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Segunda-feira, 30/07/2018

Curso Professores em Formação: A Educação Ambiental em uma abordagem Transdisciplinar

Tags: gpec, curso, formação.

 

 

 

INSCRIÇÕES: www.igeo.ufrj.br

 

25 de ABRIL (4a feira), 9-17h: AULA INAUGURAL - Local: CAp/UFRJ. Manhã - Mesa Redonda Um Olhar sobre a Escola e o Currículo: dialogando com as realidades existentes no Estado do Rio de Janeiro com Ana Angelita Rocha (FE/UFRJ) e Rita de Cássia Frangella (ProPEd/Uerj); Tarde - Discussão de propostas curriculares municipais com ênfase na Educação Ambiental.


Módulo 1 - Caminhando pela Cidade: Percepções, Memórias e Patrimônio - I

 

Aula 1: 9 de maio (4a feira); 9-17h. Local: CAp/UFRJ (Rua J.J. Seabra, s/n, Lagoa, Rio de Janeiro) Manhã - Mesa Redonda Cidade e rupturas do cotidiano: memórias, territórios e ação com Cátia Antônia da Silva (FFP/Uerj) e Luciano Ximenes Aragão (FEBF/Uerj e PUC/Rio); Tarde: Olhares sobre a cidade: pesquisas sobre o Rio de Janeiro com os professores Antônio Lopes Ferreira Vinhas (Grupo LABORES-PUC-Rio), Vânia Morgado (CAp/UFRJ) e Paulo Henrique Barbosa de Andrade (FIOCRUZ).

Aula 2: 6 de junho (4a feira); 9-17h. Trabalho de Campo: Caminhando pela Cidade. Saída às 9h do IGEO/UFRJ (Ilha do Fundão, Prédio do CCMN, Rio de Janeiro).

 

Partimos da proposta de caminhar pela cidade na busca da conexão entre memórias, territórios, ação, ressignificando as noções e conceitos que envolvem a Educação Ambiental e que possibilitam novas compreensões acerca dos diferentes ambientes e paisagens. Caminhar pela cidade permite vivenciar os seus diversos espaços, produzindo um material didático que possibilita conhecer e compreender o habitar das comunidades escolares.

 

Módulo 2 – Escola Como Lugar da Experimentação – I: Vivências e Possibilidades em Educação Ambiental

 

Aula 1: 30 de agosto (5a feira); 9-17h. Local: CAp/UFRJ (Rua J.J. Seabra, s/n, Lagoa). Manhã: Diálogos com Walter Kohan (ProPEd/UERJ). Tarde: Histórias e Narrativas, com Cristiano Brasil (UFRJ/ Escola Municipal de Magé).

Aula 2: 20 de setembro (5a feira); 9-17h. Local: Escola Municipal Professor Teófilo Moreira da Costa (R. Esperança, 387 - Vargem Grande, Rio de Janeiro - RJ). Saída da Cidade Universitária, Ilha do Fundão (IGEO/UFRJ), às 7:45h. Diálogos com Rafael Straforini (UNICAMP) e construção coletiva de atividades na Escola Municipal Professor Teófilo Moreira da Costa.

 

Neste módulo teremos a oportunidade de dialogar com os professores Walter Kohan, Cristiano Brasil e Rafael Straforini sobre as múltiplas relações sociais, culturais, políticas e ambientais que construímos através das nossas práticas pedagógicas. O contexto escolar será a base empírica de estudo e ação. Vivenciar e refletir sobre essas práticas potencializa a produção de um vasto material didático para se trabalhar com a Educação Ambiental.

 

Módulo 3 - Escola Como Lugar da Experimentação – II: Vivências e Possibilidades em Educação Ambiental

 

Aula 1: 02 de outubro (3a feira); 9-17h. Local: IGEO/UFRJ (Ilha do Fundão, Rio de Janeiro). Manhã: Entendendo a construção da “caixa de areia” com Manoel Fernandes e equipe do GeoCart (Departamento de Geografia, IGEO/UFRJ); Tarde: Preparação de atividades inter e transdisciplinares com a “caixa de areia”.

Aula 2: 06 de novembro (3a feira); 9-17h. Local: Escola Municipal Professor Teófilo Moreira da Costa (R. Esperança, 387 - Vargem Grande, Rio de Janeiro - RJ). Saída da Cidade Universitária, Ilha do Fundão (IGEO/UFRJ), às 7:45h. Construção da “caixa de areia”: conceitos, metodologias e práticas de trabalho.

