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Segunda-feira, 08/10/2018

Fica a Dica - Instrumentos de Sopro

Tags: fica a dica, educação musical, instrumentos de sopro.

 

 

Fica a Dica: Instrumentos de Sopro

 

 

Olá!

Estamos aqui, mais uma vez, trazendo dicas sobre Educação Musical. Começamos, há algumas semanas, falando sobre os instrumentos musicais e suas famílias. Falamos dos instrumentos de percussão, dos instrumentos de cordas e hoje, vamos falar sobre os instrumentos de sopro.


Esses instrumentos, como o próprio nome já diz, tem seus sons produzidos pelo sopro, pela vibração de uma coluna de ar dentro do corpo do instrumento.
 

“Os instrumentos de sopro surgiram quando os homens primitivos sopraram ossos e bambus e descobriram que podiam emitir sons similares ao cantar dos pássaros. Em geral, são formados por um tubo, sendo o som produzido pela passagem de ar em seu interior. Quanto maior e mais largo é o tubo, mais grave é o som que produz. Pertencem a esta família as madeiras, instrumentos originalmente construídos em madeira, e os metais.” (https://bit.ly/2ODXW33)

 

Como todos os outros instrumentos, os maiores emitem sons mais graves; enquanto os menores, sons mais agudos. Eles se dividem em madeiras e metais. Para alguns autores, por considerarem essa uma classificação eurocêntrica, preferem classificá-los baseado apenas no meio produtor de som: embocadura, palhetas simples, duplas e livres, arestas, etc.


Se nos atentarmos à classificação entre madeiras e metais, podemos dizer que os instrumentos de sopro de madeira são assim classificados quando o som é produzido pela vibração direta dos lábios do executante sobre um bocal ou sobre uma palheta simples ou dupla.
 

Os instrumentos de sopro de metais são os que produzem o som pela vibração direta dos lábios do executante sobre um bocal de metal.


Outros autores discordam dessa afirmação e consideram que essa classificação se dá de acordo com a forma como as notas são executadas. Nas madeiras, abrindo e fechando orifícios existentes no corpo do instrumento; enquanto nos metais, os sons saem pela campânula. (https://bit.ly/2q5JW3g).

Apesar de alguns instrumentos serem classificados como sendo do grupo das madeiras (flautas, clarineta, oboé, entre outros), não necessariamente eles são construídos com esse material. Como vimos, não é o material utilizado que vai classificá-lo como um ou outro, mas, sim, a forma pela qual o som é produzido. 


Os instrumentos de sopro de metal apresentam uma sonoridade muito potente. Exemplos: a trompa, o trompete, o trombone e a tuba, que fazem parte de orquestras, assim como de bandas.


O número de instrumentos de sopro é bastante extenso. E, para a sua execução, há muitas técnicas por detrás, como a técnica da surdina (“ao serem encaixadas na campânula do instrumento, criam uma obstrução à saída do ar e, ao absorver algumas frequências, tornam o som abafado” - https://bit.ly/1QrGqYb) e a respiração circular (“Uma das técnicas mais difíceis de dominar. O músico armazena na boca e libera lentamente o ar, sem interromper o sopro, ao mesmo tempo que inspira pelo nariz”. - https://bit.ly/1QrGqYb). Existem outras técnicas, mas aqui citei apenas essas duas.

 

A embocadura (“Uso dos músculos faciais e dos lábios contra uma boquilha ou bocal de um instrumento de sopro. A embocadura apropriada permite ao instrumentista tocar o instrumento na sua completa extensão, a manter o som limpo e a evitar possíveis danos aos seus próprios músculos” - https://bit.ly/2CXAtn2), o controle do sopro, a intensidade são aspectos trabalhados ao se estudar a execução desses instrumentos.


Temos muitos exemplos de instrumentos de sopro. Nossos alunos, inclusive, conhecem muitos deles, como a flauta doce, a flauta transversa, o saxofone, o trombone, a gaita, e muitos outros.
 

A flauta doce é muito utilizada em algumas escolas, pois é um instrumento funcional na musicalização de crianças e adolescentes e também por ser um instrumento de maior facilidade de aquisição, fácil de ser transportado, implicando, assim, na sua utilização na iniciação musical.

