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Dicas, prática pedagógica, troca de experiências.Todos os posts escritos por Taís Ferraz Duarte
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Quarta-feira, 03/04/2013

Conviver com as Diferenças é Possível e Fundamental

Tags: família, inclusão.

Saber conviver com as diversidades, respeitando-as, é o primeiro passo para nos tornarmos pessoas melhores, conscientes das diferenças, ou seja, verdadeiros agentes transformadores.

 

A cor da pele, a origem étnica, o nível social, entre outros, são alguns fatores que podem promover, para alguns, certa dificuldade de convivência, muitas vezes compreendida como exclusão social, embora não seja motivo para tal. 

 

Refletimos, especificamente, sobre a inclusão dos alunos portadores de necessidades especiais e com deficiências no espaço socioescolar, que até há pouco tempo estavam listados entre os possíveis excluídos pela falta de informação.

 

Diversidade e inclusão precisam estar presentes.

 

Através do Ambiente Educacional, com a criação de ambientes inclusivos, onde estão presentes a diversidade sociocultural e inúmeras experiências de vida, podemos viabilizar trocas, estimulando o outro a partir dessas diferenças. Assim, todos podem compartilhar uma convivência harmoniosa e regida pelo respeito mútuo, incluindo neste contexto: o aconchego, a atenção e o carinho também àqueles com deficiências e portadores de necessidades especiais.

 

Os estudantes portadores de deficiências, além de poderem aprender com as diferenças, podem e devem participar como aprendizes sob condições instrucionais diversificadas através do apoio adicional ou pontual de uma equipe de educação especial.

 

Estes alunos estarão mais bem preparados para a vida adulta em sociedade, através de uma educação com oferta de salas de aula dinâmicas e de atividades diversificadas. Inclusive, com o mesmo aparato que os estudantes sem deficiências desenvolvem, objetivando o conforto, a confiança e a compreensão de sua identidade e de outras pessoas. Demonstrando, sem sombra de dúvidas, crescente desenvolvimento nos aspectos formativos e de convivência focados na interação entre os alunos.

 

O quadro "Operários" de Tarsila do Amaral, pintado em 1933,

também retrata a diversidade cultural de um povo.

 

Felizmente, estamos avançando em relação à igualdade de direitos das pessoas.

 

Mesmo aqueles que outrora foram considerados fora dos padrões da normalidade, estabelecido por convenções pontuais e filosofias arcaicas, o nosso olhar deve priorizar e investir permanentemente pela busca da Inclusão plena dentro das Escolas.

 

Estamos, portanto, contribuindo para mudanças de paradigmas estabelecidos dentro da nossa própria sociedade, reconhecendo, acima de tudo, o direito do ser humano  ser visto e respeitado como semelhante.

 


Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal
e colaboradora do Portal Rioeduca
E-mail:
 taisduarte@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 13/03/2013

Celebre o Dia Mundial da Água

Tags: meioambiente.



 

No dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água.
A data foi recomendada na ECO92, durante conferência da ONU, e começou a valer no ano seguinte. A cada ano é proposta uma nova discussão sobre o tema.


 

Independente do tema elencado para discussão sobre o Dia Mundial da Água, seus desdobramentos enquanto importância, utilização e qualidade são emergenciais.

 

Este ano teremos estabelecido pela ONU o “Ano Internacional da Cooperação pela Água”, que irá focar nas ações de educação ambiental, conscientização e colaboração sobre os desafios da necessidade de gestão desse recurso finito.
 

 

 

 

O Dia Mundial da Água foi instituído com o objetivo de levar à reflexão desse recurso essencial à vida, assim como a "Declaração Universal dos Direitos da Água".

 

Esse texto implica em dez artigos que levam a uma profunda reflexão e discussão sobre o tema e quanto ao uso sustentável.  Saiba mais em: http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/dia_mundial_da_agua.htm

 

 

 

Quadro com os temas do Dia Mundial da Água a partir de 1994.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Mundial_da_%C3%81gua

 

 

E como não deixar também de prestar uma homenagem ao nosso Planeta Terra com a conhecida e belíssima canção Planeta Água, na voz de Guilherme Arantes.