 

A busca de abordagens metodológicas amplia a produção de um acervo de material didático transdisciplinar. A possibilidade de fazer a “caixa de areia” nas escolas facilita transitar por diferentes áreas do conhecimento, bem como obter múltiplas leituras em diferentes contextos escolares, e “ir além” do objeto criado, elaborando coletivamente propostas de inserção local.

 

INFORMAÇÕES: cursoprofessoresemformacao@gmail.com

 

Tels: 21-3938-9461 (Direção Adjunta de Extensão do IGEO/UFRJ: falar com Damiane ou Adriana) e 21-25614585 (NEQUAT) 

 

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Enviado por:

Waleria de Carvalho

E/SUBE/GPEC


   
           



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Segunda-feira, 23/07/2018

Aula Passeio com os alunos do CIEP Operário Vicente Mariano

Tags: gpec, aula passeio.

 

Um dia muito especial para a turma 1702 do CIEP Operário Vicente Mariano

 

A manhã fria do dia 10 de julho teve um gostinho muito especial para os alunos da turma 1702 do CIEP Operário Vicente Mariano, no Complexo da Maré. Depois de terem perdido de forma violenta o colega de turma Marcus Vinicius da Silva, de 14 anos, no mês passado, eles puderam se deparar com as belezas do Rio de Janeiro e conhecer um pouquinho mais sobre o meio ambiente que os cerca. Não faltaram emoção, conhecimento, dança, relaxamento, alegria, fotos, diversão, lembranças e até pão de queijo bem quentinho, gentilmente cedido pelo pessoal do Centro de Visitantes das Paineiras.


 

 

Nem mesmo o tempo frio impediu os alunos de serem levados ao Centro de Visitantes das Paineiras, à Exposição Floresta Protetora e ao Cristo Redentor com o professor Rafael Gurjão, de Geografia, e a ''mãe amiga'' Leci. A turma foi convidada pelo CEAMP (Centro de Educação Ambiental do Parque Nacional da Tijuca), um dos projetos da Gerência de Projetos de Extensão Curricular (GPEC), para um dia de acolhimento no setor Serra da Carioca do Parque da Tijuca. Os alunos puderam se divertir e conhecer um pouco mais a Geografia da cidade, a história da Unidade de Conservação, os impactos ambientais e os cuidados com os ambientes naturais relacionando-os com o lugar da escola. Este momento aconteceu de forma interativa com a exposição guiada pela equipe do CEAMP, representada pelas professoras Tereza Cristina Arouca Frambach e Patrícia Grigório. A equipe da Gerência de Projetos de Extensão Curricular (GPEC) teve como representantes as professoras Adriane Muniz, Claudia Petrina, Elisabete Pinheiro e Waleria de Carvalho.

 

A professora Elisabete Pinheiro deu o pontapé inicial nas atividades ao som de música e dança indígena. Depois, os alunos participaram da exposição Floresta Protetora, onde conheceram várias espécies da fauna e flora, fizeram uma dinâmica de relaxamento sob o “comando’’ da professora Simone Nunes Rainha, da Escola Municipal Soares Pereira, que culminou em abraços individuais e em um enorme abraço coletivo. Antes de subir para o Cristo Redentor, os alunos, participaram de um lanche, receberam adesivos, chocolates e chaveirinhos com motivos da natureza doados pelo Centro de Visitantes e cantaram a música Espera eu Chegar , de MC Kevnin, o Cris, para homenagear o amigo, além de escreverem palavras como “Marcus Vinicius presente’’; Marcus Vinícius fica com Deus’’, "Maré quer paz'' em uma das partes apropriadas da exposição Floresta Protetora.

 

Os alunos estavam muito satisfeitos com o passeio-aula. "Estou achando tudo muito divertido. Tudo é muito bonito. A lojinha lá embaixo e a exposição. Estou gostando'', disse Nicole Renata, que não parava de fazer poses para as lentes. O colega Wellington Amorim disse que já tinha ido ao Cristo Redentor mas que a exposição era uma novidade. ''Nunca vim aqui. Muito legal'. Raquel de Souza afirmou que o passeio também ampliou seus conhecimentos. ''Aprendi que devemos cuidar mais da Maré e fazer tudo pelo ambiente jogando lixo no lugar de lixo e não desperdiçando água". Da mesma opinião compartilha Nair de Souza. "Estou gostando''. E Maria Vitória afirma: ''Está tudo maravilhoso. Não conhecia o Cristo Redentor''.

