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Quarta-feira, 02/10/2013

Passatempo, Aliado na Sala de Aula

Tags: professor, jogos.

A utilização de jogos e passatempos impressos com os alunos estimula o raciocínio lógico, aplica os conhecimentos mediados em sala de aula e trabalha os conteúdos discutidos. Além do aspecto da ludicidade e entretenimento.


De maneira geral, os passatempos são mais lembrados quando pensamos nos exercícios de lógica e estratégia, como sudoku, jogo da velha, quebra-cabeça, jogo da memória, labirinto, jogo dos sete erros, caça palavras, palavras cruzadas, entre outros. Na maioria das vezes, relacionado-os exclusivamente ao lazer.

 

O prazer e o entretenimento são, sim, aspectos motivadores e essenciais para a “brincadeira” começar. Porém, muitos outros são contemplados na execução de um jogo.

 

Jogo da velha numa versão adaptada para jogo de tabuleiro.

 

Presentes em jornais e revistas, geralmente atendendo ao público daquele veículo de comunicação, os jogos de passatempo vão muito mais além do que somente “passar aquele tempo à toa”. Desenvolvem atenção, raciocínio, coordenação motora, memória, destreza, conhecimentos gerais e específicos. São, assim, um recurso que pode auxiliar nas aulas, relacionando-os aos assuntos trabalhados, além de torná-las mais dinâmicas e interessantes.

 

Atividades retiradas do site: bancodeatividades.blogspot.com

 

Apresentando esses jogos aos alunos e orientando quanto às regras, o professor poderá aguçar a curiosidade para outros tantos jogos existentes em revistas, jornais e até links com aplicativos para baixar em smartphones e tablets.

 

Veja que interessante:

 

“O pensamento inteligente ou, para ser mais exato, o raciocínio dedutivo, era o recurso mental que o detetive fictício Sherlock Holmes alegava usar para solucionar crimes. A imagem que Arthur Conan Doyle faz de Holmes é a de um racionalista calmo e implacável, que a tudo observa para detectar e interpretar as pistas mais importantes. Esse tipo de pensamento sistemático – a habilidade de manter em foco um objetivo enquanto trabalha com metas menores que conduzem ao todo – é um dos atributos especiais da mente humana. Uma habilidade essencial para desvendar passatempos lógicos é saber “pensar fora da caixa”, porque, mesmo com todas as pistas à mão, a resposta pode não ser a mais óbvia.

http://www.selecoes.com.br/jogos-de-passatempo-para-desenvolver-seu-raciocinio-logico#.

 

O personagem fictício Sherlock Holmes é um detetive que, para ajudar seus clientes, resolvia a maioria dos problemas. Muitas vezes sem levantar-se da cadeira do escritório.

 

Proponha estratégias para intervenção e mediação, jogos que desafiem os alunos na transposição dos conteúdos aplicados, desenvolvendo a ciência dos processos que acontecem em seu cotidiano e consolidando a aprendizagem por meio de atividades significativas.

 

Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal
e colaboradora do Portal Rioeduca
E-mail: taisduarte@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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Quinta-feira, 09/05/2013

Fazendo a Diferença

Tags: 3ªcre, entrevistas, jogos.

 

 

No dia 15 de maio, comemoramos o Dia do Gari. Vamos conhecer, hoje, um gari que faz diferença na Escola Municipal Suécia. É a nossa maneira de homenagear profissionais tão indispensáveis.

 

 

Na verdade, o gari Sidney Moreira já é nosso conhecido. E nos foi apresentado por seu trabalho com xadrez na E. M. Suécia nas postagens "O Xeque Mate da Escola Municipal Suécia e Xadrez" e "Educação Física na E. M. Suécia". E como será que o xadrez entrou na vida dele?

 

Sidney Moreira: Aprendi a jogar xadrez na adolescência, com um grupo de amigos. Nunca fui "TOP", mas sempre me esforcei para aprender mais e mais. Acho que a maior lição que o xadrez passa é que nunca devemos perder o foco e ter atenção sempre.

 

 

Rioeduca/ 3ª CRE: E como o xadrez pode contribuir para o desempenho do aluno?

