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Retornando 23 resultados para o mês de 'Outubro de 2016'

Quarta-feira, 05/10/2016

Aprendendo com os Esportes Paralímpicos

Tags: 7ªcre, projetos.

 

 

 

Alunos da E. M. Dom Pedro I, durante o mês de setembro, vivenciaram atividades nas aulas de Educação Física com objetivo de valorizar os atletas paralímpicos que estavam competindo na cidade do Rio de Janeiro. Reconhecendo, assim, a força de vontade, a coragem e a determinação de cada um deles dentro destas e de todas as outras modalidades esportivas.

Os alunos da Escola Municipal Dom Pedro I das turmas 1707 e 1708, da professora Ana Paola Silva, durante o mês de setembro, vivenciaram na aula de Educação Física a corrida para deficientes visuais e o voleibol para deficientes físicos.

 

 Alunos aprendendo voleibol sentado.

 

Ao término das aulas, através de seus relatos, os alunos demonstraram consciência da superação e do esforço que os atletas paralímpicos desenvolvem para a prática esportiva e a professora Ana Paola destaca o quanto eles merecem a nossa admiração e o nosso respeito! E o quanto este trabalho foi muito gratificante e educativo.

 

                                     A professora Ana Paola preparando alunos para a corrida vendada.

 

Alunos do 7º ano preparados para a corrida vendada.

 

A professora , Lourdes Lontra, de Educação Física também desenvolveu com seus alunos do 6º, 7º e 9º anos a história das olimpíadas e paralimpíadas, a simbologia do fogo olímpico, as arenas e locais de competições, as modalidades esportivas. 

Ela constatou que ao tratar o assunto paralímpico os alunos demonstravam desconhecer o tema. Iniciou-se o trabalho de sensibilização através de fotos, leituras e pesquisas sobre paraplégicos, tetraplégicos, paralisia cerebral, deficiência visual, deficiência de locomoção, lesão medular e mutilado.

       Alunos da professora Lourdes praticando voleibol sentado.

 

A partir da pesquisa os alunos começaram a entender e valorizar os atletas paralímpicos. E identificar suas deficiências pelas modalidades. As atividades práticas envolvendo corrida vendada, que o Brasil tem uma das melhores corredoras do mundo, a Terezinha Guilhermina. Em dupla, um aluno usava uma venda nos olhos e o outro era seu guia. Também realizamos o vôlei sentado. Essa atividade foi mais difícil, pois eles não sabem se locomover sem suas pernas. 

 

 

     Em duplas, um aluno guia e um aluno vendado, prontos para a corrida.
 

A professora os orientou que usassem os braços e o tronco para mudar de lugar, mas com toda dificuldade o objetivo foi alcançado. Após as atividades foram feitos relatos e reflexões orais e escritas sobre as sensações e as experiências. Para a professora Lourdes vê-los fazendo a atividade e relatando o que sentiram foi o marco do trabalho.

 

                                                                                                Informações enviadas por Marleyde Ferreira.


 

Parabéns aos envolvidos pelo trabalho realizado!
 

 

Contato da E.M. Dom Pedro I:

emdpedro@rioeduca.net

 

Contato para publicações:

Roberta Vitagliano - Representante Rioeduca 7ª CRE

robertavitagliano@rioeduca.net

 

 

 

 

 


   
           



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Terça-feira, 04/10/2016

IV Semana de Alfabetização: Escritas e Histórias de Alunos e Professores

Tags: 6ªcre, semana de alfabetização.

 

 

 

A IV Semana de Alfabetização, intitulada “As escritas e as histórias de alunos e professores na cidade do Rio de Janeiro” aconteceu no período de 05 a 09 de setembro. A 6.ª Coordenadoria Regional de Educação ofereceu aos professores palestras e oficinas voltadas para práticas de leitura, escrita e raciocínio lógico.

 

Oficina "A sala de leitura como motivadora do processo de alfabetização"

 

As atividades aconteceram na E. M. Alexandre Farah – Ricardo de Albuquerque e tiveram como público-alvo professores de 1.º ao 3.º ano, de Sala de Leitura e Peja. Elas tiveram como objetivo principal promover um espaço de reflexão sobre o processo de alfabetização em nossas unidades escolares.

No dia 06 de setembro, os professores de 3.º ano trabalharam, durante todo o dia, com produção e revisão de texto. As reflexões foram conduzidas pela professora Lúcia Brizzio, da Gerência de Educação, e pela equipe da Escola de Formação do Professor Carioca Paulo Freire.

