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Terça-feira, 07/01/2014

Hoje a aula é na rua! APARU do Jequiá

Tags: 11ªcre, aparu do jequiá, ciep dr. joão ramos.

No dia 6 de agosto, os alunos do 2º e 4º ano do CIEP Dr. João Ramos de Souza, da 11ª CRE, participaram de uma aula passeio no entorno da APARU (Área de Proteção Ambiental e Reestruturação Urbana) do Jequiá. Muitas foram as descobertas. Confira!

 

O Jequiá na Ilha do Governador é uma região ambientalmente tão rica que se impôs a necessidade de ser preservada. Dentro da reserva fica a colônia de pescadores Almirante Gomes Pereira, conhecida como colônia Z-10, em local cedido pela Marinha em 1920, que a regulamentou em 1938, estabelecendo condições para a permanência dos moradores.

 

Conforme informação do Núcleo de Educação Ambiental, a área possui 147 hectares. Nela, além do manguezal, também está protegida uma área remanescente de floresta ambrófila, densa e com áreas arqueológicas.

 

Mapa da Ilha do Governador. Em destaque, os limites do APARU do Jequiá.

 

 

O motivo da visitação à APARU do Jequiá pelos professores se deu pela exposição de bichos peçonhentos vivos, que o Instituto Vital Brazil iria realizar neste dia no Núcleo de Educação Ambiental do Jequiá. Além disso, pela biodiversidade em seu entorno. Afinal, o Projeto Político Pedagógico do CIEP tem como tema o meio ambiente e a sustentabilidade.

 

Professora Lenora junto com os alunos: conhecendo a biodiversidade no entorno do Manguezal e conversando com pescadores.

 

Conheça mais sobre "Os Monstros do Manguezal" da premiada professora Lenora Correa.

 

Através do interesse dos alunos, os professores Michel Serpa, Lenora Correa e Laura Fantti guiaram o trajeto na Colônia Z-10. Bairro que em muito se parece com o país Haiti, vinculado ao fato de que os fuzileiros da Marinha do Brasil realizam o treinamento nas ruas do bairro. 

 

Missão Haiti

 

Treinamento dos Fuzileiros da Marinha do Brasil - Missão Haiti.

 

Os fuzileiros navais, muito receptivos, explicaram o objetivo da Missão do Brasil no Haiti, além de mostrarem os equipamentos, o Jipe, tirarem fotos e abraçarem os alunos. Foi uma festa!

 

 

Animais Peçonhentos

 

O Instituto Vital Brazil é um dos laboratórios oficiais existentes no Brasil. Atende a todo o setor público, com a produção de soros e medicamentos de uso humano. Realiza exposições itinerantes com animais peçonhentos vivos, como cobras, escorpiões e aranhas, levados aos eventos em aquários feitos em acrílico e com alças.

 

O entusiasmo dos alunos foi grande ao descobrir sobre picadas e primeiros-socorros junto com os biólogos do instituto que passaram as principais informações sobre os animais peçonhentos. Também conheceram a aluna Yasmin Oliveira, que foi vítima em 2012 de uma grande lacraia.

 

Professor Michel Serpa com alunos do 2º e 4º ano. Em destaque, a aluna Yasmin ao lado de uma lacraia.

 

A interação dos alunos do 2º e 4º ano na aula passeio foi tão produtiva que os agentes ambientais João Gabriel e Jaqueline (ambos de camisa verde) elogiaram as turmas convidando-as para realizar futuramente trilhas no Manguezal!

 

Interação entre os alunos de diferentes faixas etárias e demais servidores. Vibração pura!

 

Parabéns à toda equipe envolvida nessa produtiva aula passeio: agentes ambientais, professores, militares, alunos e demais servidores!

 

 

Laura Fantti Davilla Serpa
Representante Rioeduca da 11ª CRE
Facebook: http://www.facebook.com/laura.fanttidavilla
Site: http://lauradavill1.wix.com/rioeduca11cre
Twitter: https://twitter.com/laurafanttini
E-mail: lauradavilla@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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Terça-feira, 07/01/2014

Primavera Musical

Tags: 7ªcre, projetos.

