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Criado pela Secretaria Municipal de Educação, o projeto Rio, uma Cidade de Leitores tem por objetivo incentivar e fortalecer o hábito da leitura por prazer de alunos e professores da rede municipal de ensino.

Quinta-feira, 23/11/2017

Twittaço Literário!

Tags: twittaço, leitores, literário..

 

 

 

 

Sexta-feira, 24/11, é dia de Twittaço Literário!

 

O grande homenageado é Júlio Emílio Braz, que iniciou sua carreira como escritor de roteiros

para histórias em quadrinhos, publicadas no Brasil, Portugal, Bélgica, França, Cuba e EUA. Já publicou

mais de cem títulos!

 

Ao longo do dia vamos trocar mensagens sobre o escritor, considerado um autodidata, aprendendo

as coisas com extrema facilidade, adquiriu o hábito

de leitura aos seis anos.

 

Participe! Basta seguir @RiodeLeitores e usar #Riodeleitores!

 

Vale Twittar e Retwittar citações, depoimentos, fotos, dicas de livros, vídeos, sites, links, blogs e curiosidades. Twitte também fotos de atividades sobre a temática do autor realizadas em sua unidade escolar!

 

Um excelente Twittaço! Boas leituras! Até SEXTA!

 

Arte de Rafael Monteiro – E/SUBE/CED/GME

 

Um pouco sobre Júlio Emílio Braz

Júlio Emílio Braz nasceu em 16 de abril de 1959, na pequena cidade de Manhumirim, aos pés da Serra de Caparaó, Minas Gerais. Aos cinco anos mudou-se para o Rio de Janeiro, cidade que adotou como lar.

É considerado um autodidata, aprendendo as coisas com extrema facilidade. Adquiriu o hábito de leitura aos seis anos.

Iniciou sua carreira como escritor de roteiros para histórias em quadrinhos, publicadas no Brasil, Portugal, Bélgica, França, Cuba e EUA. Já publicou mais de cem títulos.

Em 1988 recebeu o Prêmio Jabuti pela publicação de seu primeiro livro categoria infantil e juvenil: SAGUAIRU.

Em 1990 escreveu roteiros para o programa Os Trapalhões, da TV Globo, e algumas mininovelas para a televisão do Paraguai. Em 1997 ganhou o Austrian Children Book Award, na Áustria, pela versão alemã do livro CRIANÇAS NA ESCURIDÃO (Kinder im Dulkern) e o Blue Cobra Award, no Swiss Institute for Children’s Book.
 

 

Entrevista no Jô Soares

https://globoplay.globo.com/v/1953145/

 

- Rapidinhas

Escritor favorito: Luís Fernando Veríssimo.
Ídolo: Minha mãe.
Música: Bolero, de Ravel.
Vida: Pena que seja uma vez só.
Morte: Logo agora?
Amor: Excitante.
Paixão: Passageira.
Literatura: Oxigênio.
Sonho: O próximo.
Inesquecível: Memórias de Um Cabo de Vassoura, de Orígenes Lessa.

 

Trecho do Livro – 'Quem me dera ser Feliz' – Júlio Emílio Braz
 

“ É duro ser super qualquer coisa. Você não pode sentir dor mesmo quando tem as dores do mundo sobre os ombros. Não tem direito ao próprio sorriso, pois a alegria dos outros, o sorriso dos outros, sempre são mais importantes. Não lhe resta tempo para chorar, pois o choro de tantos se seguirá ao seu. Você não tem vida própria, mas dá-se em tempo integral para que a vida não desapareça daqueles mundos e daqueles rostos que gravitam em torno de você. Você, que tantas vezes é luz, vive nas sombras de uma insatisfação interminável. Morre aos poucos, querendo viver. “

 

Em entrevista pela Web:

A questão racial e social foi predominante em suas obras em quadrinhos nos anos 80. Como foi focar a África e suas questões em suas obras?