 

 

Para o professor Rafael Gurjão, o evento foi de extremo significado porque toda saída gera uma aproximação na turma como um todo dando unidade e coesão.

 

"Mas no caso deles esse evento teve sua importância dobrada, renovou os ânimos para eles continuarem e acreditarem na escola como um meio de transformação. Fora que ajudou com a autoestima dos estudantes no momento que eles vão se ver valorizados, que são importantes e que podem mais'', disse o professor. 

 

Acrescentando que outro ponto a ser destacado é o crescimento cultural adquirido no passeio.

 

''Conhecer o Cristo deveria ser obrigatório aos cariocas e na turma quase ninguém conhecia, o fato de se sentir próximo à floresta também é muito positivo, abre brechas para a educação ambiental e de se verem como parte de um meio ambiente muito mais amplo. Passeios assim tinham que ser mais rotineiros para os estudantes. Quando chegamos à escola todas as outras turmas perguntaram quando será a sua vez'', contou o professor.

 

De acordo com Edmilson Severino de Souza, diretor do CIEP Vicente Operário Mariano, os alunos gostaram muito da ida ao Centro de Visitantes das Paineiras e ao Cristo Redentor.

 

“Para eles foi bom para quebrar o momento difícil que estamos vivendo. Eles chegaram a mudar de sala por causa do ocorrido. Muitos choravam quando viam o lugar do colega’’, disse Edmilson. 

 

Esperando que os demais alunos da escola também possam fazer o circuito numa outra oportunidade.

 

Enviado por:

Waleria de Carvalho

E/SUBE/GPEC


   
           



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Sexta-feira, 13/07/2018

Dia Olímpico

Tags: gpec, cob, ginga, time brasil.

 

70º aniversário do Dia Olímpico

 

“A Educação e o esporte andam juntos. O esporte tem que começar como bebê brincando com uma bolinha. Esporte é tudo na vida da pessoa, traz saúde, formação intelectual mais avançada e, socialmente, diversos benefícios. Os atletas de alto rendimento têm vida curta, se lesionam, a idade faz a diferença. Temos que estar sempre renovando os ciclos. Para isso nada melhor do que o esporte educacional”. Essas foram algumas das palavras proferidas pelo presidente da AGLO (Autoridade de Governança do Legado Olímpico), Paulo Marcio Dias Mello, durante evento comemorativo ao 70º aniversário do Dia Olímpico, em 23 de junho, que reuniu mais de 350 alunos de oito escolas municipais da 7ª CRE: Augusto Magne, Professora Leila Barcellos, Frederico Eyer, Joaquim Fontes, Ciep Luiz Carlos Prestes, Francis Hime, Luiz Camillo, Adelino da Palma Carlos.

 

Destaque a foto do meio de Rafael Bello - Anel Olímpico

 

Antes de praticar os esportes bem diferentes do que estão acostumados como luta olímpica, rugby, hóquei, badminton, judô e esgrima, eles assistiram a uma apresentação do teatro do grupo Mosaico em e depois ouviram palavras de incentivo à prática do esporte e dos valores olímpicos de Emanuel Rego, três vezes medalhista olímpico no vôlei de praia, sendo ouro em Atenas 2004 ao lado do parceiro Ricardo. “É importante passar para as crianças desde cedo que o esporte olímpico não é só a busca por uma medalha, mas também a prática de valores importantes para o desenvolvimento deles”, disse Emanuel. Divididos por cores, os alunos formaram o anel olímpico e o número 70 em alusão ao aniversário do Dia Olímpico.

 

Diretores, professores e alunos estavam muito satisfeitos com o evento que celebrou o aniversário da fundação do Comitê Olímpico Internacional (COI) pelo Barão Pierre de Coubertin, em 1894 e foi organizado por meio de uma parceria entre o Projeto Transforma, que é o programa de valores olímpicos do Comitê Olímpico Brasileiro, a Aglo e a Secretaria Municipal de Educação. Diretora da Escola Joaquim Fontes, Glória Regina Fernandes da Silva, fala sobre a importância do esporte na vida dos alunos, principalmente para quem trabalha em comunidades carentes. “Vemos a grande diferença que faz um aluno que pratica um esporte dentro da escola e o que não pratica. Tem uma diferença na qualidade do trabalho por conta da disciplina, da concentração. O esporte facilita o nosso trabalho. Esse tipo de atividade que está acontecendo aqui poderia ser oferecido mais vezes. Eles só conhecem futebol e judô. Uma prática de esgrima, badminton não tem na escola’’.