 

A Escola Municipal República da Colômbia está localizada na Barra da Tijuca e atende alunos da Educação Infantil ao 6º ano do Ensino Fundamental.

 

Com a chegada da estação das flores, o projeto Primavera Musical da E. M. República da Colômbia teve como um dos principais objetivos ampliar o acesso à diversidade musical dos alunos.

 

Várias atividades didáticas foram sugeridas para aproximar o público infantil aos estilos musicais. Também foram confeccionados cartazes, murais e textos informativos, que foram disponibilizados no pátio.

 

 Mural sobre o Trio Capitu e a personagem que deu origem ao nome do Trio.

 

Textos informativos  sobre os instrumentos musicais utilizados pelo Trio Capitu.

 

Atualmente, o ato de ouvir música tem se tornado mais acessível em função de novas tecnologias e mídias. Entretanto, o acesso a uma apresentação ao vivo, seja recital, concerto ou show, dependendo do contexto sociocultural, não promove a difusão e o respeito à diversidade.

 

Em parceria com a Funarte, o projeto foi enriquecido com uma série de apresentações do TRIO CAPITU – grupo musical que reúne três solistas da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Os músicos apresentam clássicos e modernos em arranjos especiais com a combinação de flauta, oboé e fagote.

 

Primeira apresentação do Trio Capitu na escola.

 

A Emoção dos alunos.

 

Já na estreia, foi constatado o sucesso! A plateia de alunos, professores e convidados assistiram ao primeiro concerto embevecidos pelo som dos instrumentos. As solistas interagiram com as crianças, que demonstraram grande interesse pelo repertório apresentado.

 

Débora Nascimento, uma das solistas do Trio Capitu, relata a emoção sobre os concertos didáticos:

"Sabe aquela sensação de que você precisa de mais momentos em algum lugar para acreditar que aquilo foi real? 'Acordar do sonho': essa expressão faz sentido para mim. Os concertos didáticos foram realmente um presente e uma escola para mim e para minhas companheiras de música e de vida. Espero que momentos como esse se repitam mais de mil vezes em nossa trajetória e que estejamos sempre prontas para atender a todos que desejem ver e ouvir a música como arte acessível e sem mistérios."

 

Atividade de pintura com canudo e água da Educação Infantil.

 

Pintura a dedo e colagem da Educação Infantil.

 

Conhecendo a obra de Vinícius de Moraes, da Educação Especial.

 

 

A Turma 1304 registra como foi assisir à apresentação do Trio Capitu.

 

Através do projeto Primavera Musical, a Escola República da Colômbia possibilita a transformação de escuta passiva para a ativa das crianças, desenvolvendo uma ação de formação de plateia. Além disso, a utilização da música no processo de ensino-aprendizagem contribui em muitos aspectos: facilita a concentração, o raciocínio, questões reflexivas e pode ser utilizada de forma interdisciplinar. De acordo com a faixa etária do aluno, pode se analisar a letra da música, a época que foi criada, o gênero musical, além de desenvolver atividades artísticas com a temática apresentada e muito mais.

 

 

 PARTICIPEM, TAMBÉM, DESTE ESPAÇO QUE É NOSSO, DAS ESCOLAS, DOS PROFESSORES, DOS ALUNOS E DEMAIS FUNCIONÁRIOS QUE FAZEM A EDUCAÇÃO CARIOCA!

 

CONFIRAM NO LINK, A SEGUIR, QUAL É O REPRESENTANTE DE SUA CRE
E DIVULGUEM O QUE SUA ESCOLA REALIZA!
RIOEDUCA NET - A REVOLUÇÃO ACONTECE: QUEM SOMOS NÓS?

http://portalrioeduca/sobrenos.php


 

Contato:

 

Roberta Vitagliano

é professora da rede municipal

e representante do Rioeduca da 7ªCRE

 

robertavitagliano@rioeduca.net

twitter: @robertacarmina

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 06/01/2014

Uma História de Vida

Tags: 9ªcre, ensinoespecial.

A escola é uma instituição que complementa a família e juntas tornam-se lugares agradáveis para a convivência de nossos filhos e alunos. A escola não deveria viver sem a família e nem a família deveria viver sem a escola. Uma depende da outra na tentativa de alcançar o maior objetivo: o melhor futuro para o filho e educando e, automaticamente, para toda a sociedade.

