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Quarta-feira, 24/10/2018

Fica a Dica: Livro João Lambão

Tags: dica, livro, joão, poluição.

 

João Lambão

 

 

 

Ainda em comemoração ao mês do professor, a dica dessa semana é o livro “João Lambão”, escrito pela professora do Município do Rio, Arlete de Andrade.


O livro conta a história de João, que embora fosse bonitinho não tinha um pingo de educação, achava natural jogar lixo no chão.

 


“João chupava picolé, e zunia o palito com o pé. Onde o menino brincava, lá a sujeira se instalava.”

 

Um dia caiu uma chuva forte, mas tão forte que João não pode sair de casa e pela janela viu o lixo sendo arrastado. A TV mostrou que a cidade estava inundada, já que o lixo acumulado não deixava a água de ser escoada.


A professora explicou o lixo entope os bueiros e impede a água de passar. Um pequeno lixo pode não causar enchente, mas se cada uma fizesse sua parte...
Será que João aprendeu a lição?


Vamos falar um pouco sobre a Poluição?


Pode-se dizer que Poluição é a introdução de substâncias ou energia no ambiente, realizada pelo homem de forma direta ou indireta, capaz de provocar um efeito negativo no equilíbrio ambiental, causando danos à saúde humana, aos seres vivos e aos ecossistemas.


Vamos refletir um pouco sobre os nos nossos hábitos. Será que estou fazendo bem ou mal ao ambiente em que vivo?


Que tal ensinarmos aos nossos alunos os diferentes tipos de poluição, suas causas e consequências para o meio ambiente. O que podemos fazer para controlar os danos já causados? Como podemos melhorar nossa qualidade de vida e não comprometer as gerações futuras?

 

Fica a Dica!


Conto com sua participação, professor(a). Mande também suas dicas e sugestões e vamos explorar o mundo literário!
Até a próxima semana!


 


   
           



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Quarta-feira, 10/10/2018

Fica a Dica: Livro O Reizinho do Castelo Perdido

Tags: dica, livro, reizinho.

 

Fica a Dica: O Reizinho do Castelo Perdido

 

 

A dica dessa semana é de dois grandes nomes da nossa literatura infanto-juvenil. A obra “O Reizinho do Castelo Perdido” é escrito por Maurício de Sousa com ilustrações de Ziraldo.


“Era uma vez um povo muito feliz e tranquilo que habitava um vale gramado e florido, cercado pelas altas montanhas. Esse povo era governado por um rei, igualmente feliz e tranquilo.”

O rei sempre escutava seu povo, avaliando cada pedido de forma justa e providenciando o que fosse necessário. Até que alguns súditos tiveram a ideia de manter o rei afastado do povo, julgando ser uma excelente jogada, uma vez que o monarca deveria ter mais pompa e circunstância, com um castelo luxuoso na montanha mais alta, uma sala de trono, ministros e conselheiros e uma guarda real.


E, não querendo deixar de atender os anseios do seu povo, o rei concordou, achando que os ajudaria.


Depois de anos de trabalho, finalmente o rei poderia se mudar. As pessoas se perguntavam como seria o luxuoso castelo e foram acompanhar o cortejo do rei até seu novo lar. Mas o sol estava forte e a subida era muito íngreme, assim as pessoas começaram a desistir, afinal não tinha nada lá na montanha, só o castelo.


A chegada não foi fácil, o rei estava chateado de ter que se afastar do seu povo e, mesmo contrariado, aceitou a opinião dos seus assessores que afirmavam que esse seria o melhor caminho para o reino.


O castelo era muito grande para as poucas pessoas que viveriam ali e a distância não ajudava na administração do reino, assim cada ministro desceria pela manha para ouvir o povo e voltaria no final do dia com as reivindicações dos súditos para deliberação do rei.


“- O povo quer água!
- Deem-lhe água!
- O povo quer saúde!
- Deem-lhe saúde!
- O povo quer transporte!
- Deem-lhe transporte!
- O povo quer educação!
- Deem-lhe educação!”

 

O rei estava cada dia mais insatisfeito com a distância que o separava dos súditos.


