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Quarta-feira, 26/10/2011

Projeto Social da SME Rio em parceria com o IBEU promove ensino de inglês para alunos da EMJSG

Tags: 10ªcre.



 

 

Desde que assumiu a Secretaria Municipal de Educação, no início de 2009, Claudia Costin, contando com o apoio do prefeito Eduardo Paes, vem promovendo uma série de medidas para intensificar e dar maior qualidade ao ensino da Língua Inglesa em todos os anos de ensino visando a atender o maior número possível de alunos das diversas faixas etárias.

 


O Programa “Rio, Criança Global”, que tem como um de seus objetivos preparar as futuras gerações para serem anfitriãs das Olimpíadas de 2016, a inclusão de aulas de inglês para alunos das turmas de 1º, 2º e 3º anos de Ensino, e a contratação de novos professores, que deverão enfatizar a nova metodologia das aulas priorizando a conversação e a fluência, foram algumas medidas tomadas pela Secretaria Municipal de Educação para garantir um ensino de qualidade também em língua estrangeira, proporcionando boas oportunidades de emprego e também de vivência aos alunos da nossa Rede.

 


Além disso, a SME Rio continua mantendo, apoiando, participando e investindo em projetos já consolidados, como a parceria com o Instituto Brasil Estados Unidos (IBEU), que concede 2.000 bolsas de ensino de inglês em diversas escolas municipais.

 

Curso de Inglês do Projeto Social da SME/Rio em parceria com o IBEU. Fileira da frente, da esquerda para a direita: Ana Gabrielle Silva, turma 1903; Nayara Alves Marques, turma 1803; Jayne Regina Andrade de Aguiar, turma 1803; Igor de Lima T. Santos, turma 1903 e Derek D. de Araújo. Fileira de trás: Tayana Camargo Carneiro, turma 1903; Matheus Alves Nascimento, turma 1903; Milena Nery Campos, professora Regina Lúcia Albernaz Costa e Matheus Andrade Fluvierz, turma 1903.


Os professores são do próprio IBEU e o material didático é cedido pela editora parceira, Cambridge University Press.

 


No dia 10 de outubro de 2011 (segunda-feira) estive acompanhando, para o Rioeduca, uma das aulas do Curso do IBEU na Escola Municipal 10.19.047 Joaquim da Silva Gomes (EMJSG), da 10ª Coordenadoria Regional de Educação.

 Regina Lúcia Albernaz Costa é professora aposentada da Rede Municipal do Rio de Janeiro e trabalha há sete anos no Projeto Social da SME/Rio em parceria com o IBEU, dando aulas de inglês nas escolas Joaquim da Silva Gomes e Euclides da Cunha, ambas da 10ª CRE.

Em depoimento para o Rioeduca, os alunos Igor de Lima, Matheus Andrade e Asafe de Souza, todos do 9º ano, turma 1903, da Escola Municipal 10.19.047 Joaquim da Silva Gomes, foram unânimes nos elogios à metodologia utilizada pela professora Regina Lúcia em suas aulas de inglês do Curso do Ibeu e também falaram da importância de estarem aprendendo a ler, escrever e falar uma nova língua, tanto para a sua vivência pessoal quanto para o futuro profissional.


A EMJSG, localizada no bairro de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro, possui cerca de 1.000 alunos, quase todos vindos de áreas periféricas, como os conjuntos habitacionais da Avenida João XXIII, Morro do Chá, Lotes 2 e 14, Rua do Império, Fomento, e dos prédios residenciais recém-construídos dentro dos programas de moradia popular do Governo Federal.

 


Na E.M. Joaquim da Silva Gomes, a parceria da SME/Rio com o IBEU mantém duas turmas com vinte alunos cada, que funcionam em regime de contraturno.

 

Nayara Alves Marques e Jayne Regina Andrade de Aguiar, ambas da turma 1803, da EMJSG, que fazem o Curso de inglês do Projeto Social da SME/Rio em convênio com o IBEU.