 

 

 

 

Nesta semana vamos destacar uma história de vida que poderia ser a sua ou de algum conhecido seu. Essa história é de uma mãe que luta para dar o melhor a sua filha e encontrou no ambiente escolar o apoio que precisava.

 

 

É importante entender que a participação da família de um filho com necessidades especiais é decisiva no processo de integração/inclusão, além de indispensável para um construir-se pessoal e participante da sociedade. As relações entre famílias de filhos com necessidades especiais propiciam suporte recíproco para o fortalecimento necessário à convivência saudável entre seus membros. A escola, em conjunto com a família, deverá programar as melhores estratégias de ensino-aprendizagem para que o aluno portador de necessidades especiais dela se beneficie e nela permaneça.

 

 

Arielle e Cíntia

 

 

O texto a seguir nos foi enviado pela AAC (Agente Auxiliar de Creche) Cíntia Pires, mãe da aluna Arielle Beatriz de Oliveira Pires que estuda na Escola Especial Municipal Maria Montessori da 9ª Coordenadoria Regional de Educação.




Tive uma infância legal, brincava muito, pular corda, elástico, pique-pega, bandeirinha, subia em árvores para colher frutos cajá, goiaba, jamelão, manga... Sempre ouvindo meu pai “se você andar pelo caminho certo você tem seu pai ao seu lado, se você for pelo caminho errado esquece que tem pai”.

 

 

Estudei em escola particular do bairro, fui alfabetizada pelo método mecanicista e, com 6 anos, já sabia ler e escrever e, assim, ensinei minha mãe a assinar o nome dela. Depois fui para a escola municipal do bairro IPEG (10ª CRE) e sonhava em ser professora. Tinha um quadro negro pequeno e pedia aos meus professores pedaços de giz e passava as tardes dando aula para as bonecas. Sempre tirei notas boas e fui disciplinada. Quando falava para minha mãe que queria ser professora, ela não aceitava, falava que queria que eu fosse advogada, mas acredito que professor está no sangue, no amor da profissão.

 

 

Quando foi inaugurado o Ciep 336 Octavio Malta, que seria de ensino integral, fiz a prova e passei em primeiro lugar. A proposta da unidade era ter aula de natação, informática, laboratórios, ou seja, oferecer um ensino público de qualidade. Na época meu pai estava desempregado e minha mãe passou a vender doces no posto de saúde do bairro. Não passamos fome, porém meu pai disse que primeiro o nosso estudo, depois que terminasse o Ensino Médio, nós poderíamos trabalhar para complementar a renda. Assim, em 1998, terminei meu Ensino Médio, então com 16 anos. Fui trabalhar de estoquista em loja de roupas sem carteira assinada e ajudava nas despesas. Com 18 anos, comecei a trabalhar na Dancor S.A. Indústria Mecânica de carteira assinada como recepcionista.

 

 

Conheci meu ex-marido, casamos, mas assim como minha mãe, engravidei logo. Minha filha nasceu prematura de 26 semanas devido à pré-eclampsia. A minha sentença era a morte ao chegar ao hospital e, de repente, passou um filme na minha mente, em fração de segundos. Toda a minha vida, infância, o que eu tinha vivido, não sei explicar pois foi muito rápido. Vieram à minha mente alguns questionamentos, o que eu fiz de bom para as pessoas? Não fiz minha faculdade que era o meu sonho, só trabalhei para ajudar meus pais, não que eu me arrependesse, mas meus sonhos ficaram para trás... O pior ainda estava por vir, fiquei 15 dias internada e minha filha nasceu com 1.125kg, ficou 74 dias em UTI Neonatal. Nesse período minha filha entrou em coma e as chances de sobrevivência eram mínimas, as médicas já preparavam meu esposo e eu para o pior que era a morte de nossa filha. Conversei com Deus que eu queria muito cuidar dela, que a amaria incondicionalmente mesmo que ela fosse especial, tivesse alguma deficiência. Mas confesso que eu nunca tive experiência ou convivência com pessoas com necessidades especiais, eu não sabia como era. Por um milagre minha filha sobreviveu, mas com problemas neurológicos, paralisia cerebral.

