A A A C
email
Retornando 74 resultados para o mês de 'Outubro de 2013'

Sexta-feira, 18/10/2013

A Informática como Ferramenta de Auxílio à Educação

Será que existe alguma fórmula capaz de abrir o apetite de uma criança em relação ao aprendizado de matérias do currículo escolar? Tornar agradável o ensino não é tarefa simples. Para manter atenta uma turma de vinte alunos é necessário muito esforço.

 

http://www.pilosos.com/web/diver/juegos/Games/splash/.

 

A solução está nas ferramentas utilizadas. A “arma” do momento leva o nome de software educacional. Os programas interativos, com inúmeras ilustrações e imagens animadas, são ingredientes suficientes para manter acesa a chama natural da curiosidade infantil.

 

GCompris - Programa Educacional Livre.

 


As crianças apreciam a sensação de estar conseguindo sempre mais. Elas têm orgulho quando sabem mais sobre determinado assunto do que um adulto que admiram. O computador pode alimentar essa sensação de conquista, fazendo a criança perceber o quanto já aprendeu e a incentivando a estudar.

 

E. M. Olegário Mariano.

 


Em fevereiro de 1995, ao iniciar a minha carreira no magistério, eu me questionava como poderia aplicar a minha experiência pessoal com a informática no auxílio à educação dos meus alunos. Estávamos, como aliás ainda estamos, em plena revolução tecnológica e as crianças ávidas por algo diferente. Algo que as atinja em cheio, entrando no seu universo e estabelecendo a comunicação, há muito perdida, entre elas e o professor.

 

http://nteerechim-tic.pbworks.com/w/page/5521927/Construindo%20mapas%20conceituais.

 


A informática educativa tem avançado e comprovado que as crianças são capazes de avanços significativos, desde que devidamente motivadas. Os videogames ensinam às crianças o que os computadores estão começando a ensinar aos adultos – que algumas formas de aprendizagem são rápidas, muito atraentes e gratificantes, de acordo com Papart (1994). Brincando, descobrem relações lógicas, deduzem termos e fenômenos, formulam raciocínios cada vez mais complexos, habilitando-se desde cedo ao desafio de construir conhecimento.

 

http://sleducacional.org/blog/arquivos/tag/quantidades.

 


Aliás, na criança, a construção do conhecimento não pode ser afastada do ambiente lúdico, que é a sua forma natural de expressão. A eletrônica tem progredido muito nessa direção, porque está sabendo captar a motivação infantil.

 

 

De acordo com Coburn (1988), as escolas são instrumentos cruciais no processo de desenvolvimento da cidadania e no treinamento apropriado da força do trabalho, não podendo jamais serem substituídas por computadores domésticos e redes de aprendizagem. Elas sociabilizam as crianças para se tornarem adultas e exercerem a tradição cultural de nossa sociedade; são elas que mantêm as crianças enquanto os pais trabalham; cuidam da alimentação, higiene, cuidados médicos etc. As escolas são a fonte primária do desenvolvimento econômico em nossa sociedade. Enquanto houver sociedade, as escolas serão necessárias. Muitas famílias podem complementar a aprendizagem das crianças com computadores, mais dificilmente privarão seus filhos da importante influência formativa dada pela escola.

 

_____________________________________________________

Referências:

COBURN, Peter ET alii. (1988). Informática na Educação. Rio de Janeiro, LTC.
PAPERT, Seymour. (1994). A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Porto Alegre, Artes Médicas.
CAMARGO, Paulo de. (1985). Computador: você ainda vai ensinar com. Revista Nova Escola, no. 86
ALMEIDA, Fernando José de. (1987). Educação e Informática:os computadores na escola. São Paulo, Cortez.
HANSEN, Viggo P. (Yearbook, 1984). Computers in Mathematics Education. USA, National Council of Teachers of Mathematics.

 

 

ADILSON MAGALHÃES PINTO é Professor na SME/RJ.

 


                               

 

 

 


   
           



Yammer Share

Sexta-feira, 18/10/2013

Letramento Digital: a Tecnologia na Sala de Aula como Aliada no Processo de Alfabetização

Tags: blogsderioeducadores, educopédia, mídias, especialistas, letramento digital.

A alfabetização é tema de muitas pesquisas sobre métodos e soluções. Recentemente, um elemento tem interferido nos debates em todas as áreas da educação e também faz parte do estudo do processo de alfabetização: o uso das tecnologias em sala de aula.