 

 

 

Consciência ecológica e ações que levem ao desenvolvimento da sustentabilidade são necessárias e precisam ter muita divulgação, esclarencendo principalmente os prejuízos irreversíveis ocasionados pela má utilização da água e seu desperdício.

 

Estas ações começam dentro do nosso próprio lar, com mudanças simples de grande importância, deixando de "varrer" a calçada com a mangueira de água aberta, fechando o chuveiro no momento de ensaboar, deixando para lavar a louça toda de uma vez, entre inúmeras outras atitudes.(http://www.autossustentavel.com/2010/03/consumo-consciente-de-agua_22.html?showComment=1362832411286#c6516590098698916019)

 

Pequenas e simples ações que vão colaborar para a preservação consciente dos Recuros Hídricos e Equlíbrio do Nosso Planeta.

 

Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal

e colaboradora do Portal Rioeduca

E-mail: taisduarte@rioeduca.net


 

 

 

 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 27/02/2013

Alfabetizar ou Letrar?

Tags: professor.



 

A velocidade com que as informações chegam até nós nos dias de hoje é cada vez maior. Precisamos estar conectados para uma constante atualização com o Mundo.

 

 

 

 

O PNAIC, Pacto Nacional de Alfabetização na Idade Certa, foi criado em 2012 e será implementado a partir deste ano. É um compromisso formal assumido pelos estados e municípios por meio do Ministério da Educação com o Governo Federal e visa assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do 3º ano do Ensino Fundamental.


 

Conheça mais sobre o PNAIC em:

 

 

 

Desde que foi anunciado, muita movimentação se viu em torno do Programa.


O que é alfabetizar? O que é letrar? Esses dois termos não têm o mesmo objetivo?  Como seremos capacitados? O que será necessário mudar?


Realmente são muitas informações que precisam ser absorvidas gradativamente. Mas somente através de trocas e muita leitura seremos capazes de alcançarmos o objetivo que pretendemos.


Em julho de 2012, os diretores das escolas do primeiro segmento e os representantes das dez Coordenadorias Regionais de Educação assinaram o Pacto Carioca pela Alfabetização, prevendo que todos os alunos das escolas municipais sejam alfabetizados ao final do 1º ano de Escolaridade aos seis anos de idade. 


A Rede Municipal de Educação do Rio de Janeiro superou a meta e reduziu o índice de Analfabetismo Funcional com quatro anos de antecedência.


 

Alunos da Professora Luciana da E. M.Cinco de Julho envolvidos em atividade de alfabetização e letramento. Ações contextualizadas com a utilização de textos conhecidos (como parlendas), materiais concretos e inserção de atividades artísticas promovem a curiosidade e levam à Leitura de Mundo.

 

 

Na primeira semana de fevereiro deste ano, aconteceu a semana de capacitação para os professores da Rede Municipal do Rio de Janeiro com atividades e assuntos diversificados.

 

Em um desses encontros, que ocorreu na própria escola, foram preparados DVDs  com palestras das professoras Iza Locatelli e Magda Soares para os professores que atuarão nas Casas de Alfabetização (1º, 2º e 3º anos), sendo também interessantes aos professores do primário Carioca (4º, 5º e 6º anos) com roteiro de ações a ser seguido.

 

A professora doutora Iza Locatelli, que presta assessoria à SME, fala sobre a importância da diagnose, de um ambiente alfabetizador em sala de aula, da diversidade de textos, da produção de textos coletivos e individuais e do papel do professor enquanto incentivador e contador de histórias conhecendo, valorizando e compartilhando as experiências individuais.


Uma importante prática alfabetizadora é o incentivo à narrativa, pois através dela, os saberes, culturas, histórias e valores foram sendo transmitidos de geração à geração através da oralidade e, assim, se consolidando nas diversas culturas existentes.

 

É através da narrativa que o educador irá promover a troca de experiências em sala de aula, socializando, trazendo à tona diversidades culturais, principalmente nas classes populares.


Não queremos alunos somente alfabetizados, mas alfabetizados e letrados. Alunos que adquiram independência para realizarem a leitura de mundo.
Ler e escrever como um fim limita a criança como mero decifrador de códigos e não como leitor.


