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Quarta-feira, 12/12/2018

Encerramento dos Jogos Estudantis 2018

Tags: jogos estudantis.

 

 

O encerramento dos Jogos Estudantis 2018 foi realizado no Planetário da Gávea no dia 05/12 das 9h às 12h. O evento contou com a presença de mais de 900 alunos das 11 Coordenadorias Regionais de Educação. Nesse dia foram entregues os troféus dos campeões das modalidades individuais e coletivas. 52 escolas foram premiadas com troféus. Destaque para o GEO Juan Antonio Samaranch, que recebeu 23 troféus, em 6 modalidades diferentes.

 

Participaram dos Jogos Estudantis 2018 aproximadamente 13.000 alunos regularmente matriculados no Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino, compreendidos na faixa etária entre oito e 16 anos e 980 Professores, Diretores e Coordenadores Pedagógicos da Rede Municipal de Ensino. Foram 268 escolas participantes, um aumento de aproximadamente 15% quando comparado com o ano anterior, competindo nas seguintes modalidades: Atletismo, Badminton, Basquete, Futsal, Handebol, Tênis de Mesa, Voleibol e Xadrez.

 

Enviado por: 

Janne Viterbo - E/SUBE/GPEC


   
           



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Sexta-feira, 23/11/2018

Xadrez reúne mais de 500 alunos no Sesc Tijuca

Tags: xadrez, jogos estudantis.

 

Xadrez reúne mais de 500 alunos no Sesc Tijuca

 

Alunos da 11 Coordenadorias Regionais de Educação (CREs) enfrentaram um grande desafio no dia 14 de novembro na quadra do Sesc da Tijuca. Cerca de 550 estudantes participaram da competição de xadrez, dentro dos Jogos Estudantis. Durante todo o dia eles disputaram o campeonato que foi bastante acirrado e teve muitas etapas. A véspera de feriado também foi de teatro e de atividades como dama, jogo da velha, jogo da memória, badminton e outras, oficinas que o Sesc preparou com muito carinho para os alunos durante os intervalos dos jogos.

 

 

Para o aluno Lucas Silva Rodrigues, de 14 anos, da Escola Municipal Santa Catarina, em Santa Teresa, o xadrez o ajuda muito a ter foco. ‘’Jogo xadrez há três anos. Você pensa mais e fica muito mais concentrado’’, diz ele, que estava na luta por uma medalha. O professor de matemática, Marcelo Embrósio, também da Santa Catarina, falou dos benefícios do xadrez. ‘’Além dos princípios básicos do esporte como integridade, cooperação e do trabalho em equipe, o xadrez desenvolve o raciocínio lógico. Existe uma mudança perceptível no rendimento dos alunos em matemática depois que eles entram no xadrez’’, explica Marcelo há três anos à frente do projeto na escola.

 

Aluno do sétimo ano da Escola Municipal Cuba, na Ilha do Governador, Luiz Felipe Azevedo de Noronha, estava empolgadíssimo durante o almoço, macarrão a bolonhesa, gentilmente oferecido pelo Sesc, porque acabara de ganhar uma das partidas do campeonato. ‘’Jogo xadrez há uns cinco meses e estou gostando muito. Eu mudei bastante na minha concentração. E aprendo mais: na sala de aula eu não perco mais o foco. Para jogar xadrez tem que prestar bastante atenção. Na escola teve torneio e das cinco partidas ganhei três’’, disse ele, que também faz vôlei na Cuba.

 

E quem pensa que os pequenos não podem participar do esporte engana-se. A pequena Ana Julia, do Ciep Antonio Raimundo de Castro Maia, em Campo Grande, arrebentou durante as partidas e ganhou. “Acho maneiro, mas é muito difícil. Quando comecei a treinar era muito difícil’’, contou. A mãe da aluna, Valéria Cristina da Silva, era só orgulho. ‘’Ela começou a jogar xadrez este ano mesmo por meio do projeto Amigos da Escola. Um voluntário que vai lá e ensina as crianças. Ela foi se destacando e já ganhou’’.

