiro Eletrônico (UFPE, 1992), Mestre em Psicologia Cognitiva (UFPE, 1995) e concluiu o doutorado em Ciências da Educação pela Université de Paris v (René Descartes) em 1999. Atualmente é Professor no Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco, Bolsista de Produtividade Desen. Tec. e Extensão Inovadora 2 do CNPq e membro da Academia Pernambucana de Ciências. Atua com a concepção de ambientes colaborativos de aprendizagem. Publicou mais de 200 trabalhos em periódicos especializados e em anais de eventos, orientou ou co-orientou mais de 60 dissertações de mestrado e teses de doutorado na área. Atuou como coordenador dos eventos SBIE e IHC, promovidos pela SBC. Atuou como membro das comissões especiais de Interação Humano Computador e Informática Educativa da SBC. É líder do grupo de pesquisa Ciências Cognitivas e Tecnologia Educacional . É Coordenador das comunidades de software livre Amadeus e Openredu.

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quinta-feira, 05/11/2015

Estímulo à Criatividade na Educação Básica - Entrevista com Maria Antonia Goulart

Tags: inovação, criatividade, professor.

 

 

 

 

Você conhece o Programa de Estímulo à Inovação e Criatividade para a educação básica? Como podemos incentivar a criatividade de nossos alunos? 

 

Leia a entrevista que MARIA ANTONIA GOULART, membro do Grupo de Trabalho de Criatividade e Inovação do MEC, deu ao Rioeduca.

 

RIOEDUCA: Quais são os objetivos do Programa de Estímulo à Criatividade na educação básica do MEC?

MARIA ANTONIA GOULART: O Programa do MEC de Estímulo à Criatividade tem como objetivo global criar as bases para uma política de fomento à inovação e à criatividade na educação básica. É comum ouvir especialistas, jornalistas e público em geral falar sobre a inadequação do atual modelo das escolas para a educação e os estudantes do século XXI. É fundamental que as escolas inovem em estratégias, gestão e recursos pedagógicos, formação dos educadores, articulação com outras organizações e políticas. Muitas escolas e organizações não governamentais têm inovado, mas muito pouco se sabe sobre a extensão dessa rede e de como experiências pontuais podem inspirar e apoiar a educação básica de forma mas ampla.



RIOEDUCA: Quais sentidos são trabalhados pelo MEC no programa Inovação e Criatividade?

MARIA ANTONIA GOULART: O programa propõe 5 sentidos para a inovação e a criatividade. São eles: gestão, currículo, ambiente, metodologia e intersetorialidade.

No sentido da gestão, busca experiências de corresponsabilização na construção e gestão do projeto político-pedagógico com ampla participação da comunidade escolar, incluindo os estudantes.

O campo do currículo solicita o trabalho para o desenvolvimento integral dos estudantes, o entendimento do papel da organização como produtora e disseminadora de conhecimento e cultura e a adoção de práticas de sustentabilidade. A escola não pode construir um currículo voltado para si mesma, mas sim focado nas necessidades e desejos dos seus estudantes e na promoção de transformações no seu entorno e no mundo. O currículo de uma organização inovadora e criativa, portanto, é o de atuar a partir da complexidade do mundo e dos seres humanos. É uma escola conectada ao mundo.

O sentido do ambiente pressupõe o reconhecimento do impacto do ambiente na aprendizagem. Práticas de colaboração e articulação de saberes acadêmicos e do território demandam não só uma ampliação do espaço da sala de aula e da própria escola mas, principalmente, uma reorganização desses espaços. A escolas e disposição do mobiliário em uma sala, os usos dos espaços coletivos e a possibilidade de aprender com o mundo exigem que a organização repense seu ambiente. Tão importante quando uma sala bem equipada é que todos se sintam confortáveis e acolhidos no espaço de aprendizagem. Algumas perguntas podem nos orientar nessa mudança: como preparamos o ambiente para que estudantes com deficiência possam participar das atividades? Como respeitamos a cultura local? E como nos preparamos para receber nossos educadores, nossos estudantes, suas famílias e a comunidade escolar para compartilharem o planejamento e gestão do nosso projeto político pedagógico? Ambiente é mais do que espaço físico, inclui clima escolar e reconhecimento da diversidade como oportunidade de crescimento individual e coletivo.