De acordo com Magda Soares na obra Letramento: um tema em três gêneros (Belo Horizonte: Autêntica 2003):
Letramento é o resultado da ação de ensinar e aprender as práticas sociais de leitura e de escrita. É o estado ou a condição que adquire um grupo social, ou um indivíduo, como conseqüência de ter-se apropriado da escrita e de suas práticas sociais. Apropriar-se da escrita é torná-la própria, ou seja, assumi-la como propriedade. Um indivíduo alfabetizado, não é necessariamente um indivíduo letrado, pois ser letrado implica em usar socialmente a leitura e a escritura e responder às demandas sociais de leitura e de escrita."


Felizmente, estamos no caminho certo!
 

 

 

 Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal

e colaboradora do Portal Rioeduca.

E-mail: taisduarte@rioeduca.net
 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 20/02/2013

Está na Hora de Pensar nas Reuniões de Responsáveis

Tags: professor.



 

As reuniões de responsáveis geralmente deixam todos os envolvidos um tanto ansiosos. Pais, alunos e, inclusive, professores aguardam ansiosamente por este momento.

 

 

 

 

 

Muitas reuniões destinadas aos responsáveis ocorrerão durante o ano letivo. Elas têm por objetivo agregar a família ao ambiente escolar compartilhando interesses e metas em prol do aluno, precisam tornarem-se produtivas e agradáveis.

 

Os encontros devem ser planejados não só por professores, mas também com o envolvimento do coordenador pedagógico e da direção para, previamente, estabelecerem o objetivo principal (ou específicos) daquela reunião.

 

A primeira reunião do ano pode ser feita através de um convite e deve priorizar o acolhimento aos responsáveis, afinal, eles precisam sentir que estão sendo bem recebidos. Geralmente, além da apresentação da professora, são repassados informes da escola, objetivos do ano o qual a criança irá cursar, além de dicas de como auxiliar seu filho no dia a dia.

 

 

 

 

 

Ao longo do ano, ocorrerão outras reuniões e, obviamente, terão outros objetivos, porém a receptividade precisa ocorrer em todas.

 

Seguem algumas sugestões que podem tornar as reuniões de responsáveis mais prazerosas e próximas ao sucesso:

 

  • trace o(s) objetivo(s), juntamente com a equipe pedagógica conforme o que se pretende: reunião de apresentação, reunião temática ou bimestral;
  • distribua bilhetes com o convite previamente;
  • faça a divulgação na escola utilizando-se de cartazes sobre reunião, reforçando dia e hora;
  • seja pontual e sucinto: não deixe que a reunião torne-se aparentemente “interminável”;
  • apresente a pauta da reunião;
  • leitura de textos são interessantes;
  • propor uma dinâmica tende a deixar reunião mais agradável e informal;
  • é interessante o professor utilizar recursos tecnológicos existentes em sua escola (como computador e data show) no decorrer da reunião, a fim de torná-la mais atrativa e menos tediosa;

 

 

Exemplo de um vídeo com mensagens que pode ser usado numa reunião.

 

 

 

  • não trate especificidades dos alunos. Lembre-se que o objetivo não é esse, já que os pais não convocados para tratar assuntos individuais, isso poderá ser feito num outro momento e, inclusive, deve ser esclarecido para que eles se sintam mais à vontade;
  • caso o espaço permita, exponha trabalhos dos alunos ou fotos. É uma maneira de envolvê-los nas atividades desenvolvidas pelos alunos;
  • faça uma retrospectiva do que foi traçado como objetivo no ano anterior (caso seja a primeira reunião) ou no bimestre anterior.
  • não deixe de registrar a presença dos responsáveis, desta forma, você professor, tem mais um registro de acompanhamento da família.

 

Professor, discuta com sua equipe os benefícios de se pensar em equipe, trace coletivamente os critérios da reunião da sua escola, e lembre-se: não deixe de avaliá-los posteriormente e... boa sorte!

 

 

 Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal

e colaboradora do Portal Rioeduca.

E-mail: taisduarte@rioeduca.net

 


 

 

                               

 

 

 


   
           



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