Eu acho até engraçado que essa consciência étnica não era tão forte em mim em termos conscientes, mas aparecia de modo inconsciente. No Brasil se fala pouco disso, mas eu li vários artigos sobre o fenômeno em se tratando da África do Sul, que é a figura do mestiço. Eu sou, como a maioria dos brasileiros, fruto de grande miscigenação. Tenho sangue negro, índio e branco. O mestiço pertence mais facilmente à etnia visível em sua pigmentação, mas vive em um lar onde o pai é de uma cor, a mãe é de outra, os avós trafegam por uma terceira. Na África do Sul dos tempos do apartheid, difícil era ser negro, mas era muito pior ser mestiço, pois nenhum dos dois lados o aceitava. No meu caso, a primeira coisa que tive que fazer foi me descobrir como negro, que parece ser fácil… Basta um espelho, não? Mas não foi. A busca por abordar temáticas associadas à minha cor, penso eu, foi durante muito tempo a minha busca, consciente ou inconsciente, por minha aceitação enquanto tal. Outro ponto que explica o meu interesse pela África e pelas questões raciais se prendia ao fato de, pelo menos até meados da década de 1990, não existir muito material sobre o assunto e a discussão sobre africanidades se restringir aos estereótipos comuns vinculados às religiões de origem africana e todos os preconceitos e incompreensões que ainda as cercam; ao samba e ao futebol. Eu queria saber mais e, nesta busca, acabei colocando o que descobria e vivenciava em meus textos, seja nos quadrinhos, seja nos infantojuvenis.

 

Pretinha, eu? - Júlio Emílio Braz

Sinopse: Ninguém queria acreditar... Foi o maior zunzunzum no Harmonia quando Vânia começou a frequentar as aulas. Pela primeira vez, uma aluna negra estuda no tradicional colégio. E a turma formada por Carmita, Vivi, Bárbara, Tatiana e Bel não estava nem um pouco interessada em facilitar a vida da nova aluna...


   
           



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Sexta-feira, 10/11/2017

Maratona Escolar dos Grandes Autores

Tags: maratona, letras, acadêmia, autores.

 

É com grande satisfação que anunciamos o resultado de mais uma Maratona Escolar dos Grandes Autores, em parceria com a Academia Brasileira de Letras, e que em 2017 homenageia o grande poeta Castro Alves.

A E/SUBE/CED/Gerência de Mídia-Educação recebeu mais de 100 textos criativos, emocionados e de qualidade literária indiscutível produzidos por nossos alunos – jovens e adultos – dos 8º e 9º anos e PEJA II, orientados por seus professores regentes, professores de Sala de Leitura e Coordenadores Pedagógicos. Desses textos, numa difícil tarefa, 36 (3 de cada CRE e 3 do CREJA) foram encaminhados à ABL, para a seleção final de 6 textos, sendo 5 de Ensino Fundamental e 1 da Educação de Jovens e Adultos.

Todos, alunos, professores, direções e coordenadorias, estão de parabéns pela excelência de trabalho!

A cerimônia de premiação acontecerá no próximo dia 14/11, às 10h, na Academia Brasileira de Letras, com a presença do Sr. Secretário Cesar Benjamim.

Estão convidados para a premiação os Coordenadores de CRE, Gerentes de GED, equipes de direção das escolas, professores e alunos das 36 redações finalistas (relação anexa). Também poderão ser convidados os responsáveis pelos alunos envolvidos.

Segue a relação dos 6 textos vencedores da Maratona, segundo avaliação da Academia Brasileira de Letras:

 

Heveny Mattos

E/SUBE/CED/Mídia-Educação


   
           



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Terça-feira, 07/11/2017

Poesia na Escola

Tags: mídia, poesia, escola.

 

 

Prezado(a) Leitor(a),

A Coletânea de Poemas dos Profissionais da Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro chega, em 2017, a mais uma versão.

Assim como o poeta Manoel de Barros, acreditamos que há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira. Ler, escrever e falar sobre poesia é dar uma pausa na rotina, é pensar sobre o nosso lugar no mundo. E nada melhor do que refletir em meio à liberdade que as palavras poéticas proporcionam.

Desejamos que a leitura das palavras das próximas páginas, desarrumadas da linguagem do cotidiano, expressem a sensibilidade necessária ao nosso olhar. Que nossas escolas estejam repletas de educadores que estimulem os alunos, assim como o poeta sugeriu, a “transver o mundo” por meio da Literatura.
E viva a poesia!

Parabéns a todos os profissionais que compõem essa obra!
 