Asafe Ruben S. de Souza, Tayana Camargo Carneiro e Ana Gabrielle Silva, todos do 9º ano, turma 1903, da EMJSG, que frequentam o curso de inglês do IBEU no segundo turno.


As aulas são ministradas pela professora Regina Lúcia Albernaz Costa, que há sete anos trabalha no Projeto Social da SME/Rio com o IBEU.

 


Regina Lúcia é daquelas professoras extremamente dedicadas pelo que faz. Jamais falta a uma aula sequer, e exige dos seus alunos, interesse, frequência, atenção e pontualidade.
Segundo Regina Lúcia, a seleção para a matrícula no Curso do IBEU passa por uma criteriosa análise feita pela direção da escola, com apoio da coordenação pedagógica e dos professores, que escolhem os melhores alunos cujos responsáveis vão apoiar e incentivar a continuidade do aprendizado, já que o curso tem a duração de três anos letivos.

 


As aulas são semanais, sempre seguidas por avaliação individual, em que são considerados aspectos como a produção oral, observando-se a correção da pronúncia, memorização, perfeito entendimento, desempenho individual e criatividade. Na produção escrita, além da correção gramatical, a professora Regina também procura valorizar a apresentação dos trabalhos, número de acertos e empenho de cada aluno no cumprimento das tarefas, e também a atenção na execução dos exercícios.

 

Milena Nery Campos e Derek D. de Araújo, alunos do curso de inglês do Projeto Social mantido pela Secretaria Municipal de Educação em convênio com o Instituto Brasil Estados Unidos - IBEU.

Matheus Andrade Fluvierz, Matheus Alves Nascimento e Igor de Lima T. Santos, todos do 9º ano, turma 1903, da EMJSG que frequentam o curso de inglês do IBEU em convênio com a SME/Rio.


Outro aspecto bastante enfatizado pela professora Regina Lúcia, diz respeito à formação de hábitos e atitudes entre os alunos que freqüentam o curso do IBEU na Escola Municipal Joaquim da Silva Gomes.

 


“É muito importante que o aluno demonstre entusiasmo, vontade de aprender, interesse e participação nas aulas e também na execução das tarefas, exercícios e pesquisas. Acompanho e observo o comportamento dos alunos em todos os ambientes da escola, inclusive no refeitório, já que faço questão de almoçar em companhia deles. Penso - acrescentou a professora Regina Lúcia – que todos esses critérios ajudam a torná-los pessoas melhores, e eu também cresço como profissional.”

 


Os relatórios com a avaliação, frequência e observações pessoais da professora Regina, sobre cada um dos seus alunos do IBEU são enviados para a Gerência de Educação da 10ª CRE e também para o Instituto Brasil Estados Unidos, que mantém parceria com a Embaixada e com o Consulado norte-americano.

 

Todos os alunos matriculados no curso de inglês que a SME/Rio mantém em convênio com o  IBEU recebem livros e cadernos de atividades que são cedidos pela editora Cambridge University Press, uma das parceiras do Projeto Social.

 


Neste ano de 2011, os oito melhores alunos que freqüentam o curso  na Escola Municipal Joaquim da Silva Gomes foram selecionados pelo IBEU para continuarem estudando inglês totalmente de graça, em uma unidade do Instituto Brasil Estados Unidos, no bairro de Copacabana. Como não será ainda possível o deslocamento dos adolescentes de Santa Cruz até a Zona Sul, todos ficarão em “stand-bay”, aguardando, em reserva, uma oportunidade futura para prosseguirem seus estudos de inglês.

 


Converso com todos os alunos do curso do IBEU da EMJSG, que são unânimes quanto aos elogios dirigidos à professora Regina Lúcia e à importância de estarem aprendendo inglês para o seu crescimento pessoal e perspectiva profissional.