 

“Por ser um instrumento de sopro e de emissão simples, funciona como a extensão da própria voz. Até um bebê, se bem estimulado, pode tirar som da flauta doce. Já nas primeiras lições, a criança obtém um resultado imediato, conseguindo tocar pequenas músicas com duas ou três notas. Tocando e cantando as canções do repertório, o aluno vai ajustando a afinação, trabalhando a respiração, vivenciando o fraseado musical e desenvolvendo a percepção auditiva.” (https://bit.ly/2Cu1SvI)

 

A flauta doce é assim chamada por causa do seu som suave e aveludado. Apresenta-se de variados tamanhos e, consequentemente, com extensões de altura variadas.

 

“A flauta doce mais conhecida é a flauta soprano, que tem uma sonoridade aguda. Na verdade, pertence a uma família que conta ainda com as flautas contralto, tenor e baixo, maiores e de som mais grave. É o quarteto de flautas-doce, com formação semelhante à família das cordas: violino, viola, violoncelo e contrabaixo.” (https://bit.ly/2Cu1SvI)

 

Enfocando na utilização da flauta doce, deixo aqui, como sugestão, uma aula do Portal do Professor do MEC que inclui atividades com a flauta e execução de percussão com copos (https://bit.ly/2PQxtff)

De acordo com os autores, com essa aula, os alunos serão capazes de: 

1) Desenvolver a percepção rítmica através da percussão com copos de plástico;
2) Desenvolver a percepção melódica através da prática instrumental com a flauta-doce;
3) Desenvolver habilidades para tocar a flauta-doce e os copos de plástico;
4) Tocar as notas musicais SOL-LÁ-SI-DÓ-RÉ na flauta-doce através da execução da música “When the saints go marching in” e dos exercícios propostos;
5) Executar arranjo para flauta-doce e percussão com copos de plástico.

 

A utilização dos copos nesses arranjos musicais traz também à tona a questão da reutilização e o aproveitamento de materiais como objetos de produção sonora em locais onde não há instrumentos musicais disponíveis.


Os autores trazem também nessa aula, além da partitura tradicional, uma partitura adaptada, com recursos gráficos idealizados por eles, para alunos que ainda não leem as notas na pauta tradicional de cinco linhas (pentagrama).


Acredito que essa aula seja bastante pertinente e pode ser uma grande aliada em trabalhos musicais, tanto da flauta doce quanto da percussão.

Além disso, você poderá trabalhar a percepção sonora, a leitura de partituras, o tocar em conjunto, a concentração. O trabalho prático com instrumentos ou vocal propicia esses aspectos.


Deixo aqui, também, um vídeo demonstrativo de alguns instrumentos de sopro para ilustrar esse relato:

 

 

E aí, gostaram da nossa dica da semana? Estamos sempre aguardando sugestões. Escreva pra gente!! smiley

 

Fica a Dica!! 

 



 


   
           



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Quinta-feira, 27/09/2018

Fica a Dica: Projeto "Sou Letrando"

Tags: blogrioeducadores, educopédia, mídias, especialistas, educação infantil, creches, edis, professores de educação infantil.

 

Projeto "Sou Letrando"

 

 

Olá! Hoje é quinta-feira, dia de Dicas para quem desenvolve trabalhos com crianças que estão na Educação Infantil e Pré- Escola.


A professora colaboradora do Fica a Dica desta semana é Graciele Gomes da Cunha. O “SOU LETRANDO” projeto de letramento é desenvolvido no EDI (Espaço de Desenvolvimento Infantil) Nobertina de Souza Gouveia, da 8ª Coordenadoria Regional de Educação da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro. As crianças das turmas da E.I- 41 e E.I -51 são as contempladas por este trabalho, que certamente você irá curtir e levar para sua escola.


Antes de conhecer melhor o “Sou Letrando”, é sempre bom destacar que o letramento se preocupa com a função social do ler e do escrever e deve estar presente em um ambiente educador, lúdico e que estimule os pequenos a se interessar cada vez mais com o mundo que o cerca. Isto é, através dos sentidos e percepções, a criança percebe o significado das letras, sua função social . Nas interações e relacionamento com outras crianças e adultos ela se torna participante, autora de suas obras e protagonista, observando sua identidade, produções, e a dos outros.


Na Primeira Infância é essencial estimular os pequenos a terem liberdade de expressão e a experimentar as múltiplas linguagens: Música, dança, artes, leituras da literatura infantil clássica e brasileira, histórias em quadrinhos, jogos, brinquedos e brincadeiras e tantas outras. Tudo que for desafiador e possível de ser realizado propiciará um processo de ensino e aprendizagem harmônico e produtivo.