Os ministros começaram a ficar cansados das mesmas solicitações, por meses ouvindo as mesmas coisas do povo e do rei e resolveram que, por não haver grandes problemas, não era necessário continuar com o cansativo trajeto.


E o povo...


Como será que termina essa história?


O que esperar de um rei que não está perto para escutar seus súditos? E de ministros que estão mais preocupados com seu bem-estar do que com as pessoas que deveriam atender?


Na minha primeira dica, no dia 27/04, comentei o livro “Quando as cores foram proibidas” e sugeri que discutíssemos com nossos alunos a noção de Governo, responsabilidade, democracia e cidadania. Estamos em período de eleição, que tal retomarmos o assunto?

 

Fica a Dica! 


Conto com sua participação, professor(a). Mande também suas dicas e sugestões e vamos explorar o mundo literário!
Até a próxima semana!

 


 


   
           



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Segunda-feira, 08/10/2018

Fica a Dica: Instrumentos de Cordas

Tags: dicas, educação musical, instrumentos de cordas.

 

Fica a Dica: Instrumentos de Cordas

 

 

Olá!


Dando continuidade às famílias dos instrumentos musicais, essa semana vamos falar dos instrumentos de cordas.


O primeiro instrumento de corda do qual se tem conhecimento é o “Arco musical” cuja origem é situada entre 35 e 15 mil anos a.C. Os instrumentos de corda tensionada mais antigos registrados são nove liras e três harpas encontradas numa tumba em Ur, na Mesopotâmia, datando de 2600 a.C. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Instrumento_de_cordas).


O som desses instrumentos, basicamente, é gerado pela vibração de uma corda tensionada. Como acontece nos instrumentos de percussão, os instrumentos de cordas maiores são os instrumentos que produzem os sons mais graves. E os menores, produzem sons mais agudos.


A família dos instrumentos de cordas se dividem em instrumentos de cordas dedilhadas, de cordas friccionadas e de cordas percutidas.


Os instrumentos de cordas dedilhadas são aqueles em que o instrumentista usa os próprios dedos (ou ainda uma palheta) para tanger as cordas do violão, da guitarra, do contrabaixo, entre outros.


Os instrumentos de cordas friccionadas são os que utilizam um arco, com um feixe de filamentos (alguns com crinas de cavalo), para que o som seja produzido, como no violino, violoncelo, viola, entre outros. Porém, como no caso do violino, as cordas também podem ser “beliscadas” (como na técnica do pizzicato).


Os de cordas percutidas são aqueles que misturam a vibração das cordas com a percussão (o choque, o embate entre os corpos). É o caso do piano, no qual uma corda é “atacada” por um martelo, que é “atacado” pela movimentação mecânica da tecla do piano. O som do piano é produzido dessa forma: a tecla aciona um martelo que “bate” na corda e faz com que a mesma vibre e produza o som.


Para alguns autores, as cordas são consideradas o principal grupo de instrumentos dentro de uma orquestra devido à sua expressividade. O violino é a principal “voz” nesse contexto.


Uma curiosidade interessante é que existe um instrumento de corda responsável pela criação dos mais modernos que conhecemos hoje, como é o caso do violão, guitarra, violino e violoncelo. Ele é o alaúde. (https://www.resumoescolar.com.br/artes/instrumentos-de-corda/)


É importante que nossos alunos conheçam esses instrumentos e seus timbres, sua inserção na formação das orquestras, etc. Muitos são próximos deles, como o violão, a guitarra e o violino. É importante que conheçam os sons desses instrumentos.


O violão é um instrumento bastante conhecido por ser um instrumento mais popular e muito presente na música brasileira. Muito utilizado na Bossa-Nova, no Samba e no Choro. Temos muitos exemplos de canções utilizando o violão, de bandas, cantores que são ouvidos cotidianamente.


É sabido que nem todas as escolas possuem esses instrumentos para serem utilizados em sala, mas podemos usar sons gravados dos mesmos para a realização de atividades voltadas para a percepção sonora, para o reconhecimento de timbres, conhecer as características e função de cada um deles, sua história, propiciando uma formação cultural ampla.


Assistir a espetáculos em teatros, concertos, também é importante para a formação de plateia.