 

 

Como o computador, o celular e muitas outras tecnologias, a que inúmeras crianças estão expostas, podem atuar com o processo de alfabetização?

Para responder a esta questão, vamos examinar um conceito que se torna cada vez mais importante: o letramento digital. Teremos que ir para além da alfabetização digital, pois com o letramento trazemos o contexto social e cultural e a perspectiva de leitura de mundo para a sala de aula.

 

 

Para compreender a alfabetização e diferenciá-la do conceito de letramento, Valente coloca:

 

Primeiro, é preciso saber diferenciar alfabetização e letramento. Alfabetização é o processo no qual o aluno adquire a tecnologia de ler e escrever. Já o letramento, é quando, uma vez adquirido o método, o aluno precisa saber como utilizá-lo nas práticas sociais. Dessa mesma forma se enquadra o letramento digital, que pode ser fraco (conhecimento básico e uso banal das mídias) ou forte (utilização das mídias para tomar consciência da realidade e transformá-la) (2006, s/p).

 

http://www.espiraldigital.com/letramento-digital/.

 

Assim, entender a diferença entre o letramento digital e a alfabetização é o primeiro passo para integrar esses processos e trazê-los também para o cotidiano da sala de aula. E mais importante, ainda, para o currículo, ocupando um papel central na educação.

 

 


Nesse sentido, o letramento digital atende aos anseios também dos pais dos estudantes. Participar da educação contemporânea e compreender o contexto social é saber lidar com as tecnologias. A escola prepara para a vida, para o mercado de trabalho, para se ter criticidade diante dos espaços de informação, tais como de mídias e ferramentas digitais.

 

 


Criar narrativas digitais é o próximo passo do processo de letramento. Construir um panorama de retratos do cotidiano com o uso crítico das tecnologias deve ser o objetivo, conforme Almeida e Valente (2012). As narrativas digitais podem ser trabalhadas com diversos métodos e soluções educativas, assim como a alfabetização. O letramento digital complementa e contextualiza o processo de alfabetização ajudando a criar as narrativas digitais da vida do estudante.
 


 

_____________________________________________________

Referências:

ALMEIDA, M. E. B. VALENTE, J. Integração currículo e tecnologias e produção de narrativas digitais. Revista Currículo sem Fronteiras. Vol. 12, n. 3, p. 57-82, Set/Dez 2012. Disponível em: http://bit.ly/almeival. Acesso em: 20/07/13.

VALENTE, J. Letramento Digital: O uso das novas tecnologias no processo de ensino-aprendizagem. Entrevista no portal Universia (04/10/2006). Disponível em: http://bit.ly/entreval. Acesso em: 20/07/13.
 

 

Renata Aquino Ribeiro é Doutora em Educação: Currículo – Tecnologia na Educação (PUC-SP), Mestre em Artes: Hipermídia (Univ. of Westminster – UK), graduada em Jornalismo (PUC-SP). Faz parte da comissão organizadora do evento Web Currículo PUC-SP.

 

 

                               

 

 

 


   
           



Yammer Share

Quinta-feira, 17/10/2013

Brincar é Coisa Séria!

Tags: família, protagonismoinfantil.

Brincar é a atividade mais importante da vida de uma criança. As brincadeiras servem para aprender, para descobrir o mundo, para crescer. Elas desenvolvem a coordenação motora, a criatividade e a percepção.

 

Para a criança, qualquer hora é hora de brincar. É brincando que ela aprende, pouco a pouco, como é o mundo – o que é seco, o que é molhado; como são as formas, as texturas, as cores...

 

Alunas da Creche Municipal Amalia Fernandez Conde.

 

Se para os adultos os brinquedos não passam de objetos que proporcionam distração e entretenimento, para a criança eles são muito mais. Representam uma via de comunicação importante e contribuem para desenvolvimento da força e da resistência física, da coordenação motora e da percepção.

 

Além disso, as brincadeiras ajudam a extravasar tensões e a desenvolver a inteligência.
Algumas crianças destroem ou esmurram seus brinquedos. É uma forma de exteriorizar a agressividade. Outras, curiosas, desmontam tudo. Querem saber como são os objetos por dentro. Isso demonstra que a criança está estimulada, querendo sempre mais. Não se trata de destruir, se trata de investigar.