 

 

Quando minha filha completou 2 anos, parei de trabalhar e me dediquei integralmente a ela em tratamentos multidisciplinares, pois não tinha nenhum movimento como levantar o pescoço, engatinhar. Era um bebê e só vivia na UTI. Com quase 3 anos, minha filha andou. Ela não engatinhou, andou logo, e quando estava com 5 anos, me separei do pai dela, e passei a morar sozinha com minha filha. Voltei a estudar com o apoio da minha mãe, fiz o curso técnico-administrativo. Em seguida, quis fazer contabilidade, fiz a prova iniciei o curso, mas não conclui, pois estava com problemas particulares com meu ex-marido, então desisti do curso.

 

 

Como cuidar da minha filha me impedia de trabalhar, resolvi fazer concurso, pois sabia da carga horária reduzida e, com isso, daria para manter os tratamentos. Fiz o concurso de Agente Auxiliar de Creche (AAC), errei 3 questões e, como não tinha títulos, fiquei na classificação 488ª da 9ª CRE. Nessa mesma época, fui convidada pela diretora da Escola Especial Municipal Mª Montessori para ser voluntária. Quando comecei, veio a emoção novamente: é isso que eu quero para mim, ser professora de criança especial, é um dos trabalhos mais lindos. Apesar de alguns contratempos, de alunos agressivos, a superação e aprendizagem não tem preço. Posso dizer que eu trabalharia de graça se fosse preciso, porque aquelas crianças se tornaram minha vida, eu as amo como amo a minha filha.

 

 

 

 

A E. E. M. Mª Montessori promove várias ações para as mães e alunos: O Telecine pipoca, que ocorre a cada 3 meses, com filmes, pipoca, bolo, refrigerante, cachorro quente e tem como objetivo a interação, já que muitos filmes estão relacionados a como lidar com uma determinada deficiência ou situação; 

As aulas de dança, com a professora Fernanda Bastos, foi um presente, pois estimula muito as crianças e eles adoram. Antes não havia e foi um ganho no ano de 2012;

As aulas de artesanato com a professora Glória contribui para que o tempo em que nós ficamos na escola não seja ocioso. Eu, por exemplo, aproveitei muito. Nunca pensei que fosse gostar, mas aprendi a bordar chinelo, almofadas, colchas, blusas com pedrarias, anéis, fazer fuxico e com o fuxico mil e uma coisas, crochê, bolsa, pintura em pano de prato, chaveiro. O melhor foi ter uma renda extra a partir disso, pois vendia para as amigas. Tivemos outras aulas como bijuteria, biscuit, pintura em caixa, artesanato com jornal, tricô e cada mãe acaba se especializando em algo. A Montessori é uma fonte de artesanato a ser explorada. 

 

 

 

 

Tenho imensa admiração pela direção (Viviane Alves) e coordenação (Sueli Ramos) e pelos professores. Temos na escola a Rádio Estrela que é comandada pela professora Marlene e as crianças participam ativamente. O teatro é espetacular e minha filha adora, interage superbem e nós, mães, muitas vezes temos a oportunidade de assistir. Outra coisa que acho lindo na escola é toda segunda-feira ser cantado o Hino Nacional juntamente com os funcionários, alunos e responsáveis.

 



Destaco, também, o ônibus da Liberdade que foi um grande ganho para nós mães da escola, porque antes só tínhamos um ônibus, que só vivia quebrado e atendia apenas alguns alunos cadeirantes. Assim, as mães tinham muitas dificuldades, faltavam muito e, em 2012, todos os alunos tiveram direito ao ônibus com ar condicionado. São 5 ônibus fazendo rota que atende a toda escola, inclusive em passeios.

 

 

Finalmente, fui convocada para a função de Agente Auxiliar de Creche e tive outra emoção: ter uma turma só minha. Olhei para aqueles pequeninos sedentos de carinho, muitos de família muito pobre. Eu pensei: "tenho que cuidar deles, eles precisam de mim". E, na minha vida, não há nada que se compare ao sorriso de uma criança. Sou feliz na minha profissão.

