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Sexta-feira, 27/04/2018

Sobre as Provas de Matemática - 1.º bimestre/2018 - 4.º ao 9.º Ano

Tags: provas, bimestrais, parâmetros.

 

Informações sobre as Provas de Matemática - 1.º bimestre/2018 - 4.º ao 9.º Ano 
 

 

Sr.(ª) Coordenador(a) de E/CRE,

Sr.(ª) Gerente de E/CRE/GED,

Sr.(ª) Diretor(a) de Unidade Escolar,

Sr.(ª) Professor(a) Regente de Matemática e/ou dos Anos Iniciais,

 

 

Em virtude dos questionamentos recebidos, via e-mail e por contatos telefônicos, a respeito de questões apresentadas nas Provas de Matemática do 1.º bimestre/2018, fez-se necessária a realização de encontro com Professores Regentes, signatários desses questionamentos.

 

Após a realização do encontro, ficou acertado que:

 

I- as questões consideradas demasiadamente complexas, nas provas do 1.º bimestre/2018, receberão, no DESESC, pontuação mínima, de modo que os alunos sejam avaliados, adequadamente, no seu processo de aprendizagem;

 

II- a Equipe de Avaliação da Subsecretaria de Ensino irá a campo conversar com os Professores Regentes de Matemática e dos Anos Iniciais (um representante por escola), em encontros regionais, a fim de dirimir dúvidas a respeito da elaboração das provas desta área de conhecimento;

 

III- os Professores Regentes que se manifestaram acerca das questões do 1.º bimestre/2018 e aqueles que, bimestralmente, participam da avaliação prévia das provas, serão convidados a avaliar as provas bimestrais antes de serem enviadas à impressão.

 

 

Na oportunidade, agradecemos aos Professores, cujos nomes constaram da capa das provas do 1.º bimestre, que sinalizaram, de imediato, a necessidade de revisão dos parâmetros de elaboração das provas de Matemática da Rede.

 

Atenciosamente,

 

Bruno Rainho Mendonça

Coordenadoria de Avaliação

Natalino Pontual Filho

Assessoria Técnica de Informações Educacionais Estratégicas

Maria de Nazareth Machado de Barros Vasconcellos

Subsecretaria de Ensino


   
           



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Quinta-feira, 22/02/2018

CALENDÁRIO DAS PROVAS BIMESTRAIS DE 2018

Tags: calendário, provas, bimestrais.

 

 

 

 

Circular E/SUBE N.º 006

Rio de Janeiro, 22 de fevereiro de 2018.

 

Assunto: CALENDÁRIO DAS PROVAS BIMESTRAIS DE 2018

 

 

Senhora(a) Coordenador(a) de E/CRE,

Senhora(a) Assessor(a) de Integração da E/CRE,

Senhora(a) Gerente de Educação da E/CRE,

Senhora(a) Assistente de Informática da E/CRE,

Senhora(a) Diretor(a) de Unidade Escolar,

 

A Subsecretaria de Ensino apresenta o Calendário de Provas Bimestrais referente ao ano letivo de 2018:

 

1.º BIMESTRE

  12 de abril - Língua Portuguesa–Leitura

  13 de abril - Matemática

  16 de abril - Ciências ou Alfabetização–Escrita

  12 de março a 11 de abril - Língua Portuguesa–Escrita (Produção Textual)

 

2.º BIMESTRE

  25 de junho - Língua Portuguesa–Leitura

  26 de junho - Matemática

  27 de junho - Ciências ou Alfabetização–Escrita

  21 de maio a 22 de junho - Língua Portuguesa–Escrita (Produção Textual)

 

3.º BIMESTRE

  12 de setembro - Língua Portuguesa–Leitura

  13 de setembro - Matemática

  14 de setembro - Ciências ou Alfabetização–Escrita

  12 de agosto a 11 de setembro - Língua Portuguesa–Escrita (Produção Textual)

Folha 2 da Circular E/SUBE N.º 006, de 22/02/2018.

 

4.º BIMESTRE

  21 de novembro - Língua Portuguesa–Leitura

  22 de novembro - Matemática

  23 de novembro - Ciências ou Alfabetização–Escrita

  16 de outubro a 14 de novembro - Língua Portuguesa–Escrita (Produção Textual)

 

2. Ressaltamos que os projetos Aceleração 4, Aceleração 6 e Aceleração 8 também aplicarão suas provas nessas datas.

 

3. Reafirmamos a necessidade de correção e lançamento de dados das Provas Bimestrais no DESESC, antes do Conselho de Classe, a fim de que seus resultados subsidiem as discussões dos Professores, nesse momento.

