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Quarta-feira, 19/12/2018

Twittaço Literário de Natal

Tags: twittaço, twittaço literário, gla.

Twittaço Literário de Natal

 

A Gerência de Leitura e Audiovisual convida a todos para o Twittaço Literário de Natal.

Deixe a sua mensagem, participe e boas festas!

 

 

 

Data: 19/12/2018 – quinta-feira
Horário: de 8h às 22h
Local: Rede Social Twitter
Siga no Twiiter @GLA_SME. Use #glasme em seus tweets. E encante-se com momentos de excelentes leituras!

 

Gerência de Leitura e Audiovisual

E/SUBE/GLA


   
           



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Terça-feira, 27/11/2018

Twittaço Literário de Novembro

Tags: twittaço, twittaço literário, gla.

 

 

“Às vezes você cansa de ler livros leves e tem vontade de encarar um romance mais denso, que lhe faça refletir, que conte com muitas charadas e tenha uma trama complexa. De repente percebe que já passou da meia-noite, e promete para si mesmo que irá ler só mais uma página e irá dormir. Mas depois de ler uma, quer ler outra, e mais outra, e mais outra...” (Fonte: Site Incrível.club)


Assim são os bons livros - conseguem te “aprisionar” da primeira até a última página! São livros de autores incríveis, com histórias maravilhosas! Livros para fazer você fechar as cortinas e conferir se não há nada embaixo da cama antes de dormir. Livros mirabolantes, capazes de "devorar" qualquer leitor e transportá-lo para um mundo onde criaturas excepcionais são companhias constantes.

 

O que move um leitor? O que nos leva a boas leituras? Leia com carinho:

 


“No ano seguinte eu fui estudar nesse colégio Cataguases e, quando cheguei lá, eu me senti completamente deslocado – eu vinha da periferia, aquelas pessoas eram de classe média. Me lembro que andava, nos intervalos de aula, encostado nas paredes, porque não me sentia nem um pouco bem. Uma dessas vezes aconteceu o inusitado. Eu estava, como de hábito, me movendo pelas paredes quando, de repente, caio dentro de uma sala – era a biblioteca. Caí literalmente dentro da biblioteca. Eu ainda estava me erguendo quando, subitamente, me vi diante da bibliotecária, bem à minha frente: “Você quer um livro?”. Eu estava assustado, fiquei olhando para a cara dela. “Toma esse livro”, ela disse, e entregou um volume, “você me devolve semana que vem”. Eu peguei o livro, enfiei-o debaixo do braço e fui embora. Não tive coragem de falar para ela que não queria o livro. Como eu tinha o livro na mão, ao chegar em casa, eu fui lê-lo. E quando eu li o livro, fiquei mal. Eu sempre acho que a literatura modifica o mundo porque a literatura modifica as pessoas. Eu tive febre, fiquei muito mal mesmo, estranho. Hoje eu sei por quê. Na época, evidentemente, eu não sabia. Não sei por que cargas-d’água a bibliotecária me colocou esse livro nas mãos. Era o livro Bábi Iar, do russo Anatoly Kuznetsov, que contava a história de um massacre de judeus em Odessa, na Segunda Guerra Mundial. Aquilo não tinha absolutamente nada a ver com a minha realidade em Cataguases, uma cidade até então pacata, sem assassinatos ou crimes violentos. Aquele livro, de um autor que eu não conseguia sequer pronunciar o nome, era de extrema violência. A leitura me apresentava a algo diferente de tudo o que eu sabia até então. O que aconteceu, afinal? Eu percebi que o mundo que eu conhecia, o mundo da minha cidade, era muito pequeno. Existiam lugares diferentes de Cataguases, climas diferentes, pessoas falando diferente – e existia, inclusive, gente se matando em outros lugares. Eu acho que nesse momento eu descubro a minha pequenez. Aí eu descubro a literatura” (Ofício da Palavra, de Luiz Ruffato)

 

 

 

Lembra aquele livro que:                 

• te tocou de alguma forma?