 



Em 2012, em meio a uma turbulência, pois Arielle estava em uma crise psiquiátrica, passei no vestibular para Pedagogia no CEDERJ (UERJ) e minha família logo me criticou: "como você vai estudar? E a sua filha?". Confesso que sinto falta de ir a todas as tutorias presenciais, mas, quando Arielle está calma, levo-a para a faculdade comigo. No período de provas, meus pais e o pai dela me ajudam, faço uma escala.

 

 

Comecei, também, a aprender LIBRAS na Funlar, pois meu grande sonho é trabalhar com pessoas com necessidades especiais. Escuto muitos falarem que não conseguiria, que acabaria absorvendo tudo. É fantástico, eu aprendo muito com eles, com os filhos das minhas amigas, com a superação deles e a alegria que eles têm dentro do coração. É a minha paixão...



 

Gostaria de ressaltar que sou muito grata à equipe da E. E. M. Mª Montessori pelo trabalho voltado a Arielle, pelo carinho e respeito. É uma escola que eu amo muito, assim como as pessoas que também trabalham lá, desde a merendeira até a servente. Eles merecem todos os aplausos!



 

 

 

Arielle atualmente frequenta a Escola Especial Municipal Maria Montessori, onde Cíntia atua como voluntária, mesmo depois de assumir sua função de AAC. Em contato com a unidade, tivemos gentilmente o envio de breve relato sobre a menina pela Coordenadora Pedagógica Sueli Ramos de Souza e pela diretora IV Viviane Alves Parreira.



 

 

 

Arielle Beatriz de Oliveira Pires foi matriculada nesta U.E. em 2007 oriunda do CIEP Clementina de Jesus, onde frequentou o extinto Polo de Bebês e, depois, encaminhada para Educação Infantil Especial na escola especial, hoje extinta na rede do Rio de Janeiro. No período em que a aluna alcançou a idade para o 1º ano, a mãe manifestou o desejo de transferir a menor para uma classe regular, porém a avaliação técnico-pedagógica indicava a permanência da Arielle em Classe Especial. Na escola especial, tendo em vista as necessidades da aluna, foi realizada uma grande avaliação com os profissionais da escola, da GED, do IHA e com os pais, afinal, foram necessárias diversas estratégias para melhor atender suas necessidades.

 



Em 2010, a aluna apresentou dificuldade de aproveitamento das atividades ao final do período escolar, sendo proposta uma pequena redução no seu horário.

 

 

 

 

No ano de 2012, diversas estratégias foram propostas ao trabalho com a Arielle, mudança de grupamento, mudança de professor e a aluna mostrou que era necessário buscar um trabalho dedicado exclusivamente a ela. Foi quando passou a frequentar a classe de atendimento individual e complementar seu desenvolvimento com o trabalho da Sala de Recursos, a fim de incluí-la aos demais grupos. Neste período, entre muitos altos e baixos, com o acompanhamento clínico e terapêutico efetivos, foi possível realizar um trabalho mais voltado ao seu interesse e assim ampliando seu desenvolvimento social e cognitivo.

 

 

 

 

 

Homenagem  do Rioeduca a todas as famílias de crianças especiais que lutam por seus filhos.

 

 

 

Profª Márcia Cristina Alves Representante da 9ª CRE:
E-mail: marciacerqueira@rioeduca.net
Twitter: @marciacrisalves

 

 

 

                                

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 06/01/2014

Ginásio Experimental Olímpico - O Segredo do Sucesso

Tags: 1ªcre, projetos.


 


O Ginásio Experimental Olímpico Juan Antonio Samaranch, localizado em Santa Teresa, está entre as 10 melhores escolas do Rio de Janeiro no ano de 2012. Para desvendar o segredo desse sucesso, o Rioeduca pesquisou dados e curiosidades que contribuem para que o GEO alcance a Educação de Excelência e a posição de destaque entre as escolas da cidade.

 

 

O GEO é uma escola em tempo integral vocacionada para o esporte. Ela integra formação acadêmica e esportiva e visa formar o Aluno-Atleta-Cidadão. Seu ensino é orientado por estratégias problematizadoras e por relações dialógicas e participativas que potencializam o protagonismo juvenil.