Na quinta-feira, dia 08 de setembro, os professores de 1.º ao 3.º ano tiveram a oportunidade de participar de uma palestra e três oficinas. A palestra “Jogos Digitais na Alfabetização: facilitadores da aprendizagem dos alunos incluídos e com dificuldade de aprendizagem” foi ministrada pela professora Mara Malheiros, da E. M. Grandjean de Montigny. A palestrante apresentou várias possibilidades de uso da tecnologia para facilitar a aquisição da leitura e da escrita das crianças.

 

Palestra "Jogos Digitais na Alfabetização: facilitadores da aprendizagem dos alunos incluídos e com dificuldade de aprendizagem"

 

Oficina "Construindo jogos de leitura através da neurociência"

 

A professora Patrusca, do Edi Hélia Lúcia Moreno, apresentou a oficina “Construindo jogos de leitura através da neurociência. Ela mostrou aos professores como utilizar os jogos para motivar a aprendizagem dos alunos. Os participantes saíram da oficina cheios de ideias para estimular a leitura e a criatividade dos alunos.

A oficina do período da tarde, ministrada pelos professores Gênesis e Rômulo, teve como título “Jogos Matemáticos: desenvolvimento do raciocínio lógico na alfabetização”. Este tema foi trabalhado através do jogo mancala e do material dourado. O primeiro é um jogo de estratégia, onde os jogadores devem capturar o maior número de sementes que conseguirem. Todo o material apresentado foi construído com material reciclável. Com o segundo, os docentes aprenderam a utilizar as placas, barras e cubinhos para compreender os algoritmos, desenvolver o raciocínio e ministrar um aprendizado mais agradável desta disciplina que assusta a tantas pessoas.

 

Oficina "Jogos Matemáticos: desenvolvimento do raciocínio lógico na alfabetização"

 

No terceiro e último dia de atividades, 09 de setembro, os professores participaram da palestra “Psicogênese da escrita dos jogos para a sala de aula”, ministrada pela professora Mariana, da E. M. Virgílio Francisco Monteiro. Depois construíram jogos de escrita na oficina oferecida pela professora Patrusca.

Realizaram várias atividades de diagnose da escrita dos alunos sob a orientação da Coordenadora Pedagógica do Ginásio Carioca Coelho Neto, Débora Beloni. Em seguida, a professora Cássia Cilene, da Gerência de Educação, ofereceu diversas atividades que podem ser desenvolvidas na sala de leitura para auxiliar no processo de alfabetização dos alunos, desde os anos iniciais. 

 

Palestra "Psicogênese da escrita dos jogos para sala de aula"

 

Para encerrar as atividades do dia, as professoras Solange Mota e Márcia Cazer, do Creja (Centro Municipal de Referência de Educação de Jovens e Adultos), ministraram uma oficina de produção textual para os docentes que atuam com os jovens e adultos. Foram momentos de muito trabalho e troca de experiências entre eles.

 

Oficina "Produção textual no Peja"

 

Aliar leitura e escrita, métodos e ambientes alfabetizadores a professores com formação e uma escuta sensível para a fala das crianças, jovens e adultos que estão nas escolas é receita fundamental para ajudar no processo de aprendizagem dos alunos. 

 

Quer saber um pouco mais sobre as atividades que aconteceram na IV Semana de Alfabetização da 6.ª Cre? Entre em contato com a Gerência de Educação!


Gerência de Educação – 6.ª Cre / (21) 2407-0017
E-mail: gedcre06@rioeduca.net

 

Não esqueça de deixar o seu comentário! Ele é muito importante para nós!

Até a próxima semana!

 


 


   
           



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Segunda-feira, 03/10/2016

Valorizando a vida e o conhecimento

Tags: 10ªcre.

 

 

 

 

A Escola Municipal Mario Lago promove conhecimento através de diversificadas atividades pedagógicas, visando o progresso contínuo no aprendizado.

A E/CRE (10.19.065) Escola Municipal Mario Lago está localizada à Rua 1, s/n° - Conjunto Manguariba, zona oeste do Rio de Janeiro. A unidade atende atualmente alunos do 1° ao 6° ano e tem como diretora a professora Kátia Gonçalves Bezerra, como diretora adjunta a professora Jeane Catizano Fortunato Costa e como Coordenadora Pedagógica a professora Maria Cristina Machado Inácio.

 

Parte da equipe da E. M. Mário Lago

 

A escola trabalha para formar alunos cidadãos, transformadores da realidade, conscientes de seu papel social, e da sua importância nos grupos sociais dos quais participa, buscando sempre o bem estar coletivo e individual. E para que isso seja possível, a direção e o grupo de professores trabalham de forma a agregar e promover conhecimento através de diversificadas atividades pedagógicas, visando o progresso contínuo no aprendizado e na formação social de nossos alunos.