 

4. Lembramos que constitui responsabilidade da Direção da Unidade Escolar entregar os resultados de cada turma a seus respectivos professores, tanto para que estes possam discuti-los em reunião com a Equipe Técnico-Pedagógica da escola, quanto para que possam utilizá-los para subsidiar seu replanejamento e organizar suas atividades de recuperação paralela e de reforço escolar.

 

5. Agradecendo sua valiosa colaboração, solicitamos ciência a toda a comunidade escolar.

 

Atenciosamente,

 

Antonio Augusto Alves Mateus Filho

Coordenador da Coordenação de Supervisão e Avaliação – E/SUBE/CSA

 

 

Maria de Nazareth Machado de Barros Vasconcellos

Subsecretária de Ensino – E/SUBE

 

Fonte: http://bit.ly/2CdOoou


   
           



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Terça-feira, 26/12/2017

Relatório da Provinha Carioca

Tags: relatório, prova, carioca, gav.

 

 

À GUISA DA REFLEXÃO

 

A formação do educador


Temos de aceitar a realidade de que jamais teremos profissionais prontos para desempenhar com excelência seu papel

 

 

Que a qualidade da educação está intimamente ligada à formação do educador ninguém mais duvida. Assim, aqui nos cabe retomar a questão levantada por teóricos como Maurice Tardif sobre os saberes dos professores. Segundo ele, para além e antes dos saberes provenientes da formação profissional para o magistério, há saberes pessoais (advindos da família, do ambiente em que se vive) e saberes construídos nos primeiros anos de escolaridade (caso da Educação Infantil e da Educação Básica no Brasil). Há ainda outros conhecimentos determinantes advindos de programas pedagógicos e materiais didáticos (livros, apostilas, fichas, exercícios, fichas e atividades trocadas entre pares), além dos saberes produzidos a partir de reflexões e de atuações como a própria experiência profissional.


Visto por esse prisma, discutir o currículo dos cursos universitários representaria apenas um quinto de toda a problemática que envolve a formação docente. Nenhum curso do ensino superior daria conta da formação ideal, porque tal formação precede a academia. Temos de aceitar a realidade de que jamais teremos profissionais prontos para desempenhar com excelência seu papel, a menos que passemos boa parte da formação do professor para dentro da escola. Isso implicaria darmos conta de duas pontas do processo.


A primeira: lecionar exige muito esforço e contato físico como resposta imediata aos acontecimentos que se sucedem no corpo a corpo escolar, na ponte entre o conhecimento e as mentes de uma nova geração. A segunda: o processo educativo tem como um de seus pressupostos a necessidade de pensar filosoficamente sobre o modus operandi do ser humano e de sua relação com o ensino.


Para que haja operacionalização de um sistema que priorize esses aspectos, é preciso expandir a noção de ensino para além de questões puramente didáticas ou pedagógicas. A situação exige uma análise mais ampla, além da identificação de caminhos pluridiferenciados para a formação dos trabalhadores escolares e o desenvolvimento de competências imprescindíveis em dias de mundo globalizado.


Não devemos pensar só nos deveres dos docentes, mas também no papel das escolas onde eles atuam. Precisamos de escolas que fundamentem professores e alunos para que sejam capazes de conquistar sua própria autonomia. E acreditamos que a educação para a autonomia só se viabiliza pela construção de uma escola que leve alunos e professores a refletirem sobre o poder da cidadania ampliada, marcada pela interiorização dos direitos humanos. Como diz Olivier Reboul, na escola deve ser ensinado tudo o que une (a língua, as artes, o movimento, os jogos) e tudo o que liberta (a aquisição do conhecimento, o despertar do espírito científico, a capacidade de julgamento próprio).


Estamos aqui a discorrer então sobre com o que as escolas – e os professores dentro delas – devem se preocupar: em pautar o trabalho de forma a eleger, elaborar e consolidar conteúdos que possibilitem aos alunos ler com clareza a realidade na qual estão inseridos e compreender a sofreguidão das relações societárias. Assim, estaríamos assegurando o pensamento colocado por Phillipe Meirieu, quando afirma que “a função fundamental da escola é transmitir às jovens gerações os meios de assegurar, ao mesmo tempo, seu futuro e o futuro do mundo”.