 

 

Um aluno muito especial destacava-se em meio aos outros pelo seu sorriso. Gabriel Bezerra, de 13 anos, é autista e segundo uma das professoras da Escola Municipal Professora Carneiro Felipe, em Marechal Hermes, a primeira vez que ela o viu sorrindo foi durante os Jogos Estudantis, realizado no Sesc Tijuca. Feliz por estar ali, Gabriel exalava alegria como pode ser vista nas fotos. A professora de matemática Marcelle Curty explica que Gabriel é um excelente aluno. ‘’Ele joga xadrez e é um dos meus melhores alunos. Nas outras disciplinas também”. Marcelle explica a importância do xadrez para a vida. ‘’Entendo que o xadrez veio para ajudar, para agregar o aluno de forma a se socializar, expressar o raciocínio lógico, ter percepção das coisas, as estratégias. E levar para a vida dele porque o jogo é isso: ter as estratégias para a sua vida. O pensamento rápido, o saber se colocar e acima de tudo a participação A gente não prepara só para a competição, mas para ter a parceria entre eles, é uma das eletivas do colégio, que é integral. Uma das eletivas é o xadrez que está sendo um sucesso’’, disse ela.

 

Encontro de gerações na arbitragem

 

Pedro, 19 anos, Gustavo, 15, Bruna, 13, Rafaela, 16, Laura, 13. O que eles teriam em comum? O amor pelo xadrez é tanto que mesmo alguns já tendo deixado as escola municipais continuam dando sua contribuição. Convidados pelo professor de Educação Física Daniel Matos, atualmente gerente da GPEC, eles fizeram parte da arbitragem no xadrez dos Jogos Estudantis. Graças ao xadrez e ao incentivo do então professor Daniel eles conseguiram bolsas de estudo em escolas particulares no Ensino Médio.

 

Atualmente cursando o sétimo período de Engenharia Civil na Universidade Veiga de Almeida, Pedro Paulo Santino lembra como tudo começou e agradece ao xadrez e ao professor Daniel. “Ele foi meu professor na Myrthes Wenzel em Pedra de Guaratiba. Disse que seria difícil e falou para eu me dedicar e eu assim o fiz. Logo arrumou uma bolsa de estudos em uma escola particular. Para eu manter a bolsa tinha que ficar no xadrez. O Daniel é 10 ‘’, disse ele que já arbitrou quatro vezes.

 

A aluna Rafaela, de 16 anos, estudou no Geo Saramanch, teve a experiência da arbitragem pela primeira vez. “É cansativo e difícil porque tem muita escola jogando xadrez’’. Ela agradece ao esporte, além da bolsa em escola particular, a oportunidade de conhecer outros lugares. Bruna Almeida, de 17, é outra que atribui ao xadrez outras chances na vida, além da bolsa de estudos que ganhou. ‘’Acho que o xadrez é uma oportunidade muita grande. Além de desenvolver a mente você pode viajar, conhecer lugares. É a primeira vez que estou arbitrando, muito cansativo, mas faria novamente. Eu já vi alguns talentos, mas não posso falar’’.

 

Já Gustavo da Silva Mendes, de 15 anos, também ganhou bolsa graças ao xadrez mas fez prova para outra escola particular e resolveu estudar no colégio situado em Laranjeiras. Para ele o xadrez ajuda nas decisões diárias. “O xadrez ajuda no raciocínio logico , a melhorar seu cálculo e sua capacidade cerebral, mas também melhora as condições do dia a dia. O escritor, o Garry Kasparov, ex- campeão mundial de xadrez , falava que a vida era como um jogo de xadrez. Acredito nisso. O xadrez me ajudou a refletir certas situações na vida. O xadrez ajuda a gente a melhorar em nossas decisões’’, diz ele, que gosta muito da dinâmica da arbitragem e conta que em torneio escolar é diferente porque têm regras à parte.

 

A caçula da turma de arbitragem, Laura de Souza, de 13 anos, estuda no Geo Juan Antonio Samaranch e conta que joga xadrez desde os 10 porque queria estudar lá e tem o objetivo de ganhar uma bolsa no ano que vem quando termina os estudos do fundamental. ‘’Eu quero tentar a bolsa de estudos pelo xadrez para o ano que vem, pois sou do oitavo ano e ano que vem estarei no nono e depois Ensino Médio. O xadrez me ajudou muito pois sou muita agitada. Nos primeiros jogos quando eu ganhava ou perdia eu chorava muito. Não aceitava perder e ficava chorando. Depois com o tempo aprendi que perder e ganhar fazem parte’’. Palavras de uma grande jogadora, não é mesmo??

 

Enviado por:

E/SUBE/GPEC


   
           



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Quarta-feira, 21/11/2018

Disputa acirrada no tênis de mesa e no badminton na Arena 3 nos Jogos Estudantis

Tags: jogos estudantis, badminton, gpec.