 


O convênio da SME/Rio com o IBEU é um projeto de relevância social que vem proporcionando ótimos benefícios para os alunos da Escola Municipal 10.19.047 Joaquim da Silva Gomes
               

 

 

 

                                                                      

 

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Quarta-feira, 26/10/2011

Quando ler se torna um prazer! Maratona de Histórias na 8ª CRE

Tags: 8ªcre, riodeleitores, maratonadehistórias.

 

                       

 Maratona de Histórias na 8ª CRE

 

 

"...Tudo começa quando a criança fica fascinada com as coisas maravilhosas que moram dentro do livro. Não são as letras, as sílabas e as palavras que fascinam. É a história.

 

A aprendizagem da leitura começa antes da aprendizagem das letras: quando alguém lê e a criança escuta com prazer (...)

Pelas delícias da leitura ouvida, a criança se volta para aqueles sinais misteriosos chamados letras. Deseja decifrá-los, compreendê-los – porque eles são a chave que abre o mundo das delícias que moram no livro! Deseja autonomia: ser capaz de chegar ao prazer do texto sem precisar da mediação da pessoa que o está lendo."                              

                                                                                                          Rubem Alves

 

O texto de Rubem Alves expressa exatamente o propósito da Maratona de Histórias que aconteceu no dia 21 de outubro: Promoção da Leitura!

 

Mostrar para os alunos as possibilidades de descobertas, de encanto e prazer que se pode encontrar dentro de um livro é o caminnho que precisa ser percorrido para tornarmos a cidade do Rio de Janeiro, uma Cidade de Leitores! Portanto esta tarefa é de responsabilidade de todos nós!

 

 

No Salão Nobre do Bangu Atlético Clube, as escolas da 8ª CRE participaram deste momento tão importante para a formação de leitores e descobridores da leitura como fonte de conhecimento e prazer!

 

Durante todo o dia os alunos puderam participar de diferentes oficinas!

 

 

Havia oficinas de desenho, bijuterias, foto maluca e Contação de Histórias.

 

Momentos de muita diversão, alegria e troca de ideias!

 

Foi preparado um espaço para os alunos assistirem ao DVD de Histórias Clássicas. As almofadas espalhadas no chão eram um convite irresistível!

 

No local foram instalados notebooks e os Embaixadores da Educopédia das escolas Getúlio Vargas e  Baronesa de Saavedra foram convidados para orientarem a respeito do "Zuuum" e do "Pé de Vento".

 

 

Os professores e alunos vencedores do Concurso de Poesia na Escola, fizeram a leitura de suas obras.

 

O aluno Danilo da Escola Miguel Ramalho Novo foi um desses:

 

Um momento especial foi a brilhante atuação dos alunos da Escola Municipal Conselheiro Zacarias de Góis, na encenação da história de "Catirina e Pai Francisco".

 

Essa história deu origem à Lenda do Bumba Meu Boi, que é uma das lendas mais importantes do folclore brasileiro!

 

Os alunos prenderam a atenção de todos!

 

 

No espaço havia ainda exposição de trabalhos desenvolvidos nas Salas de Leitura das escolas e nas Creches.

 

 

 

 

Observando a criatividade dos trabalhos expostos, percebe-se a excelente qualidade dos projetos desenvolvidos nas Salas de Leitura, nas Creches e EDIs da 8ª CRE.

 

O Rioeduca parabeniza a todos os envolvidos neste projeto!

 

                                                   

 

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Quarta-feira, 26/10/2011

Analete, Margarete e Patrícia, ajudando a construir sonhos no bairro Jardim Maravilha

Tags: 10ªcre.



 

Hoje estive visitando o bairro Jardim Maravilha. Chego para conhecer a Escola Municipal 10.26.022 Padre Carlos Henrique de Souza, que está localizada na Rua Silvânia, em Pedra de Guaratiba.


No trajeto passo pela Escola Municipal Tatiana Chagas Memória e pelo CIEP Posseiro Mário Vaz. É dia de conselho de classe, mas encontro com alguns alunos uniformizados pelas ruas Canoanã e Pedro Osório, que me orientam como chegar à E.M. Padre Carlos.