 

 

Sidney Moreira: O xadrez ajuda na concentração, desenvolve o raciocínio lógico e a disciplina, além de trabalhar a memória contribuindo para o desenvolvimento intelectual.

 

Rioeduca/ 3ª CRE: E como o projeto das oficinas de xadrez nasceu?

 

Sidney Moreira: Antes desse projeto vitorioso na E. M. Suécia, eu já havia tido uma experiência inicial na E. M. Alagoas. Por iniciativa da professora Nilza Moita, fizemos um minitorneio com a turma dela na época. Quando retornei à E. M. Suécia, conheci a professora de educação física Ana Cristina.

A professora Ana Cristina nos conta como foi este momento inicial: "A diretora adjunta da época Daniele Peres sugeriu oficina de xadrez, mas eu não tinha conhecimento sobre este jogo, apesar de já ter visto reportagens, ter pessoas na família que jogam e achá-lo muito interessante.
Comecei a estudar, a me dedicar. Quando o tio Sidney (sempre vou chamá-lo assim) soube que eu iria dar oficinas de xadrez, ficou muito feliz e se prontificou a me ajudar. A partir daí, comecei a trabalhar com a iniciação e ele, com a parte de aperfeiçoamento, estratégia.
Sidney realiza oficinas com os alunos com melhor desempenho no xadrez, no contraturno. Nos acompanha nos Jogos Estudantis e qualquer torneio realizado na escola ou fora dela".

 

Rioeduca/ 3ª CRE: E os resultados logo apareceram.

 

Sidney Moreira: As diretoras Luciana Rocha e Daniele Peres abraçaram o projeto. Com o sucesso dos torneios internos, em 2011, decidimos inscrever alguns alunos nos Jogos estudantis do município na categoria mirim. O resultado foi além das expectativas. Ficamos em 1º lugar na 3ª CRE e em 10 º lugar no geral!!
No ano passado, resolvemos inscrever também os alunos na categoria pré-mirim e conseguimos o 3º lugar no geral!!!

 

 

 

 

 

Rioeduca/ 3ª CRE: Quais os planos para o futuro do projeto?


Sidney Moreira: Para este ano, fizemos algumas mudanças no planejamento e estamos confiantes de conseguir o 1º lugar! Quando estou com os alunos, além dos ensinamentos do xadrez, procuro passar alguns valores como ética, respeito e, principalmente, humildade.

 

Rioeduca/ 3ª CRE: São valores relevantes em qualquer profissão. Assim como o orgulho ao exercer uma profissão tão essencial para a sociedade.

 

Sidney Moreira: Penso que o maior orgulho, na profissão de gari, é o fato de poder estar contribuindo diretamente com o bem-estar dos moradores do Rio de Janeiro. Afinal, a limpeza urbana é um dos principais cartões postais de uma cidade.
No meu caso em particular, como gari da escola, além de cuidar da limpeza da U. E., posso ter um contato mais próximo com a educação escolar. Esse foi um dos motivos que me fez optar por fazer Licenciatura Plena em Letras (me formei em março/2013).
Aos que estão iniciando, digo que não pode faltar paciência e determinação.

Para finalizar, Sidney nos deixa uma frase do treinador Bernardinho, um de seus ídolos. Ela passa aos alunos o valor da persistência e do estudo em suas vidas.



"A vontade de se preparar tem que ser maior do que a vontade de vencer. Vencer será consequência da boa preparação".

 

 

Hoje, entrevistamos Sidney Moreira, gari da Escola Municipal Suécia. Homenageamos seu trabalho e sua dedicação e estendemos nossa gratidão a todos os garis que participam da educação carioca em nossas escolas. O vídeo passa em revista as equipes que fazem a diferença na limpeza de algumas da escolas da 3ª CRE. Prestigie-os!

 

 

 

Angela Freitas é Professora da Rede Municipal e

representante da 3ª CRE, no Portal Rioeduca.

E-mail: angela.freitas@rioeduca.net

twitter @angeladario

facebook Angela Regina de Freitas

RIOEDUCA/3ªCRE

 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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