 

Há dois anos na rede, o professor de Educação Física Nuno José Lopes de Souza leciona no Ciep Luiz Carlos Prestes, na Cidade de Deus, e gostaria de mais eventos e mais capacitações para sua área. “Trabalho na área do pantanal, bem carente. Eles têm pouco prazer e pouco material. O trabalho que eles mais gostam é o de educação física, ficam mais libertos. Tive a oportunidade de fazer alguns cursos do Transforma mas não todos que gostariam. Eles ficam doidos, não dão trabalho para mim. Tem comportamento excelente. Não vão esquecer esse evento nunca. A escola vai até o sexto ano’’, diz ele, acrescentando a importância da Educação Física na vida dos estudantes. “ O comportamento social melhora. A gente ensina a respeitar, a ser menos agressivo, a educação física ensina a extravasar de forma. Até o terceiro ano damos psicomotricidade. Eles só pensam em futebol, mas damos todos os esportes, até os adaptados’’.

 

Da esquerda para direita: Carolina Araujo, Professora Sandra Santos e a diretora Glória Regina

 

A professora Sandra Santos está há 12 anos na Escola Professora Leila Barcellos e compartilha da opinião do colega e da diretora. “Por meio da Educação Física você pode lançar conteúdos programáticos. A psicomotricidade é importante. O movimento é importante. Educação Física é movimento. Eu faço boliche com eles e fazemos conta de somar e substrair. Temos dois professores de Educação Física e são eles que aguçam o gosto das crianças pela prática física’’.

 

Para a professora do Ciep Adelino da Palma Carlos, Larissa Raica, a Educação Física é primordial. ‘’Principalmente para trabalhar as regras de convivência, esperar sua vez, a questão da psicomotricidade. Isso tem ajudado bastante, a gente percebe o reflexo. a questão do respeito, que nem gente a sempre ganha, às vezes a gente perde. Até as crianças mais tímidas gostam de atividade física, momento de correr, de brincar. Muito positivo. Educação Física é um reforço bem positivo, não tem como desarticular essa disciplina do conteúdo dado em sala de aula’’, disse Larica, que achou bem interessante os esportes oferecidos no evento. “Estou achando interessante essa atividade porque é uma realidade além do que eles praticam na escola. A questão da luta olímpica a maioria não conhecia. Achava que podia bater. Tem regras. Não pode dar soco. Eles estão gostando bastante. O Ciep fica na Praça Seca e é uma realidade difícil. O que a gente mais ouve é que eles não gostam quando não tem aula. Eles falam que na escola é o único lugar que eles podem correr, brincar e ser criança. É o único lugar em que elas se sentem seguros.

 

Destaque para a professoras Amanda de blusa branca e a professora Raissa

 

As professoras Leda Lins (PII) e Amanda Machado de Azevedo (EF), da Escola Francis Hime, também gostaram do evento. ‘’Educação Física é essencial para a criança nessa faixa etária. O que faz aprender é o jogo, é o movimento’’, diz Amanda. Leda corrobora: “É muito importante porque eles amam, movimenta corpo, saúde, traz disciplina, o respeito aos colegas e o saber ganhar e perder, que faz parte da vida’’.

 

Os alunos estavam felizes e gostaram muito dos “novos’’ esportes. Gostei muito da luta olímpica’’, falou Karem Nascimento, de 7 anos, da Escola Professora Leila Barcellos. A pequena Raíssa Cristine da Silva Pacheco, da mesma idade, disse que gostou muito de brincar de cambalhota (atividade que fez na luta olímpica). ‘’Fui na esgrima e também gostei’’, disse ela, aluna do segundo ano do Ciep Avelino da Palma Carlos. Já Maria Eduarda, de 9 anos, da Francis Hime, estudante do quarto ano, adorou a esgrima. Lohan Martins Ribeiro Lima, 8 anos, gostou mais do judô. “Que evento legal’’, disse ele ao lado de Paulo Ricardo, da mesma idade, cuja preferência foi a luta olímpica. Eduarda Reis gostou de todos os espaços assim como Kailane da Silva, Gustavo Azevedo dos Santos, Sofia Eloíse, Ana Carolina Martins da Silva e todos que tiveram um dia bem agradável e diferente. Ao final do evento os alunos receberam um lanche e um presente: o mascote do time do Brasil, o Ginga.