 

Disputa acirrada no tênis de mesa e no badminton na Arena 3 nos Jogos Estudantis

 

“O esporte é uma oportunidade imensa. Eu viajo para caramba. Se não fosse o badminton eu não teria saído da favela. Tenho 15 anos e já saí do país, fui para o Peru, e no Brasil conheço vários estados’’. Foram com essas palavras que Camile de Oliveira Andrade, estudante da Escola Municipal Cândido Campos, em Vila Valqueire, que levou o primeiro lugar de badminton na categoria juvenil durante os Jogos Estudantis, na Arena 3, na Barra da Tijuca, no dia 12 de novembro, definiu a importância do esporte em sua vida. Vale lembrar que é a primeira vez em 27 anos de existência que o badminton faz parte dos Jogos Estudantis.

 

 

Camile (ao meio) foi a grande vencedora do badminton

 


Para a maioria dos alunos que participaram da competição de badminton e de tênis de mesa – na faixa etária entre 7 e 14 anos das 11 Coordenadorias Regionais de Educação - o objetivo maior é vencer, mas eles entendem a importância do esporte como aliado à educação e sabem que o comportamento e as notas melhoram. Essa opinião vem de encontro a do professor de Educação Física Rodrigo France, do Ginásio Experimental Olímpico Juan Antonio Saramanch, Santa Teresa. "Nossa experiência de Geo prova que o comportamento melhora, temos boas notas e muita procura pela escola’’, disse ele, satisfeito com a volta do tênis de mesa, do atletismo e do xadrez aos Jogos Estudantis. ‘’Acho que os Jogos Estudantis para os alunos são essenciais. Para a gente que trabalha com as modalidades todas é ruim ter uns participando e outros não. Muito bom essas modalidades terem voltado. Estamos participando dos dois, badminton e tênis de mesa e estou confiante nos meus alunos’’.

 

 

 


Durante toda a competição, alunos estavam ansiosos com os jogos e confiantes na vitória. O estudante Khauã Kerlon, de 13 anos, da Escola Municipal Joaquim da Costa Ribeiro, em Padre Miguel, era um dos mais empolgados no ginásio. ‘’Acho que tenho chance de ganhar, mas é muito difícil porque não sei o jogo do outro, e tem gente que joga mais do que eu. Vou dar o melhor nessa quadra’’, disse ele, que lutou até o fim mas não chegou a semifinal. Sua colega de escola, Beatriz Luiza, 13, que jogou apenas badminton, também não venceu, mas gostou de ter participado. ‘’Perdi, serviu de experiência pra que eu possa melhorar. Dei mole’’, disse ela, que também adora futebol e pensa em se profissionalizar neste esporte.

 

 

Os alunos vencedores do badminton: Diego Rodrigues, Guilherme Maxuel e Rafael da Silva



Já Diego Rodrigues, Pio Décimo, no Tanque, em Jacarepaguá, de 14 anos, era só felicidade. No ano passado tirou em terceiro lugar no Badminton e neste ano chegou ao primeiro. As outras colocações ficaram com Guilherme Maxwel, 13 anos, e Rafael da Silva, 13, ambos do Ginásio Experimental Olímpico Juan Antonio Saramanch. Rafael tem sua definição de esporte: ‘’Para mim esporte é vida, é saúde, é conseguir o direito de ganhar e de ser conhecido. Assim você consegue ser federado num esporte que você gosta’’.

 

Alunos viram juízes

Pela primeira vez no tênis de mesa houve um formato diferente no quesito julgamento deixando para os alunos uma ação de protagonismo, mostrando que eles são capazes de discernir o profissional do pessoal. No tênis de mesa os alunos eram juízes e não houve nenhuma reclamação por parte dos colegas. O estudante Victor Guilherme Simões Sarmento, de 16 anos, do 9º ano do Geo Juan Antonio Saramanch, gostou da experiência de ser juiz, o que já acontece pela segunda vez. ‘’Presto muito atenção’’, afirma ele, que acha imprescindível a prática de esporte e diz que o tênis de mesa ‘’estimula a mente’’. Sábias palavras.

 

Enviado por:

Waléria de Carvalho

E/SUBE/GPEC


   
           



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Quarta-feira, 14/11/2018

O esporte como aliado à superação de problemas

Tags: jogos estudantis.