 


Na E.M. Padre Carlos Henrique de Souza sou cordialmente recebido pela simpática diretora Margarete Rodrigues, que logo me põe em contato com a diretora adjunta Analete Paes Lara e com a coordenadora Patrícia Mendonça. As três trabalham juntas pelo menos desde 1995, e percebo, pelo desenrolar das entrevistas, que, além de colegas e companheiras de profissão, as três cultivam entre si uma forte relação de afetividade. Aquela amizade inquebrantável, que nos traz à lembrança o nome do escritor Alexandre Dumas e da sua obra “Os Três Mosqueteiros”.

 

Da esquerda para a direita: Patrícia Mendonça, coordenadora pedagógica; Margarete Rodrigues, diretora e Analete Paes Lara, diretora adjunta da Escola Municipal Padre Carlos Henrique de Souza.


Analete, Margarete e Patrícia formam uma tríade que envolve relacionamento humano, conhecimento mútuo, afeição e, principalmente, ideal pela educação infantil.

 


As três trabalharam juntas no CIEP Posseiro Mário Vaz, que fica no mesmo terreno da Escola Municipal Padre Carlos Henrique de Souza, em uma época que o CIEP chegou a contar com 94 turmas. É isso mesmo: noventa e quatro turmas e mais de 3.300 alunos!

 

Margarete Rodrigues começou a trabalhar no CIEP Posseiro Mário Vaz em 1986, dando aulas até 1992, quando participou da primeira eleição, assumindo como diretora adjunta. Tem formação em Pedagogia e em Ciências Contábeis, além de vários cursos de pós-graduação. Foi diretora do CIEP Posseiro Mário Vaz na época em que a unidade escolar chegou a possuir 94 turmas e mais de 3.300 alunos. É diretora da Escola Municipal Padre Carlos Henrique de Souza desde 24 de abril de 2007.


Conversando com a Margarete dá para perceber que ela é uma liderança no bairro Jardim Maravilha, e que desde 1986, quando tomou posse como professora do CIEP Posseiro Mário Vaz, vem atuando como agente de transformação em benefício de toda a comunidade escolar.

 


Margarete, que desfruta de uma memória excepcional, vai narrando de forma agradável, toda a história da Educação no bairro Jardim Maravilha, que passa pelo CIEP Posseiro Mário Vaz e prossegue com o surgimento das escolas Padre Carlos Henrique de Souza e Tatiana Chagas Memória.

 


As três colegas, companheiras de trabalho e amigas, cada qual em suas funções e com interesses e peculiaridades específicas, são apaixonadas pela Educação Infantil.

 


Analete, a diretora adjunta que é formada em Letras, disse que nunca se entusiasmou em dar aulas para crianças maiores ou adolescentes, embora já tenha trabalhado com turmas de progressão.

 

Analete Paes Lara é diretora adjunta da Escola Municipal Padre Carlos Henrique de Souza. Formou-se em Letras, no ano de 2002, mas prefere trabalhar com crianças na idade da Educação Infantil.


“Meu sonho sempre foi trabalhar em escola de educação infantil”, disse Analete.
 

 

Já a coordenadora pedagógica Patrícia, que também é professora de História com matrícula no Estado, diz que se identifica mais com a Educação Infantil sob o ponto de vista pedagógico, interessando-se pelo trabalho dos seus colegas e por todo o processo no caminho mais próximo do letramento, em preparação para a alfabetização das crianças, quando forem matriculadas no 1º ano do ensino fundamental.

 

Patrícia Mendonça é formada em História e, além de ser coordenadora pedagógica na Escola Municipal Padre Henrique de Souza, ocupa a mesma função na Escola Estadual Rainha Vitória, localizada no bairro da Vila Nova,  onde também dá aulas para alunos do Ensino Médio.