• o tempo pode passar e você nunca esquece?

• você leu várias vezes? 

• fez você chorar? 

• fez você rir até ficar com as bochechas doloridas?

• na época de seu lançamento você não sossegou enquanto não tinha um exemplar em suas mãos?

• algum parente ou amigo falou muito de, e na curiosidade você leu e conferiu o tão elogiado?

• te deu medo?

• fez você ficar irado?

• balançou sua estrutura?

É sobre isso que estamos falando...


O Twittaço Literário deste mês pretende mostrar na Rede Social os livros que sensibilizam nosso público leitor, com objetivo de difundir a importância da leitura de literatura. Vale twittar imagens, fotos, vídeos, trechos de livro, livros que viraram filmes, ações desenvolvidas nas escolas e demais instituições de ensino, conforme a abordagem do tema. Pode retwittar quantas vezes quiser os tweets que mais chamaram a atenção do leitor twitteiro, twitteiro leitor!

 

Data: 29/11/2018 – quinta-feira
Horário: de 8h às 22h
Local: Rede Social Twitter
Siga no Twiiter @GLA_SME. Use #glasme em seus tweets. E encante-se com momentos de excelentes leituras!

 

 

Gerência de Leitura e Audiovisual

E/SUBE/GLA
 


   
           



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Segunda-feira, 29/10/2018

Twittaço Literário de Outubro: Manoel de Barros

Tags: twittaço, gla, manoel de barros.

Twittaço Literário - Manoel de Barros

 

Data: 31/10/2018, quarta-feira
Horário: de 8h às 22h
Local: Rede Social Twitter

 

 

Dia 31/10 é dia de Twittaço Literário!

 

A FLIRME- FESTA LITERÁRIA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RIO DE JANEIRO, em sua primeira edição, tem como homenageado o grande poeta Manoel de Barros!

 

 

Participe do TWITTAÇO MANOEL DE BARROS!

 

Vale twittar e retwittar quantas vezes quiser.


Siga @GLA_SME no TWITTER . Use #flirmerj e #glasme em seus tweets.


E divulgue excelentes leituras e ações leitoras.


A Rede é FLIRME e forte!

 


 


   
           



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Quarta-feira, 26/09/2018

Twittaço Literário de Setembro: Guimarães Rosa

Tags: twittaço, gla, guimarães.

1º Twittaço Literário da Primavera

 

Data: 28/09/2018, sexta-feira
Horário: de 8h às 22h
Local: Rede Social Twitter

 

 

A Gerência de Leitura e Audiovisual convida a todos para homenagear o grande GUIMARÃES ROSA!

Siga no Twitter: @GLA_SME. Use #glasme em seus Tweets.

Participe! GLAmurosamente nos encontramos na Rede! 

Desejamos um Twittaço de boas leituras, grandes descobertas e aprendizagem!

https://twitter.com/RiodeLeitores/status/1044001464681721856

 

 

Biografia

Guimarães Rosa (João G. R.), contista, novelista, romancista e diplomata, nasceu em Cordisburgo, MG, em 27 de junho de 1908, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 19 de novembro de 1967.

Foram seus pais Florduardo Pinto Rosa e Francisca Guimarães Rosa. Aos 10 anos passou a residir e estudar em Belo Horizonte Em 1930, formou-se pela Faculdade de Medicina da Universidade de Minas Gerais. Tornou-se capitão médico, por concurso, da Força Pública do Estado de Minas Gerais. Sua estreia literária deu-se, em 1929, com a publicação, na revista O Cruzeiro, do conto "O mistério de Highmore Hall", que não faz parte de nenhum de seus livros. Em 1936, a coletânea de versos Magma, obra inédita, recebe o Prêmio Academia Brasileira de Letras, com elogios do poeta Guilherme de Almeida.