Deixo aqui uma sugestão de aula do Portal do Professor (https://bit.ly/2OBmiti), voltada para a Educação Infantil, na qual a professora traça como objetivos:

 

  • Explorar e conhecer as características externas dos instrumentos musicais;
     
  • Perceber de que forma o som é produzido nos diferentes instrumentos;
     
  • Classificar os instrumentos de acordo com o modo de produção sonora: sopro, corda, percussão, eletrônico, etc.

 

Nessa aula, não são tratados apenas os instrumentos de cordas, mas os de todas as famílias (que ainda vamos conhecer em outras oportunidades), onde os alunos experimentam esses instrumentos, e é também sugerida a visita à Conservatórios ou Escolas de Música, com o intuito de os alunos os conhecerem de perto, assim como também é proposta a visita de pais músicos à escola para um “concerto didático”.


Essa aula foi escolhida, pois achei bastante interessante e pertinente trabalhar essas habilidades de escuta, conhecimento e reconhecimento com os menores, através de jogos, brincadeiras e vivência com os instrumentos.


Deixo também um vídeo, que apresenta os principais instrumentos da família das cordas e que pode ser utilizado nas suas aulas com os alunos maiores:

 

 

E aí? Gostaram da nossa dica? Esperamos suas sugestões! wink

Fica a Dica! 

 


 


   
           



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Segunda-feira, 08/10/2018

Fica a Dica - Instrumentos de Sopro

Tags: fica a dica, educação musical, instrumentos de sopro.

 

 

Fica a Dica: Instrumentos de Sopro

 

 

Olá!

Estamos aqui, mais uma vez, trazendo dicas sobre Educação Musical. Começamos, há algumas semanas, falando sobre os instrumentos musicais e suas famílias. Falamos dos instrumentos de percussão, dos instrumentos de cordas e hoje, vamos falar sobre os instrumentos de sopro.


Esses instrumentos, como o próprio nome já diz, tem seus sons produzidos pelo sopro, pela vibração de uma coluna de ar dentro do corpo do instrumento.
 

“Os instrumentos de sopro surgiram quando os homens primitivos sopraram ossos e bambus e descobriram que podiam emitir sons similares ao cantar dos pássaros. Em geral, são formados por um tubo, sendo o som produzido pela passagem de ar em seu interior. Quanto maior e mais largo é o tubo, mais grave é o som que produz. Pertencem a esta família as madeiras, instrumentos originalmente construídos em madeira, e os metais.” (https://bit.ly/2ODXW33)

 

Como todos os outros instrumentos, os maiores emitem sons mais graves; enquanto os menores, sons mais agudos. Eles se dividem em madeiras e metais. Para alguns autores, por considerarem essa uma classificação eurocêntrica, preferem classificá-los baseado apenas no meio produtor de som: embocadura, palhetas simples, duplas e livres, arestas, etc.


Se nos atentarmos à classificação entre madeiras e metais, podemos dizer que os instrumentos de sopro de madeira são assim classificados quando o som é produzido pela vibração direta dos lábios do executante sobre um bocal ou sobre uma palheta simples ou dupla.
 

Os instrumentos de sopro de metais são os que produzem o som pela vibração direta dos lábios do executante sobre um bocal de metal.


Outros autores discordam dessa afirmação e consideram que essa classificação se dá de acordo com a forma como as notas são executadas. Nas madeiras, abrindo e fechando orifícios existentes no corpo do instrumento; enquanto nos metais, os sons saem pela campânula. (https://bit.ly/2q5JW3g).

Apesar de alguns instrumentos serem classificados como sendo do grupo das madeiras (flautas, clarineta, oboé, entre outros), não necessariamente eles são construídos com esse material. Como vimos, não é o material utilizado que vai classificá-lo como um ou outro, mas, sim, a forma pela qual o som é produzido. 


Os instrumentos de sopro de metal apresentam uma sonoridade muito potente. Exemplos: a trompa, o trompete, o trombone e a tuba, que fazem parte de orquestras, assim como de bandas.