A professora Graciele relata que o projeto “Sou Letrando” foi estruturado com base na BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e prioriza os direitos da criança de conviver, brincar, participar, explorar, expressar e conhecer-se. Seguindo as orientações dos documentos oficiais da SME/RJ e BNCC, a educadora convida seus alunos a explorarem atividades diversificadas com objetivo de proporcionar experiências inéditas e vivências que possam despertar o prazer pela leitura e escrita.

 

 

Pasta utilizada para levar livros para casa e

alfabetário construído pelas crianças

 

 

Os pequenos demonstram interesse e encantamento ao desvendarem tantos significados contidos nos "símbolos" . O que não era compreendido por estar descontextualizado, começa a ganhar sentido. A sala de atividades, e o espaço da unidade se torna um ambiente vivo e educador. Aquelas letrinhas que estão por toda parte, nas paredes, televisão, rótulos, livros, ganham um novo significado. E, como grandes exploradores iniciam uma trilha de conhecimento, repleta de desafios e alegrias.

 


O Aniversário do seu Alfabeto e o Novo Amigo

 

Mascote do livro "O Aniversário do Seu Alfabeto e

brincadeira de barquinho com o nome

 

A educadora compartilha com os leitores do Fica a Dica, a experiência vivenciada com suas turmas. Para os miúdos ela narrou a história do livro "O Aniversário do seu Alfabeto" de Amir Piedade. Os olhinhos arregalados para assimilar cada página, antes de ser virada, demonstrava o interesse da turma no conteúdo do livro. Após a contação e o famoso “Deixa eu ver o livro!” a professora deu continuidade a promoção de incentivos: O personagem da história foi confeccionado, fazendo a história se tornar “Viva”.

 

Outro ponto importante no projeto foi a criação coletiva de uma pasta de atividades. Esta é uma aliada no projeto e integra as famílias ao trabalho realizado no EDI. Os alunos vibram ao chegar sexta-feira, pois sabem que poderão levar a pasta e o personagem para casa. Nesta proposta, os responsáveis participam e fazem pesquisas com seus filhos , buscando em revistas ou jornais, palavras ou objetos que possuam a letra inicial do nome da criança. Depois, recortam, colam e decoram utilizando os materiais enviados na pasta( canetinha, lápis de cor, cola, lápis de cera). Para terminar, os responsáveis e a criança avaliam e registram, com foto e escrita, como foi passar o fim de semana com o "novo amigo".

 

Graciele relata que o projeto inclui jogos, dinâmicas, dança e músicas. Todas as atividades após concluídas, foram registradas por meio de gráfico e escrita espontânea. A professora conta que as turmas realizaram a encenação da história “A Cigarra e da Formiga”. “As crianças fizeram de um jeito bem alegre e espontâneo. Foi um dia muito especial onde todos da Unidade puderam prestigiar as turmas.”

 

O Grande Alfabeto

 


A rotina com o projeto “Sou Letrando” é movimentada pela criatividade e curiosidade dos pequenos, no entanto, a professora destaca a atividade que as crianças interagiram com energia e risadas. Graciele lembrou que nesta época do ano caem muitas folhas no pátio do EDI, e por isso, surgiu a ideia de misturar elementos da natureza ao movimento do corpo da criança e assim formar a imitação das letras.

 

No início da atividade, as crianças ficaram com receio em deitarem nas folhas,que formaram um tapete natural, porém quando perceberam o surgimento das letras com o uso do corpo junto ao dos amigos, apropriando-se da possibilidade de criar, entraram na brincadeira e ficaram entusiasmados, avisando uns para os outros a próxima letra que viria a ser formada. Após a atividade, conversaram sobre a experiência da integração do corpo com a natureza.

 

Fica a Dica de atividades para um ambiente vivo e educador:

 


Varal de alfabeto construído com os alunos, pendurado na altura do olhar da criança;


Baú de livros, no qual as crianças possam ter acesso;


Contação de história pelas crianças. com leitura espontanea;


Blocão em folha 40 kg ou folha A3 para registro de atividades;


Professor como Escriba, participando do relato da criança, registrando-o;


Portfólios individuais e coletivos das atividades e registros das crianças;


Utilização de cantinhos, incluindo os cantos de leitura,

artes e fantasias para brincadeira de faz-de-conta;


Escrita espontânea da criança, tornando-a protagonista de sua produção;


Murais com produções das crianças, colocadas na altura da criança;

 

Registro da evolução do Grafismo em portfólios individuais;

 

 

Curtiu a #DICA da equipe da Professora Graciele?
 