 


“Na Educação Infantil, aqui na Escola Municipal Padre Carlos Henrique de Souza, as crianças são estimuladas a desenvolver a aprendizagem desde pequenas a partir, por exemplo, da convivência entre si, da percepção sensorial, da socialização, da segurança, da auto-estima e de saber se portar em grupo, respeitar as pessoas, saber quais são seus limites, ter disciplina, estabelecer boa comunicação e adquirir independência aos poucos, tudo isso para que possa prosseguir a sua vida e a sua história, que não se interrompe quando ela sai da escola de Educação Infantil e vai para o primeiro ano do Ensino Fundamental”, diz a coordenadora Patrícia.

 


Margarete, com as suas características de liderança participativa, não restringe a sua atuação apenas aos aspectos administrativos da escola. Ela acompanha, apóia, participa e se interessa por tudo o que acontece na E.M. Padre Carlos Henrique de Souza, principalmente quando se trata de assuntos pedagógicos.
 

 Professores da Escola Municipal Padre Carlos Henrique reunidos em Conselho de Classe. A primeira do lado esquerdo é a diretora adjunta Analete. A primeira do lado direito é a coordenadora pedagógica Patrícia, tendo a seu lado a diretora Margarete.

 

Quero conhecer um pouco sobre o Patrono, o Padre Carlos Henrique e também sobre o Posseiro Mário Vaz, já que a história de vida das três professoras tem forte relação também com o Patrono do CIEP.

 

Segundo a coordenadora Patrícia Mendonça, o padre Carlos morreu muito jovem, com apenas 29 anos, em acidente automobilístico na estrada do Magarça, e foram os alunos do Grêmio Estudantil que se mobilizaram, fizeram campanhas e abaixo-assinado e conseguiram sensibilizar as autoridades para que o sacerdote, que teve influente atuação espiritual na comunidade católica de Santa Clara, fosse escolhido como Patrono da escola.

 

Padre Carlos Henrique de Souza, Patrono da Escola Municipal 10.26.022,  foto reproduzida do Blog http://padrecarloshenrique.blogspot.com/


Já em relação ao Posseiro Mário Vaz, os dados biográficos citam-no como um líder defensor da propriedade da terra, morto na década de 1970.

 


A professora Margarete acompanhou bem de perto todo o processo de crescimento da população do bairro Jardim Maravilha. Ela viu as mudanças no CIEP Posseiro Mário Vaz, que chegou a funcionar em turno único, ser transformado em unidade escolar com três turnos, por ocasião das obras no prédio da E.M. Euclides da Cunha, e acolhimento daqueles alunos e professores.

 


Com relação à Escola Municipal Padre Carlos Henrique de Souza, a diretora Margarete tem um sonho: o de poder acompanhar a construção de um prédio de alvenaria, que possa substituir o módulo de madeira que foi transferido do CIEP Papa João XXIII.

 


A E.M. Padre Carlos Henrique possui 403 alunos, todos de Educação Infantil, e as turmas são distribuídas em oito salas, sendo que ainda possui cozinha e refeitórios sempre muito bem limpos e organizados, sala de leitura e da administração, com divisórias compartimentadas onde funcionam a direção, a coordenação pedagógica, a secretaria, um espaço para reuniões e outro que serve de copa.

 

Crianças da Escola Municipal Padre Carlos Henrique de Souza em atividade na Sala de Leitura. Foto do Arquivo da Escola cedida para a postagem do Rioeduca.

Oficina de plantio. Foto do acervo da Escola cedida para a postagem do Rioeduca.

 

Palestra da Guarda Municipal para pais e responsáveis. Foto do acervo da Escola cedida para a postagem do Rioeduca.

 

 

Reunião de pais e responsáveis. Foto do acervo da Escola cedida para a postagem do Rioeduca.

 

Outro momento registrado com a presença dos pais e responsáveis em reunião realizada na Escola Municipal Padre Carlos Henrique de Souza. Foto do acervo da Escola cedida para a postagem do Rioeduca.