 

O esporte como aliado à superação de problemas

 

    Professora da 7ª CRE investe em alunos e eles chegam ao primeiro lugar no basquete nos Jogos Estudantis

 

Uma grupo de alunos da Escola Municipal Alina de Brito, em Jacarepaguá, viu no esporte um grande aliado para a superação de problemas e para aumentar a autoestima.Graças à competência, habilidade e talento da professora Roberta Arruda, que viu em seus alunos muita garra e determinação, a equipe de basquete conseguiu chegar, neste ano, ao primeiro lugar da modalidade no Jogos Estudantis da 7ª CRE.

O desafio da professora começou no ano passado quando ela resolveu utilizar novas estratégias com uma turma que apresentava comportamento muito agitado, dificuldades com a estabilidade emocional, relação difícil entre os alunos e falta de habilidades para resolver os conflitos sem agressões físicas ou verbais.

 

 

’Criei então uma equipe de basquete com o objetivo de trabalhar as competências socioemocionais, para que criássemos um ambiente de respeito, confiança e cooperação entre eles. Os treinos aconteciam na hora do almoço, nas aulas de Educação Física e em alguns centros de estudo da professora’’, conta ela, acrescentando que além do aprendizado esportivo o objetivo era exercitar a empatia, o autoconhecimento, o diálogo, a resolução de conflitos e a promoção do respeito aos colegas da equipe’’. No ano passado, a equipe chegou em segundo lugar nos Jogos Estudantis da 7ª CRE.

 

Neste ano, um novo desafio: alunos que vieram de outras escolas precisavam elevar sua autoestima e mais uma vez a professora deu o seu melhor. “Muitos de nossos atletas estavam passando por momentos delicados em suas vidas; pela perda ou não presença de familiares próximos, entre outros. Traçamos estratégias para que através do esporte esses alunos pudessem resgatar a alegria, a confiança, a empatia pelo próximo, a motivação para o crescimento pessoal, transformando-os em protagonistas de suas vidas’’. Participamos dos Jogos Estudantis de 2018 da E/7ªCRE e nossa união, o esforço de todos, o respeito pelo outro, o trabalho em equipe fez com que fôssemos campeões.

 

Esses grandes jovens superaram problemas pessoais, adquiriram habilidades sociais, entenderam a importância do esporte e da escola em suas vidas. Acreditamos que serão cidadãos mais responsáveis e farão a diferença para um mundo melhor.

 

Depoimentos dos Alunos Quanto a Importância do Basquete em Suas Vidas:

 

“Me ajudou a entender que posso fazer tudo que eu quiser, se eu tentar posso conquistar sonhos que eu tenho. Melhorou meu comportamento, estou mais calmo, consigo trabalhar melhor em equipe, tanto no jogo como em sala. Antes gostava de ficar sozinho e não queria fazer os trabalhos. Agora participo de tudo, gosto de estar com meus amigos de sala e eles me ajudam nas atividades. Me sinto mais feliz e alegre depois que comecei o basquete. Me esforço mais no treino e na sala.” (Lucas Alves Santiago Gonçalves Sebastião) T.1504

 

“Me sinto melhor , mais confiante, melhorei minhas habilidades e acredito que consigo fazer as coisas.” (José Pedro Martins Barros) T. 1504

 

De acordo com o grupo, José Pedro amadureceu muito. Antes brincava na hora errada, interrompia as aulas para alguma brincadeira. Hoje está mais sério, mais concentrado e se tornou o jogador mais engraçado da equipe, divertindo o time mas quando não está na sala de aula (equipe de basquete)

 

“Antes não praticava nenhuma atividade, só mexia no telefone ou ficava em casa. Quando a professora ofereceu a oportunidade de entrar para o time de basquete fiquei feliz por poder praticar um esporte. Foi a primeira vez que ganhei uma medalha. Antes não me sentia capaz de fazer as coisas, me sentia inferior aos outros. Agora confio em mim, posso conseguir o que quiser, quem sabe virar um jogador de basquete igual ao Le Bron James.” (Felipe Alves Santos do O) T.1504

 

“Antes achava que não conseguiria fazer nenhum esporte, agora além de praticar o basquete, tenho novos amigos. Me sinto mais motivado nas aulas, parei de conversar em sala e me esforço para poder descer para a quadra e treinar. Fico muito triste quando chove e não tem treino.” (Fernando Alves Santos do O) T.1402

 

“Não saía de casa, não brincava e só ficava assistindo TV. Agora eu pratico um esporte, além de ter amigos de outras turmas. Não tem mais o sentimento de uma turma ser melhor que a outra porque somos um único time agora. Me sinto mais contente até aprendi a ler. Tenho mais vontade de vir para a escola e estudar.” (Fernando Barbosa da Conceição) T.1402

 


 


   
           



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