Então, além de aprimorar seus conhecimentos a respeito da importância

do Letramento na Educação Infantil e Dicas de atividade, você pode participar nos enviando dicas, experências ou um relato sobre um projeto desenvolvido com seus alunos.

 

Estamos aguardando!

Envie sua experiência para:

ruteferreira@rioeduca.net 

 


   
           



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Segunda-feira, 24/09/2018

Fica a Dica: Os Instrumentos de Percussão

Tags: fica a dica, educação musical, instrumentos de percussão.

 

Fica a Dica: Os Instrumentos de Percussão

 

 

Olá!


Sabemos que os instrumentos musicais são agrupados em famílias, de acordo com suas características. Temos as famílias dos instrumentos de percussão, de cordas, de sopros...


Vamos nos deter hoje na família dos instrumentos de percussão. São instrumentos fáceis de serem encontrados. Na sala de aula, para falar sobre eles, peço sempre para os alunos relatarem se conhecem alguns dessa família.


Cito para os alunos a formação das baterias das escolas de samba (uma vez que essa manifestação é mais próxima deles), que usam percussão em suas construções e, assim, eles começam a associar os instrumentos que tem características semelhantes, como na forma de produção do som, e conseguem identificar e compartilhar os que já conhecem.


Os instrumentos de percussão tem como característica o som produzido pela vibração originária do “embate”, do “choque” entre dois corpos, da agitação ou da fricção. Seja uma baqueta em um tambor, o “choque” entre duas clavas, a mão no pandeiro, a baqueta no tamborim, o chacoalhar de outros.


Eles são divididos em membranofones, idiofones e cordofones.

 

Nos membranofones, os sons são produzidos através de uma membrana, como uma pele esticada no tambor, e o som é produzido através da vibração dessa pele (Exemplos.: tambores em geral, pandeiro, tamborim, cuíca, entre outros).


Nos idiofones, os sons são produzidos a partir da vibração do corpo de todo o instrumento, por agitação, fricção, etc. (Exemplos: agogô, reco-reco, triângulo, castanholas, entre outros).


Os cordofones englobam os instrumentos que possuem corda, onde a mesma é percutida (através de um martelo ou baqueta) para a produção do som, como no caso do piano, que tem altura definida.


O instrumentista que toca esse tipo de instrumento é chamado de percussionista.


Os sons da percussão podem ser de altura indeterminada - a maioria deles e são utilizados, primordialmente, com função rítmica; e de altura determinada - como os xilofones e os tímpanos -, que podem ser utilizados com funções harmônica e melódica.

 

Vale ressaltar, também, que o tamanho do instrumento difere no resultado do seu som. Instrumentos maiores terão sons mais graves, enquanto os menores, sons mais agudos. E isso pode gerar atividades em sala de aula para a percepção de altura, mais uma propriedade do som que pode ser observada, além do timbre desses instrumentos.


Em algumas escolas, temos à nossa disposição instrumentos que fazem parte das “bandinhas rítmicas”, que podem ser utilizados com nossos pequenos para exploração e produção de sons, individual ou coletivamente, em arranjos simples para acompanhamento, ou apenas para que os mesmos os conheçam e percebam o timbre que cada um deles possui, através da exploração e da descoberta.


Não precisamos nos restringir aos instrumentos das bandinhas. Podemos também utilizar outros tipos de objetos para produzir sons percussivos, como latas, tampas, cabos de vassoura, caixas, pratos, chaves, entre outros. Materiais que iriam para o lixo e que podem ser reaproveitados, tornando-se meios de produção sonora. Podem ser feitos com materiais de sucata ou recicláveis.


Explorar os instrumentos de percussão desenvolve a percepção rítmica, explora a possibilidade de reconhecimento de timbres, amplia a percepção sonora, enfatiza a vivência das atividades coletivas, entre muitos outros benefícios. Experimentem! wink

 

 

Fica a Dica! 


Gostaram da nossa dica da semana? Escreva pra gente! Aguardamos suas sugestões! smiley

 


 


   
           



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Quinta-feira, 13/09/2018

Fica a Dica: Brinquedos Não Estruturados - Aprendizado, Alegria e Imaginação !