Diplomata por concurso que realizara em 1934, foi cônsul em Hamburgo (1938-42); secretário de embaixada em Bogotá (1942-44); chefe de gabinete do ministro João Neves da Fontoura (1946); primeiro-secretário e conselheiro de embaixada em Paris (1948-51); secretário da Delegação do Brasil à Conferência da Paz, em Paris (1948); representante do Brasil na Sessão Extraordinária da Conferência da UNESCO, em Paris (1948); delegado do Brasil à IV Sessão da Conferência Geral da UNESCO, em Paris (1949). Em 1951, voltou ao Brasil, sendo nomeado novamente chefe de gabinete do ministro João Neves da Fontoura; depois chefe da Divisão de Orçamento (1953) e promovido a ministro de primeira classe. Em 1962, assumiu a chefia do Serviço de Demarcação de Fronteiras.

A publicação do livro de contos Sagarana, em 1946, garantiu-lhe um privilegiado lugar de destaque no panorama da literatura brasileira, pela linguagem inovadora, pela singular estrutura narrativa e a riqueza de simbologia dos seus contos. Com ele, o regionalismo estava novamente em pauta, mas com um novo significado e assumindo a característica de experiência estética universal.

Em 1952, Guimarães Rosa fez uma longa excursão a Mato Grosso e escreveu o conto "Com o vaqueiro Mariano", que integra, hoje, o livro póstumo Estas estórias (1969), sob o título "Entremeio: Com o vaqueiro Mariano". A importância capital dessa excursão foi colocar o Autor em contato com os cenários, os personagens e as histórias que ele iria recriar em Grande Sertão Veredas. É o único romance escrito por Guimarães Rosa e um dos mais importantes textos da literatura brasileira. Publicado em 1956, mesmo ano da publicação do ciclo novelesco Corpo de baile, Grande Sertão Veredas já foi traduzido para muitas línguas. Por ser uma narrativa onde a experiência de vida e a experiência de texto se fundem numa obra fascinante, sua leitura e interpretação constituem um constante desafio para os leitores.

Nessas duas obras, e nas subsequentes, Guimarães Rosa fez uso do material de origem regional para uma interpretação mítica da realidade, através de símbolos e mitos de validade universal, a experiência humana meditada e recriada mediante uma revolução formal e estilística. Nessa tarefa de experimentação e recriação da linguagem, usou de todos os recursos, desde a invenção de vocábulos, por vários processos, até arcaísmos e palavras populares, invenções semânticas e sintáticas, de tudo resultando uma linguagem que não se acomoda à realidade, mas que se torna um instrumento de captação da mesma, ou de sua recriação, segundo as necessidades do "mundo" do escritor.

Além do prêmio da Academia Brasileira de Letras conferido a Magma, Guimarães Rosa recebeu o Prêmio Filipe d'Oliveira pelo livro Sagarana (1946); Grande Sertão Veredas recebeu o Prêmio Machado de Assis, do Instituto Nacional do Livro, o Prêmio Carmen Dolores Barbosa (1956) e o Prêmio Paula Brito (1957); Primeiras estórias recebeu o Prêmio do PEN Clube do Brasil (1963).

 

Bibliografia
 

Sagarana, contos (1946);

Com o vaqueiro Mariano, conto (1952);

Corpo de baile, ciclo novelesco, 2 vols. (1956);

Manuelzão e Miguilim (1964);

No Urubuquaquá, no Pinhém (1965);

Noites do sertão (1965);

Grande Sertão Veredas, romance (1956);

Primeiras estórias, contos (1962);

Campo geral (1964);

Tutameia (Terceiras estórias), contos (1967);

Estas estórias, contos (1969);

Ave, palavra, diversos (1970);

além de obras em colaboração: O mistério dos MMM (1962) e Os sete pecados capitais (1964).

 


Fonte: http://www.academia.org.br/academicos/joao-guimaraes-rosa

 

Siga @GLA_SME. Use #glasme em seus tweets e teremos um Twittaço de valiosas descobertas!

 

Equipe GLA - Gerência de Leitura e Audiovisual

E/SUBE/GLA


   
           



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