 


Durante a visita que faço à E.M. Padre Carlos Henrique como representante da 10ª CRE para o Rioeduca sou apresentado pela direção, aos professores que estão reunidos em conselho de classe, participo de uma dinâmica desenvolvida sob a orientação da professora Patrícia, coordenadora pedagógica, e conheço um pouco sobre todos os projetos pedagógicos desenvolvidos na escola.

 


Após acompanhar boa parte dos registros feitos por iniciativa da professora Patrícia, coordenadora pedagógica, saio da Escola Municipal Padre Carlos Henrique de Souza com a certeza de que a Secretaria Municipal de Educação conta com funcionários preparados e dedicados e professores capacitados, experientes e entusiasmados, que trabalham a partir de planos pedagógicos organizados e coerentes com as idades das crianças ali matriculadas.

 


Parabéns Margarete, Analete, Patrícia, demais professores e funcionários da Escola Municipal Padre Carlos Henrique de Souza, pois vocês estão no caminho certo para a construção dos sonhos das crianças do bairro Jardim Maravilha.

 

 

Conheçam ainda mais a importância que os profissionais da  Escola Municipal Padre Carlos Henrique de Souza dão à educação infantil, no processo de letramento rumo à alfabetização, acessando o Blog pelo link abaixo:

 

http://empcsouza.blogspot.com/
 

                                                                           

 

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Quarta-feira, 26/10/2011

À Professora Yara com muito amor e afeto

Tags: 10ªcre.



 

Este mundo é pequerrucho! Quantas vezes estive no Boteco do “Seu Ilha” para acompanhar algum show musical e degustar uns petiscos, sem saber que ali pertinho, na mesma Estrada Theodureto de Camargo, fica a Escola Municipal Narcisa Amália.

 


O Boteco do Seu Ilha é, ou já foi, um point freqüentado por gente que vem de todas as partes do Rio de Janeiro, nos finais de semana, para conhecer o que ainda resiste do paisagismo ambiental da Ilha de Guaratiba e também aprecia a boa música popular brasileira.

 


Chegando à Escola Municipal Narcisa Amália vejo o avançar das obras que vão interligar o trecho da BR 101 ao recém-aberto túnel da Grota Funda. Na parte dos fundos da escola, está sendo construído um gigantesco viaduto!

 


Segundo informações da diretora adjunta, professora Eliana de Souza Novaes, a empresa construtora prometeu que estará edificando um muro de proteção, com revestimento especial para tratamento acústico e ambiental, evitando assim que haja interferência direta do barulho dos automóveis na escola.
 

 

Mas isso é outra história, e precisamos aguardar a conclusão das obras.

 

Professora Yara de Almeida Barbosa, regente de História e da turma 8901, do Projeto Autonomia Carioca, Acelera 3, da Escola Municipal Narcisa Amália, da Ilha de Guaratiba.


No momento, quero falar sobre a professora Yara de Almeida Barbosa, que trabalha na Escola Municipal Narcisa Amália como regente da turma 8901, do Projeto Autonomia Carioca, Aceleração 3 e também dá aulas de História para outras turmas do ensino regular na mesma escola.

 


Cheguei ao nome da professora Yara por intermédio do amigo Rodrigo Abreu, da Assessoria de Informática da 10ª Coordenadoria Regional de Educação, que já acompanhou, em itinerância, o Projeto Autonomia Carioca, em escolas da região de Guaratiba, incluindo a Narcisa Amália.

 


Como estava precisando conhecer uma professora que, mesmo não tendo nenhum perfil nas redes de relacionamento sociais, desenvolve um trabalho que merece destaque para o Rioeduca, o Rodrigo Abreu fez a indicação da professora Yara e se prontificou a acompanhar-me e a ajudar-me na visita à escola.

 


A sala de aula está organizada em formato de um grande “U”, de maneira que todos os alunos ficam de frente, uns para os outros, possibilitando maior interação entre eles, e o acompanhamento individual e coletivo da professora. Todos estão com os livros abertos e fazem as atividades acompanhando a programação daquela quinta-feira, conforme prévio planejamento da professora.