 

 

Prezado(a) Leitor(a),

A Coletânea de Poemas dos Alunos da Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro chega, em 2017, a mais uma versão.

Este material representa uma parte da Rede e expressa a riqueza dos nossos jovens, que têm muito a dizer. Ter voz na poesia causa estranho fascínio porque se diz sem dizer, torna-se um “apanhador de desperdícios”, como disse o poeta Manoel de Barros. Para ele há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira:

Uso a palavra para compor meus silêncios.
Não gosto das palavras
fatigadas de informar.
Dou mais respeito
às que vivem de barriga no chão
tipo água pedra sapo.

Desejamos que a leitura das palavras das próximas páginas incitem novos leitores e poetas a perceber como a poesia revigora, dá força e faz refletir sobre o mundo. E nada melhor do que refletir em meio à liberdade que as palavras poéticas, linguagem do cotidiano desarrumada, proporcionam.
Que nossas escolas estejam repletas de alunos conhecedores da importância da sua palavra escrita, sensíveis ao encantamento da Literatura!

E viva a poesia!
Parabéns aos nossos alunos poetas!
Que o bicho inquietante da poesia se torne de estimação!
 


   
           



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Quarta-feira, 25/10/2017

Twittaço Literário!

Tags: twittaço, leitores, literário.

 

Sexta-feira, 27/10, é dia de Twittaço Literário!


A grande homenageada é Sylvia Orthof, uma das mais importantes escritoras da literatura infantil brasileira!


Ao longo do dia vamos trocar mensagens sobre a escritora e ilustradora, dona de um fluxo imaginativo desenfreado que criou cerca de 500 histórias! Foram editados mais de 100 livros em sua obra de literatura infantil e juvenil, para leitores de todas as gerações.


Participe! Basta seguir @RiodeLeitores e usar #Riodeleitores!


Vale Twittar e Retwittar citações, depoimentos, fotos, dicas de livros, vídeos, sites, links, blogs e curiosidades. Twitte também fotos de atividades sobre a temática da autora realizadas em sua unidade escolar!

 


Um excelente Twittaço! Boas leituras! Até SEXTA!

 

 

 

 

Um pouco sobre a Sylvia Orthof

 

Carioca, Sylvia Orthof nasceu em 1932, filha única de um casal de imigrantes pobres. Seus pais eram judeus austríacos e fugiram para o Brasil entre as duas guerras mundiais. Para cá vieram também seus avós e seus tios. Era uma família que respirava arte. O pai era pintor; o tio materno, compositor; a avó paterna era casada com um letrista de operetas vienenses; e a avó materna era pintora e ceramista.

Sylvia Orthof é reconhecidamente uma das mais importantes escritoras de literatura infantil brasileira.

Dona de um fluxo imaginativo desenfreado, estima-se que tenha criado cerca de 500 histórias. Mais de 100 livros de literatura infantil e juvenil foram publicados por 30 editoras! Produziu nos três gêneros: poesia, teatro e ficção. E ainda é responsável pelas ilustrações de alguns de seus livros. Também foi atriz e se aventurou no Teatro de Bonecos!

Seu estilo único, a linguagem coloquial e o humor encantam os pequenos leitores, dentro e fora das escolas. Seus diálogos sonoros e recheados de nonsense são encenados tanto em palcos improvisados quanto nos tradicionais teatros brasileiros. Suas narrativas divertidas ganham vida na voz de contadores de histórias por todo o país. Seu talento para provocar a imaginação das crianças e conduzi-las pelo fascinante universo da leitura renderam-lhe numerosos e importantes prêmios.

Ganhou inúmeros prêmios por suas obras, entre eles 13 títulos premiados com o selo Altamente Recomendável para Crianças pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. Sua vida e sua obra continuam inspirando até hoje inúmeros escritores infantis.

Viveu seus últimos anos de vida em Petrópolis. Mesmo depois de sua despedida (24/06/1997), sua obra continuou abrindo a porta da leitura para as crianças. A criatividade da autora inspira formas de divulgação originais. Isso sem contar a grandiosidade da herança que deixou a todos os seus leitores.

 

Fonte: https://sites.google.com/site/sylviaorthof/essencia

 


 


   
           



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