Tags: educação infantil, creches, edis, fica a dica.

 

Fica a Dica! Brinquedos não Estruturados -

Aprendizado, Alegria e Imaginação!

 

 

 

Estamos aqui com mais uma quinta-feira de #Dicas bem legais para quem trabalha com crianças em Creches, EDIS (Espaços de Desenvolvimento Infantil ) e  até  mesmo  para as mamães que apreciam uma boa #Dica para brincar com seus pequenos.  Alguns adultos podem lembrar que quando éramos crianças tínhamos uma grande variedades de objetos para inventarmos nossos brinquedos. Quem lembra?

 A Caixa de papelão  que trouxe o eletrodoméstico que a família comprou, virava casa, fogão, geladeira…. Pequenos galhos e um barbante davam asas à um super avião! Esta lista de invenção não tem fim, pois a imaginação da criança está no auge da criatividade, na qual elementos da natureza ou sucatas podem ser transformados em bonecas, carros, dragões, foguetes e em tantos outros brinquedos que até mesmo os adultos ficam surpreendidos!

Na verdade, sabemos que nossos alunos nasceram na Era Digital! É notável o fascínio que a tecnologia exerce até mesmo sobre os bem pequenos. Eles demonstram interesse nos jogos de smartphones e tablets, mas experimente colocar próximo aos miúdos algumas caixas, sucatas, cola…. A atenção  logo se voltará visando construir seu próprio brinquedo. Um ato de criação, imaginação, autoria e alegria!

 

O que significa Brinquedos Não Estruturados ? 

 


 

Brinquedos Não Estruturados são objetos que as crianças podem brincar, mas que não estão prontos. Alguns exemplos de objetos não estruturados são garrafas pet, caixas de papelão de diversos tamanhos , gravetos, pedras, areia e tudo mais que os pequenos adoram pegar pelo caminho. Eles são os protagonistas da criação e da brincadeira . 

 

Quando damos um carrinho, boneca ou bola para uma criança, normalmente ela já sabe o que fazer e facilmente se cansa, desejando um novo brinquedo pronto. Já os brinquedos não estruturados possibilitam a criança ser criança. Cilindros, pirâmides, cubos, prismas, paralelepípedos podem se transformar em castelo, cidade, bolo de chocolate. São inúmeras possibilidades em um só brinquedo. Além disso, essa construção do brinquedo e no brincar estimula algumas funções cognitivas, pois nesse processo as crianças precisarão de organização, planejamento, flexibilidade cognitiva, criatividade, manutenção da atenção, memória e diversas outras capacidades mentais.


“A imaginação, como base de toda a atividade criadora, se manifesta por igual em todos os aspectos da vida cultural, possibilitando a criação artística, científica e técnica. Neste sentido, absolutamente tudo o que nos rodeia e que foi criado pela mão do homem, todo o mundo da cultura, em diferenciação ao mundo da natureza, tudo é produto da imaginação e da criação humana, baseados na imaginação(Vygotsky)

 

Nesse contexto, o Projeto Pedagógico Anual 2018 da Creche Municipal Sempre Vida Parque da Conquista, da 1a Coordenadoria Regional de Educação é: "Brincar é Aprender a Vida com Alegria".  

 

 


 

A Equipe da unidade não mede esforços para planejar, executar e avaliar junto aos pequenos as grandes descobertas do protagonismo. O envolvimento com a criação de brinquedos envolve também a família, que aprende como é importante deixar seu filho criar!

 


Fica a Dica de alguns materiais não estruturados para aguçar a imaginação dos pequenos:

 

Papelão;

Caixas de ovos;

Rolos de papel;

Fitas adesivas;

Retalhos;

Tinta;

Tampas;

Folhas árvores;

Galhos;

Balões;

Lã;

Pedrinhas;

Papéis … e o que a imaginação contribuir! 

 

Curtiu a #DICA da equipe da Creche Sempre Vida Parque da Conquista?

 

Então, além de aprimorar seus conecimentos a respeito da importância da brincadeira com brinquedos não estruturados na vida dos pequenos, você pode participar nos enviando  dicas, experências ou um relato sobre um projeto desenvolvido com seus alunos.

 

Estamos aguardando!

Envie sua experiência para:

ruteferreira@rioeduca.net 

 

  


   
           



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