 

 

Alunos praticam natação no GEO.

 

 

"Se és capaz de sonhar, és capaz de fazer."

 Walter Elias Disney

 


No GEO, o aluno aprende o que lhe interessa e faz sentido para sua vida. A educação está inserida em um processo de “ensino-aprendizagem” em que todos aprendem e ensinam ao mesmo tempo. É importante valorizar os conteúdos e conhecimentos que o adolescente já possui.

 

Um dos motivos do sucesso do GEO são as ações que envolvem toda a comunidade pedagógica. Professores, famílias e alunos sabem de sua importância para que a instituição consiga atingir as metas de um aprendizado de qualidade.

 


O Segredo do Sucesso: o Aluno-Atleta-Cidadão

 

 

Alunos realizam atividade. Prazer e aprendizagem caminham juntas.

 

Aluno-Atleta-Cidação é aquele que adquire expertise acadêmica, esportiva e social. Ele é capaz de distinguir o que é necessário do que é imposto, tem um olhar crítico e busca tornar possíveis os ideais de uma sociedade mais justa e solidária. Certamente, esse é um dos segredos do sucesso!

 

 

Segredo do Sucesso: o Professor

 

Equipe de professores do Ginásio Experimental Olímpico.

 

No GEO, o professor tem um papel essencial no processo de formação do nosso Aluno-Atleta-Cidadão e na efetivação do processo de desenvolvimento humano. Ele é o responsável por: Estimular a busca dos alunos por resultados no esporte e na vida, garantindo a aprendizagem; Atuar como facilitador da aprendizagem; Criar metodologias inovadoras de trabalho pedagógico com o esporte; Mediar as turmas, as situações e as relações em todos os espaços da escola; Utilizar o diálogo como principal forma de resolução de conflitos; Desenvolver os potenciais de seus alunos.

 

 

O Segredo do Sucesso na opinião da Professora Tânia Regina

 


Para a Professora Tânia Regina,  o sucesso está na equipe constantemente envolvida no processo ensino-aprendizagem, que motiva os alunos à cidadania, aos esportes, ao respeito a seu próximo e aos estudos.

 

 

Professora Tânia Regina acredita que o grande diferencial do GEO

é o compromisso e o amor que a equipe tem pelo trabalho

 

Para ela, as redes sociais facilitam ainda mais a comunicação entre escola e comunidade. Alunos e professores trocam avisos sobre a escola, competições e informações importantes.

 

Tânia conta que o gestor Edmilson participa de todos os momentos do GEO. Sua gestão é democrática e ele compartilha seu trabalho com os demais diretores e coordenadores do Ginásio.

 

 

Diretor Edmilson em reunião com famílias do GEO.

 

A professora afirma que o grande diferencial do GEO é o compromisso e o amor que a equipe tem pelo trabalho. Gestores e professores transformam atitudes em ações que são os pilares para o sucesso do GEO de Santa Teresa!

 

“Amar, entender, compartilhar, agir, ser e, acima de tudo, acreditar no que fazemos, nas pessoas com as quais trabalhamos e no potencial daquelas a quem ensinamos, nos aprimorarmos como gente e agentes. Estamos em um Ginásio Experimental Olímpico, onde todos 'construímos' não só a cidadania, o atleta e o cidadão com o qual convivemos, mas também nos permitimos cativar pelo trabalho e pelas ações que planejamos.”

Professora Tânia

 

 

Conheça os endereços virtuais do GEO, clicando nos links abaixo:


http://geojuanantoniosamaranch.blogspot.com.br/


http://ginasioexperimentalolimpico.net/


http://www.i9suasaladeaula.blogspot.com.br/

 

 

* Professor, queremos conhecer e divulgar o blog e os projetos desenvolvidos por sua escola. Aproveite este espaço que é feito para nós! Entre em contato com o representante do Rioeduca em sua Coordenadoria e participe. *

 


Professora Rute Albanita
 Representante Rioeduca.net da 1ª Coordenadoria Regional de Educação
ruteferreira@rioeduca.net
Twitter: @Rute_Albanita

 

 

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