Dessa maneira, jamais a caminhada será solitária. Existirá sempre, na formação docente e na experiência escolar em si, a organização de um projeto de vida a ser desenvolvido com competência por aqueles que sabem ser a escola o local onde, como afirma Assmann, “vida e aprendência são, no fundo, a mesma coisa”.

 

http://www.revistaeducacao.com.br/a-formacao-do-educador/
Acesso em: 12 de dezembro de 2017

 

 

Clique na imagem para ter acesso ao relatório

 

 

APRESENTAÇÃO

Cara Professora, Caro Professor

 

A PROVINHA CARIOCA constitui um momento privilegiado para a escola, para os alunos e, principalmente, para você, pois faz parte do esforço que a SME está fazendo no sentido de investir na ALFABETIZAÇÃO de nossos alunos.


Esta avaliação, já com vistas ao próximo ano letivo, pressupõe a verificação do que os alunos já aprenderam e de quais são suas dificuldades, para auxiliar o planejamento de 2018, a fim de que todos os alunos venham a obter êxito em seu processo de alfabetização.


O Relatório da Provinha Carioca, elaborado pela Gerência de Avaliação da SME, apresenta dados e análises da Rede e das Coordenadorias; para um detalhamento maior dos resultados de cada escola, turma ou aluno, o DESESC deve ser consultado.


A Gerência de Avaliação deseja que este instrumento esteja acessível para toda a Rede, principalmente para os gestores e, mais especialmente ainda, para os professores regentes do ciclo de alfabetização (1º, 2º e 3º Anos), a fim de que, em todas as escolas, todos os envolvidos com o processo de alfabetização dialoguem sobre os resultados, em busca de uma avaliação consistente, que contribua para o replanejamento das práticas pedagógicas.


É necessário reafirmar que, lançados os dados da PROVINHA CARIOCA no DESESC, assim como os de qualquer prova da Rede, a escola deve entregar os resultados de cada turma a seus respectivos professores e, em reunião, analisá-los, percebendo-se em relação à E/CRE e à Rede. É preciso que a escola, de posse de sua planilha de resultados, veja, já com vistas a 2018, que alunos estão em cada nível de desempenho, de forma a melhor programar as atividades de recuperação paralela e de reforço escolar para todos os alunos situados nos níveis 1 e 2, desde o início do novo ano letivo.

 

É fundamental, também, que a escola, nessa mesma planilha, verifique, aluno a aluno e turma a turma, que habilidades necessitam ser abordadas com maior ênfase, definindo que metodologia aplicar em cada situação.


É preciso notar que somente com significativa melhoria de desempenho dos alunos nos níveis 1 e 2, a escola conseguirá atingir seu objetivo: ensinar bem a todos (o que indica qualidade na educação oferecida), diminuindo as diferenças entre os que sabem mais e os que sabem menos (o que indica equidade no sistema educacional).

 


  

 


 


 


   
           



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Segunda-feira, 09/10/2017

Relatório do SIMULADO 2017

Tags: relatório, simulado, prova brasil.

Para ter acesso ao relatório, clique na imagem acima

 

O SIMULADO E SUA ORGANIZAÇÃO


Todos sabem da importância de melhorarmos o desempenho acadêmico de nossos alunos, pois queremos a qualidade do ensino na Rede Municipal, o que vimos aprimorando a cada ano, conforme podemos constatar pelos resultados das avaliações de rede. Consideramos, portanto, essencial que os alunos do 5º e do 9º anos participassem da realização do Simulado da Prova Brasil para o alcance de dois objetivos básicos:

a) possibilitar aos alunos vivenciarem os procedimentos desse tipo de avaliação, tais como: prova com questões de conteúdos que abrangem inclusive assuntos de anos anteriores, controle rigoroso de tempo, marcação de cartão-resposta e questões de múltipla-escolha;

b) permitir aos professores um diagnóstico das competências e habilidades dos alunos, a fim de direcionar uma revisão dos conteúdos básicos ainda não apreendidos pelos alunos, nesse quarto bimestre.

 

 

Antonio Augusto Alves Mateus Filho

Assessor II da E/SUBE


   
           



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