 

 


As crianças não têm necessidade de brinquedos específicos. Uma panela ou uma bacia pode virar um chapéu engraçado; uma lata ou uma caixinha de papelão e seu barbante viram facilmente um carrinho de puxar. Criatividade não falta!

 

Os brinquedos feitos com sucata também agradam a garotada. Carrinhos de papelão ou feitos com garrafas plásticas, como as de refrigerante, ou bonequinhos e bolas de meia, todos despertam o interesse das crianças pequenas, dão noções de ecologia e ainda ensinam que é possível brincar com muito pouco.

 

 


Essa transformação de objeto em brinquedo acrescenta encanto à brincadeira e estimula a criatividade da criança. Ela descobre o prazer de utilizar a imaginação numa atividade inventiva e compensadora.

 

Para criança, brincar é coisa séria, constituindo um incentivo para seu desenvolvimento. É por meio dela que consegue comunicar suas emoções e seus conflitos.

 

O vídeo abaixo, "Amigo do Sol, amigo da Lua", de Benito Di Paula, mostra o quanto  brincar é uma atividade importante para as crianças:

 

 


É importante incentivar e compartilhar as brincadeiras com os filhos. Eles têm grande prazer em brincar com seus pais. Nessa diversão, o relacionamento é enriquecido, permitindo que pais e filhos se conheçam melhor e estabeleçam uma cumplicidade essencial para o desenvolvimento infantil.

 

Então, o que está esperando? Vamos proporcionar às crianças momentos prazerosos de plena brincadeira!

 

 

Maria Delfina é Professora da Rede Municipal

e responsável pelo Blog Família do Portal Rioeduca.

E-mail: mariadrodrigues@rioeduca.net

Twitter: @mariadelfina11

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



Yammer Share

Quinta-feira, 17/10/2013

Tratamento VIP da Classe Especial no CIEP Lamartine Babo

Tags: 9ªcre, ensinoespecial.

A professora Valéria Bittencourt do CIEP Lamartine Babo, da 9ª CRE, vem compartilhar conosco suas atividades de visitas mediadas junto à Classe Especial da sua Unidade Escolar. Ela nos mostra o olhar diferenciado e o tratamento VIP que essa turma recebe.

 

Recebi, neste final de semana, um e-mail muito carinhoso que me deixou muito emocionada. Nele, a professora Valéria relata, de uma forma simples, uma parte da sua vivência junto a sua turminha de alunos especiais. Em suas breves palavras, mostra-nos o grande carinho que tem com seus alunos e o reconhecimento aos responsáveis no apoio dado ao seu trabalho.

 

 

 

 

O ano de 2013 tem sido muito promissor para a Classe Especial do CIEP Lamartine Babo. A professora Valéria Bittencourt conseguiu viabilizar maior interação, acessibilidade e fomento à cultura. Não apenas para seus educandos, já que todas as visitas mediadas, aos diferentes espaços culturais, foram acompanhadas de perto pelos responsáveis dos alunos que são "pra lá de especiais".

 

 

 

O grupo teve a oportunidade de conhecer e interagir bastante no Centro Cultural Banco do Brasil com a exposição “Elles”, o que possibilitou um trabalho de produção artística em sala de aula com a mesma temática da visitação.

 

 

A Estação de Tratamento de Águas da CEDAE - ETA Guandu - foi mais um espaço visitado pelos nossos pais e alunos, tendo em vista o Ano Internacional de Cooperação pela Água. Preservar também é uma decisão especial, pois envolve a vida.

 



E para fechar o ano com “chave de ouro”, a Classe Especial (alunos e responsáveis) teve o privilégio de assistir a um Concerto da Orquestra Sinfônica Brasileira no histórico Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

 

 

O aluno João Vitor (que é cadeirante e tem deficiência mental) foi destaque durante o Concerto, chamando a atenção do maestro e de toda a Orquestra. Ao final, foi convidado para posar junto ao músico Luís (contrabaixista) para registrar um momento tão inesquecível, pois somos todos dessa Classe, muito Especiais!


Profª Valéria

 

Parabéns, professora Valéria por seu carinho e dedicação!

 

Profª Márcia Cristina Alves, Representante da 9ª CRE
E-mail: marciacerqueira@rioeduca.net
Twitter: @marciacrisalves


 

                               

 

 

 


   
           



Yammer Share