 


Como os alunos já estão de saída para o refeitório, apresento-me rapidamente e peço autorização para fotografá-los. Uma das alunas concorda em gravar um depoimento sobre a professora, derramando-se em elogios.
 

 

Fico sabendo depois, pela Yara, que a aluna é uma das mais tímidas e caladas da turma, tendo a professora ficado surpresa com o gesto inusitado da depoente.

 


Yara fala com alegria que estudou da 1ª a 7ª série na Escola Municipal Narcisa Amália, formou-se pelo Instituto Educacional Sarah Kubitschek, iniciando o curso de História pela UERJ que foi concluído no Centro Universitário Moacyr Sreder Bastos, de Campo Grande.
Com matrículas no Estado e no Município, Yara já tem 17 anos de magistério, sendo que sete na Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro.

 


A professora, que já dirigiu o CIEP Roberto Burle Marx, unidade pertencente ao Estado, também localizada na Ilha de Guaratiba, entusiasma-se quando pergunto sobre a sua participação no Projeto Autonomia Carioca.

 


“Em janeiro deste ano, fui convidada pela diretora, professora Maria José de Oliveira, para assumir uma turma do Acelera 3. A Zezé já me conhece há bastante tempo, porque fui sua aluna e dou aulas aqui desde 2004. Ela sabe o quanto sou apaixonada pelo magistério e também como gosto de enfrentar desafios.”

 


Não tenho dúvidas em afirmar que a diretora Maria José acertou em cheio.

 


Se os alunos da turma 8901 não medem palavras para elogiar a professora Yara, ela também é recíproca nas ótimas referências que faz aos seus alunos.

 

Professora Yara de Almeida Barbosa com alguns dos seus alunos da turma 8901, do Projeto Autonomia Carioca, Aceleração 3, da Escola Municipal Narcisa Amália.

Os alunos foram unânimes nos elogios feitos à professora Yara, por ocasião da visita do representante do Rioeduca da 10ª CRE.

Durante a aula observei que os alunos da turma 8901, mantiveram um comportamento participativo e interativo, colaborando com a professora sempre que solicitados.

Professora Yara em companhia da colega Iamara, professora de História e de um aluno.

Yara em companhia do professor Rodrigo Abreu, assessor de Informática da 10ª CRE, que acompanhou de perto o trabalho do Projeto Autonomia Carioca na Escola Municipal Narcisa Amália, quando participava da itinerância nas escolas de Guaratiba.

Yara com a colega Cláudia Mendonça, regente da turma 1402 e do Projeto "Se Liga".

Da esquerda para a direita: Patrícia Chaves, coordenadora pedagógica, alunos da Rádio Escolar: Rayane, João Pedro, Maria Luiza; professora Eliana de Souza, diretora adjunta e Yara de Almeida Barbosa.


Retornando do intervalo, os alunos vão se acomodando nos seus lugares e a professora Yara, contando com a ajuda de um deles, dá reinício às aulas, lembrando que as tarefas deveriam ser feitas conforme previamente combinado.

 


Em seguida, sem nenhuma reclamação e alarde, como talvez fosse previsível, saímos em companhia da professora e os alunos da turma 8901 permaneceram em sala de aula fazendo as atividades que justificam a utilização de uma metodologia bem específica para a aceleração da aprendizagem para os adolescentes com defasagem idade/ano escolar.

 


Continuamos a nossa conversa sobre o Autonomia Carioca da Escola Municipal Narcisa Amália, na aconchegante copa utilizada pelos professores e funcionários, onde Yara preparou um delicioso café acompanhado de aipim com manteiga, para celebrarmos aquele projeto de aceleração, que tende a cumprir a sua função educativa, sempre que estiver contando com profissionais qualificados e dedicados, que ainda acreditam na possibilidade de sucesso dos seus alunos.

 


Homenagens do Rioeduca à professora Yara de Almeida Barbosa, com muito amor e afeto.

 

                                                                           

 

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