Vale ressaltar que, respeito, amizade, compromisso, diálogo, transparência, ética, comunicação, trabalho em equipe, determinação, parceria e humanidade são valores praticados no dia a dia para que os alunos possam aprender cada vez mais. E, com isso, a Unidade Escolar procura realizar um trabalho voltado ao desenvolvimento integral do aluno, tanto em seu aspecto cognitivo quanto social, buscando orientá-los e conscientizá-los de seu papel social.

Para tal, a direção visou atividades pedagógicas voltadas para o trabalho em grupo, o desenvolvimento de habilidades individuais e coletivas. Aproveitando o ano Olímpico e a realização dos jogos em nossa cidade, a escola focou na realização de atividades e a discussão de temas voltados ao conhecimento de modalidades esportivas, atletas e locais onde já ocorreram as Olimpíadas.

 

Alunos realizando atividades na aula de Educação Física

 

— A Escola Municipal Mário Lago parte da premissa de que as experiências escolares abrangem todos os aspectos do ambiente escolar, tanto aqueles que compõem a parte explícita do currículo, como os que contribuem de forma implícita para a aquisição dos conhecimentos socialmente relevantes. — afirma a diretora Katia.

A equipe da escola trabalha de forma integrada, em busca de uma educação de qualidade, com foco na construção de um cidadão critico e, para isso, busca a todo momento a troca de experiência e a parceria entre si e com a comunidade.

Com base nessa proposta, a equipe de professores de Educação Física, composta pelos professores Mateus Felipe, Bianca Cabral e Marcus Vinicius, organizaram uma atividade englobando esportes radicais, trabalhando com estratégias e técnicas seguras para a prática do esporte, assim como, sua função social e sua visibilidade no campo esportivo.

— A ideia do projeto era trazer esportes não convencionais ao ambiente escolar, apresentando aos alunos um novo desafio e deixando de lado os esportes coletivos tradicionais, pois eles já têm grande destaque nas escolas. Os esportes radicais escolhidos foram o skate e a patinação, ambos muito praticados atualmente. As duas modalidades consistem em realizar manobras deslizando sobre o solo (com ou sem obstáculos) e equilibrando-se sobre os mesmos. — afirma o professor Mateus Felipe.

 

Aluno andando de skate

 

Foram preparadas aulas de skate e patins para turmas do 1° ao 6° ano, adaptando a linguagem e a abordagem para cada faixa etária. Com os alunos menores, o trabalho foi voltado para a ludicidade, já com os maiores, a proposta foi apresentar a modalidade esportiva, sua história e fundamentos básicos.

— Esses tipos de esportes envolvem sobretudo agilidade, habilidade e muito equilíbrio, mas não há um espirito competitivo. A preocupação não está em quem ganha ou perde e sim na autosuperação e no espírito cooperativo. Durante as aulas, observou-se muitos alunos dispostos a ajudar seus colegas a ficarem em pé, a se arriscarem nas primeiras manobras e até mesmo na divisão e empréstimo dos materiais. Ao final do trabalho, foi possível constatar a interação e satisfação dos alunos com as aulas e com suas próprias conquistas. — afirma a professora Bianca Cabral.

Diante da realização desta atividade foi possível perceber a necessidade da diversificação do trabalho a ser desenvolvido com as crianças no ambiente escolar, oportunizando aos alunos a experimentar o diferente e a conhecer novos horizontes e propostas. Desta forma, tornando aptos a se abrir em busca de experimentar novas realidades e a buscar diferentes experiências em sua vida acadêmica, perdendo o medo do novo e identificando que a aprendizagem só é possível através de tentativas.

 

Professores e alunos na aula de Educação Física

 

— Os alunos puderam exercitar a solidariedade auxiliando aqueles que não possuíam os itens esportivos e/ou não sabiam utilizá-los. O grupo ficou muito motivado e as aulas das demais disciplinas aproveitaram o gancho para trabalhar este esporte de forma interdisciplinar. O ambiente escolar ficou mais tranquilo, já que existiam regras para a participação na atividade e uma vez que toda atividade esportiva demanda disciplina e concentração. — afirma o professor Marcus Vinicius.

 

Quer saber mais sobre o projeto?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/SUBE/CRE (10.19.065) Escola Municipal Mario Lago
Telefone: 3292-6195
Email: emmariolago@rioeduca.net

 

Rodrigo Abreu
é Professor da Rede Municipal
e Representante do Rioeduca da 10ª CRE
Contato: rodrigosantos@rioeduca.net
WhastApp: 98848-6724  

 

 


   
           



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