No que se refere à metodologia, o foco principal é garantir a participação efetiva dos estudantes e a construção de um percurso formativo personalizado. O projeto precisa considerar que as pessoas aprendem de forma diferente em ritmos diferentes. A possibilidade de dedicar mais tempo a uma aprendizagem ou de ter acesso a recursos variados é determinante para garantir que todos os estudantes aprendam.

A intersetorialidade é o reconhecimento de que as políticas setoriais não são capazes de responder às questões complexas e multidimensionais dos estudantes e seus contextos. É essencial pensar na ação articulada a de organizações e políticas nas áreas de saúde, assistência, cultura, esporte, meio ambiente, entre outras.

Esses cinco sentidos não são necessariamente desenvolvidos com a mesma intensidade e foco em todas as organizações. Portanto, não é necessário que haja inovação em todos eles para que a iniciativa seja reconhecida pelo programa. Mas é fundamental que a organização pense em todos eles quando planeja sua prática, processos e ações. 

 

RIOEDUCA: Quem pode participar da Chamada Pública? Haverá certificações?

MARIA ANTONIA GOULART:  Podem participar escolas públicas e privadas de educação básica; associações, organizações sociais e organizações da sociedade civil que atuam no campo da educação com crianças, adolescentes e jovens; e instituições educacionais comunitárias, filantrópicas e confessionais que atuem com crianças, adolescentes e jovens. As experiências reconhecidas pelo programa farão parte de uma rede de organizações reconhecida pelo MEC.

 

 

RIOEDUCA: Como a cidade do Rio de Janeiro pode contribuir para essa chamada?

MARIA ANTONIA GOULART: O município do Rio de Janeiro pode contribuir muito para esse movimento nacional. Há alguns anos, algumas iniciativas têm chamado a atenção de educadores de todo o Brasil e mesmo do exterior, como é o caso dos ginásios experimentais, por exemplo. Mas sabemos que há muitos outros casos de inovação que não ganham tanta visibilidade mas têm potencial de transformação igual ou superior a esses casos. O município de Rio é vanguarda em muitas áreas e não é diferente na educação. Levantamentos realizados pelos Ministérios da Educação e da Cultura identificaram diversos arranjos entre escolas e organizações culturais dos seus territórios que têm contribuído para mudanças no currículo e nas práticas pedagógicas. Precisamos dar visibilidade a todas essas inovações e participar do processo nacional de repensar a educação básica pelo viés da criatividade e da inovação.
 

RIOEDUCA: Onde os interessados podem obter mais informações sobre a chamada?

MARIA ANTONIA GOULART: O MEC criou um site para o programa: Criatividade e Inovação. Nele, vocês poderão ter mais informações sobre a iniciativa. Além disso, o grupo de trabalho no Rio de Janeiro está oferecendo plantões de esclarecimento de dúvidas por meio de uma das organizações parcerias, o MAIS - Movimento de Ação e Inovação Social. É possível agendar atendimentos pela página da organização no Facebook.

 


 

Membro do GT Nacional de Criatividade e Inovação (MEC), Coordenadora-geral do Movimento de Ação e Inovação Social - MAIS, Bacharel em Direito pela UNB. Experiência na área pública como secretária municipal de Nova Iguaçu/RJ, responsável pela concepção e implementação do Programa Intersetorial de educação integral “Bairro-Escola” de 2005 a 2010. Coautora do livro Caminhos da Educação Integral no Brasil (Editora Penso, 2012). Cofundadora e Coordenadora Geral do Movimento Down e do MAIS. Coordenadora no Brasil da iniciativa do Unicef do livro digital Acessível e participante do Comitê Gestor do Centro de Referências em Educação Integral.

 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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