 

Destaque para a foto do meio: Alunos animados com o mascote Ginga

 

Curso Valores Olímpicos

Responsável pelo Transforma, é um programa de promoção de valores olímpicos do Comitê Olímpico do Brasil, Carolina Araújo fala um pouco sobre o evento e dá uma excelente notícia para os professores de Educação Física: uma capacitação no segundo semestre. Estamos realizando o Dia olímpico comemorado dia 23 de junho em todo o mundo. Antecipamos a data para 21 de junho para ser um dia de aula e contar com a presença das crianças da Rede Municipal de Ensino do Rio. Uma oportunidade de ter contato com esporte que não faz parte do dia a dia deles. Durante as clínicas esportivas (modalidades) recebem orientação de comportamento positivo que a prática esportiva traz. O esporte e educação são aliados. É uma ferramenta incrível de educação, é um instrumento, que, por meio deles podemos trazer vários assuntos, de conhecimento’’.

 

Carolina Araújo do Comitê Olímpico do Brasil

 

Carolina conta que haverá capacitação para os professores em agosto. “Vamos lançar no segundo semestre, peloTransforma, o Curso Valores Olímpicos Para a vida Voltado para professores de todas as disciplinas, para ver o esporte como um tema transversal, trazer o tema olímpico. Serão 120 vagas para professores da Rede Municipal de Ensino. O Curso começa em agosto e será gratuito’’.

 

Enviado por:

Waleria de Carvalho

E/SUBE/GPEC


   
           



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Quinta-feira, 28/06/2018

Hortas Orgânicas

Tags: gpec, hortas, orgãnicas.

 

Hortas orgânicas: uma realidade na Rede Municipal de Ensino

 

A Secretaria Municipal de Educação, por meio da Gerência de Projetos de Extensão Curricular (GPEC), está cada vez mais empenhada na luta pela sustentabilidade do planeta. Prova disso é que tem realizado vários trabalhos junto às escolas da Rede Municipal de Ensino sobre o assunto com o objetivo de preservar o meio ambiente. Uma das ações é a GPEC Hortas, que tem realizado com os alunos várias atividades.

 

Na quinta-feira (21 de junho), na Escola João Proença, em Campo Grande, aconteceu um mutirão de alunos e professores para uma horta orgânica. Houve plantio de salsa, coentro, alfaces roxa e americana, chicória, couve manteiga e cebolinha. O professor de técnicas Agrícolas Lúcio Teixeira é o responsável pela implantação de acompanhamento deste projeto na escola, mas conta com o apoio da diretora, da coordenadora e de outros colegas da escola. O professor explicou que duas turmas do Acelera participaram do mutirão com tarefas de limpeza do terreno, capinha e afofamento. Foi escolhida uma das turmas do Acelera para dar continuidade a horta. A turma e o professor Thiago, de Língua Portuguesa, serão responsáveis pelos cuidados de irrigação, capina, adubação, nivelamento dos canteiros, colheita e replantio das mudas.

 

 

Na semana passada, integrantes da GPEC estiveram na Escola José Mauro Vasconcelos, em Bangu, acompanhando uma matéria dos 50 anos do livro Meu Pé de Laranja Lima feita pela TV Brasil. Na ocasião, os alunos plantaram uma árvore de laranja lima com o apoio da empresa Biovert, que também disponibilizou um funcionário para fazer o serviço.

 

O Professor Álvaro Madeira está junto à GPEC apoiando a ação das hortas orgânicas, que irá se estender por várias escolas da Rede Municipal de Ensino, participou do Mutirão sendo o responsável pela compostagem relatou: "O projeto HORTAS NAS ESCOLAS é um sonho e foi apresentado ao Secretário de Educação que vem apoiando nossas iniciativas. A GPEC abraçou o projeto, reuniu outros colegas também professores de Técnicas Agrícolas, e hoje a implantação das hortas vem ganhando força na educação. Vamos concretizar esse sonho."

 

 

Enviado por:

Waleria de Carvalho

E/SUBE/GPEC


   
           



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