O número de instrumentos de sopro é bastante extenso. E, para a sua execução, há muitas técnicas por detrás, como a técnica da surdina (“ao serem encaixadas na campânula do instrumento, criam uma obstrução à saída do ar e, ao absorver algumas frequências, tornam o som abafado” - https://bit.ly/1QrGqYb) e a respiração circular (“Uma das técnicas mais difíceis de dominar. O músico armazena na boca e libera lentamente o ar, sem interromper o sopro, ao mesmo tempo que inspira pelo nariz”. - https://bit.ly/1QrGqYb). Existem outras técnicas, mas aqui citei apenas essas duas.

 

A embocadura (“Uso dos músculos faciais e dos lábios contra uma boquilha ou bocal de um instrumento de sopro. A embocadura apropriada permite ao instrumentista tocar o instrumento na sua completa extensão, a manter o som limpo e a evitar possíveis danos aos seus próprios músculos” - https://bit.ly/2CXAtn2), o controle do sopro, a intensidade são aspectos trabalhados ao se estudar a execução desses instrumentos.


Temos muitos exemplos de instrumentos de sopro. Nossos alunos, inclusive, conhecem muitos deles, como a flauta doce, a flauta transversa, o saxofone, o trombone, a gaita, e muitos outros.
 

A flauta doce é muito utilizada em algumas escolas, pois é um instrumento funcional na musicalização de crianças e adolescentes e também por ser um instrumento de maior facilidade de aquisição, fácil de ser transportado, implicando, assim, na sua utilização na iniciação musical.

 

“Por ser um instrumento de sopro e de emissão simples, funciona como a extensão da própria voz. Até um bebê, se bem estimulado, pode tirar som da flauta doce. Já nas primeiras lições, a criança obtém um resultado imediato, conseguindo tocar pequenas músicas com duas ou três notas. Tocando e cantando as canções do repertório, o aluno vai ajustando a afinação, trabalhando a respiração, vivenciando o fraseado musical e desenvolvendo a percepção auditiva.” (https://bit.ly/2Cu1SvI)

 

A flauta doce é assim chamada por causa do seu som suave e aveludado. Apresenta-se de variados tamanhos e, consequentemente, com extensões de altura variadas.

 

“A flauta doce mais conhecida é a flauta soprano, que tem uma sonoridade aguda. Na verdade, pertence a uma família que conta ainda com as flautas contralto, tenor e baixo, maiores e de som mais grave. É o quarteto de flautas-doce, com formação semelhante à família das cordas: violino, viola, violoncelo e contrabaixo.” (https://bit.ly/2Cu1SvI)

 

Enfocando na utilização da flauta doce, deixo aqui, como sugestão, uma aula do Portal do Professor do MEC que inclui atividades com a flauta e execução de percussão com copos (https://bit.ly/2PQxtff)

De acordo com os autores, com essa aula, os alunos serão capazes de: 

1) Desenvolver a percepção rítmica através da percussão com copos de plástico;
2) Desenvolver a percepção melódica através da prática instrumental com a flauta-doce;
3) Desenvolver habilidades para tocar a flauta-doce e os copos de plástico;
4) Tocar as notas musicais SOL-LÁ-SI-DÓ-RÉ na flauta-doce através da execução da música “When the saints go marching in” e dos exercícios propostos;
5) Executar arranjo para flauta-doce e percussão com copos de plástico.

 

A utilização dos copos nesses arranjos musicais traz também à tona a questão da reutilização e o aproveitamento de materiais como objetos de produção sonora em locais onde não há instrumentos musicais disponíveis.


Os autores trazem também nessa aula, além da partitura tradicional, uma partitura adaptada, com recursos gráficos idealizados por eles, para alunos que ainda não leem as notas na pauta tradicional de cinco linhas (pentagrama).


Acredito que essa aula seja bastante pertinente e pode ser uma grande aliada em trabalhos musicais, tanto da flauta doce quanto da percussão.

Além disso, você poderá trabalhar a percepção sonora, a leitura de partituras, o tocar em conjunto, a concentração. O trabalho prático com instrumentos ou vocal propicia esses aspectos.


Deixo aqui, também, um vídeo demonstrativo de alguns instrumentos de sopro para ilustrar esse relato:

 

 

E aí, gostaram da nossa dica da semana? Estamos sempre aguardando sugestões. Escreva pra gente!! smiley

 

Fica a Dica!! 

 



 


   
           



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